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Campinas será 1ª cidade do país a usar esgoto tratado para abastecimento (Folha de S.Paulo)

LUCAS SAMPAIO

DE CAMPINAS

30/10/2014 17h46

Em meio à forte estiagem que atinge o Sudeste, Campinas (a 93 km de SP) anunciou nesta quinta-feira (30) que será a primeira cidade do país a usar esgoto tratado para o consumo direto da população.

A obra está estimada em R$ 12 milhões, será financiada pela concessionária que administra o aeroporto de Viracopos e deve ficar pronta em 18 meses.

Atualmente, parte do esgoto da cidade é tratado e transformado em água de reúso -que tem 99% de pureza, mas não serve para consumo humano.

Parte dela é utilizada pelos bombeiros e pela prefeitura, para regar praças e jardins, por exemplo, e vendida para empresas, como o próprio aeroporto. Outra parte é despejada no rio Capivari.

A diferença é que, com a construção de uma adutora de 19 km, anunciada nesta quinta, a água de reúso será toda lançada no rio no ponto onde a Sanasa (empresa mista de água e esgoto do município) capta água para abastecer cerca de 7% da cidade, que tem 1,1 milhão de habitantes.

Ou seja: o esgoto transformado em água de reúso será lançado no rio, e a água misturada –a que já estava no leito mais a de reúso– será captada para uma nova etapa de tratamento antes de seguir para as torneiras dos campineiros.

“É algo inédito, mas totalmente seguro e sem qualquer risco para a população”, afirmou o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), ao anunciar a projeto. “Das águas que são despejadas nos rios, a maioria é muito mais poluída [que a água de reúso]. O grau de pureza é de 99%.”

A Aeroportos Brasil Viracopos, concessionária que administra o sexto maior aeroporto do Brasil, ficará com 10% da água de reúso produzida –a capacidade de produção da Epar (Estação Produtora de Água de Reúso) Capivari é de 360 litros por segundo. Os outros 90% serão despejados no rio, captados na sequência e tratados novamente.

“Eu vou jogar [a água de reúso] no rio por uma questão psicológica e porque não existe legislação específica no Brasil para tratar direto e oferecer à população”, diz Marco Antônio dos Santos, diretor-técnico da Sanasa. “Nós vamos gastar mais dinheiro fazendo isso, mas é preciso para as pessoas se acostumarem com a ideia.”

“Tenho muita tranquilidade em falar que essa água [de reúso] é muito melhor [que a do rio]”, afirma Santos. Uma análise da água de reúso com a adição de cloro, diz, passou em todos os requisitos da portaria 2.914 (que dispõe sobre a qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade).

Para pagar o investimento feito por Viracopos, a Sanasa vai parcelar os R$ 12 milhões com descontos na conta de água do aeroporto. Hoje, o gasto mensal é de aproximadamente R$ 200 mil, valor que deve aumentar com a expansão do aeroporto.

2ª ESTAÇÃO

Também no prazo de 18 meses, a Sanasa pretende transformar a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Anhumas em uma segunda Epar, para melhorar a captação da cidade no rio Atibaia (que abastece 93% da população).

O custo para transformar a estação é de R$ 90 milhões, mas ainda não está definido de onde virá o investimento –a Epar Capivari foi construída entre 2010 e 2012 com dinheiro do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

A adaptação vai fazer com que os atuais 600 litros por segundo de esgoto tratado que são jogados no ribeirão Anhumas, afluente do Atibaia que deságua a menos de 1 km da captação da Sanasa no rio, sejam transformados em água de reúso e também melhore a qualidade do rio, diminuindo a concentração de poluentes e barateando o tratamento.

Questionado sobre a possibilidade de a população rejeitar a ideia de consumir o esgoto tratado, o prefeito de Campinas disse que não tem esse temor e que a desinformação deve ser combatida. “Muitas regiões do país dão água para a população de menor qualidade [que a água de reúso], e ainda vamos jogar essa água no rio e fazer o tratamento de novo.”

OUTRAS MEDIDAS

Como resposta à crise de abastecimento que deixou até 50% da população sem água nas torneiras por 11 dias, a Prefeitura de Campinas e a Sanasa anunciaram outras medidas nesta quinta, entre elas a contratação de uma empresa que vai analisar a viabilidade da construção de uma represa com capacidade para manter a população de Campinas abastecida por, no mínimo, 77 dias.

O desabastecimento que atingiu os campineiros teve três principais fatores: altas temperaturas, que aumentaram o consumo da população, baixa vazão dos rios e má qualidade da água, que impedia o tratamento de líquido em quantidade suficiente para atender a demanda, e baixa capacidade de reservação da Sanasa (hoje, os reservatórios da empresa são capazes de manter a cidade abastecida por apenas seis horas, caso haja um problema na captação).

Foi anunciado também um programa de pagamento por serviços ambientais a quem preservar nascentes (das 2.500 existentes, 2.000 estão em estado de degradação) e de punição a quem cometer crimes ambientais, a criação de um grupo de trabalho permanente para empreendimentos imobiliários sustentáveis, envolvendo diversas secretarias municipais e entidades civis como o Secovi, o Crea e o Comdema, e o endurecimento na fiscalização de desperdício de água.

“Todas as medidas que estamos tomando são importantes para que não falem que estamos esperando chover”, diz o prefeito, que evitou dizer se no curto prazo a população pode ser novamente afetada pela falta de água nas torneiras. “Nós estamos trabalhando. Agora, a chuva precisa vir, e, se Deus quiser, virá.”

A seca de SP na mídia 3 (31 de outubro de 2014)

76. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Desperdício de água vira denúncia em redes sociais no interior de SP – 23/10/2014

Em tempo de seca em todo o Estado, moradores de locais atingidos por racionamento ou por problemas no abastecimento de água passaram a usar as redes sociais para denunciar …

http://www1.folha.uol.com.br/co…denuncia-em-redes-sociais.shtml

77. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Se não tiver chuva, água do sistema Alto Tietê pode acabar em 2 meses – 23/10/2014

O sistema Alto Tietê pode acabar em cerca de dois meses se o índice de chuvas continuar abaixo da média. A informação foi noticiada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…pode-acabar-em-dois-meses.shtml

78. Folha de S.Paulo – Cotidiano – TCU decide investigar crise hídrica e aponta ‘possível inércia’ da ANA – 22/10/2014

Alegando uma “possível inércia” da ANA (Agência Nacional de Águas) para tomar providências relativas à crise hídrica que acomete Estados na região Sudeste, o TCU (Tribun …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-possivel-inercia-da-ana.shtml

79. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com crise hídrica, prefeitura vai construir 32 poços artesianos em SP – 22/10/2014

A Prefeitura de São Paulo abriu uma licitação para construir 32 postos artesianos em todas as subprefeituras da cidade. Segundo a gestão Fernando Haddad (PT), a medida é “u …

http://www1.folha.uol.com.br/co…32-pocos-artesianos-em-sp.shtml

80. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo de SP tenta garantir maioria no conselho da Sabesp em meio à crise – 22/10/2014

Em meio à mais grave crise de abastecimento de água em São Paulo, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) fez uma manobra para garantir maioria no conselho de administração da Sabesp, em …

http://www1.folha.uol.com.br/co…da-sabesp-em-meio-a-crise.shtml

81. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Haddad diz que Sabesp tem plano de emergência para postos de saúde – 22/10/2014

postos de saúde, caso haja falta d’ água nas unidades. Segundo ele, a companhia se comprometeu em realizar o serviço dentro de 24 horas. Uma lista de unidades comprometidas pela …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ncia-para-postos-de-saude.shtml

82. Folha de S.Paulo – Poder – No rádio, Dilma explora crise da água em SP e Aécio, seca no Nordeste – 22/10/2014

As campanhas dos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) usaram problemas hídricos no programa de rádio desta quarta-feira (22) para criticar a gestão da área em …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-e-aecio-seca-no-nordeste.shtml

83. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Dois municípios do Triângulo Mineiro restringem abastecimento de água – 22/10/2014

As duas principais cidades do Triângulo Mineiro –Uberlândia e Uberaba– enfrentam crise no abastecimento de água por causa daseca. A vazão dos rios que abastece …

http://www1.folha.uol.com.br/co…agua-no-triangulo-mineiro.shtml

86. Folha de S.Paulo – Mercado – Preços de alimentos sobem como reflexo da estiagem – 22/10/2014

série, iniciada em 1994. Segundo os pesquisadores, os aumentos também refletem a seca, que vem prejudicando as condições das pastagens e a engorda dos animais. …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-como-reflexo-da-estiagem.shtml

87. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Petista critica gestão tucana em São Paulo e é chamado de ‘vagabundo’ – 22/10/2014

Em debate na Assembleia, realizado pela bancada do PT a cinco dias das eleições, o presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu, fez duras críticas à gestão da cr …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-e-e-chamado-de-vagabundo.shtml

88. Folha de S.Paulo – Opinião – Paulo Teixeira e Guilherme Mello: Aécio e o racionamento da esperança – 22/10/2014

. Ou seja: contagem regressiva para a seca absoluta. Culpa de São Pedro? Relatório da ONU diz que não. Segundo as Nações Unidas, a responsabilidade pela atual escassez de …

http://www1.folha.uol.com.br/op…racionamento-da-esperanca.shtml

89. Folha – Colunistas – Vinicius Torres Freire – O caldo entornou e secou em SP – 22/10/2014

Até abril, maio, a direção da Sabesp e o governo estadual de São Paulo ainda se sentiam à vontade para discutir em público a cobrança de um extra dos consumidores que consumissem …

http://www1.folha.uol.com.br/co…do-entornou-e-secou-em-sp.shtml

90. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Condomínio na zona leste de São Paulo decide fazer racionamento de água – 22/10/2014

Sofrendo com interrupções no fornecimento de água, um condomínio na estrada Itaquera-Guaianases (zona leste) decidiu fazer um racionamento por conta própria. Das 13h30 às 17h30, …

http://www1.folha.uol.com.br/co…azer-racionamento-de-agua.shtml

92. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Presidente da ANA quer ‘disseminar pânico’, critica secretário de Alckmin – 21/10/2014

O secretário da Casa Civil de São Paulo, Saulo de Castro, rebateu nesta terça-feira (21) declaração do presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu, de que se não …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ica-secretario-de-alckmin.shtml

94. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Nova estimativa reduz, mais uma vez, a previsão de safra da cana-de-açúcar – 21/10/2014

Pela terceira vez, a Datagro, consultoria do setor sucroenergético, reduziu a estimativa de moagem para a atual safra de cana-de-açúcar na região centro-sul. A produção deste an …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ao-de-cana-na-atual-safra.shtml

95. Folha de S.Paulo – Poder – ‘Somos ignorantes porque ignoramos os tucanos’, diz Dilma no Nordeste – 21/10/2014

a usar a crise da água em São Paulo para atacar o PSDB, que governa o Estado do Sudeste. “O Estado mais rico do Brasil, o Estado de São Paulo, não se preparou para a sec …

http://www1.folha.uol.com.br/po…nos-diz-dilma-no-nordeste.shtml

96. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Abastecimento volta ao normal em Campinas; Sanasa não descarta novas falhas – 21/10/2014

abastecida por apenas seis horas, o fornecimento é rapidamente prejudicado. “Estamos administrando uma situação crítica”, diz Santos. “A seca é pior que a de …

http://www1.folha.uol.com.br/co…nao-descarta-novas-falhas.shtml

97. Folha de S.Paulo – Mercado – Energia eólica pode suprir 20% da demanda global até 2030, diz estudo – 21/10/2014

África do Sul como áreas para um novo crescimento na energia eólica. BRASIL Com a seca que atinge o território brasileiro e a menor produção nas hidrelétricas, o país t …

http://www1.folha.uol.com.br/me…lobal-ate-2030-diz-estudo.shtml

98. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Terça começa fria, mas sem chuva forte; Cantareira opera com 3,3% – 21/10/2014

A terça-feira (21) começou mais fria em São Paulo após as altas temperaturas registradas no final de semana. Apesar da garoa, não há previsão de chuva forte. A falta de chuva ag …

http://www1.folha.uol.com.br/co…e-cantareira-opera-com-33.shtml

99. F5 – Televisão – Ignorando falta d’água em São Paulo, novo reality show da RedeTV! terá piscina com cascata – 21/10/2014

Em plena seca em São Paulo, a versão brasileira do reality de namoros “The Bachelor” vai ostentar água. O programa será gravado em uma mansão no Morumbi, bairro …

http://f5.folha.uol.com.br/tele…-tera-piscina-com-cascata.shtml

100. Folha – Colunistas – Rede Social – Ensaio sobre a falta d’água – 21/10/2014

jantar limpinho. A água voltou ao califado”. A seca sem precedentes e suas consequências começaram a ser vividas também em tempo real. Enquanto do front de suas torn …

http://www1.folha.uol.com.br/co…nsaio-sobre-a-falta-dagua.shtml

101. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Prefeitura, Câmara e Assembleia não atingem meta de economia de água – 21/10/2014

Em plena crise hídrica, órgãos como Prefeitura de São Paulo, Câmara Municipal e Assembleia Legislativa não vêm conseguindo atingir a meta de redução de consumo de água criada pela …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-meta-de-economia-de-agua.shtml

102. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mãe e filho registram em fotos o antes e depois da seca no Cantareira, em SP – 21/10/2014

Duas fotos tiradas no mesmo lugar, mas com cenários bem diferentes –e apenas seis meses entre elas. Em abril deste ano, a administradora Ingrid Venturini, 31, se divertiu na …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-seca-no-cantareira-em-sp.shtml

104. Painel do Leitor – Painel do Leitor – Governador deixou reservas quase zerarem para se mexer, diz leitor – 21/10/2014

Há cinco anos, já se falava na seca vindoura. No entanto, o governador de São Paulo deixou as reservas chegarem a quase zero para se mexer. Quem deixa a situação chegar a e …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…-para-se-mexer-diz-leitor.shtml

105. Folha de S.Paulo – Mundo – Barragem na Etiópia traz consigo esperança e preocupação – 21/10/2014

-o nos períodos de seca. Para muitos etíopes, a barragem é um depoimento das capacidades de seu país. “É esperança”, disse Wossene Hailu, proprietário de uma fáb …

http://www1.folha.uol.com.br/mu…o-esperanca-e-preocupacao.shtml

106. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Escassez de chuva forma ‘cinturão da seca’ nos Estados de SP e Minas; veja – 21/10/2014

Ao menos 67 municípios de São Paulo e Minas têm sofrido interrupção de abastecimento de água nas últimas semanas. A escassez forma uma espécie de “cinturão da seca&quo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…nos-estados-de-sp-e-minas.shtml

107. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Desabastecidos, moradores de Cajuru (SP) fazem fila atrás de água – 21/10/2014

vizinhas. Os rios que abastecem a cidade, Brotas e Ribeirão Vermelho, não têm sido capazes de atender à demanda da população durante este período de estiagem e seca. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-fazem-fila-atras-de-agua.shtml

108. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Consumo alto e problema estrutural provocam a falta de água, diz prefeita de Ribeirão – 21/10/2014

, ficaram sem água na última semana. “Não está faltando água em Ribeirão, mas, assim como está acontecendo em muitas cidades do Estado por causa da seca, vamos ter qu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-diz-prefeita-de-ribeirao.shtml

109. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Condomínio da zona sul de São Paulo afirma ter corte de água há 15 dias – 21/10/2014

Moradores de um conjunto habitacional no Campo Limpo (zona sul da capital) estão sem água nos 140 apartamentos do local há 15 dias. Segundo eles, o abastecimento é cortado no fi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-corte-de-agua-ha-15-dias.shtml

110. Folha de S.Paulo – Ambiente – Mudança climática ameaça economia de comunidades tradicionais mongóis – 21/10/2014

durante um período climático excepcionalmente ameno que durou 15 anos. Anos a fio de chuvas abundantes e temperaturas favoráveis -conhecidos como pluviais, o contrário de anos de …

http://www1.folha.uol.com.br/am…ades-tradicionais-mongois.shtml

111. Folha – Colunistas – Vinicius Torres Freire – A seca na comida – 21/10/2014

A seca ainda não apareceu nos preços dos alimentos, pelo menos na média deles, nem mesmo nos preços do sertão de São Paulo, onde mais e mais pessoas dão notícia de falta d’ …

http://www1.folha.uol.com.br/co…/1535563-a-seca-na-comida.shtml

112. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores voltam a protestar contra a falta de água na cidade de Itu (SP) – 20/10/2014

. Em setembro, aconteceu o maior protesto desde que começou o período de seca na cidade. Na ocasião, cerca de 2.000 pessoas foram para a frente da Câmara Municipal e arrem …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-agua-na-cidade-de-itu-sp.shtml

113. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Brigadistas conseguem controlar incêndio em parque nacional de Minas – 20/10/2014

de Preservação Ambiental) morro da Pedreira, localizada no entorno da reserva federal, o fogo já consumiu outros 7.380 hectares. O terreno acidentado, a vegetação seca e …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-parque-nacional-de-minas.shtml

114. Folha de S.Paulo – Poder – Governo de SP não pode nos culpar por questão da água, diz Dilma – 20/10/2014

os efeitos da seca em São Paulo em fevereiro deste ano e que, em março, recebeu Alckmin em uma audiência no Palácio do Planalto. “Quero registrar que o governador se …

http://www1.folha.uol.com.br/po…questao-da-agua-diz-dilma.shtml

115. Folha de S.Paulo – Poder – Aécio atribui responsabilidade ao governo federal por crise da água em SP – 20/10/2014

Alckmin sobre o caráter atípico da atual seca (“maior dos últimos 80 anos”) e citou a reeleição do governador. “Vi essa questão da água ser muito discutida …

http://www1.folha.uol.com.br/po…l-por-crise-da-agua-em-sp.shtml

116. Folha de S.Paulo – Mercado – Maria Inês Dolci: Direito à informação na água e na luz – 20/10/2014

Nas crises, o direito à informação se torna ainda mais importante. Ou, melhor dizendo, sua importância se destaca. Não há dúvidas de que parte do Brasil enfrenta a pior seca …

http://www1.folha.uol.com.br/me…formacao-na-agua-e-na-luz.shtml

117. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Corte no abastecimento de água atinge 60% dos paulistanos, diz Datafolha – 20/10/2014

A falta de água já atinge a maioria da população de São Paulo. Segundo pesquisa Datafolha, realizada na última sexta (17), 60% dos paulistanos dizem ter ficado sem água em casa em …

http://www1.folha.uol.com.br/co…paulistanos-diz-datafolha.shtml

118. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Maioria dos paulistanos diz que vai começar a estocar água, diz Datafolha – 20/10/2014

A maioria dos paulistanos pretende estocar água e acha que o governo poderia ter evitado a crise hídrica, revela pesquisa Datafolha realizada na última sexta-feira (17). Diante …

http://www1.folha.uol.com.br/co…stocar-agua-diz-datafolha.shtml

119. Folha de S.Paulo – Opinião – Márcio Holland: Inflação, carne bovina, frango e ovo – 20/10/2014

e fiscal responsáveis. Neste ano, mais uma vez, manteremos a inflação nos limites estabelecidos, mesmo com a seca que afetou fortemente preços de alimentos e de energia. …

http://www1.folha.uol.com.br/op…carne-bovina-frango-e-ovo.shtml

120. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de água leva a ‘vaquinha’ por caminhão-pipa e fuga ao litoral de SP – 20/10/2014

A falta de água já leva moradores de São Paulo a fazer até uma “vaquinha” entre vizinhos e, assim, garantir o abastecimento por meio de caminhões-pipa. Quem pôde sair bu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-e-fuga-ao-litoral-de-sp.shtml

121. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sistema Cantareira chega a 3,6% de sua capacidade de armazenamento – 19/10/2014

Com as temperaturas cada vez mais altas na capital paulista, o sistema Cantareira de represamento de água chegou a 3,6% de sua capacidade neste domingo (19), informa a Sabesp. O …

http://www1.folha.uol.com.br/co…pacidade-de-armazenamento.shtml

122. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Crise afeta teatro, museus e até atividades a crianças em Ribeirão – 19/10/2014

Um dos reflexos da “seca” da cultura já começou a ser percebido neste ano, com a suspensão do Festival de Teatro de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo). O ev …

http://www1.folha.uol.com.br/co…es-a-criancas-em-ribeirao.shtml

123. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores sem água em casa apelam a academia para tomar banho em SP – 19/10/2014

precisar tomar banho. “Retenho bastante água e, quando começo a gotejar, paro o exercício”, diz o bancário, que malha na Gaviões do centro e teme que a seca chegu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ia-para-tomar-banho-em-sp.shtml

125. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Redução de vazão em usinas pode causar prejuízos ao rio Pardo, diz comitê – 18/10/2014

Preto, na tarde desta sexta-feira (17) Ele contou ainda que o turismo náutico em algumas partes do rio já não é mais realizado. Aseca prejudicou ainda a pesca de lazer. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…s-ao-rio-pardo-diz-comite.shtml

126. Folha – Colunistas – Luiz Caversan – Seca de informação – 18/10/2014

Na chamada comunicação corporativa, ou seja, naquela que ocorre entre empresas, instituições, governos e seus diversos públicos, existe um preceito que é tão sólido quanto definit …

http://www1.folha.uol.com.br/co…534440-seca-de-informacao.shtml

127. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp monta plano para evitar nova onda de falta de água em São Paulo – 18/10/2014

A previsão de aumento de consumo de água devido ao forte calor na região metropolitana de São Paulo fez a Sabesp se preparar para uma nova onda de desabastecimento no fim de seman …

http://www1.folha.uol.com.br/co…alta-de-agua-em-sao-paulo.shtml

129. Folha – Colunistas – Vaivém – Preço do açúcar deve subir, mas investimentos no setor ainda demoram – 18/10/2014

fornecer açúcar ao mundo para suprir esses deficit? O Brasil, um dos responsáveis pelo superavit que chega ao fim, terá problemas. A seca deste ano atrapalhou o desenvolv …

http://www1.folha.uol.com.br/co…os-no-setor-ainda-demoram.shtml

130. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Tempo seco ameaça abastecimento de água na cidade de Bauru, em SP – 18/10/2014

A escassez de chuvas pode deixar 38% da população de Bauru (a 343 km de São Paulo) sem água nos próximos dias, mesmo depois do rodízio adotado no início da semana. Além da se …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-na-cidade-de-bauru-em-sp.shtml

131. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governador do Rio descarta risco de desabastecimento de água no Estado – 17/10/2014

“. No evento, ele afirmou que “se a seca continuar pelos próximos 30 dias, vamos ter problema”. Pezão disse, na ocasião, que o Estado atravessa a maior sec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cimento-de-agua-no-estado.shtml

132. F5 – Humanos – Após sonho, moradores da zona sul e São Paulo cavam buraco e acham água – 17/10/2014

Para driblar a falta de água, moradores da região do Jabaquara (zona sul de SP) estão recorrendo a bicas e até cavando poços na terra. Foi o que fez o serralheiro David Ferreira …

http://f5.folha.uol.com.br/huma…cavam-buraco-e-acham-agua.shtml

133. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Juiz de Fora, quarta maior cidade de Minas Gerais, decreta racionamento – 17/10/2014

A estiagem que castiga a região Sudeste do país obrigou a quarta maior cidade de Minas Gerais a decretar racionamento de água. Em Juiz de Fora (a 272 km de Belo Horizonte), os 5 …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rais-decreta-racionamento.shtml

134. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de água começa a atingir a Unicamp e bairros ricos de Campinas – 17/10/2014

A crise no abastecimento de água em Campinas (a 93 km de São Paulo), que já dura mais de uma semana e chegou a afetar metade dos 1,1 milhão de habitantes no sábado (11), começa a …

http://www1.folha.uol.com.br/co…bairros-ricos-de-campinas.shtml

135. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Com seca, preços de galões de água são fiscalizados pelo Procon de Franca – 17/10/2014

O Procon de Franca (a 400 km de São Paulo) passou a fiscalizar o preço da água nos estabelecimentos comerciais da cidade para evitar abusos, diante do calor e da falta de água. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…dos-pelo-procon-de-franca.shtml

136. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Manancial que abastece quase 40% de Bauru (SP) está à beira do colapso – 17/10/2014

impossível prever o que vai acontecer. “Abastecemos o que for possível. Além do calor e da seca, aumentou muito a população e não fizeram nada para aumentar o abaste …

http://www1.folha.uol.com.br/co…p-esta-a-beira-do-colapso.shtml

137. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Rede entupida, troca de bomba e ar geram falta de água em São Carlos – 17/10/2014

Um “bolsão” de ar, um entupimento e uma troca de bomba causaram desabastecimento de água por cinco dias em bairros de São Carlos (a 232 km de São Paulo), segundo informo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…lta-de-agua-em-sao-carlos.shtml

138. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Após sonho, moradores da zona sul e São Paulo cavam buraco e acham água – 17/10/2014

Para driblar a falta de água, moradores da região do Jabaquara (zona sul de SP) estão recorrendo a bicas e até cavando poços na terra. Foi o que fez o serralheiro David Ferreira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cavam-buraco-e-acham-agua.shtml

139. Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: O limite da energia – 17/10/2014

–e isso, mais uma vez, prejudicará o consumidor. Os reservatórios do sistema elétrico se aproximam dos níveis mais baixos desde o ano 2000. Com a seca, uma fatia ma …

http://www1.folha.uol.com.br/op…orial-o-limite-da-energia.shtml

140. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cidades do interior de SP procuram alternativas contra a falta de água – 17/10/2014

A falta de água também atinge com intensidade cidades do interior do Estado. Em Campinas (a 93 km de SP), a crise de desabastecimento há uma semana afeta mais de 20% da populaçã …

http://www1.folha.uol.com.br/co…as-contra-a-falta-de-agua.shtml

141. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – CPFL Paulista prevê economia menor de energia no horário de verão – 17/10/2014

Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo). O motivo é o calor e a seca que atinge todo o Estado. A redução esperada no consumo no período é de 0,46%, ante o 0,52% obtido no …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ergia-no-horario-de-verao.shtml

142. Folha de S.Paulo – Mercado – Onda de calor atípica faz vendas de ares-condicionados saltarem 323% – 17/10/2014

nos próximos meses, se a demanda crescer. Luciano Amarante/Folhapress Consumidor checa preços de ventiladores em loja de SPSECA O fato de alguns climatizado …

http://www1.folha.uol.com.br/me…ondicionados-saltarem-323.shtml

144. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Franca recorre a água de postos de combustíveis contra ‘seca’ – 16/10/2014

Sem água suficiente para abastecer a cidade, as autoridades de Franca (a 400 km de São Paulo) apelaram agora para a água de poços de postos de combustíveis. O município, abastec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-combustiveis-contra-seca.shtml

145. Folha de S.Paulo – Poder – PT vai utilizar a seca em São Paulo para atacar Aécio – 16/10/2014

O PT vai explorar a seca em São Paulo contra candidatura de Aécio Neves à Presidência. O partido produziu panfletos com a foto de Geraldo Alckmin e a inscrição “o PSDB …

http://www1.folha.uol.com.br/po…o-paulo-para-atacar-aecio.shtml

148. Folha de S.Paulo – Poder – Dilma leva para o debate a crise de abastecimento de água em São Paulo – 16/10/2014

rival Aécio Neves o efeito que a seca teve sobre a inflação, a candidata petista aproveitou para alfinetar os tucanos pelos problemas de distribuição de água na capital pau …

http://www1.folha.uol.com.br/po…ento-de-agua-em-sao-paulo.shtml

150. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Barretos anuncia racionamento de água e multas em caso de desperdício – 16/10/2014

de água como um ato de conscientização, mas que não gera resultado capaz de evitar desabastecimento diante da seca recorde. Silva Júnior – 11.set.2014/Folhapress …

http://www1.folha.uol.com.br/co…as-em-caso-de-desperdicio.shtml

151. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin nega estar tirando mais água do que o permitido do Cantareira – 16/10/2014

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acusou nesta quinta-feira (16) a ANA (Agência Nacional de Águas) de recorrer a um “tecnicismo” ao afirmar que a administração …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-permitido-no-cantareira.shtml

152. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Empresária usa água da piscina para lavar louça na zona oeste de SP – 16/10/2014

espera que seja suficiente para passar o período de seca. “Se não der, vou me mudar”, afirma. Segundo a moradora, a Sabesp justificou a falta de água em sua cas …

http://www1.folha.uol.com.br/co…na-para-lavar-louca-em-sp.shtml

153. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Geração de emprego é a pior desde 2003 na região de Ribeirão – 16/10/2014

crescimento da economia brasileira é o principal motivador para a queda de empregos, acrescido à seca que impactou o agronegócio. O professor de economia da Unicamp Cláud …

http://www1.folha.uol.com.br/co…003-na-regiao-de-ribeirao.shtml

155. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Presidente da Sabesp admite piora na distribuição de água por causa do calor – 15/10/2014

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, admitiu a piora na distribuição de água na capital paulista. Segundo ela, isso acontece por causa do calor excessivo e por falhas no sistema. D …

http://www1.folha.uol.com.br/co…e-agua-por-causa-do-calor.shtml

156. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca e calor recorde mudam paisagem no interior de SP; veja imagens – 15/10/2014

ainda não apareceu como o necessário. A terra rachada devido à seca se transformou em cenário comum em cidades como Casa Branca, Serrana e Santa Rita do Passa Quatro, ent …

http://www1.folha.uol.com.br/co…terior-de-sp-veja-imagens.shtml

158. Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Até quando? – 15/10/2014

que as represas retomarão nível seguro antes da próxima seca. De acordo com algumas simulações, a recuperação do sistema só ocorrerá após quatro anos de precipitação dentro …

http://www1.folha.uol.com.br/op…2589-editorial-ate-quando.shtml

159. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sem água, moradores de Campinas (SP) recorrem a bica de cidade vizinha – 15/10/2014

pouco, mas 20% dos 1,1 milhão de habitantes continua na seca, segundo a Sanasa (empresa de água e esgoto). A bica fica em Itupeva, às margens da rodovia SP-324, mais …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-a-bica-de-cidade-vizinha.shtml

160. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca afeta captação subterrânea, e mais cidades estudam corte de água – 15/10/2014

Ao menos seis cidades da região de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) estudam adotar o racionamento devido a problemas na captação de água subterrânea causados pela secahttp://www1.folha.uol.com.br/co…des-estudam-corte-de-agua.shtml

162. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp diz que forte calor afeta o abastecimento de água em São Paulo – 15/10/2014

correspondia a 4,5% da capacidade. “A Sabesp agradece a contribuição dos consumidores na redução do consumo, que continua sendo essencial para enfrentar a seca mais …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ento-de-agua-em-sao-paulo.shtml

163. Folha de S.Paulo – Opinião – Nabil Bonduki: A responsabilidade pela crise da água – 15/10/2014

, ou não foi anunciado, um plano de contingência para essa possibilidade. A crise não é apenas resultado de uma seca sem precedentes. Estava anunciada desde 2010, mas a Sa …

http://www1.folha.uol.com.br/op…lidade-pela-crise-da-agua.shtml

164. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de água se espalha e já afeta todas as regiões da capital paulista – 15/10/2014

Antes circunscritos a determinadas áreas, em períodos específicos, os casos de falta de água se espalharam pela cidade de São Paulo nos últimos dias, atingindo todas as regiões da …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gioes-da-capital-paulista.shtml

165. Folha de S.Paulo – Mercado – Safra e dólar reduzem preço das commodities – 15/10/2014

dos EUA, veio a chuva nas últimas semanas com intensidade forte. Já no Brasil, a safra sofre os efeitos da seca. Esse filme já ocorreu em 2012, quando tudo apontava para …

http://www1.folha.uol.com.br/me…zem-preco-das-commodities.shtml

166. Folha de S.Paulo – Livraria da Folha – Em livros, biólogo descreve desastres ecológicos dos últimos milhões de anos – 14/10/2014

as copas das árvores. Estávamos em agosto, na estação seca. O ar esfriara o suficiente para tornar a umidade agradável – o que, à maneira tropical, era tanto um estado ment …

http://www1.folha.uol.com.br/li…s-ultimos-milhoes-de-anos.shtml

167. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Órgão de defesa do consumidor vai acionar Promotoria contra Sabesp – 14/10/2014

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) vai acionar até o final desta semana o Ministério Público e o Procon (fundação de proteção do consumidor) para obrigar a Sabe …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-promotoria-contra-sabesp.shtml

168. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Bombeiros enviam equipe por terra para conter fogo na serra da Cantareira – 14/10/2014

que os incêndios se proliferem com facilidade na vegetação seca. Segundo os bombeiros, o Estado de São Paulo tem, em média, uma ocorrência de incêndio em vegetação a cada …

http://www1.folha.uol.com.br/co…go-na-serra-da-cantareira.shtml

169. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Franca tem falta de água, e Sabesp admite problema por causa da seca – 14/10/2014

O gerente distrital da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado) em Franca (a 400 km de São Paulo), Rui Engracia, afirmou nesta terça-feira (14) que vai faltar água na cid …

http://www1.folha.uol.com.br/co…alta-dagua-nesta-terca-14.shtml

170. Folha de S.Paulo – Mercado – Aneel propõe redução do preço da energia no mercado de curto prazo – 14/10/2014

Em 2014, por causa da forte seca e da não recomposição dos reservatórios das hidrelétricas, o preço da energia no mercado de curto prazo se manteve quase todo o ano muito …

http://www1.folha.uol.com.br/me…no-mercado-de-curto-prazo.shtml

171. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Calor atípico e seca agravam crise em SP – 14/10/2014

Termômetros acima do padrão, umidade em baixa, previsão de mais um período prolongado de estiagem. Em meio à maior crise hídrica de São Paulo, as notícias não poderiam ser piores. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-seca-agravam-crise-em-sp.shtml

172. Folha – Colunistas – Vinicius Torres Freire – São Paulo, vidas secas – 14/10/2014

fizeram os vivos, em particular crianças, idosos e alérgicos em geral, chorar. A seca degrada ainda mais o ar da cidade, normalmente imundo. Crises respiratórias, no entant …

http://www1.folha.uol.com.br/co…029-sao-paulo-vidas-secas.shtml

173. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alto da Lapa fica mais de três dias sem água – 14/10/2014

casa (somando 2.000 litros) não deram conta do período de “seca”. “Nem reclamei porque sei que é generalizado”, explicou. Eduardo Anizelli/Folhapres …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ais-de-tres-dias-sem-agua.shtml

174. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca fecha pousadas e gera demissões em SP – 14/10/2014

pior seca das últimas décadas no Estado. A falta de chuvas, que provocou racionamento de água em ao menos 25 cidades, aumentou o número de queimadas e achatou os lucros n …

http://www1.folha.uol.com.br/co…as-e-gera-demissoes-em-sp.shtml

175. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Diretor de consórcio de água fala em ‘turismo da seca’ – 14/10/2014

consórcio CPJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), do sistema Cantareira, Francisco Lahóz. Ele já fala até em “turismo da seca”. O consórcio é uma associação …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-fala-em-turismo-da-seca.shtml

176. Folha de S.Paulo – Mercado – Calor intenso ameaça lavouras de café e cana em São Paulo e Minas Gerais – 13/10/2014

ao longo dos próximos seis meses vai definir o tamanho das colheitas previstas para começarem, em sua maioria, no segundo trimestre de 2015. Uma seca severa no início de …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-sao-paulo-e-minas-gerais.shtml

178. Folha de S.Paulo – Cotidiano – São Paulo registra a tarde mais seca deste ano – 12/10/2014

A cidade de São Paulo teve neste domingo a tarde mais seca do ano, com 18% de umidade do ar às 15h, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). O valor registra …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-a-tarde-mais-seca-do-ano.shtml

180. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Temperatura pode chegar a 34º C em São Paulo neste domingo, diz CGE – 12/10/2014

) a tarde mais quente desde fevereiro e mais seca desde o início do ano, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). Os termômetros registraram 34,3ºC, por …

http://www1.folha.uol.com.br/co…m-sao-paulo-neste-domingo.shtml

183. Folha de S.Paulo – Poder – Em cidade embrião do Bolsa Família, 220 famílias ainda esperam benefício – 12/10/2014

ser o marco zero do programa Fome Zero, depois substituído pelo Bolsa Família. Desde então, se tornou a principal fonte de renda da cidade, que sofre com uma seca que se ar …

http://www1.folha.uol.com.br/po…ainda-esperam-o-beneficio.shtml

184. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mesmo em áreas centrais de SP, queixa de falta de água é comum – 12/10/2014

. “Eu disse que não, que a torneira seca mesmo”, rebate. Em outros sete endereços em que moradores dizem faltar água à noite, a Sabesp diz que técnicos constatar …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-falta-de-agua-e-comum.shtml

185. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Mesmo com a falta de chuvas, café da Alta Mogiana ganha em qualidade – 12/10/2014

. Além disso, segundo Terra, a lavoura conta com irrigação e, por isso, houve redução dos danos da seca. Das 35 mil sacas produzidas na fazenda, a estimativa é que 70% d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ogiana-ganha-em-qualidade.shtml

186. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Baixa umidade do ar deixa, de novo, Ribeirão Preto em estado de alerta – 11/10/2014

Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) voltou a ficar em estado de alerta na tarde deste sábado (11) por causa da baixa umidade do ar. Os dados são do Ciiagro (Centro Integrado …

http://www1.folha.uol.com.br/co…preto-em-estado-de-alerta.shtml

187. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Sabesp dobra turno de caminhões-pipa para evitar falta de água em Franca – 11/10/2014

Os 27 caminhões-pipa utilizados para evitar a interrupção no fornecimento de água em Franca (a 400 km de São Paulo) estão trabalhando com carga horária dobrada desde a noite desta …

http://www1.folha.uol.com.br/co…r-falta-de-agua-em-franca.shtml

188. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Falta de chuvas deixa Uberlândia e Uberaba, no Triângulo Mineiro, sem água – 11/10/2014

situação crítica e a previsão é de mais seca para os próximos dias. Em Uberaba, o volume de água disponível está abaixo da metade da vazão normal. O município tem autoriz …

http://www1.folha.uol.com.br/co…riangulo-mineiro-sem-agua.shtml

189. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca faz 5 cidades da região de Ribeirão buscarem ajuda do Estado – 11/10/2014

. A cidade está racionando água há três meses. O abastecimento é cortado diariamente por 16 horas. Silva Júnior – 11.set.2014/Folhapress Lagoa Maravilha, em Serrana, que …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-buscarem-ajuda-do-estado.shtml

191. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mais fácil Palmeiras ser campeão que plano da Sabesp dar certo, diz ANA – 10/10/2014

O plano da Sabesp para utilizar a segunda cota do volume morto do sistema Cantareira é “altamente arriscado” e “não tem nenhum amparo técnico na realidade, além do …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-sabesp-dar-certo-diz-ana.shtml

192. Folha de S.Paulo – Poder – Governo federal faz primeiro teste da transposição do São Francisco – 10/10/2014

ao canal é a mesma que enfrenta problemas para mover as turbinas da usina de São Luiz Gonzaga, em Pernambuco. A seca que castiga a região vem reduzindo há meses o nível d …

http://www1.folha.uol.com.br/po…sposicao-do-sao-francisco.shtml

195. Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP tem tarde mais quente em 8 meses e mais seca desde o começo do ano – 10/10/2014

A cidade de São Paulo registrou nesta sexta-feira (10) a tarde mais quente desde fevereiro e mais seca desde o início do ano, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteoro …

http://www1.folha.uol.com.br/co…eca-desde-o-comeco-do-ano.shtml

196. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin diz que plano para volume morto será enviado nesta sexta – 10/10/2014

a maior seca do século e não foi exclusivamente São Paulo. Ao todo, 20% dos municípios estão em emergência por causa da crise hídrica”, disse. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…enviado-a-ana-nesta-sexta.shtml

200. Folha de S.Paulo – Poder – Mantega e Armínio Fraga defendem combate à inflação em debate na TV – 09/10/2014

ano acima [do teto] da meta [6,5%]. “Vamos ter 6,3%, 6,4%.” O ministro disse ainda “que a pressão inflacionária vem da seca” e do aumento da “energ …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-inflacao-em-debate-na-tv.shtml

201. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca já fez dez usinas anteciparem encerramento da safra de cana – 09/10/2014

-açúcar), o encerramento precoce da safra ocorre por causa da menor oferta de matéria-prima para processamento, em decorrência da seca. Encerraram a safra antes do previst …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rramento-da-safra-de-cana.shtml

202. Folha de S.Paulo – Mercado – Inflação surpreende, e governo sugere consumir frango no lugar de carne – 09/10/2014

foi agravada pela seca. Por causa da estiagem, o custo de algumas lavouras e da criação de gado cresceu. O preço da carne bovina subiu 3,17% em setembro. Já a energia e …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-frango-no-lugar-de-carne.shtml

204. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Obra de novo sistema de abastecimento de Franca enfrenta atraso – 09/10/2014

a vazão reduzida devido à seca. A Sabesp capta ainda água de dois poços no município vizinho de Restinga (a 389 km de São Paulo), que foram construídos entre 2012 e 2013 …

http://www1.folha.uol.com.br/co…de-franca-enfrenta-atraso.shtml

206. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp nega racionamento e diz que ‘administra disponibilidade’ de água – 08/10/2014

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, chamou de “desconforto” a falta de água noturna na capital durante a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o tema que acontec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-disponibilidade-de-agua.shtml

207. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde negativo e opera com 5,5% de sua capacidade – 08/10/2014

, isso não garante que o Cantareira volte a ter níveis confortáveis de reserva de água até abril, segundo especialistas. Ainda que chova bem acima do esperado, a superfície se …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-com-55-de-sua-capacidade.shtml

208. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuvas de verão não devem bastar para o Cantareira, afirma especialista – 08/10/2014

reserva de água até abril, segundo especialistas. Ainda que chova bem acima do esperado, a superfície seca e exposta do Cantareira terá maior dificuldade em reter a água. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…astar-afirma-especialista.shtml

209. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Receita com exportação de suco de laranja cai 20% na região de Ribeirão – 08/10/2014

atingiram US$ 1,32 bilhão. O setor cita a concorrência internacional e a seca prolongada enfrentada em São Paulo como fatores prejudiciais para o produto nacional. A dema …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-20-na-regiao-de-ribeirao.shtml

210. Folha de S.Paulo – Mercado – Projeção do FMI para a alta do PIB brasileiro é pessimista, diz Mantega – 07/10/2014

desempenho morno da economia, Mantega citou a seca e a política monetária contracionista do Banco Central –ou seja, o ciclo de aumento dos juros–, sem o qual &q …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-e-pessimista-diz-mantega.shtml

211. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde negativo e opera com 5,6% de sua capacidade – 07/10/2014

O sistema Cantareira voltou a bater novo recorde nesta terça-feira (7). De acordo com dados da Sabesp, o reservatório opera apenas com 5,6% da capacidade, índice mais baixo da his …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-com-56-de-sua-capacidade.shtml

212. Folha – Colunistas – José Simão – Socuerro! Petralha X Coxinha! – 07/10/2014

Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! E o pensamento do dia: “Não entendo ter LeiSeca antes das eleições. O povo sempre vota sóbri …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cuerro-petralha-x-coxinha.shtml

213. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Relatório de 2011 já falava em risco de desabastecimento – 06/10/2014

. Em 2014, mananciais que abastecem a Grande São Paulo foram atingidos por uma severa seca. O principal deles, o Cantareira, operava neste domingo (5) com 6% de sua capaci …

http://www1.folha.uol.com.br/co…risco-de-desabastecimento.shtml

217. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde e opera com 6% de sua capacidade – 05/10/2014

O sistema Cantareira bateu mais um recorde negativo neste domingo (5). Conforme a Sabesp, o reservatório opera com apenas 6% de sua capacidade. A situação é a mais crítica da hist …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-com-6-de-sua-capacidade.shtml

219. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de chuva ‘estressa’ ipês-rosas que florescerem mais em São Paulo – 05/10/2014

Paulo. O mecanismo que faz da falta de água um gatilho para a floração mais intensa é engenhoso sem deixar de ser também dramático. A seca parece ser entendida pela árv …

http://www1.folha.uol.com.br/co…escerem-mais-em-sao-paulo.shtml

220. Folha de S.Paulo – Mercado – Cafeicultores investem em mecanização nas lavouras – 05/10/2014

a cafeicultura, nota um crescimento de 35% por ano desde 2010. Neste ano, contudo, ele espera estagnação. “A estiagem, apesar de não ter prejudicado os cafeicultores, reduz …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-mecanizacao-nas-lavouras.shtml

221. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Estiagem faz moradores de São Paulo estocarem água – 05/10/2014

cerca de R$ 100 por tonel, que é o que gasto entre comprar, transportar e instalar a torneira.” Segundo ele, mesmo antes da secaque atinge o Estado, o condomínio já …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-sao-paulo-estocarem-agua.shtml

222. Folha de S.Paulo – Poder – Petista cresce na reta final e Bahia terá disputa voto a voto – 04/10/2014

no interior, sobretudo no semiárido, num momento em que um terço das cidades baianas está em emergência pela seca. Do outro lado, diante da baixo índice de aprovação da g …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-tera-disputa-voto-a-voto.shtml

223. Folha de S.Paulo – Poder – Eunício (PMDB) e Camilo (PT) seguem empatados no Ceará, diz Datafolha – 04/10/2014

a gestão Cid durante quase todo o mandato, Eunício não poupou críticas ao governo em temas como segurança, saúde e combate àseca. Também atacou gastos em obras polêmicas …

http://www1.folha.uol.com.br/po…os-no-ceara-diz-datafolha.shtml

226. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Racionamento de água já atinge 2,77 milhões de pessoas em São Paulo – 04/10/2014

Lissoni, 56, já chegou a ficar quatro dias seguidos sem água e ontem estava com a torneira seca. Para minimizar os problemas, comprou uma caixa de 1.500 litros por R$ 410 e …

http://www1.folha.uol.com.br/co…s-de-pessoas-em-sao-paulo.shtml

227. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Falta planejamento às cidades para enfrentar seca, diz especialista – 04/10/2014

Especialistas em gestão de recursos hídricos afirmam que faltou, ao longo dos anos, planejamento às cidades para enfrentar a seca. Docente do curso de engenharia civil da …

http://www1.folha.uol.com.br/co…tar-seca-diz-especialista.shtml

228. Folha de S.Paulo – Poder – Cid pilota jipe com candidato e vira ‘apresentador de talk show’ em comício – 03/10/2014

tem dito que é um absurdo o governador se licenciar enquanto o Ceará vive uma das piores secas. Mas eu respondo. É uma questão de prioridade. Pior do que a seca é um despre …

http://www1.folha.uol.com.br/po…r-de-talk-show-em-comicio.shtml

229. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Bebedouro (SP) retoma racionamento de água após 12 dias suspenso – 03/10/2014

Após suspender por 12 dias o racionamento de água, a Prefeitura de Bebedouro (a 381 km de São Paulo) informou que voltará a adotar a interrupção do abastecimento nesta sexta-feira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gua-apos-12-dias-suspenso.shtml

231. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde e opera com 6,4% de sua capacidade – 03/10/2014

tucano afirmou que a gestão estadual tem condições de enfrentar um novo período de seca sem a necessidade de limitar o consumo de água. Para especialistas, para reverter …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-com-64-de-sua-capacidade.shtml

234. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mostra traz fotos e pinturas inspiradas na estiagem do sistema Cantareira – 03/10/2014

pinturas cobrem em mosaico outros 90 m² de paredes do Paço –todos marcados pela mesma obsessão com a represa seca. “Vou à Serrinha desde os anos 80. Foi um esp …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gem-no-sistema-cantareira.shtml

235. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Número de queimadas sobe 254% na região de Ribeirão Preto – 03/10/2014

O número de queimadas registrado na região de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) aumentou 254% de janeiro a setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passad …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-regiao-de-ribeirao-preto.shtml

236. Folha de S.Paulo – Mercado – Mantega comemora alta da indústria e diz que fará superavit ‘possível’ – 02/10/2014

e que esse ano não será diferente. Ele voltou a afirmar que a inflação está dentro da meta. “Tivemos uma inflação provocada principalmente pela seca, que pressionou …

http://www1.folha.uol.com.br/me…primario-possivel-em-2014.shtml

237. Folha de S.Paulo – Mercado – Alta da energia dobraria sem regras criadas pelo governo, diz secretário – 02/10/2014

custo da seca sobre as contas do consumidor teria sido o dobro, este ano, caso não tivessem sido criadas novas regras para o sistema em 2012. “Se o consumidor gastou …

http://www1.folha.uol.com.br/me…lo-governo-diz-secretario.shtml

238. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde negativo e opera com 6,6% de sua capacidade – 02/10/2014

2015, mesmo que volte a chover menos do que a média histórica. Em entrevista à Folha, o tucano afirmou que a gestão estadual tem condições de enfrentar um novo período de sec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-com-66-de-sua-capacidade.shtml

241. Folha de S.Paulo – Poder – Pimenta lança plano de governo e defende água para os mineiros – 01/10/2014

mananciais e garantir água para a população”, disse Pimentel. Uma forte seca castiga diferentes regiões do Estado. A nascente de um dos principais rios do país, o Sã …

http://www1.folha.uol.com.br/po…nde-agua-para-os-mineiros.shtml

244. Folha – Colunistas – Vaivém – Dólar ajuda a reduzir preço das commodities – 30/09/2014

milho na safrinha. Café Mais uma vez o mercado sofre o efeito da seca no Brasil. Previsões de queda na safra brasileira por consultorias especializadas empurraram para US …

http://www1.folha.uol.com.br/co…zir-preco-das-commodities.shtml

246. Folha de S.Paulo – Poder – ‘Não há risco de racionamento de água em 2015’, diz Alckmin – 30/09/2014

seca, fizemos planejamento, investimento e uso racional da água. Nós começamos a dar o bônus em plena chuva, começou no verão, em fevereiro. Não tem outro estado que deu es …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-agua-em-2015-diz-alckmin.shtml

247. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Plano prevê interrupção diária de retirada de água no sistema Cantareira – 30/09/2014

enfrenta sua maior seca. Para especialistas, se posta em prática, a estratégia poderá implicar a adoção de um racionamento na Grande São Paulo pouco depois das eleições d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gua-no-sistema-cantareira.shtml

248. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Protesto contra falta de água reúne 400 pessoas na cidade de Itu (SP) – 29/09/2014

de água crônica na cidade nesta segunda. Moradores relataram ter recebido água no fim de semana depois de duas semanas “naseca”. Alguns tiveram água na torneira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ssoas-na-cidade-de-itu-sp.shtml

249. Folha de S.Paulo – BBC Brasil – Candidatos ignoram maior crise hídrica da história, diz ambientalista – 29/09/2014

. Nacho Doce/Reuters Seca no reservatório de Jaguari, abastecido pelo Sistema Cantareira * BBC Brasil – Você escreveu que a crise hídrica é no fundo uma crise …

http://www1.folha.uol.com.br/bb…istoria-diz-ambientalista.shtml

250. Folha – Colunistas – Elena Landau – A banalidade do erro – 29/09/2014

sempre dos outros. Da seca à China, tudo é justificativa para o mau desempenho da economia, para os malfeitos e desperdícios. Erros acontecem. Mas quando se tornam sistêm …

http://www1.folha.uol.com.br/co…4035-a-banalidade-do-erro.shtml

251. Folha de S.Paulo – Mercado – Com apoio, agronegócio perdeu o medo do PT – 28/09/2014

a noite pode mudar tudo também. Podemos ter uma chuva, uma seca… O mercado vai se ajustar. Os custos também se adaptam para baixo? Tudo se adapta. Vai haver uma reduç …

http://www1.folha.uol.com.br/me…gocio-perdeu-o-medo-do-pt.shtml

253. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuva fraca mantém estável nível do sistema Cantareira – 27/09/2014

A chuva que atingiu São Paulo na tarde e noite de sexta-feira (26) fez com que o nível do sistema Cantareira permanecesse estável de sexta para sábado (27). Nos últimos dias, o re …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ter-nivel-de-reservatorio.shtml

254. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível de rio que abastece represa de Furnas é crítico – 27/09/2014

dezembro de 1999, o reservatório atingiu seu menor nível da história. “O problema é que, desta vez, estamos enfrentando uma secaque tem o potencial de se prolongar ma …

http://www1.folha.uol.com.br/co…presa-de-furnas-e-critico.shtml

255. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Estiagem em MG revela embarcações e ponte submersas há décadas – 27/09/2014

A forte seca que castiga o sul de Minas Gerais revelou um capítulo da história escondido durante décadas debaixo de uma lâmina de água. Até o fim dos anos 1940, a pequena …

http://www1.folha.uol.com.br/co…onte-submersas-ha-decadas.shtml

257. Folha de S.Paulo – Mercado – São Paulo estuda reabrir em janeiro hidrovia usada para transporte de soja – 26/09/2014

o governo do Estado de São Paulo nesta sexta-feira (26). Para reduzir o impacto da pior seca no Sudeste do país nas últimas décadas, o governo pretende diminuir a quantid …

http://www1.folha.uol.com.br/me…a-para-transporte-de-soja.shtml

258. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Marina pede ajuda na internet e diz que ameaça de apagão é desde 2002 – 26/09/2014

;, disse a candidata. Na cidade mineira, Marina viu a seca do lago de Furnas, conhecido como o “mar de Minas”, que tem causado prejuízos ao turismo local, impuls …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ca-de-apagao-e-desde-2002.shtml

259. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuva que atinge São Paulo não chega ao sistema Cantareira – 26/09/2014

que passa pela pior seca na sua história, foi o que menos recebeu chuva nesta tarde. De acordo com a Somar, não há previsão de que a chuva aumente sobre o manancial nesta …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ega-ao-sistema-cantareira.shtml

260. Folha de S.Paulo – Cotidiano – População de Itu terá água a cada dois dias, afirma a prefeitura – 26/09/2014

Em meio a protestos de moradores descontentes com um racionamento de água que já dura quase oito meses, a Prefeitura de Itu (a 101 km de São Paulo) anunciou nesta sexta-feira (26) …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-dias-afirma-a-prefeitura.shtml

261. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Novo protesto contra a falta de água em Itu acaba em confronto; um se fere – 26/09/2014

Cerca de cem manifestantes que protestaram de novo na noite desta quinta-feira (26) contra a falta de água em Itu (a 101 km de SP) voltaram a enfrentar a polícia durante o ato. Ao …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-em-confronto-um-se-fere.shtml

264. Folha de S.Paulo – Mundo – Apagão deixa Estados do centro e do oeste da Venezuela sem luz – 25/09/2014

resolvido. Os apagões são episódios frequentes no país sul-americano desde o pico que viveu em 2010 como consequência da crise energética ocasionada pela seca. No dia 2 …

http://www1.folha.uol.com.br/mu…este-da-venezuela-sem-luz.shtml

267. Folha de S.Paulo – Poder – ‘Não tem sentido invadir a Sabesp’, diz Alckmin sobre MTST – 25/09/2014

a camisa e fazendo o maior esforço para enfrentar uma seca duríssima”, disse, em vistoria a obras no Parque Ecológico do Tietê, na capital paulista. Nesta quinta-fei …

http://www1.folha.uol.com.br/po…sp-diz-alckmin-sobre-mtst.shtml

272. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores de Itu improvisam até piscina para conseguir tomar banho – 24/09/2014

de abastecimento. Diante da situação, a população vem tomando medidas extremas –e criativas. Após ficar 17 dias “na seca”, Roberto Nunes Jr., 43, compro …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ara-conseguir-tomar-banho.shtml

273. Folha – Colunistas – Alexandre Schwartsman – ‘Pessidilma’ – 24/09/2014

próxima à meta, comemorou acintosamente até quando a inflação ficou exatamente em 6,5% (em 2011). Como de hábito, a culpa é sempre dos outros: a seca, a chuva, a safra, o …

http://www1.folha.uol.com.br/co…014/09/1521561-pessidilma.shtml

274. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Redução de pressão da água não afeta abastecimento, afirma secretário – 23/09/2014

O secretario estadual de Recursos Hídricos, Mauro Arce, negou que a redução da pressão da água distribuída à noite tenha relação com as reclamações de falta de água em São Paulo, …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cimento-afirma-secretario.shtml

A seca de SP na mídia 2 (31 de outubro de 2014)

2. Folha de S.Paulo – Ambiente – Amazônia já está entrando em pane, afirma cientista – 31/10/2014

, pois a seca que a região Sudeste vive hoje já pode ser resultado da destruição da Amazônia. Nobre diz ter ficado “assombrado” com a quantidade de evidências re …

http://www1.folha.uol.com.br/am…-em-pane-afirma-cientista.shtml

3. Folha – Colunistas – Vaivém – Puxado por café, preço dos produtos agrícolas sobe no atacado, aponta FGV – 31/10/2014

a até R$ 140. O frango também aparece na lista das maiores pressões no atacado apurada pela FGV. O tomate, com alta de 25,41% devido à seca, também volta a compor essa li …

http://www1.folha.uol.com.br/co…obe-no-atacado-aponta-fgv.shtml

6. Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Seca bandeirante – 31/10/2014

, perdeu 11 pontos percentuais. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação projeta que, se as chuvas seguirem o padrão usual, o Cantareira chegará à próxima estação secahttp://www1.folha.uol.com.br/op…ditorial-seca-bandeirante.shtml

7. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca atrapalha planos de reajustes na tarifa de água na região de Ribeirão – 31/10/2014

O período de seca e de racionamento de água vem sendo o responsável pela “demora” em decisões sobre o reajuste da tarifa de água em cidades da região de Ribeirão …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gua-na-regiao-de-ribeirao.shtml

9. Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP continua com tempo ensolarado, mas aumenta possibilidade de chuva – 30/10/2014

chuvas rápidas e isoladas, mas sem um acumulado significativo. No dia 26 de outubro, ocorreu o último registro, quando chegou a a 5,3 mm. O Estado passa pela maior seca d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ta-possibilidade-de-chuva.shtml

11. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores de Juiz de Fora (MG) improvisam para driblar falta de água – 30/10/2014

;a quarta maior de Minas Gerais, com 516 mil habitantes– já sofreu com falta de água em outros anos, mas agora enfrenta a piorseca dos últimos tempos, segundo morador …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ara-driblar-falta-de-agua.shtml

12. Folha – Colunistas – Mônica Bergamo – Investimento da Sabesp para enfrentar crise é insuficiente, diz associação – 30/10/2014

hídrica, segundo avaliação da Apeop (Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas). SECA DE OBRAS “Do total, só R$ 1,1 bilhão é destinado para água e R$ 1,5 …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ente-para-enfrentar-crise.shtml

13. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Carros abandonados surgem durante seca na represa de Guarapiranga – 30/10/2014

Enquanto a água está sumindo das represas da Grande São Paulo, carcaças de carros surgem quase diariamente. Nos reservatórios de Billings e Guarapiranga, dezenas de veículos apare …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-represa-de-guarapiranga.shtml

14. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Passada eleição, Alckmin quer ajuda de Dilma para enfrentar crise da água – 29/10/2014

Passada a eleição presidencial, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quarta-feira (29) que pedirá ao governo federal recursos financeiros e a desoneraç …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-enfrentar-crise-da-agua.shtml

16. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Itu registra segunda noite consecutiva de protesto por falta de água – 29/10/2014

79, também por conta da falta de água. Em setembro, aconteceu o maior protesto desde que começou o período de seca na cidade. Na ocasião, cerca de 2.000 pessoas foram par …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rotesto-por-falta-de-agua.shtml

17. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Daerp estuda punir desperdício de água em Ribeirão Preto – 29/10/2014

. No período de seca, como a enfrentada em todo este ano, há um acréscimo de 25% a 30% no consumo diário per capita. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), …

http://www1.folha.uol.com.br/co…de-agua-em-ribeirao-preto.shtml

18. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Em meio à seca, Prefeitura de Itu (SP) apela para caixas d’água gigantes – 29/10/2014

O orelhão gigante de Itu (a 101 km de SP), que foi retirado da praça da Matriz na sexta (24) para o conserto, corre o risco de perder o posto de símbolo da cidade paulista em que …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ara-caixas-dagua-gigantes.shtml

19. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp e instituto trocam acusações sobre locais sujeitos a falta de água – 29/10/2014

A Sabesp e o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) travaram um embate público sobre a crise hídrica nesta terça (28). O instituto vinha cobrando o atendimento de p …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-sujeitos-a-falta-de-agua.shtml

21. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Socorro ao sistema Cantareira ameaça agora reservatório do Guarapiranga – 29/10/2014

região metropolitana. A seca no manancial mudou radicalmente a vida de Waldomiro Silva Santos, 64, que costumava dividir o tempo entre a pesca e a administração de um peq …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ervatorio-do-guarapiranga.shtml

22. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Com crise hídrica, Brodowski propõe reajuste da água em 58% – 29/10/2014

déficit de R$ 160 mil. “Uma bomba quebrou, tivemos de usar caminhão-pipa para garantir o abastecimento durante a seca. A dívida só aumentou.” Atualmente a tar …

http://www1.folha.uol.com.br/co…oe-reajuste-da-agua-em-58.shtml

26. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores de Itu protestam novamente por falta de água – 28/10/2014

), que liga o município a Sorocaba, na altura do km 79, também por conta da falta de água. Em setembro, aconteceu o maior protesto desde que começou o período de seca na c …

http://www1.folha.uol.com.br/co…vamente-por-falta-de-agua.shtml

27. Painel do Leitor – Painel do Leitor – Sabesp comenta carta de leitor sobre crise da água – 28/10/2014

Em relação ao comentário de Eduardo Britto, a Sabesp informa que combateu a maior seca da história com investimento em obras, interligação de sistemas e uso da reserva técn …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…eitor-sobre-crise-da-agua.shtml

28. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Barragem e estiagem ‘secam’ cachoeiras de Cássia dos Coqueiros (SP) – 28/10/2014

Uma barragem emergencial feita com sacos de areia pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado), aliada à secarecorde, ameaçam o turismo na cidade de Cássia dos …

http://www1.folha.uol.com.br/co…e-cassia-dos-coqueiros-sp.shtml

29. Folha de S.Paulo – Cotidiano – ONGs apontam erros na administração do sistema Cantareira, em São Paulo – 28/10/2014

escondem informações. Segundo dados do ISA (Instituto Socioambiental), a retirada do Cantareira na seca sem precedentes da estação chuvosa de 2013/14 foi mantida inalterada …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-cantareira-em-sao-paulo.shtml

30. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira chega a 13% de capacidade já com segunda cota do volume morto – 27/10/2014

O Sistema Cantareira atingiu nesta segunda-feira (27) o índice de 13% de sua capacidade. Desde a última sexta-feira, a Sabesp já contabiliza nesse índice a segunda cota do volume …

http://www1.folha.uol.com.br/co…unda-cota-do-volume-morto.shtml

31. Folha de S.Paulo – Cotidiano – São Paulo deve ter segunda-feira sem chuva e de calor – 27/10/2014

Após um final de semana nublado e chuvoso, a cidade de São Paulo deverá ter uma segunda-feira (27) de tempo firme e de calor. Com o sol entre nuvens, a temperatura deverá aument …

http://www1.folha.uol.com.br/co…eira-sem-chuva-e-de-calor.shtml

32. Folha de S.Paulo – Mercado – Falta d’água causa alta no faturamento de empresas – 27/10/2014

de cerca de 10% neste mês na procura pelo serviço da sua unidade da lavanderia Quality em Moema, zona sul de São Paulo. Porém o que teve de ganho com a seca deve ser usad …

http://www1.folha.uol.com.br/me…o-faturamento-de-empresas.shtml

39. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Fábrica mineira dá calcinha para cliente que economizar água – 26/10/2014

confecção de moda íntima, a empresa Laniclê encontrou na seca, que atinge a região, uma ação de marketing. A cidade estava racionando água até esta terça (21). “Pe …

http://www1.folha.uol.com.br/co…iente-que-economizar-agua.shtml

40. Folha – Colunistas – Mercado Aberto – Mais usinas deverão fechar, diz setor de etanol – 26/10/2014

e o alto endividamento de muitas companhias somou-se a seca, que antecipou o fim da safra. Parte das empresas poderá não conseguir suportar a entressafra mais longa. &quo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…echar-diz-setor-de-etanol.shtml

42. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Cidade mineira teme isolamento após queda de nível em reservatório – 26/10/2014

.” A seca é maior nos braços da represa, onde ficam concentrados ranchos e pousadas e de onde produtores retiram água para irrigar as plantações de banana -o municípi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-nivel-em-reservatorio.shtml

43. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Seca vira tema de excursão e aula de ciência em escolas – 26/10/2014

“Meu filho lava a louça comigo: fica do lado, desligando a torneira”, uma mãe desabafa. “Está aquela neura.” Ela participava de debate realizado por pais de …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ula-de-ciencia-em-escolas.shtml

44. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores de cidade de Minas temem ficar ‘ilhados’ pela seca – 26/10/2014

a embarcação e acontecer acidente.” A seca é maior nos “braços” da represa, onde ficam concentrados ranchos e pousadas, e de onde produtores retiram água p …

http://www1.folha.uol.com.br/co…m-ficar-ilhados-pela-seca.shtml

46. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Denúncias de desperdício de água levam Brodowski a descobrir fraudes – 25/10/2014

era captado do sistema de tratamento do município por meio de uma ligação clandestina. O município vem sofrendo com problemas no abastecimento neste ano por causa da seca …

http://www1.folha.uol.com.br/co…owski-a-descobrir-fraudes.shtml

48. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Agricultor reduz o consumo de água em casa – 25/10/2014

Para enfrentar a seca sem descumprir contratos e manter as lavouras de frutas e hortaliças, moradores do assentamento Fazenda Boa Sorte, em Restinga (a 389 km de São Paulo) …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-consumo-de-agua-em-casa.shtml

49. Folha de S.Paulo – Mercado – Prevendo crise hídrica em SP, empresas investem em outros Estados – 25/10/2014

Prevendo a escassez severa de água, empresas que são dependentes do recurso passaram, há cerca de um ano, a direcionar investimentos para regiões fora de São Paulo. As indústria …

http://www1.folha.uol.com.br/me…nvestem-em-outros-estados.shtml

50. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca provoca quebra de até 15% em safras na região de Ribeirão Preto – 25/10/2014

Com metade da chuva prevista para o período, as lavouras de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) tiveram prejuízo de até 15% na safra deste ano. Além disso, os efeitos da sec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-regiao-de-ribeirao-preto.shtml

51. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Com seca, perfuradoras de poços contratam mais em SP – 25/10/2014

Com o aumento da procura por poços profundos no Estado de São Paulo por causa da seca, empresas do ramo aumentaram o quadro de funcionários em até 20%. O perfil do client …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ocos-contratam-mais-em-sp.shtml

52. Folha de S.Paulo – Poder – Propostas de candidatos se aproximam no social e se afastam na economia – 25/10/2014

reajuste até 2019. Segurança hídrica e saneamento – A pior seca das últimas décadas em São Paulo evidenciou um problema que se espalha pelo país que são os baixos investi …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-e-se-afastam-na-economia.shtml

53. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Casal de idosos e filho passam a noite presos a galhos expostos do rio Tietê – 25/10/2014

onda. A água invadiu o barco, que afundou logo depois. O nível baixo do rio, devido à seca, foi o que salvou os três. Eles passaram a noite agarrados aos galhos que surgira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…hos-expostos-do-rio-tiete.shtml

54. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Vazamento de áudio da presidente da Sabesp vira arma para a oposição – 24/10/2014

concedeu mais de uma centena de entrevistas coletivas, desde fevereiro, para salientar a gravidade da maior seca já registrada na história”, afirma nota do governo. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…vira-arma-para-a-oposicao.shtml

56. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Gestão Alckmin diz que Sabesp tem de esclarecer fala de presidente – 24/10/2014

alerta sobre a crise hídrica. Ao contrário, o próprio governador concedeu mais de uma centena de entrevistas coletivas, desde fevereiro, para salientar a gravidade da maior sec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…arecer-fala-de-presidente.shtml

59. Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘Orientação superior’ impediu alerta maior sobre crise, diz presidente da Sabesp – 24/10/2014

a gravidade da maior seca já registrada na história.” Na reunião, Pena diz que “por uma orientação superior, a Sabesp tem estado muito pouco na mídia”. & …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-diz-presidente-da-sabesp.shtml

60. Folha de S.Paulo – Videocasts – Vídeos em versões acessíveis mostram futuro dos recursos hídricos no Brasil – 24/10/2014

O ano de 2014 começou no Brasil com três grandes desastres naturais ligados à água: ainda sob efeito da seca de 2012-2013 no Nordeste, o país viu uma cheia devastadora no r …

http://www1.folha.uol.com.br/mu…cursos-hidricos-no-brasil.shtml

61. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca faz Santa Rita do Passa Quatro declarar situação de emergência – 24/10/2014

;. Para decretar emergência, a prefeitura alegou prejuízo financeiro de 2,77% da sua receita anual devido à seca. De acordo com a prefeitura, a estiagem causou problemas …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ar-situacao-de-emergencia.shtml

62. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mês de outubro no sistema Cantareira deve ser o mais seco em 12 anos – 24/10/2014

Outubro deve terminar com menos da metade das chuvas previstas para a região do sistema Cantareira, que abastece a Grande São Paulo e enfrenta a maior crise de sua história. Seg …

http://www1.folha.uol.com.br/co…er-o-mais-seco-em-12-anos.shtml

63. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Após 2 meses do incêndio, Estado não tem projeto para Mata de Santa Tereza – 24/10/2014

Fundação Florestal, para que seja usado em combate a queimadas. “Neste ano, tivemos um aumento de 80% de incêndios nesta época de seca em todo o Estado”, afirmo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…para-mata-de-santa-tereza.shtml

64. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Até de madrugada, moradores de Itu (SP) fazem fila por água em bica; veja – 24/10/2014

Uma e meia da madrugada de quinta-feira (23). O ajudante geral Devacir Soares do Nascimento, 26, amarra com cordas e elásticos velhos um suporte improvisado na garupa da moto. Col …

http://www1.folha.uol.com.br/co…zem-fila-por-agua-em-bica.shtml

65. Painel do Leitor – Painel do Leitor – Sabesp e leitora de Minas falam sobre a crise da água – 24/10/2014

Sobre o comentário de Gilberto Geraldi, a Sabesp ressalta que São Paulo enfrenta a maior seca da história. Pesquisa Datafolha de agosto atesta que 99% da população tinha …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…lam-sobre-a-crise-da-agua.shtml

66. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nasa publica fotos que mostram seca em represa do sistema Cantareira – 23/10/2014

A Nasa (agência aeroespacial dos Estados Unidos) publicou nesta quinta-feira (23) fotos que mostram a redução do volume de água na represa do Jaguari, uma das que compõem o sistem …

http://www1.folha.uol.com.br/co…esa-do-sistema-cantareira.shtml

67. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Obra para conter vazamento suspende abastecimento em 5 bairros de SP – 23/10/2014

A Sabesp realiza na tarde desta quinta-feira (23) obras emergenciais para conter um vazamento de água na avenida Itaquera, na zona leste de São Paulo. Por conta do problema, o aba …

http://www1.folha.uol.com.br/co…imento-em-5-bairros-de-sp.shtml

68. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Defesa Civil estadual vai distribuir água com caminhões-pipa em Itu (SP) – 23/10/2014

O governo de São Paulo autorizou nesta quinta-feira (23) a Defesa Civil a contratar, de forma emergencial, 20 caminhões-pipa para distribuição de água à população de Itu (a 101 km …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-caminhoes-pipa-em-itu-sp.shtml

69. Folha de S.Paulo – Mercado – Brasil dobrará importações de etanol por causa da seca, diz Datagro – 23/10/2014

devido à seca e com o setor se preparando para uma entressafra mais longa no centro-sul, avaliou nesta quinta-feira a consultoria Datagro. Do total, a região centro-sul d …

http://www1.folha.uol.com.br/me…causa-da-seca-diz-datagro.shtml

70. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Novos bônus para economia de água entram em vigor a partir de novembro – 23/10/2014

A Sabesp, empresa responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, informou nesta quinta-feira (23) que os dois novos bônus para quem economizar água entrarão em vigor a partir …

http://www1.folha.uol.com.br/co…igor-a-partir-de-novembro.shtml

71. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com 19% da chuva esperada para o mês, nível do Cantareira volta a cair – 23/10/2014

reservatório que está cada dia mais vazio pela seca é o Alto Tietê. Nesta quinta-feira o volume das represas que compõe o sistema atingiu o nível de 8,2% – 0,2 ponto …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-cantareira-volta-a-cair.shtml

72. Folha – Colunistas – Guilherme Boulos – Revolta da Água – 23/10/2014

beira do colapso completo. Se não chover mais do que o previsto, São Paulo seca no primeiro semestre de 2015. A Região Metropolitana é abastecida por seis sistemas de res …

http://www1.folha.uol.com.br/co…0/1536742-revolta-da-agua.shtml

73. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp começa obras para viabilizar uso da 2ª cota do ‘volume morto’ – 23/10/2014

A Sabesp está fazendo obras na represa Jacareí, no interior de São Paulo, para viabilizar o uso do segundo “volume morto” do sistema Cantareira, reserva que tem 106 bilh …

http://www1.folha.uol.com.br/co…da-2-cota-do-volume-morto.shtml

74. Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘Não retiro nada do que falei’, diz relatora da ONU sobre crise da água – 23/10/2014

disse. O que eu disse, poderia dizer sobre qualquer país do mundo [que passe por um contexto de seca]”. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-onu-sobre-crise-da-agua.shtml

75. Folha de S.Paulo – Turismo – Fazenda Capoava, em Itu, tem clima relax para quem viaja com bebês – 23/10/2014

frente da sede tinha água quase até a metade, como se, saindo da capital pela estrada dos Bandeirantes, a seca e as temperaturas infernais ficassem mais amenas, apesar de o …

http://www1.folha.uol.com.br/tu…para-quem-viaja-com-bebes.shtml

A seca de SP na mídia (31 de outubro de 2014)

Seca – 2014 – ( Sudeste )* – Cronologia das Secas/Open Brasil

 31 de outubro de 2014

Nascente do Rio São Francisco.

A pior seca da História.

Com a falta de chuva, a principal nascente do Rio São Francisco, em Minas Gerais, secou pela primeira vez na história. Não é qualquer rio, é o São Francisco. A imagem de São Francisco de Assis na Serra da Canastra, em Minas, indica que a nascente do Velho Chico está por perto. Mas, com a paisagem mudada pela seca, fica difícil identificar o berço de um dos maiores rios do Brasil.

Sistema Cantareira

A maior seca em 45 anos.

A irregularidade da chuva no Estado de São Paulo dura desde o verão 2013/2014, estação do ano que, do ponto de vista das médias climáticas, tem os meses mais chuvosos. A presença de bloqueios atmosféricos sucessivos impediu a passagem de sistemas que causassem chuva, ou seja, o verão foi muito seco no Sudeste. Segundo dados do IAG (Instituto de Astronomia e Geofísica) da USP (Universidade de São Paulo), esta foi a temporada com menos chuvas desde 1969. A seca atingiu uma área muito significativa do Sudeste.

Hidrovia Tietê/Paraná deu lugar a um cenário desolador: rios viraram filetes de água, como em Bariri /SP

O interior do estado de São Paulo enfrenta a pior seca dos últimos 70 anos.

Não é apenas a capital paulista que vive a maior crise no abastecimento de água da sua história. O rico interior do estado de São Paulo enfrenta a pior seca dos últimos 70 anos. O Rio Tietê baixou em até oito metros na região de Araçatuba, a 467 quilômetros de São Paulo, interrompendo há dois meses o tráfego de barcaças na Hidrovia Tietê/Paraná, uma das maiores do país, já que há lugares onde o rio está no nível zero.

A agricultura também sofre e as destilarias de açúcar e álcool, com quebra na safra em até 25%, já dispensaram trabalhadores.

Foto: A/D – Arquivo OpenBrasil.org
Cronologia das Seca – OpenBrasil.org

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Cronologia da seca na revista Veja

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20 de Outubro de 2010
23 de Abril de 2010
 

Fundação diz ter sido procurada após crise hídrica; governo nega (G1)

29/10/2014 22h47 – Atualizado em 30/10/2014 10h15

Palácio dos Bandeirantes diz que fundação tentou conversar com Alckmin.
Porta-voz deixou sede do governo sem ser recebido.

Do G1 São Paulo

O porta-voz da fundação esotérica Cacique Cobra Coral (FCCC) disse que conversou nesta quarta-feira (29) com assessores do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sobre a crise hídrica que afeta o estado. O Palácio dos Bandeirantes nega o encontro com o representante do grupo, que foi até a sede do governo, no Morumbi. A fundação diz ser capaz de minimizar os impactos dos temporais e outros eventos naturais.

Segundo a assessoria de imprensa do governo do estado, Osmar Santos pediu para conversar com o governador. Como o assessor que cuida da agenda de Alckmin não estava no local, ele foi orientado a aguardar. Osmar Santos deixou um cartão com a secretária e partiu após cerca de 15 minutos. Ainda de acordo com o Palácio dos Bandeirantes, imagens mostram que ele não chegou a ser recebido.

Segundo Santos, já a partir desta sexta-feira (31), um  “jato de vento de baixos níveis e uma frente fria estarão presentes para se alinharem para formar um corredor de nuvens de chuva mais duradoura sobre o Centro-Oeste e Sudeste do Brasil”. As mudanças climáticas já estariam ocorrendo depois que os executivos da Prefeitura e do Estado do Rio, junto de um grupo de empresários privados do setor energético, solicitaram a intervenção da fundação.

A única exigência feita pela FCCC é a de que os governos “não avancem nas águas do Rio Paraíba do Sul”, que abastecem o estado fluminense, mas a nascente é em São Paulo. “Evitando assim a guerra pela água iniciada meses atrás por São Paulo e barrado pela ANA (Agência Nacional de Águas)”, explicou Santos.

Santos disse ao G1 que desde 2012 vem alertando o governo do estado de São Paulo para a situação crítica dos reservatórios, devido à falta de chuvas. Além disso, na ocasião, a fundação teria, inclusive, solicitado a interligação dos reservatórios de São Paulo, para amenizar o impacto da prolongada estiagem no Sistema Cantareira.

A fundação é comandada pela médium Adelaide Scritori, que afirma incorporar o espírito do cacique Cobra Coral, entidade que seria capaz de influenciar no clima.

Em 2013, a FCCC diz também ter alertado ao Ministério de Minas e Energia que as chuvas de verão daquele ano não tinham sido suficientes para encher os reservatórios das usinas hidroelétricas brasileiras. Segundo a entidade, março terminou com reservatórios na casa dos 52% no sistema Sudeste/Centro-Oeste e 42% no Nordeste. Em 2012, os níveis registrados no mesmo período foram de 78% no centro do país e 82% nas bacias nordestinas.

Segundo o porta-voz da fundação, houve erro de gestão, tanto por parte do governo estadual quanto do federal, que está sendo evidenciado pela crise hídrica. Como consequência, além da falta d’água, o problema afeta diretamente a geração e transmissão de energia elétrica em todo o país.

A solução para São Paulo, no entender da fundação, é estabelecer um cronograma de obras contra a seca, priorizando as de interligação dos reservatórios. Segundo o porta-voz, o objetivo principal é recuperar a bacia do Sul de Minas, principal responsável por fornecer a água para o Sistema Cantareira.

Nesse sentido, representantes da fundação se reuniram no último dia 13 com integrantes de um grupo econômico do setor de energia para encontrar soluções para o problema. A principal seria a criação de um “caminho de umidade”, interligando a Amazônia com o sul de Minas Gerais. Para a fundação, a estiagem “apenas mostrou o que não foi feito nos últimos 20 anos”.

Convênio
A Prefeitura de São Paulo, na gestão de José Serra, havia firmado um convênio em 2005 com a fundação para a antecipar intempéries climáticas que impactassem na rotina da capital. Como contrapartida, o Executivo municipal deveria realizar uma série de obras contra enchentes. Em setembro de 2009, já com Gilberto Kassab no cargo de prefeito, o convênio foi rompido pela Prefeitura.

O motivo: a fundação alegou ter alertado com antecedência sobre as chuvas que paralisaram a cidade no dia 8 de setembro daquele ano, mas considerou que a Prefeitura nada fez para tentar prevenir os problemas. “A gente não pode ajudar o homem naquilo que ele pode fazer por si. As verbas para obras contra enchentes estão congeladas”, disse Osmar Santos, na ocasião.

De acordo com Santos, houve um contato recente da fundação com o secretário das Subprefeituras, Ricardo Teixeira, na atual gestão, mas a reativação do convênio dependia de um aval do prefeito Fernando Haddad.

FALTA D’ÁGUA EM SP
Seca afeta abastecimento

cinco questões sobre o tema

entenda o que é volume morto

blog: como economizar águasaiba mais

ANA diz que Sabesp tirou mais água que o permitido do volume morto

Presidente da Sabesp diz que cota de água acaba em novembro sem chuva

Reservatórios da Grande SP têm 15,8% do volume de água disponível

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[Atualização]

29/10/2014 22h47 – Atualizado em 30/10/2014 13h54

Fundação esotérica oferece ajuda em crise hídrica; governo nega encontro

Palácio diz que porta-voz de fundação tentou conversar com Alckmin.
Porta-voz deixou sede do governo sem ser recebido, diz assessoria.

Do G1 São Paulo

O porta-voz da fundação esotérica Cacique Cobra Coral (FCCC) disse que procurou nesta quarta-feira (29) o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para oferecer apoio na crise de abastecimento que afeta o estado. A fundação diz ser capaz de minimizar os impactos dos temporais e outros eventos naturais.

Apesar de a Fundação afirmar que foi recebida por assessores e que nova reunião chegou a ser marcada para acertar detalhes da colaboração, o Palácio dos Bandeirantes nega o encontro com o representante do grupo, que esteve na portaria da sede do governo, no Morumbi.

Segundo a assessoria de imprensa do governo do estado, Osmar Santos pediu para conversar com o governador. Como o assessor que cuida da agenda de Alckmin não estava no local, ele foi orientado a aguardar. Osmar Santos deixou um cartão com a secretária e partiu após cerca de 15 minutos, segundo a assessoria do governo. Ainda de acordo com o Palácio dos Bandeirantes, imagen do sistema de segurança mostram que ele não chegou a ser recebido.

O porta-voz da Fundação alega que já a partir desta sexta-feira (31), um  “jato de vento de baixos níveis e uma frente fria estarão presentes para se alinharem para formar um corredor de nuvens de chuva mais duradoura sobre o Centro-Oeste e Sudeste do Brasil”. As mudanças climáticas já estariam ocorrendo depois que os executivos da Prefeitura e do Estado do Rio, junto de um grupo de empresários privados do setor energético, solicitaram a intervenção da fundação, segundo Santos.

A única exigência feita pela FCCC é a de que os governos “não avancem nas águas do Rio Paraíba do Sul”, que abastecem o estado fluminense, mas a nascente é em São Paulo. “Evitando assim a guerra pela água iniciada meses atrás por São Paulo e barrado pela ANA (Agência Nacional de Águas)”, explicou Santos.

Santos disse que desde 2012 vem alertando o governo do estado de São Paulo para a situação crítica dos reservatórios, devido à falta de chuvas. Além disso, na ocasião, a fundação teria, inclusive, solicitado a interligação dos reservatórios de São Paulo, para amenizar o impacto da prolongada estiagem no Sistema Cantareira.

A fundação é comandada pela médium Adelaide Scritori, que afirma incorporar o espírito do cacique Cobra Coral, entidade que seria capaz de influenciar no clima.

Em 2013, a FCCC diz também ter alertado ao Ministério de Minas e Energia que as chuvas de verão daquele ano não tinham sido suficientes para encher os reservatórios das usinas hidroelétricas brasileiras. Segundo a entidade, março terminou com reservatórios na casa dos 52% no sistema Sudeste/Centro-Oeste e 42% no Nordeste. Em 2012, os níveis registrados no mesmo período foram de 78% no centro do país e 82% nas bacias nordestinas.

Segundo o porta-voz da fundação, houve erro de gestão, tanto por parte do governo estadual quanto do federal, que está sendo evidenciado pela crise hídrica. Como consequência, além da falta d’água, o problema afeta diretamente a geração e transmissão de energia elétrica em todo o país.

A solução para São Paulo, no entender da fundação, é estabelecer um cronograma de obras contra a seca, priorizando as de interligação dos reservatórios. Segundo o porta-voz, o objetivo principal é recuperar a bacia do Sul de Minas, principal responsável por fornecer a água para o Sistema Cantareira.

Nesse sentido, representantes da fundação se reuniram no último dia 13 com integrantes de um grupo econômico do setor de energia para encontrar soluções para o problema. A principal seria a criação de um “caminho de umidade”, interligando a Amazônia com o sul de Minas Gerais. Para a fundação, a estiagem “apenas mostrou o que não foi feito nos últimos 20 anos”.

Convênio
A Prefeitura de São Paulo, na gestão de José Serra, havia firmado um convênio em 2005 com a fundação para a antecipar intempéries climáticas que impactassem na rotina da capital. Como contrapartida, o Executivo municipal deveria realizar uma série de obras contra enchentes. Em setembro de 2009, já com Gilberto Kassab no cargo de prefeito, o convênio foi rompido pela Prefeitura.

O motivo: a fundação alegou ter alertado com antecedência sobre as chuvas que paralisaram a cidade no dia 8 de setembro daquele ano, mas considerou que a Prefeitura nada fez para tentar prevenir os problemas. “A gente não pode ajudar o homem naquilo que ele pode fazer por si. As verbas para obras contra enchentes estão congeladas”, disse Osmar Santos, na ocasião.

De acordo com Santos, houve um contato recente da fundação com o secretário das Subprefeituras, Ricardo Teixeira, na atual gestão, mas a reativação do convênio dependia de um aval do prefeito Fernando Haddad.

Para IPCC, evitar aquecimento de 2°C ainda é possível (Folha de S.Paulo)

Desde segunda-feira, representantes de países debatem em Copenhague a redação final do 4º Relatório Síntese do IPCC

O último documento a ser produzido pelo painel do clima da ONU no ano deve adotar um tom menos pessimista com relação à possibilidade de o planeta evitar um acréscimo de temperatura superior a 2°C neste século, limite considerado perigoso.

Veja a matéria completa: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cienciasaude/193066-para-ipcc-evitar-aquecimento-de-2c-ainda-e-possivel.shtml

(Folha de S.Paulo)

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Ano de 2014 pode ser o mais quente da história do planeta

Meses de 2014, à exceção de fevereiro, tiveram as mais altas temperaturas desde 1880, quando começaram os relatórios da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica

Quem enfrentou o calor senegalês de janeiro, o inverno de araque em julho e um outubro com cara de verão sentiu na pele os sintomas de um planeta mais aquecido. Não foi uma simples sensação: de fato, é grande a possibilidade de 2014 desbancar 2010 e se tornar o ano mais quente da história, tanto em terra como nas superfícies dos oceanos.

A estimativa é da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), agência americana de estudos meteorológicos que computa dados climáticos desde 1880. À exceção de fevereiro, todos os meses do ano até agora bateram recordes como os mais quentes de que se tem notícia.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/10/ano-de-2014-pode-ser-o-mais-quente-da-historia-do-planeta-4631023.html

(Zero Hora)

Climate change in the media (DISCCRS)

DISCCRS News – October 28, 2014

NEWS

Researchers resolve the Karakoram glacier anomaly, a cold case of climate science – Princeton University Press Release – October 22, 2014 – http://www.princeton.edu/main/news/archive/S41/39/84Q12/

    Related: Snowfall less sensitive to warming in Karakoram than in Himalayas due to a unique seasonal cycle – Nature Geoscience – October 12, 2014 – http://www.nature.com/ngeo/journal/vaop/ncurrent/full/ngeo2269.html

    Collaboration on this paper with two of the authors is the result of discussions begun at the DISCCRS VII symposium. Lead author Sarah Kapnick, a DISCCRS VII Symposium alum, is a postdoctoral research fellow at Princeton University. Moet Ashfaq is also a DISCCRS VII symposium alum, and is currently a computational climate scientist at the Oak Ridge National Laboratory.

Events that mark Arctic warming – Guardian – October 26, 2014 – http://www.theguardian.com/news/2014/oct/26/weatherwatch-arctic-warming-northwest-passage-siberia

Arctic melt means more severe winters likely – for now – New Scientist – October 27, 2014 – http://www.newscientist.com/article/dn26457-arctic-melt-means-more-severe-winters-likely–for-now.html#.VE7PACiv1sQ

    Related: Cold Winters in Europe, Asia Linked to Sea Ice Decline – Climate Central – October 26, 2014 – http://www.climatecentral.org/news/cold-winters-in-europe-asia-linked-to-arctic-sea-ice-decline-18239

    Related: Global warming has doubled risk of harsh winters in Eurasia, research finds – Guardian – October 26, 2014 – http://www.theguardian.com/environment/2014/oct/26/global-warming-has-doubled-risk-harsh-winters-eurasia-research-finds

UN expert: Keep up hope amid climate change battle – Associated Press – October 27, 2014 – http://bigstory.ap.org/article/ea6b7bb91beb401a85fd8defbcb18826/un-envoy-keep-hope-amid-climate-change-battle

UN climate change draft sees risks of irreversible damage – Reuters – October 26, 2014 – http://www.reuters.com/article/2014/10/26/climatechange-report-idUSL6N0SK0LQ20141026

EU leaders agree to cut greenhouse gas emissions by 40% by 2030 – Guardian – October 24, 2014 – http://www.theguardian.com/world/2014/oct/24/eu-leaders-agree-to-cut-greenhouse-gas-emissions-by-40-by-2030

    Related: EU strikes compromise to set new climate target – Reuters – October 24, 2014 – http://www.reuters.com/article/2014/10/24/us-eu-summit-climatechange-idUSKCN0IB1PB20141024

    Related: EU emissions target isn’t as ambitious as it seems – New Scientist – October 24, 2014 – http://www.newscientist.com/article/dn26446-eu-emissions-target-isnt-as-ambitious-as-it-seems.html#.VE7PCCiv1sQ

    Related: Europe Reaches Climate Deal, Sends Message – Climate Central – October 24, 2014 – http://www.climatecentral.org/news/eu-climate-deal-2030-18228

    Related: EU climate change goal pits green business against industry – Reuters – October 24, 2014 – http://www.reuters.com/article/2014/10/24/eu-summit-climatechange-reaction-pix-tvu-idUSL6N0SJ3CE20141024

Innovations in Energy Storage Provide Boost for Renewables – Yale Environment 360 – October 27, 2014 – http://e360.yale.edu/feature/innovations_in_energy_storage_provide_boost_for_renewables/2820/

Great Barrier Reef protection plan ‘ignores the threat of climate change’ – Guardian – October 27, 2014 – http://www.theguardian.com/environment/2014/oct/27/great-barrier-reef-protection-plan-ignores-threat-climate-change

Recently discovered microbe is key player in climate change – University of Arizona Press Release (via AAAS EurekAlert) – October 22, 2014 – http://www.eurekalert.org/pub_releases/2014-10/uoa-rdm102014.php

FORUM

Rick Piltz Dies at 71; Quit Bush White House Over Climate Policy – New York Times – October 23, 2014 – By Douglas Martin – http://www.nytimes.com/2014/10/24/us/politics/rick-s-piltz-firebrand-on-climate-dies-at-71-.html?_r=0

    Related: Whistleblower Who Exposed White House Tampering with Climate Science Dies – Scientific American Blog – October 22, 2014 – By Paul Thacker – http://blogs.scientificamerican.com/guest-blog/2014/10/22/whistleblower-who-exposed-white-house-tampering-with-climate-science-dies/

U.S. needs to invest in Arctic ships, technology to prepare for climate change: envoy – Reuters – October 21, 2014 – By Andrea Shalal and Ayesha Rascoe – http://www.reuters.com/article/2014/10/21/us-usa-arctic-navy-climatechange-idUSKCN0IA2S520141021

Solving Energy Poverty Need Not Trash the Atmosphere – ClimateWire (via Scientific American) – October 24, 2014 – By Lisa Friedman – http://www.scientificamerican.com/article/solving-energy-poverty-need-not-trash-the-atmosphere/

2014 Arctic sea ice extent – 6th lowest in millennia – Climate Consensus – the 97% blog (Guardian) – October 21, 2014 – By Dana Nuccitelli – http://www.theguardian.com/environment/climate-consensus-97-per-cent/2014/oct/20/2014-arctic-sea-ice-extent-6th-lowest-in-millennia

O longo dia seguinte (El País)

A escassez de água em São Paulo é o rei nu das eleições de 2014. No momento em que a maior cidade do país se transforma num cenário de distopia, o processo eleitoral chegou ao fim sem nenhum debate sério sobre o meio ambiente e o modelo de desenvolvimento para o Brasil

 – 27 OCT 2014 – 12:05 BRST

Chegamos ao dia seguinte sem que o futuro tenha sido de fato disputado. Se a eleição de 2014 foi a mais acirrada das últimas décadas, não só pelos candidatos, mas pelos eleitores, terminou sem debate. Não havia adversários nem nos estúdios de TV, onde os candidatos rolavam ora na lama, ora na retórica mais medíocre, nem nas redes sociais, elas que se tornaram as ruas realmente tomadas pela militância. Havia apenas inimigos a serem destruídos. As fraturas do país dizem respeito bem menos à pequena diferença entre a vencedora e o derrotado – e bem mais a uma fissura entre o país que vivemos e o país inventado. Não como uma fabulação, que é a matéria de qualquer vida. Não como uma utopia, que é onde se sonha chegar. Mas como um deslocamento perverso da realidade, uma cisão. Só essa desconexão pode explicar como a maior cidade do país transformava-se num cenário de distopia durante o primeiro e o segundo turnos eleitorais sem que em nenhum momento o meio ambiente e o modelo de desenvolvimento tenham entrado na pauta com a seriedade necessária. Chegamos ao dia seguinte como parte dos moradores de São Paulo: olhando para o céu à espera de que uma chuva venha nos salvar. E é com essa verdade profunda que temos de lidar.

Se a eleição pareceu interminável, o dia seguinte poderá ser muito mais longo. E seria, qualquer que fosse o vencedor. Com qualquer um deles, o que se disputou foi o poder, não um projeto de país. São Paulo talvez seja a expressão hiper-real desse momento, seja nossa escultura de Ron Mueck, o artista australiano que cria figuras humanas em dimensões superlativas. É como se o futuro tivesse chegado antes na cidade expandida, mais próximo da sombria ficção científica de Philip K. Dick do que da megalópole de comercial de TV onde os novos modelos de carros deslizam céleres por ruas sem trânsito.

Nesse cenário, Geraldo Alckmin, o governador do partido que há 20 anos está no poder foi reeleito no primeiro turno. Confrontados com a crise da água, Aécio Neves (PSDB) disse: “Vivemos a maior estiagem dos últimos 80 anos, e a meu ver o Estado fez algo absolutamente adequado, que foi propor bônus para aqueles que economizassem. Talvez o que tenha faltado foi uma parceria maior do governo federal”. E Dilma Rousseff (PT) rebateu: “Eu disse a ele (Alckmin): governador, pela minha experiência, acho que o senhor deveria fazer obras emergenciais. Porque tudo indica que essa seca se prolongará, e vocês não têm capacidade de abastecimento suficiente”.

Pode existir exibição maior de mediocridade do que essas respostas dadas por aquela que queria continuar presidente e por aquele que desejava se tornar presidente? É de chorar sentado em um dos reservatórios do sistema Cantareira, mas a maioria dos eleitores não pareceu se importar. Um sugere que basta chover ou dar bônus aos consumidores, a outra que obras emergenciais teriam solucionado todo o problema. Nenhum demonstrou nem capacidade nem vontade de fazer relações com o modelo de desenvolvimento, o esgotamento dos recursos, o desmatamento e o modo de vida.

O monstro bafejava na sala, mas os presidenciáveis disputavam quem tinha dado o nó no rabo do gato

Assim, enquanto São Paulo se transformava numa vitrine do cotidiano corroído pela degradação ambiental, o máximo de discussão que se conseguiu foi sobre de quem é a culpa. Isso num momento global em que as mudanças climáticas e suas consequências são consideradas por alguns dos pensadores mais relevantes do planeta, em todas as áreas, o tema de maior importância desse período, talvez de toda história humana. A cisão com a realidade é total. O monstro bafejava na sala, mas os presidenciáveis disputavam quem tinha dado o nó no rabo do gato.

Mesmo Marina Silva muito pouco tocou nesses temas ao disputar o primeiro turno, desassemelhando-se a si mesma. Ela, de quem se esperava que fizesse a diferença fazendo diferente, preferiu falar sobre a autonomia do Banco Central. No máximo escaparam, ela e todos, pela bandeira fácil do “desenvolvimento sustentável”, como se algum candidato fosse dizer que não quer desenvolvimento sustentável e como se este fosse um conceito já dado. Mas tocar nos temas cruciais do presente e do futuro, disputar a escolha do modelo de desenvolvimento em pontos concretos, com a seriedade que o momento histórico exige, não. O meio ambiente ficou fora da pauta dos presidenciáveis por escolha de conveniência, já que esse é o debate difícil, ao implicar mudanças no modo de vida dos eleitores, mas também porque a população têm escasso ou nenhum interesse no tema, apesar de a degradação ambiental roer o cotidiano. Essa é a fratura da negação.

A escassez de água na maior cidade brasileira é o rei nu destas eleições de 2014. E é por isso que vale a pena revisitar a reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB). A seca acentua a nuvem de poluição que envolve a capital, o nariz sangra, a tosse se instala, o recorde de calor fora de época esgarça os nervos dentro de carros e ônibus que se movem lentamente num gigantesco labirinto de concreto. A crise tem produzido cenas como a de caminhões-pipa com escolta policial, prontos para dominar a população desesperada de um interior pintado como bucólico. A polícia que massacrou os manifestantes, agora se prepara para reprimir os sem-água. A imagem dos reservatórios remete ao repertório de geografias historicamente calcinadas. A vida torna-se pior, bem pior. E torna-se bem pior em ritmo acelerado.

Era de se esperar que a experiência cotidiana concreta tivesse um impacto nas urnas. Mas, neste cenário, o governador reelegeu-se ainda no primeiro turno, repetindo: “Não vai faltar água”. E a água já faltava. Se as pessoas votam de forma pragmática, votam pelo retorno imediato, votam naquele que acreditam que vai melhorar a vida delas, por que a crise da água teve pouco ou nenhum impacto na eleição? Seria porque a educação, a saúde, a segurança estiveram excelentes nesses 20 anos de governo do PSDB em São Paulo, o que compensaria a escassez de água? Não é o que a realidade mostra. A crise da água tampouco atingiu o desempenho de Aécio Neves, que no segundo turno conquistou 64% dos votos válidos no estado de São Paulo. Que cisão, então, ocorreu nesse momento? E o que ela diz? Ou como a escassez de água não colou na eleição, ou de que forma se colou?

A polícia que massacrou os manifestantes de junho de 2013 agora se prepara para reprimir os sem-água de 2014

Não tenho respostas, só hipóteses. Uma hipótese possível seria a mesma pela qual a candidatura de Marina Silva erodiu. Marina cometeu vários erros nessa campanha, alguns deles primários. Mas há um deles, que para muitos soa como erro, mas que não me parece que seja. Seu discurso era menos afirmativo do que os eleitores estão acostumados. Ela propunha a construção de soluções, mais do que propostas acabadas (ainda que tenha sido a única entre os três candidatos com chances no primeiro turno a apresentar um programa de governo). Propunha escuta.

Seu discurso foi classificado como “difuso” e “vago”. Às vezes, ser difuso e ser vago são as únicas verdades possíveis em determinado momento histórico, como mostraram as manifestações de junho de 2013. Mas logo essas características, também nela decodificadas como defeitos, foram transformadas em “fraqueza”. E, na sequência, em identidade. Assim, a mulher que nasceu num seringal do Acre, trabalhou desde criança em condições brutais, passou fome, alfabetizou-se aos 16 anos, foi empregada doméstica, sobreviveu a três hepatites, cinco malárias e uma leishmaniose, além de sofrer contaminação por mercúrio, e ainda assim tornou-se professora com pós-graduação, senadora, ministra, uma das maiores lideranças ambientais do planeta e por fim uma candidata à presidência com chances de vencer, foi considerada “fraca”. Mais uma fratura entre imagem e realidade.

As afirmações peremptórias, com pontos de exclamação, assim como as certezas, são mercadorias valorizadas. Em geral ordinárias, mas valorizadas mesmo assim. Num momento em que a falta de controle parece se expressar em toda a sua assustadora grandiosidade, como na escassez de água em São Paulo, assim como na corrosão das condições de vida pela degradação ambiental, talvez as certezas, mesmo que falsas e irresponsáveis, tornem-se ainda mais valorizadas. Talvez a virtude encontrada em Alckmin por parte dos eleitores seja a da negação da realidade: “Tudo sob controle. Não vai faltar água”.

Uma garantia expressada sem hesitação ou titubeio, em voz firme, quando a água se esvai das torneiras e a vida converte-se literalmente em cinza, uma garantia falsa, parece ainda soar como uma garantia. E logo é decodificada como força, como a expressão de alguém que sabe liderar e sabe o que fazer e, principalmente, nos libera de ter de fazer algo. Sua vantagem é manter viva a ilusão mais cara, a ilusão do controle. Esta seria uma cisão para encobrir a fratura maior, a de que os responsáveis não têm responsabilidade. E a de que cada um, que também é responsável pela destruição ambiental, tampouco quer ser responsável, porque isso implicaria mudar de posição e alterar radicalmente seu modo de vida.

Talvez a virtude encontrada em Geraldo Alckmin pelos eleitores seja a da negação da realidade

Ao esforço de mudar o modo de vida poucos aderem, porque dá trabalho e provoca perdas, exige mediação e concessão. Para muitos, já parece um sacrifício excessivo diminuir o tempo do banho, imagina alterar radicalmente o cotidiano. Assim, vale mais a pena escolher não a ficção, mas a mentira – e ficção e mentira jamais podem ser confundidas –, porque dessa maneira se torna possível manter o máximo de tempo possível uma rotina que não apenas é insustentável a longo prazo, como já não se sustenta agora. E também a fantasia sobre si mesmo como um bom cidadão.

Soa mais conveniente, portanto, acreditar nessa versão mágica, a de que não vai faltar água, quando já está faltando água, promovendo uma cisão com a realidade. De novo, portanto, é um voto pragmático, voltado ao bem-estar imediato de não ter de se mover. De não precisar fazer nada ou muito pouco a respeito. Voltado a algo talvez mais caro do que água, a certeza de que há sempre uma saída que não exija comprometimento e mudança real. Uma saída em que apenas os outros façam o sacrifício, como sempre foi no caso do racionamento muito mais antigo e persistente na casa dos pobres.

No fim da semana passada, foi divulgada uma gravação em que Dilma Pena, a presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), dizia numa reunião interna: “A Sabesp tem estado muito pouco na mídia, acho que é um erro. Nós tínhamos que estar mais na mídia, sabe, (…) nas rádios comunitárias, (…) todos falando, com um tema repetido, um monopólio: economia de água. ‘Cidadão, economize água’. Isso que tinha que estar reiteradamente na mídia, mas nós temos de seguir orientação, nós temos superiores, e a orientação não tem sido essa. Mas é um erro”. O diretor metropolitano da Sabesp, Paulo Massato, fez o seguinte comentário na mesma reunião: “Se repetir o que aconteceu esse ano, do final de 2013, de outubro pra cá, se voltar a repetir em 2014, confesso que eu não sei o que fazer. Essa é uma agonia, uma preocupação. Alguém brincou aqui, mas é uma brincadeira séria. Vamos dar férias para oito milhões e oitocentos mil habitantes e falar: ‘saiam de São Paulo’. Porque aqui não tem água, não vai ter água pra banho, pra limpeza da casa, quem puder compra garrafa, água mineral. Quem não puder, vai tomar banho na casa da mãe lá em Santos, lá em Ubatuba, Águas de São Pedro, sei lá, aqui não vai ter”.

É gravíssimo que a presidente da Sabesp tenha sido impedida, por qualquer motivo e mais ainda por motivos eleitoreiros, de alertar a população sobre a enormidade do problema. É criminoso e deve haver apuração e responsabilização de todos os envolvidos. Mas precisamos ter a honestidade de assumir que dificilmente, em 5 de outubro, data da votação do primeiro turno, algum cidadão pudesse alegar desconhecer a situação e a necessidade de economizar água durante a prolongada seca que enfrenta São Paulo.

É bastante sedutor o dogma de que o homem pode controlar a catástrofe ambiental que provocou

Geraldo Alckmin deu a mentira que a população queria ouvir porque conhece bem seus eleitores. Parodiando o título do livro do escritor Ferrez, não há inocentes em São Paulo. A reeleição de Alckmin talvez seja um daqueles fenômenos sustentados pela expectativa de que, se mentirmos todos, talvez vire verdade. Em parte, o governador pode não ter vencido apesar da crise da água, mas também por causa dela.

A crise da água na maior cidade brasileira, em plena eleição, é fascinante pelo que diz daquilo que não é dito. Se é um fato que faltou planejamento ao governo estadual tucano, que aí está há 20 anos e agora por mais quatro, esta é só a ponta explícita, a mais fácil de enxergar (ainda que deliberadamente a maioria dos eleitores a tenha ignorado nas urnas). Mas, ao colocar a parte no lugar do todo, revela-se essa crença arraigada, e por estes dias também desesperada, de acreditar que teria bastado algumas obras para escapar do que se tornou a vida cotidiana em São Paulo, na qual a água é apenas a ausência mais gritante. É o dogma, quase religioso, de que o homem pode controlar a catástrofe ambiental que provocou.

De novo, a ilusão do controle, mesmo quando a realidade aniquila os dias, mesmo quando no fundo cada um sabe que, fora e dentro, algo de fundamental da vida de cada um se esvai. Quanto mais se sente que o controle escapa, no miúdo e no macro do cotidiano, maior é a recusa em enxergar. O desastre já passou da porta de casa, mas ainda se crê que basta chover para tudo voltar a ser como antes, que já era ruim, mas menos. Ou que se o não planejado for feito, ainda que tarde, o problema de São Paulo está resolvido. Cinde-se de novo – e talvez uma parte significativa da população sequer perceba que a escassez de água tem causas ambientais profundas. Como se as questões do meio ambiente, que aqui estão, estivessem lá, no mundo abstrato dos outros.

A política ambiental de Dilma Rousseff, agora reeleita, foi um retrocesso para o Brasil

Dilma Rousseff foi reeleita. Sua política ambiental, se é que pode se chamar assim, foi um retrocesso. A visão sobre a Amazônia do governo se notabilizou pela semelhança com o projeto da ditadura militar para a região. Em sua gestão, obras como a hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, foram impostas aos povos da floresta sem consulta prévia, autoritarismo que levou o Brasil à Comissão Interamericana de Diretos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). Seu próximo alvo é barrar o belo rio Tapajós, onde encontra a resistência dos Munduruku e de comunidades agroextrativistas,como a de Montanha e Mangabal. Pressionado pelo processo eleitoral, o governo disse que, desta vez, cumprirá a lei e ouvirá os índios, mas não escutará os ribeirinhos.

A presidente também arrancou um naco do Parque Nacional da Amazônia para facilitar o caminho das hidrelétricas planejadas para o Tapajós. Mas só criou unidades de conservação na Amazônia a 12 dias do segundo turno, na tentativa de minimizar a repercussão de seu péssimo desempenho no setor. O desmatamento na Amazônia voltou a crescer: 191% no bimestre de agosto e setembro deste ano, comparado à 2013. Segundo o Imazon (Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia), porque o governo adiou a divulgação dos dados oficiais para depois das eleições. Dilma foi também a presidente que menos demarcou terras indígenas desde a redemocratização do país.

Pessoas respeitáveis defenderam nestas eleições que o susto de quase perder o poder fará Dilma Rousseff e o PT retomarem algumas lutas históricas, também no horizonte socioambiental. Veremos. Em seu discurso da vitória, neste domingo (26/10), Dilma falou em “diálogo”. E em “pontes”. Num pronunciamento bem pensado, em que a presidente reeleita podia colar tudo, já que o cargo estava garantido por mais quatro anos, vale a pena prestar atenção nas ausências. Dilma Rousseff não mencionou nem “índios” – e nem “meio ambiente”.

Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora dos livros de não ficção Coluna Prestes – o Avesso da Lenda, A Vida Que Ninguém vê, O Olho da Rua, A Menina Quebrada, Meus Desacontecimentos e do romance Uma Duas. Site: elianebrum.com Email: elianebrum.coluna@gmail.com Twitter: @brumelianebrum

Seca em SP deve continuar em 2015, diz cientista (OESP)

Organização Mundial de Meteorologia prevê influência do El Niño ainda neste ano, que já é considerado o mais quente desde 2004

A seca em São Paulo deve continuar em 2015, desta vez associada também ao desenvolvimento do fenômeno El Niño, afirmou ao Estado o secretário-geral adjunto da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), Jeremiah Lengoasa.

O aquecimento das águas equatoriais do Oceano Pacífico, na altura do Peru e do Equador, provocará a formação de nuvens que tendem a ser arrastadas pelos ventos na direção oeste.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,seca-em-sp-deve-continuar-em-2015-diz-cientista,1584016

(Denise Chrispim Marin / O Estado de São Paulo)

Seca em SP deve continuar em 2015, diz cientista

28/10/14 – A seca em São Paulo deve continuar em 2015, desta vez associada também ao desenvolvimento do fenômeno El Niño, afirmou ao Estado o secretário-geral adjunto da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), Jeremiah Lengoasa.

O aquecimento das águas equatoriais do Oceano Pacífico, na altura do Peru e do Equador, provocará a formação de nuvens que tendem a ser arrastadas pelos ventos na direção oeste. Mas não para a América do Sul, explicou o cientista sul-africano, que participou ontem da abertura da 40.ª Sessão do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, em inglês), em Copenhague (mais informações abaixo).

“É a natureza tentando se modelar para atingir seu normal”, declarou, em entrevista ao Estado. “Se entendermos melhor os padrões de oscilação do fenômeno El Niño, poderemos prever de forma mais precisa e tornar disponível essa informação para os governos e as populações a serem atingidas. Mas a mudança do clima está tornando essa tarefa muito difícil.”

Lengoasa explicou que o fenômeno El Niño foi mais agressivo entre 1997-98, quando provocou o aumento médio de 0,5 grau Celsius na temperatura média mundial e levou a uma mudança severa na distribuição das chuvas. Em 2010, voltou a apresentar-se de maneira intensa, mas não tão forte como antes. “Já há 70% de chances de o El Niño surgir muito cedo, ainda no final deste ano. Se tiver o mesmo efeito de 97-98, isso será caracterizado por uma imensa seca no mundo”, disse. “Mas ainda há possibilidade de ele não se desenvolver de maneira tão forte.”

A OMM apresentará, nas próximas semanas, um relatório preliminar sobre o comportamento meteorológico de 2014. O ano é considerado o mais quente desde 2004, segundo análise dos dez primeiros meses, mesmo com os efeitos em curso do fenômeno de resfriamento conhecido como La Niña. Durante conferência neste mês, a organização estudará particularmente os dois fenômenos, El Niño e La Niña, com especial atenção para o efeito do primeiro no aquecimento das camadas mais profundas do Oceano Pacífico, abaixo de 2 mil metros. Esses dados serão acrescentados aos modelos atuais de previsão do clima. Em especial, para a melhor detecção de eventos extremos.

Recomendações

Para países que enfrentam eventos climáticos extremos, como o Brasil, Lengoasa faz algumas recomendações. Primeiro, fortalecer os serviços hidrometeorológicos, que oferecem as informações sobre o clima. Segundo, de acordo com ele, os países devem intensificar o diálogo entre diferentes ministérios sobre a mudança climática. O apoio aos esforços mundiais, como o da 21.ª Conferência das Partes sobre Mudança Climática (COP21), é sua terceira sugestão. A expectativa é de um acordo sobre compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa na COP21, em maio, em Paris.

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Coping with water scarcity: Effectiveness of water policies aimed at reducing consumption evaluated (Science Daily)

Date: October 23, 2014

Source: University of California, Riverside

Summary: Southern California water agencies have turned to new pricing structures, expanded rebate programs and implemented other means to encourage their customers to reduce consumption. Some of those policies have greatly reduced per capita consumption, while others have produced mixed results.


As California enters its fourth year of severe drought, Southern California water agencies have turned to new pricing structures, expanded rebate programs and implemented other means to encourage their customers to reduce consumption.

Some of those policies have greatly reduced per capita consumption, while others have produced mixed results, according to a report published in the UC Riverside School of Public Policy journal Policy Matters. The journal is published quarterly by the School of Public Policy, and provides timely research and guidance on issues that are of concern to policymakers at the local, state, and national levels.

Water policy experts Kurt Schwabe, Ken Baerenklau and Ariel Dinar reviewed some of their recent research that was presented at a UCR workshop on urban water management in June 2014. Schwabe and Baerenklau are associate professors and Dinar is professor of environmental economics and policy. The workshop highlighted efforts by Southern California water agencies to promote water conservation, relevant research findings by UC faculty, and challenges that remain to further reduce water demand.

“California is a water-scarce state and needs to have policy tools to deal with scarcity whether in drought years or otherwise,” Dinar said. Water policy research in the School of Public Policy focuses on strategies that agencies and California can take to help reduce vulnerability to drought.

Water utilities throughout California are working to satisfy a 2010 state mandate to reduce per capita urban water demand 20 percent by 2020. Reducing residential water demand is an appealing response to water scarcity as approaches such as building more storage and conveyance systems have become increasingly expensive, the authors wrote in “Coping with Water Scarcity: The Effectiveness of Allocation-Based Pricing and Conservation Rebate Programs in California’s Urban Sector.”

“Reducing residential water demand is also attractive given it is a local solution to relieving water stress with seemingly much recent success,” they wrote.

Efforts to reduce water demand by changing behavior fall into two categories: price and non-price, the researchers said. Price-based approaches focus on adjusting the price of water while non-price approaches include other demand-management strategies such as the use of water-conserving technologies and conversion of lawns to drought-tolerant landscape, often promoted with rebates, and mandatory restrictions.

“Price-based instruments for water management … have proven to be very effective when compared to non-price instruments,” the researchers found.

One such instrument is the “water budget,” which has been adopted by more than 25 Southern California water agencies in recent years. Water budgets typically are defined as an indoor allocation based on the number of people in the house and an outdoor allocation based on the amount of irrigable land, special needs, and local weather conditions, according to the report. The sum of the indoor and outdoor allocations is a household’s water budget. Staying within that budget is deemed efficient use. Water use that exceeds a household’s budget is considered inefficient, and is priced at a higher rate to encourage conservation.

“Recent empirical evidence within southern California suggests that this sort of pricing structure can be very effective for reducing residential water demand while securing the financial cash-flow of the water utility,” the researchers reported.

Non-price efforts to reduce water consumption have not been as effective, however. For example, the researchers refer to a study of 13 groundwater-dependent California cities in which modest water price increases were more effective and more cost-effective than promoting technology standards to curb water consumption.

Some studies have found that rebate programs, in particular, have shown smaller-than-expected water savings, the researchers said in the report. For example, studies show that low-flow showerheads tend to result in longer showers and frontloading washing machines result in more cycles.

“This does not mean that such measures should be abandoned, but rather suggests that achieving real water savings in a cost-effective manner requires more research and partnerships between agencies and the research community to find an optimal mix between these two approaches,” the researchers said.


Journal Reference:

  1. Kurt Schwabe, Ben Baerenklau, and Ariel Dinar. Coping With Water Scarcity: The Effectiveness of Allocation-Based Pricing and Conservation Rebate Program in California’s Urban Sector.. Policy Matters, Volume 6, Issue 1, 2014 [link]

Guerreiros climáticos bloqueiam o maior porto de carvão do mundo (IPS)

1/10/2014 – 10h12

por Lyndal Rowlands, da IPS

canoa Guerreiros climáticos bloqueiam o maior porto de carvão do mundo

Nações Unidas, 21/10/2014 – Trinta ativistas contra a mudança climática oriundos de 12 pequenos países insulares do Oceano Pacífico bloquearam com suas canoas, junto com centenas de australianos em caiaques e pranchas de surf, o maior porto de exportação de carvão do mundo, em Newcastle, na Austrália. Organizado com apoio do grupo ecologista 350.org, com sede nos Estados Unidos, o ato, realizado no dia 17, atrasou a saída de oito dos 12 navios que passaram pelo porto durante as nove horas de bloqueio.

A intenção foi chamar a atenção para as consequências da mudança climática nesses países. Os ativistas, que se autodenominam Guerreiros Climáticos do Pacífico, eram de 12 países insulares do Pacífico, incluindo Fiji, Tuvalu, Tokelau, Micronésia, Vanuatu, Ilhas Salomão, Tonga, Samoa, Papua Nova Guiné e Niue. “Queremos que a Austrália recorde que faz parte do Pacífico e que somos uma família, e ter esta família significa que permanecemos juntos. Não podemos permitir que um dos irmãos mais velhos destrua tudo”, declarou à IPS Mikaele Maiava, um dos ativistas.

A Austrália é o quarto maior produtor de carvão no mundo. “Assim, queremos que a comunidade australiana, especialmente os líderes da Austrália, pensem em algo mais além de seus bolsos… na humanidade, não apenas para o povo australiano, mas para todos”, acrescentou Mikaele, nascido em Tokelau.

Ao discursar na inauguração de uma mina de carvão no dia 13, o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, disse que “o carvão é bom para a humanidade”. Porém, Mikaele discorda. “Falamos de humanidade. A humanidade tem a ver com as pessoas perderem sua terra? Sua cultura e identidade? Tem a ver com viver com medo de que as futuras gerações já não possam viver em uma ilha bonita? Essa é a resposta para o futuro?”, questionou o ativista.

Mikaele afirmou que ele e seus companheiros estão conscientes de que sua luta não se limita ao Pacífico, e que a mudança climática também afeta outros países do Sul em desenvolvimento. “Estamos conscientes de que essa luta não é só pelo Pacífico. A mensagem que queremos passar, sobretudo aos governantes, é que somos seres humanos. Essa luta não se trata só de nossa terra, mas é pela sobrevivência”, ressaltou.

Mikaele contou como seu país já sofre as consequências da mudança climática: “Vemos mudanças nos padrões climáticos e também vemos a ameaça para nossa segurança alimentar. É difícil gerar um futuro sustentável se a terra já não é tão fértil e os cultivos não crescem devido à invasão da água salgada”.

guerreros Guerreiros climáticos bloqueiam o maior porto de carvão do mundo

A costa de Tokelau sofre erosão. “A linha costeira está mudando. Há 15 anos, quando ia para a escola, podia caminhar em linha reta. Agora tenho que andar por uma linha torcida porque a praia sofreu a erosão”, contou Mikaele. Tokelau se converteu no primeiro país do mundo a utilizar 100% de energia renovável quando adotou a energia solar em 2012 para abastecer sua população, de aproximadamente 1.400 pessoas.

Mikaele e seus companheiros ativistas construíram com as próprias mãos as canoas que trouxeram para a Austrália para o protesto, o meio tradicional de transporte e pesca em seus países. Outra “guerreira” climática, Kathy Jetnil-Kijiner, das Ilhas Marshall, fez chorar o público presente na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro, ao ler um poema escrito por sua pequena filha, Matafele Peinam.

“Ninguém se mudará, ninguém perderá sua terra natal, ninguém se converterá em um refugiado da mudança climática. Ou deveria dizer ninguém mais. Aos ilhéus de Carteret, em Papua Nova Guiné, e aos de Taro, em Fiji, aproveito este momento para pedir-lhes desculpas”, afirmou Jetnil-Kijiner, se referindo aos que são considerados os primeiros refugiados climáticos do mundo.

O Fórum das Ilhas do Pacífico qualificou a mudança climática como “maior ameaça para os meios de vida, a segurança e o bem-estar dos povos” da região. Segundo Jetnil-Kijiner, “a mudança climática é uma ameaça imediata e grave para o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza em muitos países insulares do Pacífico, e para a própria sobrevivência de alguns”.

“Entretanto, esses países estão entre os menos capazes de se adaptar e responder a esta mudança, e as consequências que enfrentam são desproporcionais em relação à sua minúscula contribuição coletiva para as emissões mundiais” dos gases-estufa, ressaltou Jetnil-Kijiner. As autoridades das ilhas do Pacífico redobraram suas cobranças e desafiaram o governo australiano a não demorar mais na adoção de medidas contra a mudança climática.

“A Austrália é um país do Pacífico. Ao optar por desmantelar suas políticas climáticas, se retirar das negociações internacionais e seguir adiante com a expansão de sua indústria de combustíveis fósseis está totalmente em desacordo com o resto da região”, afirmou Simon Bradshaw, da organização Oxfam. “Os vizinhos mais próximos da Austrália identificam sistematicamente a mudança climática como seu maior desafio e prioridade absoluta. Portanto, é inevitável que as ações recentes de Canberra repercutam em sua relação com as ilhas do Pacífico”, acrescentou.

“Uma pesquisa recente encomendada pela Oxfam mostra que 60% dos australianos acreditam que a mudança climática tem consequências negativas na capacidade da população dos países mais pobres para cultivar alimentos e ter acesso a eles, chegando a 68% entre a faixa etária de 18 aos 34 anos”, destacou Bradshaw. Envolverde/IPS

(IPS)

Os sem água de São Paulo (Adital)

22/10/2014 – 05h27

por Roberto Malvezzi, Gogó*

torneira Os sem água de São PauloA nordestina que assistia televisão começa a chorar quando vê o sofrimento de uma mulher paulistana da periferia, com a pia cheia de pratos, o vaso sanitário cheio de outras coisas, há dois dias sem tomar banho e sem saber como lidar com essa penúria de água.

Essa história ouvi na cidade de Canudos nesse sábado passado, aqui no sertão da Bahia, local simbólico da luta nordestina pela terra e pela água. Quem me contou foi o Pe. Alberto, pároco da cidade, durante a romaria de Canudos que acontece todos os anos.

Não queria estar na pele de Geraldo Alckmin quando essa eleição passar. Quando os “sem água” saírem às ruas, como fizeram em Cochabamba (Bolívia), em Rosário (Argentina) ou em tantas cidades nordestinas em outras épocas, a classe política vai conhecer o que é a fúria popular causada pela sede. Como se diz aqui pelo sertão “a fome e a sede tem cara de herege”.

O sofrimento humano causado pela falta d’água se generaliza em todo o país. Primeiro como resultado de um processo histórico de degradação e maltrato para com nossos mananciais. Segundo pela incapacidade total de nossas autoridades que tem poder de decisão de ver o que acontece e tomar medidas preventivas contra o pior. Terceiro porque a questão eleitoral não permite o debate sério que a cidade de São Paulo e outras regiões do país – como o São Francisco – terão que tomar ao menos para sobreviver, causando até piedade de uma senhora nordestina que sabe o que é passar uma vida labutando por um pouco de água. Hoje, no sertão de Canudos, ela está muito melhor que a paulistana.

O sofrimento humano deveria gerar solidariedade, não preconceitos e raivas. Prefiro a sensibilidade da nordestina de Canudos que todos os discursos feitos nessa eleição contra o Nordeste e seu povo. A voz das redes sociais, então, mesmo vindo de médicos, advogados, políticos, intelectuais, etc., espelha o que há de pior no ser humano. A lágrima da nordestina o que há de melhor no Nordeste e no povo brasileiro.

Mas, Alckmin que se proteja. Basta um palito de fósforo e essa água pega fogo.

* Roberto Malvezzi, Gogó, é da Equipe CPP/CPT do São Francisco. Músico. Filósofo e Teólogo.

** Publicado originalmente no site Adital.

(Adital)

62% do esgoto do País ainda tem como destino a natureza (Carta Capital)

23/10/2014 – 04h40

por Caio Luiz, para a Carta Capital

 62% do esgoto do País ainda tem como destino a natureza

Cerca de 100 milhões de brasileiros ainda não têm tratamento de esgoto devido, o que, para especialistas, mostra que as políticas de saneamento pararam no século de 19.

As cem maiores cidades do Brasil despejam cerca de 3 mil piscinas olímpicas de esgoto por dia e, segundo o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, 70% delas não tem 50% do sistema de saneamento instalado e em operação.

As informações foram divulgadas na palestra O Brasil das Águas – Saneamento, Mananciais e Oceanos durante a última edição do evento Diálogos Capitais – Inovação e Sustentabilidade, promovido por CartaCapital nesta terça, 21.

“O saneamento no Brasil parou no século 19”, disse o presidente após citar que 100 milhões de brasileiro ainda não têm esgoto tratado. “Os últimos indicadores, datados de 2012, apontam que 62% do esgoto ainda não encontra rede adequada para ser encaminhado a estações de tratamento.”

A perspectiva, de acordo com o Plano Nacional de Saneamento Básico do Governo Federal, é tornar a rede de esgoto universal em 2033. Carlos mencionou que, historicamente, o Brasil utiliza rios e oceanos como diluidores de esgoto e lamentou o estado praticamente inativo dos comitês de bacias hidrográficas.

O presidente criticou o atraso em São Paulo, que tem metade do estado com rede de esgoto apropriada. A Amazônia não chega a 10%. Rondônia e Pará têm menos de 3%.

Na crista dos dados da Trata Brasil, o professor do programa de pós-graduação em Ciência Ambiental da USP Pedro Jacobi avaliou a gestão de recursos hídricos no Brasil como o resultado de um histórico de degradação ambiental. “Estamos mais focados em trazer água às casas do que em tratá-la como consequência”, argumentou.

Jacobi cobrou transparência dos governos e afirmou que há mal uso do dinheiro público em investimentos para o saneamento. “Os calendários e descontinuidades políticas acabam prejudicando a administração dos recursos hídricos.”

O estudioso afirma que não houve pressão popular suficiente para levar encanamento e tratamento às periferias, uma vez que os loteadores de bairros afastados se preocuparam em vender terrenos, não em trazer serviços. “Nosso histórico político de tutela patrimonialista nos faz ficar solidários e participativos apenas em momentos durante e pós-crise.”

Ricardo Rolim, diretor de relações institucionais, sustentabilidade e comunicação da Ambev, compareceu ao debate e lembrou que a indústria costuma figurar como vilã quando o tema é esgoto e tratamento de água. Defendeu, porém, que as empresas precisam criar um “círculo virtuoso” em toda a cadeia de produção. “De 2002 para cá, reduzimos em 38% o consumo de água da Ambev”, informou.

* Publicado originalmente no site Carta Capital.

(Carta Capital)

De onde vem a água que abastece sua casa? (Envolverde)

23/10/2014 – 10h05

por Redação da Envolverde

plataformaISA De onde vem a água que abastece sua casa?

O Instituto Socioambiental criou uma plataforma virtual que mostra qual é o sistema responsável pelo fornecimento de água de cada local de São Paulo.

A cada dia os fatos reafirmam que a crise hídrica em São Paulo é grave. O nível dos reservatórios que abastecem a região metropolitana caem e a população já enfrenta as consequências da falta de água.

A responsabilidade pelo desabastecimento de água recae sobre os órgãos públicos. Por outro lado, inúmeras campanhas incentivam o uso consciente deste recurso por parte da população.

Com o objetivo de levantar o maior número de dados possíveis e pressionar as autoridades, o Instituto Socioambiental (ISA) criou o site “De onde vem a água?”.

A plataforma pretende aproximar as pessoas de suas fontes de água e ampliar o conhecimento sobre a situação de abastecimento dos diferentes municípios da Região Metropolitana de São Paulo, que vivem a pior crise hídrica de sua história.

Por meio da inserção do CEP, é possível visualizar o manancial que abastece determinado local e conhecer um pouco mais sobre a realidade, os principais indicadores e o volume de armazenamento dos diferentes sistemas produtores de água da Região Metropolitana de São Paulo. Permite também conhecer um pouco mais sobre os indicadores de saneamento dos municípios.

A ferramenta foi desenvolvida pelo Instituto Socioambiental no âmbito do projeto Água@SP. A primeira versão do “De onde vem a água que você bebe?” foi desenvolvida pela Campanha de Olho nos Mananciais do ISA em 2008.

Com essa nova versão, espera-se ampliar o conhecimento sobre os mananciais e contribuir para a construção de um futuro seguro e sustentável para água de São Paulo.

Clique aqui e saibade onde vem a água que abastece sua casa. (Envolverde)

(Envolverde)

Crise da água afronta a ciência brasileira (Mundo Sustentável)

23/10/2014 – 03h29

por André Trigueiro*

Sistema Cantareira atinge volume zero em 2014 mes de junho20140515 0002 1024x682 Crise da água afronta a ciência brasileira

Não foi por falta de aviso.

Além do seu incomensurável capital natural, o Brasil construiu ao longo do tempo um robusto estoque de conhecimento científico a respeito de seus biomas, ecossistemas e bacias hidrográficas.

Gente do calibre de José Lutzenberger, Augusto Ruschi e Aziz Ab’Saber (dentre tantos outros que descortinaram novos e importantes horizontes de investigação científica) revelaram que a natureza se comporta como um sofisticado sistema interligado, onde certos gêneros de intervenção, aparentemente inofensivos, podem causar gigantescos estragos.

Não fosse a genialidade e o respeito que impuseram a partir de seus trabalhos científicos, seriam massacrados pelos poderosos da época.

Não foram poucos os políticos inescrupulosos e empresários gananciosos que tentaram a todo custo “desconstruir” (para usar uma palavra da moda) suas reputações.

Deixaram um legado reconhecidamente importante que deveria inspirar uma nova ética no modelo de desenvolvimento, especialmente mais cuidado na forma como certas políticas públicas são concebidas e aplicadas.

Portanto, é curioso imaginar o que Lutz, Ruschi e Ab’Saber diriam hoje sobre essa crise hídrica sem precedentes na história do Brasil?

Em 1980, ao publicar o livro com o sugestivo título “O Fim do Futuro?”, José Lutzenberger denunciava que “a perda da capa vegetal protetora, além de significar o desaparecimento dos habitats essenciais à sobrevivência da fauna e das espécies vegetais mais especializadas e preciosas, causa o desequilíbrio hídrico dos corpos d`água (…) Estamos preparando para o nosso país o mesmo destino que o do cordão subsaariano”.

Um dos primeiros a prever a escassez de água no mundo, Augusto Ruschi denunciava em sucessivos alertas, como nesse texto de 1986, os impactos causados pelo desmatamento sobre a vazão de água dos rios, especialmente na Amazônia:

“Há 35 anos, escrevi que estávamos caminhando para construir na Amazônia o segundo maior deserto do mundo. Hoje, a previsão vai se confirmando. No primeiro ano, depois que desmatam, é uma beleza: o solo continua fértil, produz-se muito. Mas, depois, a matéria orgânica é lixiviada para as profundezas do solo e planta nenhuma vai lá embaixo buscá-la. Forma-se o cerrado, depois a caatinga, e finalmente, o deserto”.

Um dos mais respeitados cientistas brasileiros, Aziz Ab’Saber denunciou abertamente o absurdo do novo Código Florestal ter sido aprovado há quase três anos no Congresso Nacional sem o respaldo da ciência. E previu consequências trágicas para os recursos hídricos.

“Trata-se de desconhecimento entristecedor sobre a ordem de grandeza das redes hidrográficas do território intertropical brasileiro” (…) Em face do gigantismo do território e da situação real em que se encontram os seus macro biomas – Amazônia Brasileira, Brasil Tropical Atlântico, Cerrados do Brasil Central, Planalto das Araucárias, e Pradarias Mistas do Brasil Subtropical – e de seus numerosos minibiomas, faixas de transição e relictos de ecossistemas, qualquer tentativa de mudança do Código Florestal tem que ser conduzido por pessoas competentes bioeticamente sensíveis”.

Como se sabe, não foi assim que aconteceu. Prevaleceram os interesses da bancada ruralista.

Em tempo: o desmatamento na Amazônia entre agosto e setembro aumentou 191%, segundo dados apurados pelo Instituto Imazon.

E os candidatos à Presidência, o que dizem?

Bem, a cada novo dia de campanha eleitoral o Brasil tem menos água e menos floresta. E as prioridades continuam sendo outras.

Mas o legado de Lutz, Ruschi e Ab’Saber segue incomodando. Até que alguém resolva prestar atenção e evitar uma catástrofe ainda maior.

Ouça o comentário sobre este assunto na Rádio CBN.

* André Trigueiro é jornalista com pós-graduação em Gestão Ambiental pela Coppe-UFRJ onde hoje leciona a disciplina geopolítica ambiental, professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC-RJ, autor do livro Mundo Sustentável – Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em Transformação, coordenador editorial e um dos autores dos livros Meio Ambiente no Século XXI, e Espiritismo e Ecologia, lançado na Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro, pela Editora FEB, em 2009. É apresentador do Jornal das Dez e editor chefe do programa Cidades e Soluções, da Globo News. É também comentarista da Rádio CBN e colaborador voluntário da Rádio Rio de Janeiro.

** Publicado originalmente no site Mundo Sustentável.

(Mundo Sustentável)

Should the Japanese give nuclear power another chance? (Science Daily)

Date: October 23, 2014

Source: ResearchSEA

Summary: On September 9, 2014, the Japan Times reported an increasing number of suicides coming from the survivors of the March 2011 disaster. In Minami Soma Hospital, which is located 23 km away from the power plant, the number of patients experiencing stress has also increased since the disaster. What’s more, many of the survivors are now jobless and therefore facing an uncertain future.


On September 9, 2014, the Japan Times reported an increasing number of suicides coming from the survivors of the March 2011 disaster. In Minami Soma Hospital, which is located 23 km away from the power plant, the number of patients experiencing stress has also increased since the disaster. What’s more, many of the survivors are now jobless and therefore facing an uncertain future.

This is not the first time that nuclear power has victimized the Japanese people. In 1945, atomic bombs exploded in Hiroshima and Nagasaki, creating massive fears about nuclear power in the Japanese population. It took 20 years for the public to erase the trauma of these events. It was then — in the mid 1960s(?) — that the Fukushima Daiichii Nuclear Power Plant was built.

According to Professor Tetsuo Sawada, Assistant Professor in the Laboratory of Nuclear Reactors at Tokyo University, it took a lot of effort to assure people that nuclear power was safe and beneficial. The first step was a legal step: In 1955, the Japanese government passed a law decreeing that nuclear power could only be used for peaceful purposes.

“But that law was not enough to assure people to accept the establishment of nuclear power,” said Prof. Sawada.

He explained that the economy plays an important role in public acceptance of nuclear power. Through the establishment of nuclear power plants, more jobs were created, which boosted the economy of the Fukushima region at that time.

“Before the Fukushima disaster, we could find many pro-nuclear people in the area of nuclear power plants since it gave them money,” said Prof. Sawada.

Now, more than forty years have passed and the public’s former confidence has evolved into feelings of fear about nuclear power and distrust toward the government.

According to a study conducted by Noriko Iwai from the Japanese General Social Survey Research Center, the Fukushima nuclear accident has heightened people’s perception of disaster risks, fears of nuclear accident, and recognition of pollution, and has changed public opinion on nuclear energy policy.

“Distance from nuclear plants and the perception of earthquake risk interactively correlate with opinions on nuclear issues: among people whose evaluation of earthquake risk is low, those who live nearer to the plants are more likely to object to the abolishment of nuclear plants,” said Iwai.

This finding is in line with the perception of Sokyu Genyu, a chief priest in Fukujuji temple, Miharu Town, Fukushima Prefecture. As a member of the Reconstruction Design Council in Response to the Great East Japan Earthquake, he argued that both the Fukushima Daiichi and Daini nuclear power plants should be shut down in response to the objection of 80% of Fukushima residents.

However, the Japanese government, local scientists and international authorities have announced that Fukushima is safe. Radiation levels are below 1mSv/y, a number that, according to them, we should not be worried about. But the public do not believe in numbers.

But Genyu was not saying that these numbers are scientifically false. Rather, he argues that the problem lies more in the realm of social psychology. Despite the announcement about low-radiation levels, the Japanese people are still afraid of radiation.

“It is reasonable for local residents in Fukushima to speak out very emotionally. Within three months of the disaster, six people had committed sucide. They were homeless and jobless, ” said Genyu.

It is heart-breaking to know that victims of the Fukushima Daiichi nuclear accident died not because of radiation, but instead because of depression. Besides the increasing number of suicides, the number ofpatients suffering from cerebrovascular disease (strokes)has also risen. In Minami-Soma Hospital, the population of stroke patients increased by more than 100% after the disaster.

Local doctors and scientists are now actively educating students in Fukushima, convincing them that the radiation will not affect their health.

Dr. Masaharu Tsubokura, a practicing doctor at Minami-Soma Hospital, has been informing students that Fukushima is safe. But sadly, their responses are mostly negative and full of apathy.

“I think the Fukushima disaster is not about nuclear radiation but is rather a matter of public trust in the technology ,” said Dr. Tsubokura.

Dr. Tsubokura has given dosimeters, a device used to measure radiation, to children living in Minami-Soma city. But apparently, this was not enough to eliminate people’s fears.

In 2012, Professor Ryogo Hayano, a physicist from the University of Tokyo, joined Dr. Tsubokura in Minami-Soma Hospital and invented BABYSCAN technology, a whole-body scanning to measure radiation in small children as well as to allay the fears of Fukushima parents.

“BABYSCAN is unnecessary but necessary. It is unnecessary because we know that the radiation is low. But it is necessary to assure parents that their children are going to be okay,” said Prof. Hayano.

After witnessing the fears of the Fukushima people, Prof. Hayano thinks that nuclear power is no longer appropriate for Japan. He believes that the government should shut down nuclear power plants.

“As a scientist, I know that nuclear power is safe and cheap. But looking at the public’s fear in Fukushima, I think it should be phased out,” said Prof. Hayano.

But, does the government care about the public when it comes to politics?

It has only been three years since the disaster and Prime Minister Shinzo Abe has been keen to revive the country’s nuclear power plants. The operations of more than 50 nuclear power plants in Japan have been suspended because of the Daiichi power plant meltdown.

Last month, Japan’s Nuclear Regulation Authority approved the reopening of a power plant in Sendai for 2015.

Sabesp tira 3,2 bilhões de litros da 2ª reserva (O Estado de S. Paulo)

Regras para usar reserva profunda de água estão sendo negociadas; nível do Sistema Cantareira está em 3,5%

Boletim de monitoramento do Sistema Cantareira divulgado nesta segunda-feira, 20, pelos órgãos reguladores do manancial mostra que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) já retirou 3,2 bilhões de litros da segunda cota do volume morto na Represa Atibainha, em Nazaré Paulista, um dos reservatórios do sistema. O uso dessa segunda reserva profunda de água, que fica abaixo do nível das comportas, ainda não foi formalmente autorizado. Nesta segunda, o sistema estava com 3,5% da capacidade. Em nota, a Sabesp nega descumprir a regra porque ainda há água do primeiro volume morto na Jaguari-Jacareí.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sabesp-tira-3-2-bilhoes-de-litros-da-2-cota-do-volume-morto,1579886

(Fabio Leite / O Estado de S. Paulo)

Falta a crise da água na agenda do poder público (O Globo)

Editorial de O Globo. Desabastecimento em São Paulo e aumento do estresse energético são tratados pelo viés político, e não por seus aspectos técnicos. Quem paga o preço é a população

A crise no abastecimento de água em São Paulo, e no Sudeste, está atingindo seu ponto mais crítico desde o início desse ciclo de seca, no verão do ano passado. Os reservatórios da Cantareira, que abastecem a capital paulista, envolvendo diretamente um universo de 9 milhões de pessoas, está operando com seu nível mais baixo, apenas 3,3% da capacidade. Para evitar o colapso, o governador Geraldo Alckmin já admite usar uma terceira reserva técnica, caso não chova o necessário nos próximos dias. Pesquisa do Datafolha estima que 60% dos moradores da capital enfrentaram, com maior ou menor intensidade, algum nível de desabastecimento nos últimos 30 dias.

Veja o conteúdo na íntegra: http://oglobo.globo.com/opiniao/falta-crise-da-agua-na-agenda-do-poder-publico-14316806#ixzz3Gsj9uKXY

(O Globo)

Comissão de Meio Ambiente pode aprovar incentivo fiscal para reúso de água (Agência Senado)

A medida incentiva a reutilização de água não potável, para evitar que água tratada seja usada, por exemplo, para irrigação de jardins, lavagem áreas públicas

A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) se reúne na terça-feira (28), às 10h, e pode votar projeto que concede redução de 75% do Imposto de Renda e isenção da contribuição de PIS/Pasep e Cofins para empresa que produzir ou distribuir água de reúso.

A medida incentiva a reutilização de água não potável, para evitar que água tratada seja usada para irrigação de jardins, lavagem áreas públicas, desobstrução de tubulações e combate a incêndios.

Para esses casos, poderá ser feita a reutilização de água proveniente de esgoto e de demais efluentes líquidos domésticos e industriais, desde que dentro de padrões definidos para as modalidades de uso pretendidas.

O projeto (PLS 12/2014), do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), é voltado a empresas que fazem a adequação a esses padrões e a distribuição dessa água reaproveitada, como forma de reduzir seu custo e ampliar sua utilização nas cidades brasileiras.

Depois de analisada pela CMA, a proposta vai à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), para decisão terminativa.

Licença ambiental de instalação

A pauta da CMA, formada por 26 itens, inclui ainda projeto (PLS 401/2013) que torna obrigatória a inclusão da licença ambiental de instalação entre os documentos que devem constar de edital para licitação de obra pública.

A lei em vigor obriga que, ao lançar um edital para licitação de obras públicas, o governo inclua nos anexos o projeto básico aprovado e as licenças ambientais prévias, entre outros documentos. Já a licença de instalação é exigida da empresa vencedora da licitação, como condição para o início das obras do projeto.

Para Aloysio Nunes, a facilidade de concessão de licenças prévias e a deficiência dos projetos básicos resultam com frequência na paralisação de obras já licitadas, por problemas na obtenção da licença de instalação.

A exigência dessa licença ainda no edital, diz ele, contribuirá para melhorar a qualidade dos projetos e obrigará os órgãos ambientais a analisar esses projetos de forma mais criteriosa.

A matéria também será analisada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

(Iara Guimarães Altafin / Agência Senado)

http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/10/23/comissao-de-meio-ambiente-pode-aprovar-incentivo-fiscal-para-reuso-de-agua

Sobre a seca de São Paulo (OESP)

Com seca, cresce procura por poços em SP; aquíferos podem ser afetados

Estima-se que, só na Região Metropolitana, foram feitas em 2014 400 perfurações; uso equivale ao abastecimento de 150 mil pessoas

A seca nos principais mananciais paulistas e os cortes no abastecimento de água têm provocado uma corrida por poços clandestinos na Grande São Paulo, o que coloca em risco a eficiência das reservas subterrâneas e a saúde dos usuários. Levantamento feito pelo Centro de Pesquisa de Águas Subterrâneas (Cepas) da Universidade de São Paulo (USP) com construtores de poços estima que cerca de 400 perfurações foram feitas na Região Metropolitana somente neste ano.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,cresce-procura-por-pocos-em-sp-aquiferos-podem-ser-afetados-imp-,1579430

(Fabio Leite/ Estado de S.Paulo)

*   *   *

Situação de represas é pior que em 2013

Usinas operam com 22% da capacidade total, abaixo dos 48% do ano passado, e meteorologista fala em risco de faltar água e energia

Seja qual for o resultado das urnas, o próximo presidente da República será obrigado a lidar, a partir de 2015, com um cenário de geração hidrelétrica sensivelmente pior do que o enfrentado este ano. O desenho das complicações que atingem em cheio as usinas movidas à água começa a exibir traços mais nítidos neste fim de ano, antes do início do período chuvoso, em novembro.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,situacao-de-represas-e-pior-que-em-2013-imp-,1578128

(André Borges/O Estado de S.Paulo)

Fundação que afirma prever o tempo diz que fez alertas sobre crise hídrica (G1)

17/10/2014 06h50 – Atualizado em 17/10/2014 06h50

Fundação Cacique Cobra Coral diz que houve um erro de gestão em SP.
Órgão teria pedido interligação dos reservatórios para minimizar o problema.

Do G1 São Paulo

A fundação esotérica Cacique Cobra Coral (FCCC), que diz ser capaz de minimizar os impactos dos temporais e outros eventos naturais, informou, por meio de seu porta-voz, Osmar Santos, que desde 2012 vem alertando o governo do estado de São Paulo para a situação crítica dos reservatórios, devido à falta de chuvas. Além disso, na ocasião, a fundação teria, inclusive, solicitado a interligação dos reservatórios de São Paulo, para amenizar o impacto da prolongada estiagem no Sistema Cantareira.

A fundação é comandada pela médium Adelaide Scritori, que afirma incorporar o espírito do cacique Cobra Coral, entidade que seria capaz de influenciar no clima.

Em 2013, a FCCC diz também ter alertado ao Ministério de Minas e Energia que as chuvas de verão daquele ano não tinham sido suficientes para encher os reservatórios das usinas hidroelétricas brasileiras. Segundo a entidade, março terminou com reservatórios na casa dos 52% no sistema Sudeste/Centro-Oeste e 42% no Nordeste. Em 2012, os níveis registrados no mesmo período foram de 78% no centro do país e 82% nas bacias nordestinas.

 

FALTA D’ÁGUA EM SP

Segundo o porta-voz da fundação, houve erro de gestão, tanto por parte do governo estadual quanto do federal, que está sendo evidenciado pela crise hídrica. Como consequência, além da falta d’água, o problema afeta diretamente a geração e transmissão de energia elétrica em todo o país.

A solução para São Paulo, no entender da fundação, é estabelecer um cronograma de obras contra a seca, priorizando as de interligação dos reservatórios. Segundo o porta-voz, o objetivo principal é recuperar a bacia do Sul de Minas, principal responsável por fornecer a água para o Sistema Cantareira.

Nesse sentido, representantes da fundação se reuniram na segunda-feira (13) com integrantes de um grupo econômico do setor de energia para encontrar soluções para o problema. A principal seria a criação de um “caminho de umidade”, interligando a Amazônia com o sul de Minas Gerais. Para a fundação, a estiagem “apenas mostrou o que não foi feito nos últimos 20 anos”. Em relação à previsão do clima, a expectativa de chuva seria para depois das eleições, no próximo dia 26.

Convênio
A Prefeitura de São Paulo, na gestão de José Serra, havia firmado um convênio em 2005 com a fundação para a antecipar intempéries climáticas que impactassem na rotina da capital. Como contrapartida, o Executivo municipal deveria realizar uma série de obras contra enchentes. Em setembro de 2009, já com Gilberto Kassab no cargo de prefeito, o convênio foi rompido pela Prefeitura.

O motivo: a fundação alegou ter alertado com antecedência sobre as chuvas que paralisaram a cidade no dia 8 de setembro daquele ano, mas considerou que a Prefeitura nada fez para tentar prevenir os problemas. “A gente não pode ajudar o homem naquilo que ele pode fazer por si. As verbas para obras contra enchentes estão congeladas”, disse Osmar Santos, na ocasião.

De acordo com Santos, houve um contato recente da fundação com o secretário das Subprefeituras, Ricardo Teixeira, na atual gestão, mas a reativação do convênio dependia de um aval do prefeito Fernando Haddad.

Rising sea levels of 1.8 meters in worst-case scenario, researchers calculate (Science Daily)

Date: October 14, 2014

Source: University of Copenhagen

Summary: The climate is getting warmer, the ice sheets are melting and sea levels are rising — but how much? The report of the UN’s Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) in 2013 was based on the best available estimates of future sea levels, but the panel was not able to come up with an upper limit for sea level rise within this century. Now researchers have calculated the risk for a worst-case scenario. The results indicate that at worst, the sea level would rise a maximum of 1.8 meters.


The worst-case sea level projections is shown in red. There is 95% certainty that sea level will not rise faster than this upper-limit. Purple shows the likely range of sea level rise as projected in the IPCC fifth assessment report under a scenario with rising emissions throughout the 21st century (RCP8.5). Credit: Aslak Grinsted, NBI

The climate is getting warmer, the ice sheets are melting and sea levels are rising — but how much? The report of the UN’s Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) in 2013 was based on the best available estimates of future sea levels, but the panel was not able to come up with an upper limit for sea level rise within this century. Now researchers from the Niels Bohr Institute and their colleagues have calculated the risk for a worst-case scenario. The results indicate that at worst, the sea level would rise a maximum of 1.8 meters.

The results are published in the scientific journal Environmental Research Letters.

What causes the sea to rise is when all the water that is now frozen as ice and lies on land melts and flows into the sea. It is first and foremost about the two large, kilometer-thick ice sheets on Greenland and Antarctica, but also mountain glaciers.

In addition, large amounts of groundwater is pumped for both drinking water and agricultural use in many parts of the world and more groundwater is pumped than seeps back down into the ground, so this water also ends up in the oceans.

Finally, what happens is that when the climate gets warmer, the oceans also get warmer and hot water expands and takes up more space. But how much do the experts expect the sea levels to rise during this century at the maximum?

Melting of the ice sheets

“We wanted to try to calculate an upper limit for the rise in sea level and the biggest question is the melting of the ice sheets and how quickly this will happen. The IPCC restricted their projektions to only using results based on models of each process that contributes to sea level. But the greatest uncertainty in assessing the evolution of sea levels is that ice sheet models have only a limited ability to capture the key driving forces in the dynamics of the ice sheets in relation to climatic impact,” Aslak Grinsted, Associate Professor at the Centre for Ice and Climate at the Niels Bohr Institute at the University of Copenhagen.

Aslak Grinsted has therefore, in collaboration with researchers from England and China, worked out new calculations. The researchers have combined the IPCC numbers with published data about the expectations within the ice-sheet expert community for the evolution, including the risk for the collapse of parts of Antarctica and how quickly such a collapse would take place.

“We have created a picture of the propable limits for how much global sea levels will rise in this century. Our calculations show that the seas will likely rise around 80 cm. An increase of more than 180 cm has a likelihood of less than 5 percent. We find that a rise in sea levels of more than 2 meters is improbable,” Aslak Grinsted, but points that the results only concern this century and the sea levels will continue to rise for centuries to come.

Journal Reference:

  1. S Jevrejeva, A Grinsted, J C Moore. Upper limit for sea level projections by 2100. Environmental Research Letters, 2014; 9 (10): 104008 DOI: 10.1088/1748-9326/9/10/104008

Crise da água amplia debate sobre reúso (Valor Econômico)

Reportagem do Valor Econômico informa que especialistas debaterão entre hoje e amanhã na USP o reúso de efluentes em diferentes aplicações

Seria importante e possível a realização de investimentos em diferentes cidades do país para que o esgoto doméstico vire água potável, segundo o professor Pedro Mancuso, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Ele diz, no entanto, que algumas iniciativas precisam vir antes do reúso, como o cumprimento do Plano de Segurança da Água, como recomendado pela Organização Mundial de Saúde, para que não haja problemas de doenças com a “reciclagem” da água, além de investimentos em redes seguras de saneamento básico.

(Vanessa Jurgenfeld / Valor Econômico)

http://www.valor.com.br/brasil/3735590/crise-da-agua-amplia-debate-sobre-reuso

Se seca continuar, água acaba em novembro, admite Sabesp (O Estado de São Paulo)

Presidente da Sabesp diz que Justiça Eleitoral barrou propagandas e que não podia falar a palavra ‘seca’ e sobre gravidade da situação

A presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Dilma Pena, admitiu nesta quarta-feira, 15, que a água vai acabar na capital “em meados de novembro”, caso o regime de chuvas se mantenha baixo. Para evitar o desabastecimento generalizado, ela disse contar com o aumento das precipitações e com a segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira, que nem sequer foi autorizado pela Justiça.

A matéria na íntegra está disponível em: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,se-seca-continuar-agua-acaba-em-novembro-admite-sabesp,1577196

(Bruno Ribeiro/ O Estado de São Paulo)