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Como duas pesquisadoras estão derrubando clichês sobre a política no Brasil (BBC)

6 junho 2016

ciencia politica

Nara Pavão e Natália Bueno: pesquisadoras questionam chavões da política no Brasil 

O brasileiro é racista e privilegia candidatos brancos ao votar. Políticos corruptos se mantêm no poder porque o eleitor é ignorante. Quem recebe Bolsa Família é conivente com o governo. ONGs são um ralo de dinheiro público no Brasil. Será?

A julgar pelos estudos de duas jovens pesquisadoras brasileiras em ciência política, não.

Natália Bueno e Nara Pavão, ambas de 32 anos, se destacam no meio acadêmico no exterior com pesquisas robustas que desmistificam chavões da política brasileira que alimentam debates em redes sociais e discussões de botequim.

Natural de Belo Horizonte (MG), Natália faz doutorado em Yale (EUA), uma das principais universidades do mundo. Em pouco mais de oito anos de carreira, acumula 13 distinções acadêmicas, entre prêmios e bolsas.

A pernambucana Nara é pesquisadora de pós-doutorado na Universidade Vanderbilt (EUA). Soma um doutorado (Notre Dame, EUA), dois mestrados em ciência política (Notre Dame e USP), 16 distinções.

Em comum, além da amizade e da paixão pela ciência política, está o interesse das duas em passar a limpo “verdades absolutas” sobre corrupção, comportamento do eleitor e políticas públicas no Brasil.

Eleitor é racista?

O Brasil é um país de desigualdades raciais – no mercado de trabalho, no acesso à educação e à saúde. Atraída pelo tema desde a graduação, Natália Bueno verificou se isso ocorre também na representação política.

O primeiro passo foi confirmar o que o senso comum já sugeria: há, proporcionalmente, mais brancos eleitos do que na população, e os negros são subrepresentados. Por exemplo, embora 45% da população brasileira (segundo o IBGE) se declare branca, na Câmara dos Deputados esse índice é de 80%.

E como a diferença foi mínima na comparação entre população e o grupo dos candidatos que não se elegeram, a conclusão mais rasteira seria: o brasileiro é racista e privilegia brancos ao votar.

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Abertura dos trabalhos no Congresso em 2016; pesquisa investigou desigualdade racial na política nacional. FABIO POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

Para tentar verificar essa questão de forma científica, Natália montou um megaexperimento em parceria com Thad Dunning, da Universidade da Califórnia (Berkeley). Selecionou oito atores (quatro brancos e quatro negros), que gravaram um trecho semelhante ao horário eleitoral. Expôs 1.200 pessoas a essas mensagens, que só variavam no quesito raça.

Resultado: candidatos brancos não tiveram melhor avaliação nem respondentes privilegiaram concorrentes da própria raça nas escolhas.

Mas se a discrepância entre população e eleitos é real, onde está a resposta? No dinheiro, concluiu Natália – ela descobriu que candidatos brancos são mais ricos e recebem fatia maior da verba pública distribuída por partidos e também das doações privadas.

A diferença média de patrimônio entre políticos brancos (em nível federal, estadual e local) e não brancos foi de R$ 690 mil. E em outra prova do poder do bolso nas urnas, vencedores registraram R$ 650 mil a mais em patrimônio pessoal do que os perdedores.

Políticos brancos também receberam, em média, R$ 369 mil a mais em contribuições de campanha do que não brancos. A análise incluiu dados das eleições de 2008, 2010 e 2014.

“Se a discriminação tem um papel (na desigualdade racial na representação política), ela passa principalmente pelas inequidades de renda e riqueza entre brancos e negros que afetam a habilidade dos candidatos negros de financiar suas campanhas”, diz.

Corruptos estão no poder por que o eleitor é ignorante?

A corrupção é um tema central no debate político atual no Brasil. E se tantos brasileiros percebem a corrupção como problema (98% da população pensa assim, segundo pesquisa de 2014), porque tantos políticos corruptos continuam no poder?

A partir de dados de diferentes pesquisas de opinião – entre elas, dois levantamentos nacionais, com 2 mil e 1,5 mil entrevistados -, a recifense Nara Pavão foi buscar respostas para além do que a ciência política já discutiu sobre o tema.

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Ato contra corrupção no Congresso em 2011; estudo investiga por que corruptos se mantêm no poder. ANTONIO CRUZ/ABR

Muitos estudos já mostraram que a falta de informação política é comum entre a população, e que o eleitor costuma fazer uma troca: ignora a corrupção quando, por exemplo, a economia vai bem.

“Mas para mim a questão não é apenas se o eleitor possui ou não informação sobre políticos corruptos, mas, sim, o que ele vai decidir fazer com essa informação e como essa informação vai afetar a decisão do voto”, afirma a cientista política.

A pesquisa de Nara identificou um fator chave a perpetuar corruptos no poder: o chamado cinismo político – quando a corrupção é recorrente, ela passa ser vista pelo eleitor como um fator constante, e se torna inútil como critério de diferenciação entre candidatos.

Consequência: o principal fator que torna os eleitores brasileiros tolerantes à corrupção é a crença de que a corrupção é generalizada.

“Se você acha que todos os políticos são incapazes de lidar com a corrupção, a corrupção se torna um elemento vazio para você na escolha do voto”, afirma Nara, para quem o Brasil está preso numa espécie de armadilha da corrupção: quão maior é a percepção do problema, menos as eleições servem para resolvê-lo.

Quem recebe Bolsa Família não critica o governo?

O programa Bolsa Família beneficia quase 50 milhões de pessoas e é uma das principais bandeiras das gestões do PT no Planalto. Até por isso, sempre foi vitrine – e também vidraça – do petismo.

Uma das críticas recorrentes pressupõe que o programa, para usar a linguagem da economia política, altera os incentivos que eleitores têm para criticar o governo.

Famílias beneficiadas não se preocupariam, por exemplo, em punir um mau desempenho econômico ou a corrupção, importando-se apenas com o auxílio no começo do mês.

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Material de campanha em dia de votação em São Paulo em 2012; receber benefícios do governo não implica em conivência com Poder Público, conclui estudo. MARCELO CAMARGO/ABR

Deste modo, governos que mantivessem programas massivos de transferência de renda estariam blindados contra eventuais performances medíocres. Seria, nesse sentido, um arranjo clientelista – troca de bens (dinheiro ou outra coisa) por voto.

Um estudo de Nara analisou dados do Brasil e de 15 países da América Latina que possuem programas como o Bolsa Família e não encontrou provas de que isso seja verdade.

“Em geral, o peso eleitoral atribuído à performance econômica e à corrupção do governo é relativamente igual entre aqueles que recebem transferências de renda e aqueles que não recebem”, afirma.

A conclusão é que, embora esses programas proporcionem retornos eleitorais para os governantes de plantão, eles não representam – desde que sigam regras rígidas – incentivo para eleitores ignorarem aspectos ddo desempenho do governo.

ONGs são ralo de dinheiro público?

Organizações de sociedade civil funcionam como um importante instrumento para o Estado fornecer, por meio de parcerias e convênios, serviços à população.

Diferentes governos (federal, estaduais e municipais) transferem recursos a essas entidades para executar programas diversos, de construção de cisternas e atividades culturais.

Apenas em nível federal, essas transferências quase dobraram no período 1999-2010: de RS$ 2,2 bilhões para R$ 4,1 bilhões.

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Cisterna em Quixadá (CE), em serviço que costuma ser delegado a organizações civis; pesquisadora estudou distribuição de recursos públicos para essas entidades. FERNANDO FRAZÃO/ABR

Esse protagonismo enseja questionamentos sobre a integridade dessas parcerias – não seriam apenas um meio de canalizar dinheiro público para as mãos de ONGs simpáticas aos governos de plantão?

Com o papel dessas organizações entre seus principais de interesses de pesquisa, Natália Bueno mergulhou no tema. Unindo métodos quantitativos e qualitativos, analisou extensas bases de dados, visitou organizações e construiu modelos estatísticos.

Concluiu que o governo federal (ao menos no período analisado, de 2003 a 2011) faz, sim, uma distribuição estratégica desses recursos, de olho na disputa política.

“A pesquisa sugere que governos transferem recursos para entidades para evitar que prefeitos de oposição tenham acesso a repasses de recursos federais. Outros fatores, como implementação de políticas públicas para as quais as organizações tem expertise e capacidade únicas, também tem um papel importante.”

Ela não encontrou provas, porém, de eventual corrupção ou clientelismo por trás desses critérios de escolha – o uso das ONGs seria principalmente parte de uma estratégia político-eleitoral, e não um meio de enriquecimento ilícito.

“Esse tipo de distribuição estratégica de recursos é próprio da política e encontramos padrões de distribuição semelhantes em outros países, como EUA, Argentina e México”, diz Natália.

Corrupção é difícil de verificar, mas a pesquisadora usou a seguinte estratégia: comparou ONGs presentes em cidades com disputas eleitorais apertadas, checou a proporção delas no cadastro de entidades impedidas de fechar parcerias com a União e fez uma busca sistemática por notícias e denúncias públicas de corrupção.

De 281 ONGs analisadas, 10% estavam no cadastro de impedidas, e apenas uma por suspeita de corrupção.

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Rise of the internet has reduced voter turnout (Science Daily)

Date:
September 16, 2016
Source:
University of Bristol
Summary:
During the initial phase of the internet, a “crowding-out” of political information occurred, which has affected voter turnout, new research shows.

The internet has transformed the way in which voters access and receive political information. It has allowed politicians to directly communicate their message to voters, circumventing the mainstream media which would traditionally filter information.

Writing in IZA World of Labor, Dr Heblich from the Department of Economics, presents research from a number of countries, comparing voter behaviour of municipalities with internet access to the ones without in the early 2000s. It shows municipalities with broadband internet access faced a decrease in voter turnout, due to voters suddenly facing an overwhelmingly large pool of information and not knowing how to filter relevant knowledge efficiently. Similarly, the internet seemed to have crowded out other media at the expense of information quality.

However, the introduction of interactive social media and “user-defined” content appears to have reversed this. It helped voters to collect information more efficiently. Barack Obama’s successful election campaign in 2008 set the path for this development. In the so-called “Facebook election,” Obama successfully employed Chris Hughes, a Facebook co-founder, to lead his highly effective election campaign.

Using a combination of social networks, podcasts, and mobile messages, Obama connected directly with (young) American voters. In doing so, he gained nearly 70 per cent of the votes among Americans under the age of 25.

But there is a downside: voters can now be personally identified and strategically influenced by targeted information. What if politicians use this information in election campaigns to target voters that are easy to mobilize?

Dr Heblich’s research shows there is a thin line between desirable benefits of more efficient information dissemination and undesirable possibilities of voter manipulation. Therefore, policymakers need to consider introducing measures to educate voters to become more discriminating in their use of the internet.

Dr Heblich said: “To the extent that online consumption replaces the consumption of other media (newspapers, radio, or television) with a higher information content, there may be no information gains for the average voter and, in the worst case, even a crowding- out of information.

“One potential risk relates to the increasing possibilities to collect personal information known as ‘big data’. This development could result in situations in which individual rights are violated, since the personal information could be used, for example, to selectively disseminate information in election campaigns and in influence voters strategically.”

See the report at: http://wol.iza.org/articles/effect-of-internet-on-voting-behavior

Midterm Elections, the Senate, and Republican Science Denial (Slate)

By Phil Plait

NOV. 4 2014 7:00 AM

James InhofeIf Republicans win the Senate, James Inhofe, R-Oklahoma, could be in charge of the committee that controls the EPA. Photo by Alex Wong/Getty Images

Today is the midterm election for the United States, where many seats in the House and Senate will be determined. It seems pretty obvious that the House will remain in control of the Republicans. It seems likely the GOP will get a slight majority in the Senate today as well.

What does this mean? Well, in the short term and for many issues, not a lot. This previous Congress will go down in history as the least effective ever, since all it really did is block White House initiatives. They couldn’t even approve a surgeon general nomination! A GOP majority in the Senate will probably mean more of the same, since they’ll lack the supermajority needed to prevent Democratic filibustering of big items.

But this vast, gaping polarization of American politics is toxic, especially where it comes to the crucial issue of global warming. Here, a Senate GOP majority can have an extremely destructive effect. It will put a cohort of science-deniers into positions of authority over the very science they want to trample. This is extremely worrisome to me, and it should be to you as well.

Nowhere is this more important thanthe Environment and Public Works Committee. A Republican win will almost certainly make James Inhofe, R-Oklahoma, chairman. This committee controls the Environmental Protection Agency, which is charged with addressing climate change and what to do about it. Inhofe is probably the most ludicrously adamant global warming denier in the Senate; he has called it a hoax and denies it to levels that would make the frothiest conspiracy theorists shake their heads in wonder.

Inhofe has indicated he will attack greenhouse gas regulators, so giving him control of this committee puts the “fox in charge of the henhouse” simile to shame.

Other committees will fare no better; as just one example Ted Cruz, R-Texas, could be chairman of the committee on science and space, and he also denies global warming. The irony is as excruciating as it is familiar.

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Original photo by krossbow on Flickr, modified by Phil Plait

Of course, the Republican mantra of late is to claim “I’m not a scientist, but …” as if this excuses them when they deny reality. I’ve excoriated this ridiculous notion before; it started in 2012 when Marco Rubio, R-Florida, used it when he said he wasn’t sure how old the Earth is (!), but it is now being wielded like a shield for Republican rejection of global warming. It was baloney then, and it’s still baloney now. Their lack of scientific qualifications hasn’t stopped them from trying to create medical legislation to control women’s bodies, or to try to make laws about agriculture, health care, and so many other science-based topics. It’s clearly a cynical dodge.

And it will cost us. These elections happen mere days after the Intergovernmental Panel on Climate Change issued its fifth Synthesis Report, a 40-page opus making it very clear that global warming is real, humans are causing it, and it’s disrupting our planet’s climate.

The summary for policymakers is as succinct as it is brutal in its assessment:

Human influence on the climate system is clear, and recent anthropogenic emissions of greenhouse gases are the highest in history. Recent climate changes have had widespread impacts on human and natural systems.

[…]

Warming of the climate system is unequivocal, and since the 1950s, many of the observed changes are unprecedented over decades to millennia. The atmosphere and ocean have warmed, the amounts of snow and ice have diminished, and sea level has risen.

It then gives evidence and support for these claims, going into terrifying specificity:

Ocean warming dominates the increase in energy stored in the climate system, accounting for more than 90% of the energy accumulated between 1971 and 2010 (high confidence), with only about 1% stored in the atmosphere.

So much for “the pause”.

Since the beginning of the industrial era, oceanic uptake of CO2 has resulted in acidification of the ocean … corresponding to a 26% increase in acidity.

Ocean acidification is killing off entire species, upsetting the ecological balance of the oceans. This is on top of sea level rise, the disruption of the heat transport balance of the planet, and the amplification of extreme weather we’re seeing all over the Earth.

Continued emission of greenhouse gases will cause further warming and long-lasting changes in all components of the climate system, increasing the likelihood of severe, pervasive and irreversible impacts for people and ecosystems.

Ask Californians suffering from one of the worst droughts in history how they feel about “long-lasting changes in the climate,” for example, or how much you enjoyexcursions in the polar vortex bringing frigid cold into the U.S. eastern states in the winter.

Global warming is real. It’s causing climate change on a planetary scale, and this isextremely dangerous for humanity.

Yet Republican politicians deny it as if their careers and funding depend on them doing so.

This is what these elections today mean. I am by no means a single-issue voter, unless you count reality as an issue. When you vote today, it quite literally affects the future of humanity.

Do we finally take action about the single greatest threat we as a species face today? Or do we elect officials who would rather take money from the fossil fuel industryand bury their heads firmly in the sand, putting off for at least another two years taking any action, or even recognizing that we need to take action against it?

Remember that today as you go to the polls. Your vote counts. Make it count.

A seca de SP na mídia 5 (31 de outubro de 2014)

Folha – Colunistas – José Simão – Ueba! Robalo é mascote da Copa! – 16/04/2014

Cantareira pra Quantareia! “Nossa! Quanta areia em Cantareira!”. Rarará! E adorei a charge do Nani: “Estou com dor de cabeça e hoje não é meu dia no …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-robalo-e-mascote-da-copa.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP tem a madrugada mais fria do ano; chuva deve atingir Cantareira – 15/04/2014

. A previsão é de chuva forte para o período da tarde de hoje na região das represas do sistema Cantareira. Hoje, o sistema opera no limite com 12% de sua capacidade, consid …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-deve-atingir-cantareira.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Após chuva, índice do sistema Cantareira registra pequena elevação – 13/04/2014

As chuvas registradas na noite de ontem (12) fizeram com que o nível do sistema Cantareira subisse após uma semana de quedas. Apesar disso, a situação ainda é considerada c …

http://www1.folha.uol.com.br/co…eira-tem-pequena-elevacao.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Corte de água muda rotina e faz parecer que já há racionamento – 13/04/2014

Cantareira estava muito baixo, eles haviam desligado o registro. Eu não sou contra o racionamento, mas é preciso avisar antes, para nos prepararmos já que vamos ficar sem á …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-ja-haver-racionamento.shtml

Folha – Colunistas – PVC – A seca – 13/04/2014

do tamanho do Complexo Cantareira, que atingiu 12,5% de sua capacidade. Mas o nível desce num ritmo assustador. “Atrapalha muito voltar de férias sete dias antes de …

http://www1.folha.uol.com.br/co…vc/2014/04/1440001-a-seca.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Em queda, reservatório do sistema Cantareira atinge 12% da capacidade – 12/04/2014

O reservatório de água do Sistema Cantareira, o principal fornecedor de água para a Grande São Paulo, registra 12% de sua capacidade total neste sábado (12). Esse é o nível …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-atinge-12-da-capacidade.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Queixa por falta d’água bate recorde no Estado – 12/04/2014

mais que dobrou em relação ao primeiro bimestre de 2013. O período foi marcado pelo verão mais quente da história de São Paulo e pela piora da crise do Cantareira, princi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ua-bate-recorde-no-estado.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Seca faz surgir mancha verde gigante em lagoa do interior – 12/04/2014

). CANTAREIRA O fenômeno está relacionado à crise do sistema Cantareira, que abastece diretamente 8,8 milhões de pessoas na Grande SP e indiretamente 5,5 milhões …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ante-em-lagoa-do-interior.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Racionamento pode deixar casas por dois dias seguidos sem água – 12/04/2014

seria impossível garantir que as 8,8 milhões de pessoas que são abastecidas pelo Cantareira na região metropolitana de SP sofreriam as mesmas consequências no caso de haver …

http://www1.folha.uol.com.br/co…is-dias-seguidos-sem-agua.shtml

Painel do Leitor – Painel do Leitor – Leitores comentam declaração de presidente da Sabesp sobre crise de água – 12/04/2014

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, comete grandes enganos ao rebater críticas à empresa diante da crise de falta de água nos reservatórios do sistema Cantareira. Quem &quo …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…abesp-sobre-crise-de-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Populismo líquido – 11/04/2014

informação. Não é um bom argumento para explicar por que o nível da água no Sistema Cantareira, que abastece 8,8 milhões de pessoas na Grande São Paulo, se aproxima da ma …

http://www1.folha.uol.com.br/op…1438984-populismo-liquido.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Polícia paulista flagra de fábrica a churrascaria furtando água – 11/04/2014

, a presidente da Sabesp, Dilma Pena, defendeu num discurso inflamado o planejamento da companhia para enfrentar a crise de falta de água nos reservatórios do sistema Cantareira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…hurrascaria-furtando-agua.shtml

Guia Folha – Bares – No Comida di Buteco, peixes e frutos do mar são boas pedidas no centro de SP – 11/04/2014

a sorte com o Pastel da Casa (R$ 16), recheado com peito de peru, tomate seco e Catupiry. Mercado Municipal – r. da Cantareira, 306, r. E, box 14, tel. 3228-2141. 70 lug …

http://guia.folha.uol.com.br/ba…s-pedidas-no-centro-de-sp.shtml

Guia Folha – Bares – Bares de membros de família nordestina dão o tom na zona norte no Comida di Buteco – 11/04/2014

vista para a serra da Cantareira. O tira-gosto concorrente é o bolinho de carne Davilma (R$ 7), recheado com provolone. R. Cons. Moreira de Barros, 1.084, Santana, tel. …

http://guia.folha.uol.com.br/ba…norte-no-comida-di-buteco.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com 80% das obras concluídas, uso do ‘volume morto’ pode começar em maio – 10/04/2014

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, afirmou nesta quinta-feira que 80% das obras que possibilitarão o uso do chamado “volume morto” do sistema Cantareira já estão …

http://www1.folha.uol.com.br/co…orto-pode-comecar-em-maio.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Críticas sobre crise da água partem de quem não estuda, diz presidente da Sabesp – 10/04/2014

contornar a recente escassez de chuva nos sistemas hídricos que abastecem o Estado, especialmente o Cantareira, que hoje estava com 12,4% da sua capacidade utilizada. A O …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-diz-presidente-da-sabesp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de água faz escola na zona sul de SP dispensar estudantes – 10/04/2014

transferência de vazões dos sistemas Guarapiranga e Alto Tietê para alguns bairros atendidos pelo Cantareira. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…udantes-na-zona-sul-de-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin confirma volta de Mauro Arce para a secretaria de Recursos Hídricos – 09/04/2014

assumirá com o desafio de administrar a escassez de água em um dos sistemas que abastecem a cidade de São Paulo, oCantareira, que hoje operava com apenas 12,5% de sua capa …

http://www1.folha.uol.com.br/co…aria-de-recursos-hidricos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin volta atrás e diz que não descarta rodízio de água em SP – 09/04/2014

estruturais, são suficientes para contornar a recente escassez de chuva nos sistemas hídricos que abastecem o Estado, especialmente o Cantareira. O governador disse que a d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rta-rodizio-de-agua-em-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sem água, bar expulsa clientes e atores ficam sem banho na praça Roosevelt – 09/04/2014

à manobras técnicas operacionais” que transferiram o abastecimento de alguns bairros do sistema Cantareira para os sistemas Guarapiranga e Alto Tietê- “poderão se …

http://www1.folha.uol.com.br/co…res-ficam-sem-banho-em-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Rio Jaguari sofre pior seca e fica com parte da sua calha à mostra – 09/04/2014

Responsável por encher o maior reservatório do sistema Cantareira, o rio Jaguari passa por sua pior seca. Ontem, enquanto o sistema registrava novo recorde negativo -12,7 …

http://www1.folha.uol.com.br/co…m-parte-da-calha-a-mostra.shtml

Painel do Leitor – Painel do Leitor – Moradores relatam cortes diários de água em SP; envie seu relato – 09/04/2014

sistema Cantareira para os sistemas Guarapiranga e Alto Tietê- “poderão ser constatadas eventuais intermitências pontuais” no fornecimento de água da região centr …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…ua-em-sp-envie-seu-relato.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp agora cogita fazer rodízio de água ainda neste ano em SP – 09/04/2014

Cantareira aos níveis mais baixos da história, preocupando 8,8 milhões de pessoas na Grande SP que recebem água daquelas represas, a gestão Alckmin apresentou medidas que, …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gua-ainda-neste-ano-em-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Maioria quer campanha de racionamento de água e energia, diz Datafolha – 08/04/2014

Sistema Cantareira, que abastece de água metade dos moradores da região metropolitana de São Paulo, nunca estiveram tão baixas. Hoje, o sistema opera com apenas 12,7% de su …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-e-energia-diz-datafolha.shtml

Folha – Colunistas – Mônica Bergamo – Empresa que administra represas cobra R$ 60 milhões da Sabesp – 08/04/2014

mesmo tempo, a Emae se compromete a disponibilizar adicionalmente 2,2 m³ por segundo à rede, o que pode ajudar na crise de falta de água do sistema Cantareira. TÁ NA MODA …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ra-r-60-milhoes-da-sabesp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sistema Cantareira opera abaixo dos 13% pela primeira vez na história – 07/04/2014

O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de parte da região metropolitana de São Paulo, registrou nível inferior a 13% de sua capacidade pela primeira vez na hi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-primeira-vez-na-historia.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível do Cantareira chega a 13% e bate novo recorde histórico – 05/04/2014

O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água de parte da região metropolitana de São Paulo, continua a bater recordes negativos. Neste sábado (5), o nível d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…te-novo-recorde-historico.shtml

Folha de S.Paulo – Opinião – Paulo Skaf: São Pedro é inocente – 04/04/2014

Na sexta-feira passada, dia em que o volume de água armazenado no sistema Cantareira caiu abaixo de 14% pela primeira vez, as ações da Sabesp (Companhia de Saneamento Básic …

http://www1.folha.uol.com.br/op…skaf-sao-pedro-e-inocente.shtml

Painel do Leitor – Painel do Leitor – Leitora critica problemas ambientais de São Paulo – 04/04/2014

Há anos a Sabesp sabe que falta água no sistema Cantareira, mas a Cetesb (Companhia Ambiental de São Paulo) e o extinto Deprn (Departamento Estadual de Proteção dos Recurso …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…s-ambientais-de-sao-paulo.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Diretor de agência federal diz que São Paulo deve restringir água – 03/04/2014

. Jorge Araujo/Folhapress Cantareira sofre com falta de chuva; consumo de água na Grande SP cresce mais que a produção A medida é consequência da pior crise do …

http://www1.folha.uol.com.br/co…para-o-sistema-cantareira.shtml

F5 – Factoides – HUMOR: Garanta sua vaga no programa Brasil Mais Módicos – 03/04/2014

dividido entre os muito ricos, de um lado, e os módicos, do outro! Eu, enquanto primeiro módico brasileiro, quero ter acesso prime à água do volume morto da Cantareira! A …

http://f5.folha.uol.com.br/fact…grama-brasil-mais-modicos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Consumo de água na Grande São Paulo cresce mais que a produção – 03/04/2014

/Folhapress Sistema Cantareira sofre com falta de chuva; consumo de água na Grande SP cresce mais que a produção Para Paulo Ferreira, professor de engenharia do Mac …

http://www1.folha.uol.com.br/co…resce-mais-que-a-producao.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ary Albano (1928-2014) – Fundou o Defenda São Paulo – 03/04/2014

urbanísticos para a cidade de São Paulo ou pendurado no telhado, limpando uma calha de sua casa no pé da Serra da Cantareira, no Tremembé. Formado em uma das primeiras tu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…undou-o-defenda-sao-paulo.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Para Alckmin, é preciso esquecer ‘paixões políticas’ com crise da água – 02/04/2014

sistema Cantareira, apresentado pelo governador de São Paulo ao governo federal. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), chegou a escrever, nas redes sociai …

http://www1.folha.uol.com.br/co…liticas-com-crise-da-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Dúvidas hídricas – 02/04/2014

públicos. Serão R$ 800 milhões caso o programa de bônus se estenda até o final do ano. Inicialmente destinada aos 9 milhões de usuários do sistema Cantareira, a campanha …

http://www1.folha.uol.com.br/op…ditorial-duvidas-hidricas.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Bônus de redução do consumo de água custará R$ 800 mi até o fim do ano – 01/04/2014

o início do bônus aos consumidores, 76% dos consumidores reduziram de alguma forma o consumo de água, sendo que quase quatro em cada dez casas que são abastecidas pelo Cantarei …

http://www1.folha.uol.com.br/co…r-800-mi-ate-o-fim-do-ano.shtml

Guia Folha – Bares – Saiba quais são os 50 bares participantes do Comida di Buteco e seus pratos – 01/04/2014

-gosto concorrente: Pastel da casa (Pastel recheado com peito de peru, tomate seco, Catupiry e tempero especial) Preço: R$ 16 Rua Da Cantareira, 306, Mercado Municipal, Sã …

http://guia.folha.uol.com.br/ba…a-di-buteco-e-seus-pratos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Economia de água é menor entre moradores de condomínio, diz Sabesp – 01/04/2014

Cantareira que poupassem água. Outros 76% economizaram água, mas só cerca de metade deles atingiu os 20% necessários para obter o desconto de 30% na conta oferecido pela …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-condominio-diz-sabesp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp corta investimentos para compensar desconto a consumidor – 01/04/2014

sistema Cantareira, o desconto passa a atingir 17 milhões de pessoas. A Sabesp e o governo não informaram a estimativa do impacto que o bônus terá sobre sua receita anual …

http://www1.folha.uol.com.br/co…sar-desconto-a-consumidor.shtml

Folha de S.Paulo – Mercado – Sabesp faz contingenciamento de R$ 700 mi de orçamento e foca em água – 31/03/2014

% segundo a média dos 12 meses anteriores. O incentivo foi anunciado no início de fevereiro para algumas cidades atendidas pelo sistema de reservatórios Cantareira, o prin …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-orcamento-e-foca-em-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin amplia bônus na conta de água para Grande SP e toda a capital – 31/03/2014

abastecidos pelo sistema Cantareira, aproximadamente 8,8 milhões de pessoas. Com a medida, cerca de 17 milhões poderão ter o desconto desde que economizem 20% a quantidade …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rande-sp-e-toda-a-capital.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – Painel: Alckmin vai ampliar para Grande SP desconto para quem reduzir água – 31/03/2014

Torneira fechada O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anuncia hoje que vai ampliar para toda a região metropolitana de São Paulo a oferta de desconto a consumidores que reduzirem e …

http://www1.folha.uol.com.br/po…to-para-quem-reduzir-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Promotoria critica gestão ‘política’ da água em SP e uso do ‘volume morto’ – 30/03/2014

O Ministério Público de São Paulo questionou formalmente os órgãos gestores do Cantareira e o uso do “volume morto” do sistema –a reserva técnica de água qu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-sp-e-uso-do-volume-morto.shtml

Folha de S.Paulo – Serafina – Para ganhador de prêmio Nobel, cheias no Norte e secas no Sudeste estão conectadas – 30/03/2014

Zaratustra” não o inspirou). Luciano Schmitz Para Philip Fearnside, as cheias no rio Madeira e o baixo nível do sistemaCantareira estão conectados Daquel …

http://www1.folha.uol.com.br/se…-sudeste-estao-conectadas.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Em ano eleitoral, SP prepara medidas para evitar racionamento – 29/03/2014

feito com sucesso. As obras orçadas em R$ 80 milhões estão sendo feitas de forma emergencial em duas represas do sistemaCantareira. O uso da técnica é inédito. A Sabes …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-para-evitar-racionamento.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Melhor opção não inclui rio Paraíba do Sul, afirma estudo paulista – 29/03/2014

resolver a situação do sistema Cantareira, que abastece 8,8 milhões de pessoas e está em nível crítico. Por isso, foi acelerada. Sobre não ter enviado os estudos à ANA, o …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-sul-diz-estudo-paulista.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sistema Cantareira registra chuvas abaixo da média há 2 anos – 29/03/2014

As chuvas mensais sobre o sistema Cantareira estão há aproximadamente dois anos abaixo da média histórica. Nos últimos 24 meses, em apenas oito as chuvas estiveram acima …

http://www1.folha.uol.com.br/co…abaixo-da-media-ha-2-anos.shtml

Folha de S.Paulo – Opinião – São Paulo deve vetar espigões nos bairros? Sim – 29/03/2014

ocupar a área protegida da Cantareira, ao norte. Ao mesmo tempo, há uma aversão pelo crescimento vertical disperso, que descaracterizou trechos significativos dos bairros r …

http://www1.folha.uol.com.br/op…-espigoes-nos-bairros-sim.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Medidas contra racionamento de água podem custar um Itaquerão – 29/03/2014

sistema Cantareira, que abastece 8,8 milhões de pessoas na Grande SP, a Sabesp lançou neste ano uma campanha para que os moradores baixem em pelo menos 20% a água usada e t …

http://www1.folha.uol.com.br/co…podem-custar-um-itaquerao.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde e opera com menos de 14% de sua capacidade – 28/03/2014

O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água de parte da região metropolitana de São Paulo, continua a bater recordes negativos. Nesta sexta-feira (28), o n …

http://www1.folha.uol.com.br/co…s-de-14-de-sua-capacidade.shtml

Folha de S.Paulo – BBC Brasil – O futuro da água brasileira será decidido nos tribunais? – 28/03/2014

São Paulo e Rio de Janeiro vivem um embate. A razão é o projeto de São Paulo de captar água do Rio Paraíba do Sul e levá-la ao sistema Cantareira, grupo de reservatórios qu …

http://www1.folha.uol.com.br/bb…ra-decidido-nos-tribunais.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mural: No aniversário de Mairiporã, moradores ressaltam pontos positivos da cidade – 27/03/2014

Encravada na Serra da Cantareira, ao norte da região metropolitana de São Paulo, a cidade de Mairiporã completa hoje 125 anos de sua emancipação. Com cerca de 90 mil habitan …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ontos-positivos-da-cidade.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Água está diminuindo na nascente do rio Paraíba do Sul, dizem vizinhos – 27/03/2014

de pessoas são atendidas na região. A ideia de utilizar a água do rio federal para abastecer o sistema Cantareira é discutida há ao menos cinco anos. O projeto já foi dis …

http://www1.folha.uol.com.br/co…iba-do-sul-dizem-vizinhos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP não ‘vai retirar nenhuma gota do Rio’, diz tucano – 25/03/2014

abastece o Vale do Paraíba e 12 milhões de pessoas na zona metropolitana do Rio, para assegurar que o sistema Cantareira não seque novamente no futuro. Segundo Alckmin, d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ma-gota-do-rio-diz-tucano.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Análise: ‘Guerra da água’ faz Alckmin e Cabral buscarem dividendos políticos – 25/03/2014

questões técnicas em busca de dividendos políticos. Alckmin estava acuado pelo conta-gotas diário do sistema Cantareira e seus sucessivos recordes negativos de capacidade …

http://www1.folha.uol.com.br/co…arem-dividendos-politicos.shtml

Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Represar as palavras – 25/03/2014

proposta do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), de interligar o sistema Cantareira à bacia do Paraíba do Sul, que também alimenta o RJ e Minas Gerais. Respon …

http://www1.folha.uol.com.br/op…0297-represar-as-palavras.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Para Alckmin, crítica do Rio a interligação de água é uma ‘questão de informação’ – 24/03/2014

projeto de interligação da Bacia do Rio Paraíba do Sul ao Sistema Cantareira. Segundo ele, São Paulo, diferente do Rio de Janeiro, pretende fazer uma interligação de dois …

http://www1.folha.uol.com.br/co…uma-questao-de-informacao.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Em dia de piscina no Minhocão, SP teve tarde mais fria do ano – 24/03/2014

crianças brincarem em piscina montada no Minhocão CANTAREIRA Segundo Luana, a água usada veio de um poço artesiano e do lençol freático. Nem um pingo foi tirado do S …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ve-tarde-mais-fria-do-ano.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin rebate Cabral e diz que rio é ‘dos paulistas’ – 24/03/2014

depois que Alckmin levou para apreciação do governo federal projeto que interliga o sistema Cantareira à bacia do rio Paraíba do Sul, que abastece também Rio e Minas Gerais …

http://www1.folha.uol.com.br/co…z-que-rio-e-dos-paulistas.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Piscina de 50 metros é montada em cima do Minhocão – 23/03/2014

a ver com o sistema Cantareira, por exemplo”, disse a artista. Joel Silva/Folhapress Moradora de prédio observa crianças brincarem em piscina montada no Minh …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ntada-em-cima-do-minhocao.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp recusa previsões para áreas específicas de seus sistemas – 23/03/2014

de seus sistemas de abastecimento. O principal deles, o Cantareira, tem um histórico de secas e cheias bruscas, que submeteram a Grande São Paulo a racionamentos (como os …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ecificas-de-seus-sistemas.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP superestima vazão de rio no projeto para ajudar reservatório, diz órgão – 22/03/2014

São Paulo superestima em até 15% a quantidade de água disponível no rio Paraíba do Sul. É o que diz Danilo Vieira, presidente do Ceivap (Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ar-reservatorio-diz-orgao.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – Painel: RJ não tem razão para reclamar de interligação de bacias, diz Alckmin – 21/03/2014

sistema Cantareira à bacia do Paraíba do Sul. A proposta apresentada por Alckmin … Leia post completo no blog …

http://www1.folha.uol.com.br/po…cao-de-bacias-diz-alckmin.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Abastecimento do RJ será afetado, diz professor da UFRJ – 21/03/2014

sua água dividida por contratos, em torno dos quais se organizam indústrias, agricultura e municípios. Não podem simplesmente ser rompidos. A contrapartida de o Cantareirahttp://www1.folha.uol.com.br/co…ado-diz-professor-da-ufrj.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ligar Cantareira à bacia é opção econômica, diz docente da USP – 21/03/2014

Professor da engenharia civil da USP, Rubem Porto considera a proposta de ligar o sistema Cantareira à bacia do Paraíba do Sul uma alternativa econômica e de baixo impacto …

http://www1.folha.uol.com.br/co…nomica-diz-docente-da-usp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira teve nível baixo em 15 meses desde 2004 – 21/03/2014

Os reservatórios do sistema Cantareira ficaram, nos últimos dez anos, 15 meses não contínuos em níveis inferiores a 35% -faixa em que, pela proposta do governador Geraldo A …

http://www1.folha.uol.com.br/co…xo-em-15-meses-desde-2004.shtml

Folha – Colunistas – Marina Silva – Líquido e incerto – 21/03/2014

as situações de crise se tornam frequentes. É o caso do Cantareira, em São Paulo, que passou por um sério período de escassez na década passada. Desde então, a gestão do …

http://www1.folha.uol.com.br/co…1428621-liquido-e-incerto.shtml

Painel do Leitor – Painel do Leitor – Presidente do PSDB paulistano critica declarações de Padilha – 21/03/2014

, anterior ao próprio problema de abastecimento do sistema Cantareira, informação que pode ser facilmente verificada em uma breve pesquisa em sites de busca na internet ou c …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…ca-declaracoes-de-padilha.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – Skaf critica pedido de Alckmin de usar rio para abastecer sistema Cantareira – 20/03/2014

Alckmin ao governo federal para utilizar o volume excedente do Rio Paraíba do Sul para abastecer o sistema Cantareira. Segundo o peemedebista, se o governo de São Paulo t …

http://www1.folha.uol.com.br/po…stecer-sistema-cantareira.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cabral diz que água que abastece o povo fluminense não será retirada – 20/03/2014

Paulo, Alckmin foi anteontem a Brasília pedir à presidente Dilma Rousseff (PT) autorização para captar água da bacia do rio federal Paraíba do Sul e despejá-la no sistema Canta …

http://www1.folha.uol.com.br/co…bastece-o-povo-fluminense.shtml

Folha de S.Paulo – sãopaulo – Após proibição, prefeitura autoriza piscina olímpica no Minhocão – 20/03/2014

importante deixar claro que essa água não é a mesma que utilizamos no cotidiano, não tem nada a ver com o sistema Cantareira, por exemplo”, diz a artista. Reproduçã …

http://www1.folha.uol.com.br/sa…cina-olimpica-no-minhocao.shtml

F5 – Factoides – HUMOR: Hoje é o Dia Internacional do ‘Ai-Já-É-Dia-20-E-Eu-Não-Tenho-um-Tostão-na-Conta’ – 20/03/2014

recorrer ao “volume morto” do sistema Cantareira pra achar algum ministério potável. O único perigo é tentar pescar um ministério e achar o José Serra! Ou o Ger …

http://f5.folha.uol.com.br/fact…-tenho-um-tostao-na-conta.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘Reserva é para ser usada’, diz Alckmin sobre ‘volume morto’ do Cantareira – 20/03/2014

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (20) que o “volume morto” do sistemaCantareira, água que está abaixo do nível de ca …

http://www1.folha.uol.com.br/co…olume-morto-do-cantareira.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Feira na USP tem até chuveiro ‘dedo-duro’ para economizar água – 20/03/2014

Enquanto se discute no Planalto se São Paulo poderá ou não usar água do Rio Paraíba para abastecer o sistema Cantareira, estudantes do ensino básico e técnico de todo o paí …

http://www1.folha.uol.com.br/co…duro-para-economizar-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – Padilha vai capitalizar insatisfação de prefeitos e endurecer críticas à Sabesp – 20/03/2014

Em meio à crise hídrica que atinge São Paulo, o pré-candidato do PT ao governo do Estado, Alexandre Padilha, vai capitalizar a insatisfação de prefeitos paulistas e endurecer as c …

http://www1.folha.uol.com.br/po…durecer-criticas-a-sabesp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Verão termina sendo o mais quente da história de São Paulo – 20/03/2014

das consequências do período de estiagem no Estado foi a crise no abastecimento de água na Grande São Paulo. O reservatório doCantareira, que abastece 8,8 milhões de habit …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-da-historia-de-sao-paulo.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘O Rio também será beneficiado’, diz Alckmin sobre transposição do rio Paraíba – 20/03/2014

sistema Cantareira e a bacia do rio Paraíba do Sul. “Vamos dar todas as garantias e garantir as vazões mínimas [do rio Paraíba]”, disse Alckmin, em Campinas (a …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ansposicao-do-rio-paraiba.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta d’água atípica em bairro nobre surpreende moradores – 20/03/2014

a louça e a roupa, tomara que não aconteça amanhã de novo”, conta Sueli Alves, doméstica que diz economizar água “desde que o [sistema] Cantareira está mais baixo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…obre-surpreende-moradores.shtml

Painel do Leitor – Painel do Leitor – Sabesp rebate declaração do serviço de água e esgoto de Guarulhos – 20/03/2014

. As cidades atendidas pelo Sistema Cantareira –capital paulista, Franco da Rocha, Francisco Morato, Caieiras, Osasco, Carapicuíba, Barueri, Taboão da Serra, Santo A …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…arta-do-saae-de-guarulhos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Uso de água federal é para 2015, diz Alckmin – 20/03/2014

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem que o projeto de interligação do sistema Cantareira à bacia do rio Paraíba do Sul trará resultados apenas em 2015. No cená …

http://www1.folha.uol.com.br/co…l-e-para-2015-diz-alckmin.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Tucano quer fazer de Dilma sua ‘sócia’ na crise da água – 20/03/2014

bacia do rio Paraíba do Sul para o sistema Cantareira, Alckmin poderá dividir com o PT as críticas resultantes da crise hídrica. Se a permissão vier, ganham os dois: Dilm …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ua-socia-na-crise-da-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Para governo do Rio, plano de SP ameaça água do Estado – 20/03/2014

federal Paraíba do Sul e despejá-la no sistema Cantareira, que está no nível mais baixo da história. O Paraíba do Sul é responsável pelo abastecimento de 15 milhões de pe …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-sp-ameaca-agua-do-estado.shtml

Folha – Colunistas – José Simão – Ueba! PMDB bota fogo no colchão! – 20/03/2014

captar água de rio federal e despejar no sistema Cantareira”. Com balde?! Rarará! E ontem eu disse que eu tenho medo de dormir brasileiro e acordar argentino. E um a …

http://www1.folha.uol.com.br/co…pmdb-bota-fogo-no-colchao.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo federal pede análise sobre captação de água de rio federal para SP – 19/03/2014

O governo federal determinou à ANA (Agência Nacional das Águas) que analise a captação de água da bacia do rio federal Paraíba do Sul para o sistema Cantareira, conforme pe …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ua-de-rio-federal-para-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Crise de falta de água em São Paulo foi mal gerenciada, diz Padilha – 19/03/2014

Pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha disse ser favorável ao uso das águas do rio federal Paraíba do Sul para aumentar o nível do sistema Cantareirahttp://www1.folha.uol.com.br/co…al-gerenciada-diz-padilha.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin pedirá licença para aumentar fluxo de água para o Cantareira – 19/03/2014

, no sistema Cantareira. Se construída, a ligação poderá desviar cinco metros cúbicos de água por segundo do rio Jaguari (afluente do Paraíba do Sul) para o Cantareira< …

http://www1.folha.uol.com.br/co…de-agua-para-o-cantareira.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo federal deve aprovar uso de água do Paraíba em SP, diz Alckmin – 19/03/2014

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) está otimista e acredita que o projeto que pretende bombear água do rio Paraíba do Sul para o sistema Cantareira será aprov …

http://www1.folha.uol.com.br/co…paraiba-em-sp-diz-alckmin.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – De albergue a invasão, garoto e seus pais esperam por moradia há dez anos – 19/03/2014

da Cantareira. Só que o menino jamais espia a vida pela janela do seu quarto: entra em pânico. Teme que se repita uma cena ocorrida quando tinha dez meses de vida, mas qu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…m-por-moradia-ha-dez-anos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Indústrias têm racionamento de água, diz Fiesp – 19/03/2014

Mata Atlântica. Em nota, a Sabesp nega estar restringindo o fornecimento de água às indústrias. A companhia afirma ter visitado algumas delas para orientá-las a reduzir o consum …

http://www1.folha.uol.com.br/co…namento-de-agua-diz-fiesp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin pede para usar água federal em SP – 19/03/2014

Paraíba do Sul e despejá-la no sistema Cantareira, que opera com o nível mais baixo de sua história. Se implementada, a medida vai auxiliar na recuperação do sistema, que …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-usar-agua-federal-em-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – Kassab volta a criticar Alckmin e diz que houve descuido do governo de SP – 18/03/2014

sistema Cantareira, que abastece a Grande São Paulo, está operando com apenas 14,9% de seu volume graças à escassez de chuvas, o nível mais baixo já registrado. O governo d …

http://www1.folha.uol.com.br/po…cuido-do-governo-paulista.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – Painel: Alckmin e Dilma discutem crise de água em SP – 18/03/2014

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, embarcou na tarde desta terça-feira (18) para Brasília, onde se reunirá com a presidente Dilma Rousseff para discutir a crise de abaste …

http://www1.folha.uol.com.br/po…cutem-crise-de-agua-em-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Videocasts – Drone sobrevoa sistema Cantareira; assista – 18/03/2014

O nível cada vez mais crítico do sistema Cantareira, que abastece diretamente 8,8 milhões de pessoas na Grande São Paulo e indiretamente 5,5 milhões no interior do Estado, …

http://www1.folha.uol.com.br/mu…istema-cantareira-assista.shtml

Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: À espera de são Pedro – 18/03/2014

a tais localidades. São conhecidas, pelo menos desde 2009, as fragilidades do Cantareira, responsável por abastecer 8,8 milhões de pessoas na região metropolitana de São Pa …

http://www1.folha.uol.com.br/op…953-a-espera-de-sao-pedro.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘Reserva’ do sistema Cantareira pode abastecer Grande SP por 4 meses – 18/03/2014

Considerado um plano B pelo governo estadual para tentar evitar um racionamento, a utilização do chamado “volume morto” doCantareira –água armazenada nas …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cer-grande-sp-por-4-meses.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘É a raspa do tacho’, diz especialista sobre reserva do Cantareira – 18/03/2014

tem mais sedimentos e requer mais produtos químicos. “Estamos usando a ‘raspa do tacho’, o limite de reservação do Cantareira”, afirma Moruzzi. Para Paulo Ferre …

http://www1.folha.uol.com.br/co…bre-reserva-do-cantareira.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘Volume morto’ do Cantareira poderá ser usado a partir de julho, diz Sabesp – 17/03/2014

A reserva mais profunda de água do sistema Cantareira poderá ser utilizada para consumo da Grande São Paulo a partir de julho, segundo a Sabesp (Companhia de Saneamento Bás …

http://www1.folha.uol.com.br/co…artir-de-julho-diz-sabesp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível do sistema Cantareira continua em queda e bate novo recorde – 16/03/2014

O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água de parte da região metropolitana de São Paulo, continua a bater recordes negativos. Mesmo com a chuva e com a r …

http://www1.folha.uol.com.br/co…queda-e-bate-novo-recorde.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cidades da Grande São Paulo também sofrem com falta de água – 16/03/2014

A falta de água já é uma realidade em cidades da Grande São Paulo que também estão na mira de um possível racionamento devido aos baixos níveis dos reservatórios do Cantareira< …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ofrem-com-a-falta-de-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘Racionamento’ não oficial já atinge vários bairros de São Paulo – 16/03/2014

Desde antes da atual crise do sistema Cantareira, uma parcela dos moradores de São Paulo já vive uma situação semelhante à de um racionamento, com cortes de água diários ou …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rios-bairros-de-sao-paulo.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – ‘Folha 10’ destaca escassez de água em São Paulo – 15/03/2014

A “Folha 10” desta semana aborda o esgotamento do sistema Cantareira, principal fornecedor de água para a Grande São Paulo. Como medida para evitar o racionamen …

http://www1.folha.uol.com.br/po…ssez-de-agua-em-sao-paulo.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Bairro de Guarulhos vive rodízio de água há cinco anos – 15/03/2014

compra 87% da água que distribui da Sabesp, do governo do Estado. Boa parte desse volume vem do sistema Cantareira, cujo reservatório estava com 15,5% da capacidade ontem. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rodizio-de-agua-ha-5-anos.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – Padilha culpa Alckmin pela falta de água em São Paulo – 15/03/2014

cidade. Os outros 87% são comprados por atacado da Sabesp, seja do sistema Alto do Tietê ou da Cantareira, que hoje opera com cerca de 15% de sua capacidade por conta da es …

http://www1.folha.uol.com.br/po…alta-de-agua-em-sao-paulo.shtml

Folha de S.Paulo – Folhinha – Sem chuvas em SP, também pode faltar luz; saiba como economizar água – 15/03/2014

. Reservatório da Cantareira em Bragança Paulista (SP) SEM VIDEOGAME O problema da falta de chuva também pode provocar a falta de luz em casa. Isso porque a água que c …

http://www1.folha.uol.com.br/fo…aiba-como-economizar-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Folhinha – Crianças pegam no pé de quem não economiza água em casa e na escola – 15/03/2014

minutos, em vez cinco”, diz Luiza Afetian, 9. Ela ficou mais atenta ao saber que o reservatório do Cantareira, de onde vem a água para boa parte dos paulistanos, ating …

http://www1.folha.uol.com.br/fo…-agua-em-casa-e-na-escola.shtml

Folha de S.Paulo – Mercado – GM diz que falta de água preocupa mais do que escassez de energia – 14/03/2014

Comércio. Apesar da baixa nos reservatórios do Sistema Cantareira, que atendem às cidades da Grande São Paulo, Ardila diz que a fábrica da montadora em São Caetano do Sul …

http://www1.folha.uol.com.br/me…o-que-escassez-de-energia.shtml

Guia Folha – Restaurantes – Restaurant Week: veja as casas de cozinha francesa no evento – 14/03/2014

. Dom.: 12h às 17h. Valet (R$ 20). * Vila Parolari Com vista para a serra da Cantareira, a casa localizada na zona norte de São Paulo é especializada em pratos na culi …

http://guia.folha.uol.com.br/re…ozinha-francesa-no-evento.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo de SP precisa de dois novos sistemas Cantareira em 20 anos – 14/03/2014

O governo de São Paulo vai precisar construir represas equivalentes a dois novos sistemas Cantareira até 2035 para que grande parte do Estado não fique sem água &ndash …

http://www1.folha.uol.com.br/co…mas-cantareira-em-20-anos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp reduz fornecimento de água para Guarulhos e São Caetano – 13/03/2014

abastecidos pelo sistema Cantareira que hoje operava com 15,6% de sua capacidade total por conta da estiagem que atinge a região. Os municípios, que têm serviços autônomo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-guarulhos-e-sao-caetano.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp afirma que cumpre normas da agência reguladora – 13/03/2014

Cantareira”. Um exemplo citado “é a PPP Alto Tietê, concluída em 2011 e que adicionou 5 mil litros por segundo de água tratada ao sistema de abastecimento metro …

http://www1.folha.uol.com.br/co…mas-da-agencia-reguladora.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo paulista foi alertado em 2009 sobre riscos no Cantareira – 13/03/2014

Há quatro anos o governo do Estado foi alertado sobre a fragilidade do sistema Cantareira e instruído a tomar medidas para evitar o colapso do abastecimento de água na regi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…obre-riscos-no-cantareira.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – Para FHC, governo devia alertar população sobre crise de energia – 12/03/2014

). No Estado, consumidores recebem desconto na conta quando usam água do sistema Cantareira e diminuem 20% do consumo. CAMPOS O ex-presidente também comentou as últimas …

http://www1.folha.uol.com.br/po…ao-sobre-crise-de-energia.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mesmo com ‘plano B’ da Sabesp, índice do Cantareira volta a cair – 12/03/2014

O reservatório do Cantareira atingiu hoje o seu menor volume útil desde que foi criado, em 1974. Com 15,7%, o Cantareiraperdeu 0,1 ponto percentual de sua capacidad …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-cantareira-volta-a-cair.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Uso do ‘volume morto’ pode acabar com o Cantareira, diz consórcio – 11/03/2014

O uso do “volume morto” do sistema Cantareira pode causar um colapso no sistema de abastecimento de água da Grande São Paulo e nos rios do interior do Estado e co …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-cantareira-diz-consorcio.shtml

Folha de S.Paulo – Ilustrada – Morre aos 68 o pernambucano Jayme Leão, ilustrador da coleção Vagalume – 11/03/2014

capas de livros adultos, como “Malaguetas, Perus e Bacanaço”, de João Antônio. Seu corpo foi enterrado nesta terça no cemitério Parque da Cantareira (zona norte …

http://www1.folha.uol.com.br/il…rador-da-colecao-vagalume.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo manterá bônus por economia de água até o fim do ano em SP – 11/03/2014

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, confirmou que o programa de economia de água que dá 30% de desconto na conta daqueles que são abastecidos pelo sistema Cantareira será …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ia-de-agua-ate-fim-do-ano.shtml

Painel do Leitor – Painel do Leitor – Sabesp comenta editorial sobre crise de abastecimento de água – 11/03/2014

Sobre o editorial “Água em estado crítico, enfatizamos que a segurança no abastecimento de água para a capital e região metropolitana de São Paulo depende de ações das três e …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…-de-abastecimento-de-agua.shtml

Painel do Leitor – Painel do Leitor – Leitor de Mairiporã critica descaso com represa do sistema Cantareira – 11/03/2014

Cantareira. Uma delas é a Paiva Castro, em Mairiporã. A represa recebe quantidade colossal de esgoto, tem suas margens destruídas e, nos meses de julho, agosto e setembro, …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…esa-do-sistema-cantareira.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sem chuva, Noronha sofre com falta d’água; solução pode levar 6 meses – 10/03/2014

O arquipélago de Fernando de Noronha (PE) enfrenta a pior seca dos últimos 50 anos, o que já afeta o abastecimento de moradias, pousadas e restaurantes. E a previsão não é animado …

http://www1.folha.uol.com.br/co…olucao-pode-levar-6-meses.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Interior de São Paulo critica divisão de água com Grande SP – 10/03/2014

O nível cada vez mais crítico do sistema Cantareira, que abastece diretamente 8,8 milhões de pessoas na Grande São Paulo e indiretamente 5,5 milhões no interior do Estado, …

http://www1.folha.uol.com.br/co…sao-de-agua-com-grande-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp reduz captação de água do Cantareira nesta segunda – 10/03/2014

A partir de hoje, a Sabesp reduz em 10% a captação de água do sistema Cantareira, que abastece 8,8 milhões de pessoas na região metropolitana e outras 6,2 milhões no interi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-cantareira-nesta-segunda.shtml

Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Água em estado crítico – 09/03/2014

O abastecimento de água na Grande São Paulo chegou a um ponto crítico. A fim de evitar o racionamento e a exaustão do sistemaCantareira, são tomadas medidas extremadas, co …

http://www1.folha.uol.com.br/op…al-agua-em-estado-critico.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível de água do sistema Cantareira volta a 16% após chuvas – 08/03/2014

O nível do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água em parte de São Paulo e da região metropolitana, subiu para 16% neste sábado (8). Ontem, o sistema o …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ra-volta-a-16-apos-chuvas.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nove bairros de São Paulo serão abastecidos por outros sistemas – 08/03/2014

A Sabesp divulgou ontem uma lista de nove bairros paulistanos que deixarão de ser abastecidos pelo sistema Cantareira a partir de segunda-feira. Pinheiros (zona oeste …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cidos-por-outros-sistemas.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Desperdício, ocupação ilegal e falta de obras aumentam crise da água – 08/03/2014

sistema Cantareira. Especialistas ouvidos pela Folha afirmam que vários gargalos crônicos do sistema de recursos hídricos potencializam a seca que provoca a ameaça de rac …

http://www1.folha.uol.com.br/co…as-aumentam-crise-da-agua.shtml

Folha – Colunistas – Painel – Ajustes regionais atrapalham anúncio da chapa Campos-Marina – 08/03/2014

desafeto de Alckmin. Mais essa Além da possibilidade de racionamento de água na Grande São Paulo por conta do baixo nível do sistema Cantareira, a Sabesp tem mais um moti …

http://www1.folha.uol.com.br/co…io-da-chapa-campos-marina.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível de água de Sistema Cantareira cai abaixo de 16% e bate novo recorde – 07/03/2014

O nível do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água em parte de São Paulo e da região metropolitana, voltou a cair nesta sexta-feira (7). Hoje, o sistema …

http://www1.folha.uol.com.br/co…de-16-e-bate-novo-recorde.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Para especialistas, SP já deveria adotar racionamento leve – 07/03/2014

Estado, para controlar a crise de falta de água no sistema Cantareira. Sem essa medida de rodízio de água o gerenciamento das represas está sendo feito sob um alto risco, …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-adotar-racionamento-leve.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Erramos: Homepage: Corte na captação de água do sistema Cantareira começa na segunda – 06/03/2014

O governo paulista decidiu reduzir a captação de água do sistema Cantareira a partir de segunda-feira, e não o fornecimento de água, como informou incorretamente o título d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…tareira-comeca-na-segunda.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Vazão de água para a região de Campinas será reduzida em 25% – 06/03/2014

Assim como a Grande São Paulo, Campinas (a 93 km da capital) também deve receber menos água do sistema Cantareira. A redução para a região de Campinas, terceira maior cid …

http://www1.folha.uol.com.br/co…pinas-sera-reduzida-em-25.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Corte na captação de água do sistema Cantareira começa na segunda – 06/03/2014

A partir de segunda-feira (10), o governo do Estado reduzirá em cerca de 10% a captação da água do sistema Cantareira, que abastece 8,8 milhões de pessoas na Grande São Pau …

http://www1.folha.uol.com.br/co…tareira-comeca-na-segunda.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP só deve voltar a ter temperaturas de 30ºC na próxima semana – 06/03/2014

35ºC. Na região do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água em parte de São Paulo e da região metropolitana, também choveu ontem só 5,3 mm, insuficiente …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-30c-na-proxima-semana.shtml

Folha – Colunistas – Painel – Campos inicia maratona de visitas a 70 obras em 18 microrregiões de PE – 06/03/2014

) determinou à Sabesp que limite a 27,9 m³ por segundo a retirada de água do sistema Cantareira. A média histórica é de 33 m³/s, e hoje esse volume está em 29 m³/s. Ainda as …

http://www1.folha.uol.com.br/co…em-18-microrregioes-de-pe.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível do sistema Cantareira volta a cair em São Paulo – 05/03/2014

O nível do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água em parte de São Paulo e da região metropolitana, voltou a cair esta quarta-feira (5), mesmo com o regi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…volta-a-cair-em-sao-paulo.shtml

Folha – Colunistas – Leão Serva – Papel na privada, xixi no chuveiro – 03/03/2014

. Então, vamos “resetar” o cérebro e melhorar o mundo? Dar menos descargas, para economizar a água da Cantareira (e do planeta). …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-privada-xixi-no-chuveiro.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mesmo com chuva, nível do sistema Cantareira volta a cair em SP – 02/03/2014

O nível do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água em parte de São Paulo e da região metropolitana, voltou a cair neste domingo, mesmo com o registro de …

http://www1.folha.uol.com.br/co…areira-volta-a-cair-em-sp.shtml

Classificados – Imóveis – Condomínio pode ficar 5% mais barato com benefício – 02/03/2014

Na cidade de São Paulo, o nível das represas do sistema Cantareira atingiu a mínima histórica, na última semana, ao operar com capacidade abaixo de 17%. A última vez que …

http://classificados.folha.uol….mais-barato-com-beneficio.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Após 4 meses, nível do sistema Cantareira volta a subir – 01/03/2014

Depois de quatro meses, o sistema Cantareira voltou a subir. O avanço foi de 0,2% –agora, o reservatório está com 16,6% da capacidade. Segundo a Sabesp, a chuva sob …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-cantareira-volta-a-subir.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin diz que não tem plano para racionamento de água para SP – 28/02/2014

(Agência Nacional de Águas, federal) e do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica, estadual) recomendou a redução na captação de água no sistema Cantareira para o …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ionamento-de-agua-para-sp.shtml

Folha – Colunistas – Painel – Advogados do mensalão se articularam para pedir a revisão criminal – 28/02/2014

projeto para as obras que vão permitir a utilização do volume morto de duas represas do sistema Cantareira e espera assinar em até dez dias contratos emergenciais no valor …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-pedir-a-revisao-criminal.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp demora seis dias para consertar vazamento em São Paulo – 28/02/2014

Batista Caetano, na Aclimação. O bairro é um dos abastecidos pelo sistema Cantareira. Moradores relatam que vinham reclamando do vazamento de água desde o dia 22. A Sabes …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-dias-em-rua-da-aclimacao.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Decisão de grupo anticrise deve tornar racionamento inevitável – 28/02/2014

O órgão técnico que determina a quantidade de água que pode ser retirada do sistema Cantareira decidiu que a Sabesp precisa reduzir a captação para abastecer a Grande São P …

http://www1.folha.uol.com.br/co…r-racionamento-inevitavel.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo e Sabesp decidirão sobre rodízio de água após Carnaval – 27/02/2014

O governo de São Paulo e a Sabesp tomarão uma decisão sobre a necessidade do racionamento de água nas áreas da Grande São Paulo que são abastecidas pelo sistema Cantareira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…de-agua-sai-apos-carnaval.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Plano contra racionamento de água em SP pode levar seis meses – 27/02/2014

O uso do volume morto do sistema Cantareira, uma das saídas cogitadas pelo governo de São Paulo para evitar o racionamento de água em parte da Grande São Paulo, não será …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gua-pode-levar-seis-meses.shtml

Folha de S.Paulo – Esporte – Em dez rodadas, Paulista tem pior média de gols em 22 anos – 26/02/2014

Folha, o motivo é a falta de qualidade técnica no Brasil. “Pode se dizer que o nível está tão baixo quanto os do sistema Cantareira”, brincou o técnico Emerson …

http://www1.folha.uol.com.br/es…-media-de-gols-em-22-anos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível de água do Cantareira cai abaixo dos 17% pela primeira vez – 25/02/2014

O nível das represas que compõem o sistema Cantareira voltou a cair e atingiu, nesta terça-feira, o índice de 16,9%. Segundo a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Est …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-dos-17-pela-primeira-vez.shtml

Folha – Colunistas – Painel – Campos diz que Dilma conduz a economia como faziam ‘antes do Real’ – 25/02/2014

não fechar com o partido, Alckmin perde cerca de 40 segundos de TV. * TIROTEIO “Roubos subindo, Metrô parando, Cantareirasecando. E o governo do PSDB só se preo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…como-faziam-antes-do-real.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Veja as mortes e missas publicadas nesta terça-feira – 25/02/2014

Novaes. Deixa filhos e netos. Cem. Araçá. Ilona Paulina Helena Parisotti – Aos 73, casada com Oswaldo Parisotti. Deixa filhos e netos. Cemitério Parque Cantareira. Luiz …

http://www1.folha.uol.com.br/co…licadas-nesta-terca-feira.shtml

Folha – Colunistas – Antonio Prata – A pátria de ponteiros – 23/02/2014

qualquer percurso —a despeito da experiência, da Sulamérica trânsito e do Waze. Da Mooca pra USP? “Chego em 15!” De Santo Amaro pra Cantareira? “Quinze …

http://www1.folha.uol.com.br/co…535-a-patria-de-ponteiros.shtml

Folha de S.Paulo – sãopaulo – Para curtir a natureza: confira 5 sugestões de passeios ‘zen’ em SP – 23/02/2014

Cantareira Numa das maiores áreas de mata nativa dentro de uma megalópole, é possível ver inúmeros bichinhos, ao caminhar por trilhas, passar por lagos e ficar encantado co …

http://www1.folha.uol.com.br/sa…oes-de-passeios-zen-em-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com apenas 24% da chuva esperada, Cantareira tem baixa histórica – 21/02/2014

O nível das represas que compõem o sistema Cantareira voltou a cair e atingiu, nesta sexta-feira, o índice de 17,7%. Segundo a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Est …

http://www1.folha.uol.com.br/co…reira-tem-baixa-historica.shtml

F5 – Factoides – HUMOR: João Kléber tenta estancar queda no nível do sistema Cantareira – 21/02/2014

Xavier/Folhapress O nível do sistema Cantareira bateu recorde negativo chegando a 18% do sistema. Alckmin, para variar, fez que não era com ele e descartou risco d …

http://f5.folha.uol.com.br/fact…a-gritando-para-para-para.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível do sistema Cantareira fica abaixo de 18% pela primeira vez – 20/02/2014

O nível das represas que compõem o sistema Cantareira voltou a cair e atingiu, nesta quinta-feira, o índice de 17,9%. Segundo a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Es …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-de-18-pela-primeira-vez.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Após chuvas, nível das represas do sistema Cantareira volta a cair – 19/02/2014

O nível das represas que compõem o sistema Cantareira voltou a cair após as chuvas registradas no último final de semana. Segundo a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-cantareira-volta-a-cair.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Em caso de pane, Sabesp terá multa diária de R$ 50 mil em Guarujá – 19/02/2014

a manutenção da liminar a favor de Guarujá, divulgou alertas, no início do mês, para que a população economize água. CantareiraO governador Geraldo Alckmin (PSDB) volt …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ia-de-r-50-mil-no-guaruja.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível do sistema Cantareira se estabiliza após 30 dias de queda – 17/02/2014

O nível das represas que compõem o sistema Cantareira se estabilizou nesta segunda-feira após registrar queda nos últimos 30 dias. Segundo a Sabesp (Companhia de Saneamento …

http://www1.folha.uol.com.br/co…iza-apos-30-dias-de-queda.shtml

Folha de S.Paulo – Mercado – Reservatórios no Sul têm melhora, mas não garantem abastecimento – 17/02/2014

. Apesar dos resultados inspirarem otimismo, as chuvas registradas na região do sistema Cantareira, em São Paulo, não têm sido suficientes para reabastecer as represas da …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-sudeste-tem-leva-melhora.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível de represas do sistema Cantareira ainda é baixo – 17/02/2014

A chuva registrada nos últimos três dias na região do sistema Cantareira não tem sido suficiente para reabastecer as represas da região, as mais importantes no abasteciment …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-cantareira-ainda-e-baixo.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mesmo com chuva, situação no sistema Cantareira ainda é crítica – 16/02/2014

A chuva que atingiu São Paulo nos últimos dias ainda não mudou a situação do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de 9,8 milhões de pessoas na região metropol …

http://www1.folha.uol.com.br/co…antareira-ainda-e-critica.shtml

Folha – Colunistas – Kaos – Chef colombiano e designer agitam evento de rua em Pinheiros – 16/02/2014

. R. da Cantareira, 306, região central, tel. 3228-3432. Minhocão Moro no centro. Quase todos os dias saio com minha mulher (Janaina Rueda, do Bar da Dona Onça) pra anda …

http://www1.folha.uol.com.br/co…vento-de-rua-em-pinheiros.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuva reduz fornecimento de água em Campinas – 15/02/2014

aumento imediato da vazão do sistema Cantareira para os rios da região de Campinas. O acréscimo foi de 1 m3/s, o que representa um recebimento 25% maior de água na bacia …

http://www1.folha.uol.com.br/co…mento-de-agua-em-campinas.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin aumenta vazão de represa para evitar falta d’água em Campinas – 15/02/2014

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) autorizou neste sábado (15) o aumento imediato da vazão do sistema Cantareira para os rios da região de Campinas, no interior de São Pau …

http://www1.folha.uol.com.br/co…r-falta-dagua-em-campinas.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Campinas pode decretar racionamento de água na segunda-feira – 15/02/2014

aumente a vazão de água do sistema Cantareira para os rios da região. O prefeito Jonas Donizette (PSB) evitou confirmar o rodízio e disse ontem (14) que é preciso “a …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-agua-na-segunda-feira.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Forte chuva em SP não altera situação crítica das represas, aponta Sabesp – 15/02/2014

A forte chuva que atingiu ontem (14) São Paulo provocando alagamentos em vários pontos da cidade não mudou a situação do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento …

http://www1.folha.uol.com.br/co…as-represas-aponta-sabesp.shtml

Folha – Colunistas – Painel – Lula foi a Minas no jato de réu com crimes prescritos do mensalão tucano – 15/02/2014

divisão das águas do sistema Cantareira, Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu de prefeitos a notícia de que um estudo técnico do comitê gestor da bacia recomendará vazão maior às …

http://www1.folha.uol.com.br/co…critos-do-mensalao-tucano.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sistema Cantareira opera com volume abaixo do limite crítico – 13/02/2014

O sistema Cantareira opera abaixo do seu limite crítico de segurança, de um volume mínimo nos reservatórios de 5%. Segundo os Ministérios Públicos de Campinas, de Piracic …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-abaixo-do-limite-critico.shtml

Classificados – Imóveis – Condomínio em SP pode reduzir 5% com desconto na conta de água; veja como – 11/02/2014

Estado de São Paulo) anunciou redução de 30% no valor da conta de água para consumidores abastecidos pelo SistemaCantareira. A medida vale para os consumidores que reduz …

http://classificados.folha.uol….a-conta-de-agua-veja-como.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Expectativa de chuva volumosa só em março preocupa gestão Alckmin – 11/02/2014

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu um estudo que aponta que somente daqui a um mês haverá chuvas volumosas no sistema Cantareira -que abastece 9,8 milhões de pessoas …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-preocupa-gestao-alckmin.shtml

Folha de S.Paulo – Mercado – Seca torna revisão tarifária da Sabesp mais essencial para balanço – 10/02/2014

30% na conta de água para os clientes que reduzirem o consumo mensal em 20%, após o Sistema Cantareira ter atingido um nível crítico com calor recorde e falta de chuvas. …

http://www1.folha.uol.com.br/me…is-essencial-para-balanco.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp nega corte de água em Guarulhos e São Caetano do Sul – 10/02/2014

sistema Cantareira.” O Cantareira, responsável pelo abastecimento de 9,8 milhões de pessoas na região metropolitana, atingiu ontem seu menor nível desde o iní …

http://www1.folha.uol.com.br/co…lhos-e-sao-caetano-do-sul.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – São Paulo tem chuva forte e granizo, mas reservatórios seguem baixos – 10/02/2014

no centro e 27º na zona leste. Nem para afastar a crise de abastecimento. O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água de 9,8 milhões de pessoas na capita …

http://www1.folha.uol.com.br/co…servatorios-seguem-baixos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuvas perdem força e SP deixa estado de atenção para alagamentos – 09/02/2014

brisa vinda do oceano. Há poucas chances de chover forte. RACIONAMENTO O reservatório de água do Sistema Cantareira, o principal fornecedor de água para a Grande São Pa …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-atencao-para-alagamentos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Entenda por que São Paulo vive ameaça de racionamento de água – 09/02/2014

São Paulo passou a viver sob ameaça de racionamento de água por conta do forte calor neste início de ano e da falta de chuvas. O volume de água no sistema Cantareira, que …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-de-racionamento-de-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Videocasts – ‘TV Folha’ debate ataques a gays em SP – 09/02/2014

início de ano e da falta de chuvas em São Paulo. O volume de água no sistema Cantareira, que abastece 9 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo, está com …

http://www1.folha.uol.com.br/mu…bate-ataques-a-gays-em-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com pior nível da história, sistema Cantareira atinge 19,8% da capacidade – 09/02/2014

O reservatório de água do Sistema Cantareira, o principal fornecedor de água para a Grande São Paulo, registra 19,8% de sua capacidade total neste domingo (9). Esse é o nív …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-atinge-198-da-capacidade.shtml

Folha de S.Paulo – Poder – ‘TV Folha’ aborda onda de ataques a gays em São Paulo – 09/02/2014

Cantareira, que abastece 9 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo, está com apenas 20% de sua capacidade. Em Campinas há risco de racionamento caso as ch …

http://www1.folha.uol.com.br/po…aques-a-gays-em-sao-paulo.shtml

Folha – Colunistas – Painel – Governo acelera projeto de construção de cabo submarino – 09/02/2014

a renovação da outorga do Sistema Cantareira devido à falta de água em São Paulo. O contrato atual vence em agosto. Seca 2 O governo federal e o Palácio dos Bandeirantes …

http://www1.folha.uol.com.br/co…strucao-de-cabo-submarino.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP e Campinas disputam uso do sistema Cantareira de captação de água – 09/02/2014

(Departamento de Água e Energia Elétrica), no Estado, revisam a cada mês quanto cada fornecedora pode captar do sobrecarregado sistema Cantareira. Além disso, a cada déca …

http://www1.folha.uol.com.br/co…reira-de-captacao-de-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuva para em SP e não ameniza baixo nível nas represas, diz CGE – 08/02/2014

) informou que o baixo nível das represas não foi amenizado. O volume de água armazenado no sistema Cantareira, que abastece 8 milhões de pessoas na região metropolitana d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ivel-nas-represas-diz-cge.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Tentativa de induzir chuva no interior de São Paulo fracassa – 08/02/2014

A primeira tentativa de fazer chover sobre a região de Bragança Paulista, onde fica o sistema Cantareira, não surtiu o efeito desejado pela Sabesp. A empresa contratou …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ior-de-sao-paulo-fracassa.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Guarulhos tem racionamento devido ao baixo nível de reservatório – 07/02/2014

para a possibilidade do racionamento ser estendido para áreas atendidas pelo reservatório Cantareira. O Saae afirmou que compra por atacado da Sabesp cerca de 87% da água …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ixo-nivel-de-reservatorio.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp corta 20% da água fornecida para São Caetano do Sul – 07/02/2014

indeterminado. A medida, acordada pela prefeitura e pela companhia, acontece por conta da estiagem que deixa nível do reservatório Cantareira, responsável pelo abastecime …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-para-sao-caetano-do-sul.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Estiagem faz com que Diadema inicie rodízio e corte de água de bairros – 07/02/2014

Preto. O volume de água armazenado no sistema Cantareira, que abastece 8 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo e 5,5 milhões na região de Campinas, já a …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-e-corte-agua-de-bairros.shtml

Painel do Leitor – Painel do Leitor – Editorial sobre desperdício de água inspira leitores – 07/02/2014

igualmente contribui com a seca. Na última grande crise do sistema Cantareira, há dez anos, ocorreu o mesmo: críticas ao desperdício e às falhas do sistema. O tempo passou, …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…-de-agua-inspira-leitores.shtml

Guia Folha – Passeios – Mercadão exibe caricaturas de consagrados técnicos e jogadores de futebol – 06/02/2014

Paulo – espaço de eventos – r. da Cantareira, 306, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3111-7000. Seg. a dom.: 10h às 16h. Grátis. …

http://guia.folha.uol.com.br/pa…os-e-jogadores-de-futebol.shtml

Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Água pelo ralo – 06/02/2014

a constituir surpresa. O volume de água no sistema Cantareira, responsável por abastecer cerca de 9 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo, correspondia …

http://www1.folha.uol.com.br/op…-editorial-agua-pelo-ralo.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Rodízio no abastecimento de água depende da sociedade, diz Alckmin – 05/02/2014

usuários de água do sistema Cantareira surta o efeito esperado. “Eu entendo que se nós tivermos chuvas a partir do dia 15 de fevereiro [como previsto] será suficient …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-da-sociedade-diz-alckmin.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – 25% da água captada na Grande SP pela Sabesp é desperdiçada – 05/02/2014

milhões de metros cúbicos/dia), a crise pela falta de chuva no sistema Cantareira seria menor, assim como a ameaça de racionamento para 9,8 milhões de pessoas. A quantida …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ela-sabesp-e-desperdicada.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com estiagem, Campinas anuncia multa para quem desperdiçar água – 04/02/2014

consumo médio nos últimos 12 meses. CANTAREIRA Dezembro e janeiro tiveram os menores volumes de chuva nas represas que formam o sistema Cantareira desde 1930, qu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ara-quem-desperdicar-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin diz que, por enquanto, descarta racionamento no Estado – 04/02/2014

autoridades locais se não chover nos rios da região até o dia 20. O volume de água armazenado no sistema Cantareira, que abastece 8 milhões de pessoas na região metropoli …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ta-racionamento-no-estado.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com baixo nível dos reservatórios, Valinhos (SP) inicia rodízio de água – 04/02/2014

O volume de água armazenado no sistema Cantareira, que abastece 8 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo e 5,5 milhões na região de Campinas, já atin …

http://www1.folha.uol.com.br/co…sp-inicia-rodizio-de-agua.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Risco de racionamento de água no interior de São Paulo é alto – 04/02/2014

Cantareira, que abastece 8 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo e 5,5 milhões na região de Campinas, chegou a 21,4% da capacidade, o menor patamar em uma …

http://www1.folha.uol.com.br/co…erior-de-sao-paulo-e-alto.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Incêndio destrói centro cultural do Liceu de Artes e Ofícios de SP – 04/02/2014

bombeiros, totalizando 48 homens, foram ao centro cultural na rua Cantareira e controlaram o incêndio em cerca de 20 minutos. Veja as imagens O fogo se alastrou rapidam …

http://www1.folha.uol.com.br/co…es-e-oficios-de-sao-paulo.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com reservatório em baixa, Sabesp faz campanha para evitar racionamento – 03/02/2014

Com o nível crítico dos reservatórios de água do sistema Cantareira, que abastece a capital paulista e a Grande SP, a Sabesp deu início a uma campanha para orientar as pess …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-para-evitar-racionamento.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Fim de semana tem maior temperatura do ano em São Paulo – 02/02/2014

ocorrência de chuvas. Os reservatórios do sistema Cantareira, o maior da Grande São Paulo, por exemplo, está em seu menor nível histórico, com apenas 21,7% da capacidade. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…atura-do-ano-em-sao-paulo.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Conta de água pode cair 48% com novo desconto, afirma Sabesp – 01/02/2014

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) divulgou neste sábado o plano de incentivo à redução do consumo de água para os usuários do sistema Cantareira< …

http://www1.folha.uol.com.br/co…vo-desconto-afirma-sabesp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo de SP teme racionamento de água no ano eleitoral – 01/02/2014

conta, a Sabesp estuda adotar outras medidas para compensar a baixa nos reservatórios de água, especialmente o sistemaCantareira, principal responsável pelo abastecimento …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-agua-no-ano-eleitoral.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Janeiro é o mais seco dos últimos 9 anos em Ribeirão Preto – 31/01/2014

cidade está longe de ser atingida: 308,7 milímetros. Para o órgão, janeiro acumulou 88,8. A falta de chuva não é, no entanto, um problema exclusivo da cidade. O sistema Canta …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-9-anos-em-ribeirao-preto.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Reservatório da Cantareira atinge menor nível em 39 anos – 31/01/2014

Em 39 anos de operação do reservatório da Cantareira, o principal fornecedor de água para a Grande São Paulo atinge o seu nível mais crítico: 22,4% da capacidade total …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ge-menor-nivel-em-39-anos.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Tempo seco pode provocar falta de água na região metropolitana de SP – 29/01/2014

O sistema Cantareira, principal responsável pelo abastecimento de água da região metropolitana de São Paulo, atingiu o nível mais baixo dos últimos dez anos. Segundo a Sa …

http://www1.folha.uol.com.br/co…egiao-metropolitana-de-sp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sistema Cantareira atinge o menor nível em 10 anos, diz Sabesp – 28/01/2014

O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água da região metropolitana de São Paulo, atingiu o nível mais baixo dos últimos dez anos, segundo a Sabesp. Nesta …

http://www1.folha.uol.com.br/co…vel-em-10-anos-diz-sabesp.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Após 4 horas, trens voltam a circular na linha 12 da CPTM em SP – 24/01/2014

tarde. Os termômetros podem marcar até 32ºC. Veja onde estão os pontos de alagamento: Intransitáveis – av. Senador Queiroz, altura da rua da Cantareira, sentido único; …

http://www1.folha.uol.com.br/co…em-parte-de-linha-da-cptm.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Após chuva, ato de vandalismo mantém trens da linha 12 parados – 24/01/2014

da Cantareira, sentido único; – av. Alcântara Machado, altura do viaduto Guadalajara, ambos os sentidos; – av. Roque Petronio Junior, altura da av. Santo Amaro, ambos os se …

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Folha de S.Paulo – Cotidiano – Reservatório da Cantareira está com só 26% da capacidade em SP – 08/01/2014

O reservatório da Cantareira, um dos mais principais fornecedores de água para as casas da Grande São Paulo, está com apenas 26% da capacidade total de armazenamento. O pro …

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Folha de S.Paulo – Cotidiano – Justiça manda peritos avaliarem risco ambiental no Rodoanel norte – 23/09/2013

A Justiça nomeou dois peritos para avaliarem os riscos ambientais do trecho norte do Rodoanel, que passa por matas nativas na serra da Cantareira. A decisão ocorreu em aç …

http://www1.folha.uol.com.br/co…biental-no-rodoanel-norte.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Rodoanel norte terá verba extra de R$ 332,8 milhões da União – 22/08/2013

Rodoanel, que está em obras na região da serra da Cantareira e é estimado em R$ 3,9 bilhões. Segundo o presidente da Dersa (empresa estadual de transporte), Laurence Casa …

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Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo assina contrato de R$ 2,2 bi para captar mais água para SP – 21/08/2013

% de toda a captação de água tratada do sistema Cantareira, que com a Guarapiranga abastece a cidade atualmente. Essa é a primeira iniciativa desse porte em 20 anos na regiã …

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Painel do Leitor – Painel do Leitor – Governo de SP contesta reportagem sobre compensações ambientais no Rodoanel – 16/07/2013

A reportagem “Cantareira é desmatada sem compensação” (“Cotidiano”, ontem) contém uma série de inverdades, a começar pelo título. Entre as medidas …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…coes-ambientais-por-obras.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira é desmatada sem compensação em obras do Rodoanel – 15/07/2013

O desmatamento em curso de áreas municipais na Cantareira, por causa das obras do Rodoanel norte, está sendo feito sem a definição de qual será a contrapartida do estrago …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-trecho-norte-do-rodoanel.shtml

Folha de S.Paulo – Cotidiano – Dersa diz que depositou R$ 25 mi em fundo estadual ambiental – 15/07/2013

formais, pelos municípios afetados e pelo próprio governo, já que haverá áreas estaduais que sofrerão com as obras. Cantareira é desmatada sem compensação em obras do Rod …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-fundo-estadual-ambiental.shtml

O longo dia seguinte (El País)

A escassez de água em São Paulo é o rei nu das eleições de 2014. No momento em que a maior cidade do país se transforma num cenário de distopia, o processo eleitoral chegou ao fim sem nenhum debate sério sobre o meio ambiente e o modelo de desenvolvimento para o Brasil

 – 27 OCT 2014 – 12:05 BRST

Chegamos ao dia seguinte sem que o futuro tenha sido de fato disputado. Se a eleição de 2014 foi a mais acirrada das últimas décadas, não só pelos candidatos, mas pelos eleitores, terminou sem debate. Não havia adversários nem nos estúdios de TV, onde os candidatos rolavam ora na lama, ora na retórica mais medíocre, nem nas redes sociais, elas que se tornaram as ruas realmente tomadas pela militância. Havia apenas inimigos a serem destruídos. As fraturas do país dizem respeito bem menos à pequena diferença entre a vencedora e o derrotado – e bem mais a uma fissura entre o país que vivemos e o país inventado. Não como uma fabulação, que é a matéria de qualquer vida. Não como uma utopia, que é onde se sonha chegar. Mas como um deslocamento perverso da realidade, uma cisão. Só essa desconexão pode explicar como a maior cidade do país transformava-se num cenário de distopia durante o primeiro e o segundo turnos eleitorais sem que em nenhum momento o meio ambiente e o modelo de desenvolvimento tenham entrado na pauta com a seriedade necessária. Chegamos ao dia seguinte como parte dos moradores de São Paulo: olhando para o céu à espera de que uma chuva venha nos salvar. E é com essa verdade profunda que temos de lidar.

Se a eleição pareceu interminável, o dia seguinte poderá ser muito mais longo. E seria, qualquer que fosse o vencedor. Com qualquer um deles, o que se disputou foi o poder, não um projeto de país. São Paulo talvez seja a expressão hiper-real desse momento, seja nossa escultura de Ron Mueck, o artista australiano que cria figuras humanas em dimensões superlativas. É como se o futuro tivesse chegado antes na cidade expandida, mais próximo da sombria ficção científica de Philip K. Dick do que da megalópole de comercial de TV onde os novos modelos de carros deslizam céleres por ruas sem trânsito.

Nesse cenário, Geraldo Alckmin, o governador do partido que há 20 anos está no poder foi reeleito no primeiro turno. Confrontados com a crise da água, Aécio Neves (PSDB) disse: “Vivemos a maior estiagem dos últimos 80 anos, e a meu ver o Estado fez algo absolutamente adequado, que foi propor bônus para aqueles que economizassem. Talvez o que tenha faltado foi uma parceria maior do governo federal”. E Dilma Rousseff (PT) rebateu: “Eu disse a ele (Alckmin): governador, pela minha experiência, acho que o senhor deveria fazer obras emergenciais. Porque tudo indica que essa seca se prolongará, e vocês não têm capacidade de abastecimento suficiente”.

Pode existir exibição maior de mediocridade do que essas respostas dadas por aquela que queria continuar presidente e por aquele que desejava se tornar presidente? É de chorar sentado em um dos reservatórios do sistema Cantareira, mas a maioria dos eleitores não pareceu se importar. Um sugere que basta chover ou dar bônus aos consumidores, a outra que obras emergenciais teriam solucionado todo o problema. Nenhum demonstrou nem capacidade nem vontade de fazer relações com o modelo de desenvolvimento, o esgotamento dos recursos, o desmatamento e o modo de vida.

O monstro bafejava na sala, mas os presidenciáveis disputavam quem tinha dado o nó no rabo do gato

Assim, enquanto São Paulo se transformava numa vitrine do cotidiano corroído pela degradação ambiental, o máximo de discussão que se conseguiu foi sobre de quem é a culpa. Isso num momento global em que as mudanças climáticas e suas consequências são consideradas por alguns dos pensadores mais relevantes do planeta, em todas as áreas, o tema de maior importância desse período, talvez de toda história humana. A cisão com a realidade é total. O monstro bafejava na sala, mas os presidenciáveis disputavam quem tinha dado o nó no rabo do gato.

Mesmo Marina Silva muito pouco tocou nesses temas ao disputar o primeiro turno, desassemelhando-se a si mesma. Ela, de quem se esperava que fizesse a diferença fazendo diferente, preferiu falar sobre a autonomia do Banco Central. No máximo escaparam, ela e todos, pela bandeira fácil do “desenvolvimento sustentável”, como se algum candidato fosse dizer que não quer desenvolvimento sustentável e como se este fosse um conceito já dado. Mas tocar nos temas cruciais do presente e do futuro, disputar a escolha do modelo de desenvolvimento em pontos concretos, com a seriedade que o momento histórico exige, não. O meio ambiente ficou fora da pauta dos presidenciáveis por escolha de conveniência, já que esse é o debate difícil, ao implicar mudanças no modo de vida dos eleitores, mas também porque a população têm escasso ou nenhum interesse no tema, apesar de a degradação ambiental roer o cotidiano. Essa é a fratura da negação.

A escassez de água na maior cidade brasileira é o rei nu destas eleições de 2014. E é por isso que vale a pena revisitar a reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB). A seca acentua a nuvem de poluição que envolve a capital, o nariz sangra, a tosse se instala, o recorde de calor fora de época esgarça os nervos dentro de carros e ônibus que se movem lentamente num gigantesco labirinto de concreto. A crise tem produzido cenas como a de caminhões-pipa com escolta policial, prontos para dominar a população desesperada de um interior pintado como bucólico. A polícia que massacrou os manifestantes, agora se prepara para reprimir os sem-água. A imagem dos reservatórios remete ao repertório de geografias historicamente calcinadas. A vida torna-se pior, bem pior. E torna-se bem pior em ritmo acelerado.

Era de se esperar que a experiência cotidiana concreta tivesse um impacto nas urnas. Mas, neste cenário, o governador reelegeu-se ainda no primeiro turno, repetindo: “Não vai faltar água”. E a água já faltava. Se as pessoas votam de forma pragmática, votam pelo retorno imediato, votam naquele que acreditam que vai melhorar a vida delas, por que a crise da água teve pouco ou nenhum impacto na eleição? Seria porque a educação, a saúde, a segurança estiveram excelentes nesses 20 anos de governo do PSDB em São Paulo, o que compensaria a escassez de água? Não é o que a realidade mostra. A crise da água tampouco atingiu o desempenho de Aécio Neves, que no segundo turno conquistou 64% dos votos válidos no estado de São Paulo. Que cisão, então, ocorreu nesse momento? E o que ela diz? Ou como a escassez de água não colou na eleição, ou de que forma se colou?

A polícia que massacrou os manifestantes de junho de 2013 agora se prepara para reprimir os sem-água de 2014

Não tenho respostas, só hipóteses. Uma hipótese possível seria a mesma pela qual a candidatura de Marina Silva erodiu. Marina cometeu vários erros nessa campanha, alguns deles primários. Mas há um deles, que para muitos soa como erro, mas que não me parece que seja. Seu discurso era menos afirmativo do que os eleitores estão acostumados. Ela propunha a construção de soluções, mais do que propostas acabadas (ainda que tenha sido a única entre os três candidatos com chances no primeiro turno a apresentar um programa de governo). Propunha escuta.

Seu discurso foi classificado como “difuso” e “vago”. Às vezes, ser difuso e ser vago são as únicas verdades possíveis em determinado momento histórico, como mostraram as manifestações de junho de 2013. Mas logo essas características, também nela decodificadas como defeitos, foram transformadas em “fraqueza”. E, na sequência, em identidade. Assim, a mulher que nasceu num seringal do Acre, trabalhou desde criança em condições brutais, passou fome, alfabetizou-se aos 16 anos, foi empregada doméstica, sobreviveu a três hepatites, cinco malárias e uma leishmaniose, além de sofrer contaminação por mercúrio, e ainda assim tornou-se professora com pós-graduação, senadora, ministra, uma das maiores lideranças ambientais do planeta e por fim uma candidata à presidência com chances de vencer, foi considerada “fraca”. Mais uma fratura entre imagem e realidade.

As afirmações peremptórias, com pontos de exclamação, assim como as certezas, são mercadorias valorizadas. Em geral ordinárias, mas valorizadas mesmo assim. Num momento em que a falta de controle parece se expressar em toda a sua assustadora grandiosidade, como na escassez de água em São Paulo, assim como na corrosão das condições de vida pela degradação ambiental, talvez as certezas, mesmo que falsas e irresponsáveis, tornem-se ainda mais valorizadas. Talvez a virtude encontrada em Alckmin por parte dos eleitores seja a da negação da realidade: “Tudo sob controle. Não vai faltar água”.

Uma garantia expressada sem hesitação ou titubeio, em voz firme, quando a água se esvai das torneiras e a vida converte-se literalmente em cinza, uma garantia falsa, parece ainda soar como uma garantia. E logo é decodificada como força, como a expressão de alguém que sabe liderar e sabe o que fazer e, principalmente, nos libera de ter de fazer algo. Sua vantagem é manter viva a ilusão mais cara, a ilusão do controle. Esta seria uma cisão para encobrir a fratura maior, a de que os responsáveis não têm responsabilidade. E a de que cada um, que também é responsável pela destruição ambiental, tampouco quer ser responsável, porque isso implicaria mudar de posição e alterar radicalmente seu modo de vida.

Talvez a virtude encontrada em Geraldo Alckmin pelos eleitores seja a da negação da realidade

Ao esforço de mudar o modo de vida poucos aderem, porque dá trabalho e provoca perdas, exige mediação e concessão. Para muitos, já parece um sacrifício excessivo diminuir o tempo do banho, imagina alterar radicalmente o cotidiano. Assim, vale mais a pena escolher não a ficção, mas a mentira – e ficção e mentira jamais podem ser confundidas –, porque dessa maneira se torna possível manter o máximo de tempo possível uma rotina que não apenas é insustentável a longo prazo, como já não se sustenta agora. E também a fantasia sobre si mesmo como um bom cidadão.

Soa mais conveniente, portanto, acreditar nessa versão mágica, a de que não vai faltar água, quando já está faltando água, promovendo uma cisão com a realidade. De novo, portanto, é um voto pragmático, voltado ao bem-estar imediato de não ter de se mover. De não precisar fazer nada ou muito pouco a respeito. Voltado a algo talvez mais caro do que água, a certeza de que há sempre uma saída que não exija comprometimento e mudança real. Uma saída em que apenas os outros façam o sacrifício, como sempre foi no caso do racionamento muito mais antigo e persistente na casa dos pobres.

No fim da semana passada, foi divulgada uma gravação em que Dilma Pena, a presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), dizia numa reunião interna: “A Sabesp tem estado muito pouco na mídia, acho que é um erro. Nós tínhamos que estar mais na mídia, sabe, (…) nas rádios comunitárias, (…) todos falando, com um tema repetido, um monopólio: economia de água. ‘Cidadão, economize água’. Isso que tinha que estar reiteradamente na mídia, mas nós temos de seguir orientação, nós temos superiores, e a orientação não tem sido essa. Mas é um erro”. O diretor metropolitano da Sabesp, Paulo Massato, fez o seguinte comentário na mesma reunião: “Se repetir o que aconteceu esse ano, do final de 2013, de outubro pra cá, se voltar a repetir em 2014, confesso que eu não sei o que fazer. Essa é uma agonia, uma preocupação. Alguém brincou aqui, mas é uma brincadeira séria. Vamos dar férias para oito milhões e oitocentos mil habitantes e falar: ‘saiam de São Paulo’. Porque aqui não tem água, não vai ter água pra banho, pra limpeza da casa, quem puder compra garrafa, água mineral. Quem não puder, vai tomar banho na casa da mãe lá em Santos, lá em Ubatuba, Águas de São Pedro, sei lá, aqui não vai ter”.

É gravíssimo que a presidente da Sabesp tenha sido impedida, por qualquer motivo e mais ainda por motivos eleitoreiros, de alertar a população sobre a enormidade do problema. É criminoso e deve haver apuração e responsabilização de todos os envolvidos. Mas precisamos ter a honestidade de assumir que dificilmente, em 5 de outubro, data da votação do primeiro turno, algum cidadão pudesse alegar desconhecer a situação e a necessidade de economizar água durante a prolongada seca que enfrenta São Paulo.

É bastante sedutor o dogma de que o homem pode controlar a catástrofe ambiental que provocou

Geraldo Alckmin deu a mentira que a população queria ouvir porque conhece bem seus eleitores. Parodiando o título do livro do escritor Ferrez, não há inocentes em São Paulo. A reeleição de Alckmin talvez seja um daqueles fenômenos sustentados pela expectativa de que, se mentirmos todos, talvez vire verdade. Em parte, o governador pode não ter vencido apesar da crise da água, mas também por causa dela.

A crise da água na maior cidade brasileira, em plena eleição, é fascinante pelo que diz daquilo que não é dito. Se é um fato que faltou planejamento ao governo estadual tucano, que aí está há 20 anos e agora por mais quatro, esta é só a ponta explícita, a mais fácil de enxergar (ainda que deliberadamente a maioria dos eleitores a tenha ignorado nas urnas). Mas, ao colocar a parte no lugar do todo, revela-se essa crença arraigada, e por estes dias também desesperada, de acreditar que teria bastado algumas obras para escapar do que se tornou a vida cotidiana em São Paulo, na qual a água é apenas a ausência mais gritante. É o dogma, quase religioso, de que o homem pode controlar a catástrofe ambiental que provocou.

De novo, a ilusão do controle, mesmo quando a realidade aniquila os dias, mesmo quando no fundo cada um sabe que, fora e dentro, algo de fundamental da vida de cada um se esvai. Quanto mais se sente que o controle escapa, no miúdo e no macro do cotidiano, maior é a recusa em enxergar. O desastre já passou da porta de casa, mas ainda se crê que basta chover para tudo voltar a ser como antes, que já era ruim, mas menos. Ou que se o não planejado for feito, ainda que tarde, o problema de São Paulo está resolvido. Cinde-se de novo – e talvez uma parte significativa da população sequer perceba que a escassez de água tem causas ambientais profundas. Como se as questões do meio ambiente, que aqui estão, estivessem lá, no mundo abstrato dos outros.

A política ambiental de Dilma Rousseff, agora reeleita, foi um retrocesso para o Brasil

Dilma Rousseff foi reeleita. Sua política ambiental, se é que pode se chamar assim, foi um retrocesso. A visão sobre a Amazônia do governo se notabilizou pela semelhança com o projeto da ditadura militar para a região. Em sua gestão, obras como a hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, foram impostas aos povos da floresta sem consulta prévia, autoritarismo que levou o Brasil à Comissão Interamericana de Diretos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). Seu próximo alvo é barrar o belo rio Tapajós, onde encontra a resistência dos Munduruku e de comunidades agroextrativistas,como a de Montanha e Mangabal. Pressionado pelo processo eleitoral, o governo disse que, desta vez, cumprirá a lei e ouvirá os índios, mas não escutará os ribeirinhos.

A presidente também arrancou um naco do Parque Nacional da Amazônia para facilitar o caminho das hidrelétricas planejadas para o Tapajós. Mas só criou unidades de conservação na Amazônia a 12 dias do segundo turno, na tentativa de minimizar a repercussão de seu péssimo desempenho no setor. O desmatamento na Amazônia voltou a crescer: 191% no bimestre de agosto e setembro deste ano, comparado à 2013. Segundo o Imazon (Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia), porque o governo adiou a divulgação dos dados oficiais para depois das eleições. Dilma foi também a presidente que menos demarcou terras indígenas desde a redemocratização do país.

Pessoas respeitáveis defenderam nestas eleições que o susto de quase perder o poder fará Dilma Rousseff e o PT retomarem algumas lutas históricas, também no horizonte socioambiental. Veremos. Em seu discurso da vitória, neste domingo (26/10), Dilma falou em “diálogo”. E em “pontes”. Num pronunciamento bem pensado, em que a presidente reeleita podia colar tudo, já que o cargo estava garantido por mais quatro anos, vale a pena prestar atenção nas ausências. Dilma Rousseff não mencionou nem “índios” – e nem “meio ambiente”.

Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora dos livros de não ficção Coluna Prestes – o Avesso da Lenda, A Vida Que Ninguém vê, O Olho da Rua, A Menina Quebrada, Meus Desacontecimentos e do romance Uma Duas. Site: elianebrum.com Email: elianebrum.coluna@gmail.com Twitter: @brumelianebrum

O meio ambiente e os presidenciáveis (Mundo Sustentável)

24/10/2014 – 12h18

por André Trigueiro*

AecioDilma O meio ambiente e os presidenciáveis

Há pouco mais de uma semana, antes do reinício da campanha eleitoral visando o 2º turno da disputa presidencial, foi publicado no site Mundo Sustentável uma crítica aos candidatos pela falta de clareza das propostas ambientais. Água, lixo, florestas, clima, energia e transportes foram alguns dos temas ausentes no 1º turno e que justificaram o texto publicado. Pedimos então às campanhas de Dilma e Aécio que respondessem livremente às críticas e nos enviassem suas propostas em relação aos temas levantados pela coluna.

A coluna fez contatos com a campanha de Dilma por e-mail e telefone sobre esses questionamentos desde o último dia 10 de outubro, mas não recebeu resposta. Dessa forma, colocaremos o pronunciamento feito pela presidente Dilma em Nova York, por ocasião da Cúpula do Clima, em 24 de setembro (leia também aqui matéria do G1 sobre o discurso).Veja mais abaixo.

Que as posições assumidas pelos candidatos possam ser de alguma forma úteis aos nossos leitores nessa reta final de campanha.

Veja abaixo a resposta enviada pela campanha de Aécio e assinada por Fabio Feldmann e José Carlos Carvalho ao último post da coluna.

“Água:

Em relação ao tema, o Plano o tratou com o título “A urgente agenda das águas”. E como você pode verificar neste link, sintetizamos as nossas propostas:

• Fortalecimento do Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos. Atenção especial deve ser dada ao impacto do aquecimento global no ciclo hidrológico, com o objetivo de estabelecer políticas de adaptação e mitigação em relação ao risco de desastres naturais, tais como enchentes, inundações e grandes deslizamentos;
• Estabelecer metas de redução de desperdício nas redes públicas com calendário determinado, com disponibilização de linhas de crédito específicas para estimular novas tecnologias de gestão de redes;
• Estimular, em conjunto com estados e municípios, a implantação de medidores individuais;
• Editar normas para reuso de água;
• Dar atenção especial à Política de Pagamento por Serviços Ambientais para os produtores rurais que conservam a vegetação protetora dos recursos hídricos.

De se assinalar que alguns dos seus comentários, ao fazer a pergunta, apresentam uma enorme identidade com o que escrevemos, conforme segue:

Compromissos:

• O Brasil está vivendo, pela primeira vez na sua história, o advento de graves crises de água, de modo que é necessário que esse tema seja reforçado na agenda política brasileira. Isso significa, claramente, o enfrentamento do problema de uma perspectiva holística, que permita mudar a gestão dos nossos recursos hídricos. Temos já no Brasil uma legislação que permite um avanço significativo por meio dos comitês de bacia, enquadramento dos corpos d’água e uma série de outros instrumentos. A existência da Agência Nacional de Águas (ANA) foi um passo importante, e temos que aproveitar o capital intelectual que ela possui para avançar na implementação das políticas públicas. Atenção especial deve ser dada à gestão de águas subterrâneas em conjunto com os estados a quem cabe, em última instância, a sua responsabilidade.

• Estudos importantes mostram que muitas cidades do mundo têm o abastecimento de água vinculado à existência de áreas florestadas. Por essa razão, entendemos que é necessário garantir a proteção dessas áreas por meio da manutenção ou ampliação de unidades de conservação, de modo que devemos estimular a sinergia entre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc) e a Política Nacional de Recursos Hídricos, garantindo, assim, a qualidade e a vazão necessária ao abastecimento de água das cidades brasileiras.

• Hoje, a questão da água está definitivamente presente na agenda da sociedade e no meio empresarial, cabendo ao Governo Federal estabelecer políticas públicas voltadas à gestão eficiente desses recursos. O consumidor tem ciência da escassez existente em relação à água e, uma vez portador das informações, tende a privilegiar bens e serviços oferecidos com os devidos cuidados. Por sua vez, na esfera internacional, o tema adquiriu um peso estratégico, de modo que o Brasil deverá exercer liderança para que a comunidade internacional avance no tratamento em termos dos cuidados específicos que devem ser conferidos ao assunto. É bom lembrar que a água-doce é considerada, por importantes entidades acadêmicas, como um dos grandes limites do planeta. Destaca-se ainda a importância da cooperação com os países vizinhos, com os quais compartilhamos as grandes bacias hidrográficas dos Rios Amazonas e Prata.

Também vale a pena assinalar que no item “Sustentabilidade, Mudanças Climáticas, Biodiversidade e Meio Ambiente”, existe uma proposta de inclusão de critérios de sustentabilidade nos projetos habitacionais, com o objetivo de estimular habitações sustentáveis em termos de conforto térmico, saúde e segurança dos materiais, eficiência energética, uso eficiente e reuso de água, coleta seletiva e utilização de água de chuva.

Lixo:

Em relação ao tema, assumimos alguns compromissos e propostas no item “Cidades Sustentáveis e Mobilidade Urbana”.

• As exigências contidas nas legislações devem se tornar instrumentos eficazes para garantir melhor qualidade de vida aos cidadãos. Assim, o Governo Federal articulará, na sua esfera, ações que assegurem a efetividade dos planos municipais de mobilidade urbana, de gestão de resíduos sólidos, entre outros. Em relação aos estados, promover planos metropolitanos, levando em conta que cabe a eles legislar sobre essa matéria.

• As políticas econômicas vão viabilizar e estimular claramente políticas urbanas inovadoras, estimulando o transporte público sustentável, o que inclui, entre outras iniciativas, a adoção de combustíveis renováveis. E na gestão de resíduos, adotaremos estímulos tributários para viabilizar a logística reversa.

• Apoiar os municípios na implantação de projetos de gestão de resíduos, incluindo a coleta seletiva, a reciclagem e a destinação final ambientalmente adequada.

Também vale a pena assinalar que no item “Sustentabilidade, Mudanças Climáticas, Biodiversidade e Meio Ambiente”, existem as seguintes propostas:

• Implementar Política Nacional de Resíduos Sólidos na perspectiva de estimular a economia circular no Brasil (reciclar, reutilizar e remanufaturar sempre que possível).

• Implantar Política Nacional de Educação Ambiental em conjunto com o Ministério da Educação, bem como com os estados e municípios. Atenção especial deve ser dada ao consumo consciente.

Em relação ao consumo consciente, vale ressaltar que o Plano de Governo também faz menção a ele na área de “Direitos do Consumidor e Defesa da Concorrência”.

Florestas:

A questão das florestas está inclusa principalmente em “Política Florestal”, no item “Sustentabilidade, Mudanças Climáticas, Biodiversidade e Meio Ambiente”:

• Implantar uma Política Nacional de Florestas, com ênfase no estímulo à recuperação das áreas previstas no Código Florestal, inscritas no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e constantes do Programa de Regularização Ambiental (PRA). Promoção do manejo florestal sustentável das florestas tropicais e implantação de um programa de florestas plantadas, que deve contemplar a expansão da indústria de base florestal e o cultivo de espécies de madeiras nobres de ciclo longo. Fazer investimentos em pesquisa de silvicultura de árvores nativas.

• Dar atenção especial às iniciativas de concessão florestal, utilizando as florestas públicas e as unidades de conservação de uso sustentável, visando valorar economicamente a floresta em pé e sedentarizar a atividade econômica madeireira, reduzindo a oferta de madeira ilegal, “legal” fraudada e legal não sustentável.

• Desenvolver um programa de formação de corredores ecológicos com a utilização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA), de forma a garantir a conectividade das UCs e áreas com fragmentos florestais significativos.

• Estabelecer parcerias com os Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (Oemas) e a sociedade civil para monitoramento dos biomas brasileiros, a exemplo do que é realizado na Mata Atlântica e no bioma amazônico.

Além disso, na introdução do Plano, reconhecemos que parte significativa da biodiversidade brasileira está associada aos ecossistemas florestais, na medida em que temos em nosso território a maior porção de floresta tropical do mundo e grande extensão de terras com vocação para a silvicultura. Essa realidade impõe a necessidade de uma robusta política florestal, que exige do Governo Federal, tendo em vista a nova Lei Florestal brasileira, apoiar estados, municípios e produtores rurais para o cumprimento à obrigatoriedade de implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA) nas propriedades rurais. Isso deve ser feito de forma que a recuperação da reserva legal, das áreas de preservação permanente e de uso restrito e o reflorestamento com finalidade múltipla (ecológica e econômica) ocorram no contexto mais amplo da restauração dos ecossistemas afetados pela ação antrópica.

Clima:

Em relação ao tema, reconhecemos, logo na introdução do Plano, que:

Um dos maiores desafios deste início de século é o enfrentamento do aquecimento global. As consequências do aumento da temperatura média do planeta são dramáticas na vida das pessoas em todo o mundo, bem como na economia dos países, que devem assumir sua responsabilidade em duas direções complementares.

A primeira, no campo da mitigação, diminuindo as emissões de gases efeito estufa (GEE). No Brasil, vamos manter a redução do desmatamento da Amazônia, do Cerrado e dos demais biomas, bem como assegurar uma matriz energética limpa, uma agricultura de baixo carbono e uma boa gestão de resíduos.

A segunda, no campo da adaptação, vamos preparar o país para os impactos da mudança do clima com estratégias que aumentem a capacidade de enfrentar os incidentes climáticos graves como enchentes, inundações, ondas de calor e secas prolongadas.

Vamos priorizar a transição para uma economia de baixo carbono. Isto significa um papel protagonista para o poder público em termos de adoção de novas políticas que complementem as estratégias de comando e controle.

Em termos práticos, adotaremos instrumentos econômicos que estimulem, efetivamente, uma agricultura de baixo carbono, padrões rigorosos de eficiência energética, conservação da biodiversidade e conservação do solo e água. Utilizaremos o poder de compras governamentais mediante ampliação das práticas de licitação sustentável no país, uma vez que representam uma parte expressiva do PIB nacional. Com isso, estaremos viabilizando, a médio prazo, a economia brasileira a produzir bens e serviços sustentáveis, garantindo-lhes acesso a mercados internacionais.

Compartilhamos do entendimento, hoje em debate, de que é fundamental a precificação do carbono, caso se queira assegurar o compromisso internacional de admitir um aumento da matriz energética menos dependente das fontes fósseis e garantir a redução do desmatamento dos biomas brasileiros. Não se pode esquecer que os próximos quinze anos são absolutamente essenciais para que se possa reduzir drasticamente as emissões de GEE no planeta.

A comunidade internacional assumiu o compromisso de oferecer um novo tratado em 2015, em Paris, que assegure a estabilidade climática do planeta, com o objetivo de fixar limites globais para a emissão de GEE. Além disso, nesse mesmo ano, haverá a pactuação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em substituição aos Objetivos do Milênio.

Vamos desempenhar um papel de vanguarda nos encaminhamentos dessas questões na agenda internacional.

À frente do governo brasileiro, o presidente da República vai assumir pessoalmente essa agenda, procurando resgatar a liderança brasileira junto a outros chefes de Estado, a exemplo do que Fernando Henrique Cardoso fez quando da criação do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima. Assim, o Brasil estará atuando com firmeza nos desafios globais planetários, tais como a mudança do clima, os oceanos, a conservação da biodiversidade, a proteção da camada de ozônio, enfim, todos aqueles dos quais dependem as futuras gerações.

Reside aí o grande diferencial do desenvolvimento sustentável que adotaremos: pensar sempre no horizonte de tempo das futuras gerações.

Além disso, vale a pena assinalar que no item “Sustentabilidade, Mudanças Climáticas, Biodiversidade e Meio Ambiente”, afirmamos as seguintes propostas:

• Posição de liderança da Presidência da República nas questões de sustentabilidade, visando garantir um efetivo diálogo horizontal na esfera federal, com o engajamento dos estados, municípios, setor empresarial e a sociedade civil.

• Protagonismo na coordenação e articulação dos atores sociais e agentes econômicos envolvidos no desenvolvimento sustentável, em articulação com estados e municípios, e papel de vanguarda nos encaminhamentos dessas questões na agenda internacional. Especial atenção à 21ª Conferência das Partes da Convenção de Mudança do Clima, a ser realizada em 2015, e aos desdobramentos daí decorrentes, bem como ao estabelecimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável em substituição aos Objetivos do Milênio. Nessa agenda internacional, o Brasil deve liderar iniciativas que protejam os oceanos e manter o seu papel de conservação do ambiente antártico, além de apoiar ostensivamente mudanças necessárias no Protocolo de Montreal, que trata da proteção da camada de ozônio.

• Valorização do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas como lócus de discussão da mudança do clima no âmbito das negociações internacionais e no plano doméstico. A Presidência da República deverá retomar uma participação ativa no Fórum, de modo que o presidente possa estabelecer um diálogo pessoal com outros chefes de Estado, com o objetivo de alcançar um acordo global que permita que o aumento médio da temperatura, até o fim do século, se mantenha em no máximo 2oC.

Energia:

A questão está contemplada no item “Energia”.

Destacamos os seguintes compromissos:

• Definição de uma matriz energética que contemple as várias fontes de energia, possibilitando com isso segurança no fornecimento de energia, com baixo impacto ambiental.

• Ampliação da participação de fontes renováveis de energia na matriz energética brasileira, incluindo-se aí uma maior penetração da energia eólica, solar e biomassa, além de hidrelétricas reversíveis, adaptando-se algumas usinas hidrelétricas existentes para esse fim.

• Implementação de programas de eficiência energética, redução de perda e conservação de energia em todos os setores. Ênfase no gerenciamento pelo lado da demanda.

• Recuperação da importância e do pioneirismo do Brasil na produção de energia limpa e renovável, com crescimento da produção e da produtividade, especialmente em terras degradadas.

• Valorização da diversidade de fontes e das características regionais na redefinição da matriz energética brasileira, procurando equilibrar a busca de autossuficiência com sustentabilidade.

• Resgate do papel da Petrobras e sua valorização como instrumento vital da política energética brasileira.

Em relação às propostas, destacamos as seguintes:

• Definir de forma clara o papel do etanol anidro e hidratado na matriz de combustíveis brasileira e estabelecimento de metas.

• Adotar política tributária que considere as vantagens ambientais dos biocombustíveis.

• Realizar investimentos em tecnologias de baixo carbono, com atenção especial para capacitar o país a instalar uma indústria fotovoltaica competitiva.

• Incentivar a microgeração distribuída, de forma a permitir que o cidadão possa gerar parte de seu consumo próprio através do uso da energia solar e eólica.

• Equalizar as regras de incentivos, subsídios e financiamentos públicos para as diversas fontes de energia. Estimular a troca da iluminação pública por lâmpadas de baixo consumo energético e menor impacto na biodiversidade.

• Estimular redes inteligentes de energia.

• Fortalecer o Procel e o Conpet, visando dinamizar os programas de eficiência energética.

Cabe destacar que no item “Cidades Sustentáveis e Mobilidade Urbana”, temos o seguinte compromisso e proposta, respectivamente:

• O papel do Governo Federal é crucial. Será protagonista na implantação de políticas públicas de uso de energias alternativas nas cidades, possibilitando a venda de excedentes, além de fixação de padrões rigorosos de eficiência energética.

• Utilizar instrumentos econômicos para estimular o consumo de combustíveis mais limpos, com eliminação acelerada daqueles com maior teor de enxofre em todo o território nacional. Ênfase na implantação dos programas de inspeção e manutenção veicular em articulação com estados e municípios.

Transportes:

Em relação ao tema, no item “Cidades Sustentáveis e Mobilidade Urbana”, afirmamos os seguintes compromissos e propostas:

Compromissos:
• Não são mais admissíveis políticas de estímulo ao transporte individual para se combater a crise, quando as mesmas provocam os enormes congestionamentos nas cidades brasileiras médias e grandes. Há necessidade de se resgatar a perspectiva de longo prazo, cabendo ao Governo Federal, em articulação com os estados e municípios, repensar novas estratégias de financiamento, com a finalidade de garantir mecanismos de implementação das várias legislações que pesam sobre as cidades.
• As políticas econômicas vão viabilizar e estimular claramente políticas urbanas inovadoras, estimulando o transporte público sustentável, o que inclui, entre outras iniciativas, a adoção de combustíveis renováveis. E na gestão de resíduos, adotaremos estímulos tributários para viabilizar a logística reversa.

Propostas:

• Implementar a Política Nacional de Mobilidade Urbana, priorizando o transporte público, bem como o transporte não motorizado nas cidades brasileiras, tornando-os alternativas viáveis, seguras e concretas em relação ao transporte individual.
• Buscar uma mobilidade sustentável para as cidades brasileiras, por meio da integração dos diversos modais de transporte público em operação, pela continuidade e aceleração das obras em curso, pela expansão dos atendimentos às regiões metropolitanas e pelo incentivo à incorporação de inovações nas soluções já existentes e a serem implementadas.

• Articular os diversos agentes envolvidos, no âmbito estadual e municipal, para aumentar a integração do transporte urbano com outras políticas públicas, como o uso do solo, habitação e meio ambiente, buscando atender, inclusive, aos novos conglomerados urbanos.

• Apoiar a inovação e a criação de soluções tecnológicas originais e a busca de recursos para investimentos como parcerias público-privadas (PPPs) e concessões de operações urbanas.

• Apoiar os estados e municípios na implantação de centros integrados de logística, na busca de soluções para a redução de trânsito de veículos pesados nos grandes centros e na implantação de sistemas cicloviários nas cidades.

• Incentivar os transportes públicos, principalmente os sobre trilhos, destinando recursos – inclusive subsidiados – para obras estruturantes nos principais centros urbanos

• Incentivar a renovação e a modernização da frota de trens, metrôs e ônibus, impondo novos parâmetros de qualidade. Incentivar a utilização de veículos com motores híbridos, movidos a hidrogênio e elétricos, entre outros.

• Incentivar a adoção de horários variados para jornadas de trabalho, evitando-se os períodos de rush, e incentivar a adoção de modalidades de teletrabalho nas atividades e/ou setores onde isso for possível, como forma de reduzir deslocamentos desnecessários e pressões adicionais de demanda sobre o setor de transportes.

• Apoiar novos modais alternativos de transporte, como os sistemas cicloviários.

• Transferir a malha ferroviária metropolitana de cargas para os estados – quando as linhas não estiverem sendo usadas – para a implantação de projetos de trens metropolitanos.

• Garantir padrões rigorosos de qualidade do ar dos centros urbanos brasileiros por meio do fortalecimento dos programas Proconve e Promotos, com as atualizações necessárias de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

• Utilizar instrumentos econômicos para estimular o consumo de combustíveis mais limpos, com eliminação acelerada daqueles com maior teor de enxofre em todo o território nacional. Ênfase na implantação dos programas de inspeção e manutenção veicular em articulação com estados e municípios.

• Adotar ferramentas macroeconômicas – em coordenação com estados e municípios – que viabilizem claramente as políticas urbanas sustentáveis, como o transporte público, o transporte individual não motorizado, a construção de edifícios sustentáveis, a implantação de áreas verdes para evitar as ilhas de calor, e o uso de energia solar e de microturbinas eólicas nas cidades, possibilitando a venda de excedentes.”

Pronunciamento da presidente Dilma Rousseff na Cúpula do Clima da ONU:

Nova Iorque-EUA, 23 de setembro de 2014

Excelentíssimo senhor Sam Kutesa, presidente da 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Excelentíssimas senhoras e senhores chefes de estado e de governo participantes da Cúpula do Clima 2014. Senhoras e senhores representantes da sociedade civil.

Congratulo-me com o Secretário Geral das Nações Unidas pela convocação da Cúpula do Clima.

No último domingo, centenas de milhares de pessoas pediram nas ruas avanços concretos nas negociações em curso no âmbito da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima.

O Brasil está sintonizado com este anseio. Temos participado ativamente destas negociações. Defendemos a adoção coletiva de medidas justas, ambiciosas, equilibradas e eficazes para enfrentar este desafio.

Reafirmo que o novo acordo climático precisa ser universal, ambicioso e legalmente vinculante, respeitando os princípios e os dispositivos da Convenção-Quadro, em particular os princípios de equidade e das responsabilidades comuns, porém diferenciadas.

Este acordo deverá ser robusto em termos de mitigação, adaptação e meios de implementação. O Brasil almeja um acordo climático global, que promova o desenvolvimento sustentável. O crescimento das nossas economias é compatível com a redução de emissões.

No Brasil, estamos fazendo isso. Ao mesmo tempo em que diminuímos a pobreza e a desigualdade social, protegemos o meio ambiente. Nos últimos 12 anos, temos tido resultados extraordinários.

Em 2009, na Conferência de Copenhagen, anunciamos o compromisso voluntário de reduzir entre 36 e 39%, as nossas emissões projetadas até 2020.

Desde então, pusemos em marcha ações decisivas. Nosso esforço tem dado grandes resultados.

Ao longo dos últimos 10 anos, o desmatamento no Brasil foi reduzido em 79%.

Entre 2010 e 2013, deixamos de lançar na atmosfera a cada ano, em média, 650 milhões de toneladas de dióxido de carbono. Alcançamos em todos esses anos as quatro menores taxas de desmatamento de nossa história.

As reduções voluntárias do Brasil contribuem de maneira significativa para a diminuição das emissões globais no horizonte de 2020.

Senhor Presidente, prezados colegas Chefes de Estado e de Governo.

O Brasil, portanto, não anuncia promessas. Mostra resultados.

Nossa determinação em enfrentar a mudança do clima não se limita à Amazônia brasileira.

Estamos cooperando com os países da Bacia Amazônica em ações de monitoramento e de combate ao desmatamento. Devemos também contribuir para a redução do desmatamento com os países da Bacia do Congo.

Internamente, adotamos planos setoriais para a redução do desmatamento no chamado Cerrado brasileiro; para o aumento das energias renováveis e a promoção da Agricultura de Baixo Carbono.

O Brasil é um grande produtor de alimentos. Temos consciência que as técnicas agrícolas de baixo carbono, ao mesmo tempo em que reduzem emissões, elevam a produtividade do setor agrícola.

Por sua vez, na pequena agricultura familiar, nela as práticas agroecológicas, ajudam a reduzir a pobreza no campo. Ambos programas são decisivos para a segurança alimentar e nutricional de milhões de brasileiros.

A produção agrícola de grãos se dá sobretudo pelo aumento da produtividade com uma expansão menor da área agrícola plantada. Tamanho crescimento da produtividade só é possível com muita pesquisa e inovação, muito investimento e intenso apoio do governo federal.

Tudo isso desfaz a pretensa contradição entre produção agrícola e proteção ao meio ambiente. Prova que é possível crescer, incluir, conservar e proteger o meio ambiente, que é o lema da reunião do clima Rio+20.

Senhor Presidente,

Desastres naturais relacionados à mudança do clima têm ceifado vidas e afetado as atividades econômicas em todo o mundo. Num quadro de injustiça ambiental, as populações pobres são as mais vulneráveis, principalmente nos grande centros urbanos.

No Brasil, implementamos a Política Nacional de Prevenção e Monitoramento de Desastres Naturais, com o objetivo de impedir que esses desastres causem danos às pessoas, com perdas de vidas, ao patrimônio e ao meio ambiente.

Até o final deste ano, no marco desta política nacional de prevenção e monitoramento de desastres naturais, submeteremos à sociedade brasileira o plano nacional de adaptação.

Os custos para enfrentar a mudança do clima são elevados, mas os benefícios compensam.

Precisamos reverter a lógica de que o combate à mudança do clima é danoso à economia. A redução das emissões e ações de adaptação devem ser reconhecidas como fonte de riqueza, de modo a atrair investimentos e lastrear novas ações de desenvolvimento sustentável.

Historicamente, os países desenvolvidos alcançaram o nível de bem estar de suas sociedades graças a um modelo de desenvolvimento, baseado em altas taxas de emissões de gases danosos ao clima, ceifando florestas e utilizando práticas nocivas ao meio ambiente.

Nós não queremos repetir esse modelo.

Mas não renunciaremos ao imperativo de reduzir as desigualdades e elevar o padrão de vida da nossa gente.

Nós, países em desenvolvimento, temos igual direito ao bem-estar. E estamos provando que um modelo socialmente justo e ambientalmente sustentável é possível. O Brasil é um exemplo disso

Muito obrigada.

* André Trigueiro é jornalista com pós-graduação em Gestão Ambiental pela Coppe-UFRJ onde hoje leciona a disciplina geopolítica ambiental, professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC-RJ, autor do livro Mundo Sustentável – Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em Transformação, coordenador editorial e um dos autores dos livros Meio Ambiente no Século XXI, e Espiritismo e Ecologia, lançado na Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro, pela Editora FEB, em 2009. É apresentador do Jornal das Dez e editor chefe do programa Cidades e Soluções, da Globo News. É também comentarista da Rádio CBN e colaborador voluntário da Rádio Rio de Janeiro.

** Publicado originalmente no site Mundo Sustentável.

(Mundo Sustentável)

Falta a crise da água na agenda do poder público (O Globo)

Editorial de O Globo. Desabastecimento em São Paulo e aumento do estresse energético são tratados pelo viés político, e não por seus aspectos técnicos. Quem paga o preço é a população

A crise no abastecimento de água em São Paulo, e no Sudeste, está atingindo seu ponto mais crítico desde o início desse ciclo de seca, no verão do ano passado. Os reservatórios da Cantareira, que abastecem a capital paulista, envolvendo diretamente um universo de 9 milhões de pessoas, está operando com seu nível mais baixo, apenas 3,3% da capacidade. Para evitar o colapso, o governador Geraldo Alckmin já admite usar uma terceira reserva técnica, caso não chova o necessário nos próximos dias. Pesquisa do Datafolha estima que 60% dos moradores da capital enfrentaram, com maior ou menor intensidade, algum nível de desabastecimento nos últimos 30 dias.

Veja o conteúdo na íntegra: http://oglobo.globo.com/opiniao/falta-crise-da-agua-na-agenda-do-poder-publico-14316806#ixzz3Gsj9uKXY

(O Globo)

Um soco na arrogância da visão seletiva supostamente intelectual (ou, Carta Aberta ao antropólogo Roberto DaMatta) (Marcio Valley)

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Roberto DaMatta, li, ontem (08/10/2014), o seu texto “Um soco na onipotência”, onde você defende que o PT seja “defesnetrado do poder” e revela ter sentido a angústia diminuída ao ver Aécio chegar ao segundo turno dessas eleições. Na sua visão, Aécio, tendo “achado o seu papel e o seu tom”, e “com sua tranquilidade”, irá proporcionar ao Brasil a “descoberta da soma e da continuidade”.
Senti uma enorme tristeza ao término da leitura. Sempre respeitei você e seus pensamentos. O seu texto para mim significou, de fato, um soco de alto teor destrutivo, porém não na onipotência do PT, mas na imagem do antropólogo Roberto DaMatta, que nunca imaginei pudesse abdicar da inteligência para defender uma causa.
Participo pouco do Facebook, mais para divulgar meus textos. Isso porque percebo nas redes sociais uma enorme carência de discussão inteligente e racional dos problemas políticos brasileiros. Trata-se de mera gritaria irracional, com repetição de memes e de conteúdo absolutamente raso. É nessas discussões adialéticas, onde não é possível o contraponto, visto como ofensa, e cuja pretensão é somente a de fazer prevalecer a própria visão e de repelir agressivamente todo pensamento que contrarie essa ótica, que vejo comumente serem usadas essas expressões de mera injúria como “petralhas”, “tucanalhas”, “privataria”, “coxinhas” e, vejam só, “lulopetismo”, a mesma utilizada por você, um intelectual.
Nas redes sociais, busco relevar o mais possível o uso dessas palavras de ordem, fundamentalistas e estimuladoras da divisão e do acirramento, porque não sou insensível ao fato de que esse uso, em geral, surge da falta de oportunidade de acesso a uma cultura de discussões de alto nível. Entretanto, quando percebo que esse mesmo estilo, digamos, “literário” é manipulado por pessoas que deveriam ser o farol a seguir no que concerne à inteligência e à razão, dói no coração e a sensação de impotência no enfrentamento e solução dos problemas públicos cresce na alma. Discussões baratas conduzem a resultados igualmente baratos.
Como um intelectual pode se unir à grita da corrupção generalizada petista assim, de forma tão leviana? Sem o adensamento das causas? Sem uma perspectiva histórica? Sem analisar o sistema legal que proporciona tais desvios? Sem uma análise comparativa? Sem qualquer pronunciamento sobre a existência ou não das ações de combate? A corrupção inexistia no Brasil pré-PT ou nasce a partir da assunção desse partido? A malfadada governabilidade no Brasil – e seus filhos diletos, o fisiologismo e o patrimonialismo – é uma pré-condição do exercício do poder ou somente foi e será praticada pelo PT, mas não por outros partidos que eventualmente venham a conquistas o governo? Em outras palavras, é possível a qualquer partido governar sem se render aos clamores e anseios de sua inexoravelmente necessária base de apoio?
DaMatta, a tristeza que me doeu, ao ler seu texto, veio-me da constatação de que, mesmo um formador de opinião como você, com enorme capilaridade na divulgação através de organismos gigantes como “O Globo”, e que, na condição de intelectual, possui ou deveria possuir capacidade de análise crítica dos fatos presentes e de, a partir dessa capacitação, também de intuição sobre o futuro que poucos podem se arvorar de possuir, ainda assim arrisca-se em relação à própria reputação e biografia ao escrever textos supostamente analíticos, mas cujo conteúdo é exclusivamente panfletário e demonstração de exercício do mais puro e, diria mesmo, infantil “wishful thinking”. De fato, custo a crer, perdoe-me, que você acredite no que escreveu.
Sei que você sabe (ou deveria saber) que um dos primeiros atos de Fernando Henrique Cardoso (desse mesmo PSDB que você agora tão calorosamente articula em favor), assinado somente dezoito dias depois de tomar posse, através do Decreto nº 1.376/1995, foi extinguir a Comissão para Investigar a Corrupção, comissão que havia sido criada em 1993 por Itamar Franco.
Lula, no dia 1º de janeiro de 2003, primeiro dia de seu governo, a partir da antiga Corregedoria-Geral da União, assinou a MP n° 103/2003 (depois Lei n° 10.683/2003), criando a Controladoria-Geral da União e atribuindo ao seu titular a denominação de Ministro de Estado do Controle e da Transparência, o que implicou elevar o status administrativo da pasta e sinalizou aos subalternos o norte a ser orientado.
Nos oito anos de governo do PSDB, com FHC, a Polícia Federal realizou um total de 48 (quarenta e oito) operações, ou seja, uma média de seis operações por ano.
Nos doze anos de governo do PT, essa número saltou para cerca de duas mil e trezentas, o que dá uma média de mais de 190 (cento e noventa) por ano.
Ao assumir, o governo do PT encontrou cerca de cem varas federais. Agora já são mais de quinhentas.
Como você sabe, ou deveria saber, são as operações da Polícia Federal e as varas da Justiça Federal que, no âmbito federal, investigam, combatem e julgam os crimes de corrupção.
Durante o governo do PSDB, havia Geraldo Brindeiro, o “engavetador geral da república”.
Durante o governo do PT poderosos membros do governo em exercício foram investigados, denunciados pelo Procurador Geral da República (não mais um “engavetador”), julgados, condenados e presos por corrupção. Você pode não apreciar a famosa expressão do Lula, “nunca antes na história desse país”, mas, quanto a esse fato, é possível desmenti-la? Quando e em que circunstâncias isso, antes, ocorreu?
De que forma, DaMatta, esses fatos (que você facilmente encontrará em sites idôneos da internet) se coadunam com a sua afirmação de “corrupção deslavada do PT”?
DaMatta, o comum do povo, desprovido dos mesmos mecanismos de acesso à informação e ao conhecimento, pode não saber, como você sabe, que não existem administrações, privadas ou públicas, imunes à prática de ilícitos. O que diferencia uma boa administração de uma ruim é como se lida com os infratores. Há liberdade para as instituições funcionarem, investigando e eventualmente punindo, ou tudo é conduzido para debaixo do tapete por diligentes engavetadores?
Mexa no formigueiro, DaMatta, e isso aumentará o número de formigas visíveis. Você sabe disso, é o “efeito percepção”. Concluir que, porque não se viam as formigas antes, elas não existiam, é exercício da mais perfeita idiotice, desculpável somente aos ignorantes, não aos cultos.
DaMatta, todo o suposto prejuízo do mensalão (não vou entrar no mérito da existência do crime, que já foi julgado pelo STF, mas você sabe que se discute bastante se o dinheiro supostamente “desviado” não se encontra nos cofres da Globo, da Folha, do Estadão e de outros órgãos da imprensa, de forma lícita, através de contratos legítimos de publicidade), não chega a 75 (setenta e cinco) milhões de reais. Sem questionar a validade das privatizações realizadas pelo FHC, há estudiosos do assunto, idôneos, que alegam que o prejuízo com as vendas das estatais, a partir do uso das “moedas podres” e outros “incentivos”, pode ter chegado a cerca de 2 (dois) bilhões e 400 (quatrocentos) milhões de reais. Isso mesmo, entregamos o patrimônio todo e, longe de reduzirmos o déficit público, ainda acrescentamos essa montanha de dinheiro à nossa dívida pública. Porém, muita gente ficou multimilionária a partir das privatizações do PSDB.
Esse valor, DaMatta, corresponde a mais de trinta e duas vezes o valor do mensalão, em valores não atualizados (se atualizar passa fácil de cinquenta vezes). Claro, na sua percepção você não deve considerar isso corrupção, não é mesmo?
Ou, quem sabe, DaMatta, talvez você tenha algo a dizer sobre as privatizações tucanas, sobre a atuação de José Serra em conjunto com sua filha Verônica e seu genro Alexandre Burgeois, sobre Daniel Dantas e sua filha, também Verônica, sobre Ricardo Sérgio de Oliveira no Banco do Brasil (agindo “no limite da irresponsabilidade”), sobre André Lara Rezende e as operações de câmbio, a família Jeressaiti e a aquisição da Telemar, sobre o Banestado.
Só o Banestado, DaMatta, ocorrido em pleno governo FHC, causou um prejuízo de mais de 19 (dezenove) bilhões de dólares, que foram ilegalmente remetidos para os Estados Unidos.
Começo a concordar, DaMatta, que os petistas são incompetentes, pelo menos no quesito “desvio de dinheiro público”.
Enfim, retorno à indagação que fiz acima: a corrupção é uma característica do PT? Se não, onde estão os condenados por corrupção do período do PSDB no governo federal?
E Aécio, DaMatta? Está ele livre de indícios de corrupção em sua passagem pelo governo mineiro? Você bem sabe que Minas Gerais, com o PSDB, foi o berço do mensalão tucano, gerido pelo mesmo indivíduo, o publicitário Marcos Valério, cujos tentáculos se espraiaram em direção ao governdo federal do PT. Além disso, você sabe que Aécio é réu, acusado de improbidade administrativa, em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual, em razão de desvio de 4 (quatro) bilhões e 300 (trezentos) milhões de reais da área da saúde em Minas, não sabe? E o aeroporto construído com dinheiro público em área desapropriada de parte da fazenda de seu tio, em Minas, ouviu falar sobre isso?
Bom, tudo isso eu relato, DaMatta, em função de sua visão estreita e seletiva sobre a corrupção do PT, olvidando-se (de forma proposital?) daquela oriunda dos quadros tucanos. Em princípio, não me parece o papel de um intelectual. Passável para uma pessoa comum, para redatores de Facebook, essa visão reducionista é, no meu entender, vergonhosa para um erudito.
Até compreendo que existam na mídia os “experts” (substitutos de segunda linha dos verdadeiros intelectuais) vendendo suas falsas expertises a soldo, uma para cada gosto, mas não acredito que seja o seu caso. Prefiro acreditar num ato menos pensado, numa torcida apaixonada, passional, talvez resultado de algum elemento pessoal por mim desconhecido, como, por exemplo, ter sido prejudicado individualmente pelo PT de alguma forma ou possuir relação estreita com alguém do PSDB. Ainda assim, não há justificativa para a edição de um panfleto tão raso, tão ao gosto da Rede Globo, da Folha e do Estadão e da revista Veja. Você, DaMatta, um intelectual cujo respeito não será por mim perdido por um deslize, infelizmente pôs-se ombro a ombro com o nível de um Reinaldo Azevedo ou de um Augusto Nunes. Tornou-se um Jabor. Se insistir nessa linha, será nivelado, torço para que isso não ocorra, a um Merval Pereira, o imortal da coletânea única.
DaMatta, retorne à sanidade intelectual. Não para infalivelmente apoiar o PT, mas para, se for o caso, rejeitá-lo pelos motivos lógicos e racionais corretos, ou seja, fundamentando sua contrariedade à linha econômica petista; ou à forma como ocorre, hoje, o enfrentamento da questão social; ou, ainda, pelas teses de relações internacionais atualmente defendidas pelo Itamaraty; ou por qualquer outra que você, livremente e como cidadão, considerar não ser adequada ao seu pensamento.
O que não dá é para alcunhar o PT de “dono espúrio de um Brasil que é de todos nós”, uma frase de efeito cujo único objetivo é o aplauso fácil. Ou de falar em “aparelhamento do Estado”, um mantra que pode ser considerado bonitinho para aqueles que ignoram as formas pelas quais se materializam os processos políticos, mas que se torna ridículo se proferido por um intelectual ciente de que o aparelhamento do Estado faz parte do processo democrático, uma vez que todo partido que chega ao poder preenche os espaços de indicação política existentes no governo justamente como meio de oferecer aos eleitores a direção política que eles escolheram através da eleição livre. Ou você, DaMatta, acha que o PSDB não “aparelhou” o governo federal, quando lá esteve, ou, atualmente, não nomeou todo e cada um dos cargos políticos de livre nomeação no Estado de São Paulo durante esses vinte anos de seu governo (algo a dizer sobre a “perpetuação no poder” em São Paulo?).
Vamos nos ater à discussão política, então. Vamos falar de economia, de saúde, de segurança pública, de educação e de quem consideramos mais apto a enfrentar esses enormes desafios. Porque, no tema corrupção, DaMatta, e estou afirmando algo que sei que você de antemão sabe, somente existem telhados de vidro.
Não desça ao nível dos tabloides. Você é maior do que eles. Ainda acredito e torço por você.
Do seu leitor, Marcio Valley.

Will Brazil elect Marina Silva as the world’s first Green president? (The Guardian)

Born into a poor, mixed-race Amazon family, Marina Silva is on the verge of a stunning election win after taking over her party

in São Paulo

The Observer, Saturday 30 August 2014 23.08 BST

Marina Silva

Marina Silva at her campaign HQ. As an environmentalist and a black woman from a poor Amazon family, she carries the hopes of more than one minority in Brazilian politics.  Photograph: Sebastião Moreira/EPA

It started with the national anthem and ended with a rap. In between came a poignant minute’s silence, politicised football chants and a call to action by the woman tipped to become the first Green national leader on the planet.

The unveiling in São Paulo of Brazilian presidential candidate Marina Silva’s platform for government on Friday was a sometimes bizarre mix oftradition and modernity, conservatism and radicalism, doubt and hope: but for many of those present, it highlighted the very real prospect of an environmentalist taking the reins of a major country.

In a dramatic election that has at times seemed scripted by a telenovelawriter, Silva has tripled her coalition’s poll ratings in the two weeks since she took over from her predecessor and running mate, Eduardo Campos, who was killed in a plane crash. Following a strong performance in the first TV debate between candidates, polls suggest she will come second in the first-round vote on 5 October and then beat the incumbent, Dilma Rousseff, in the runoff three weeks later.

This is a spectacular turnaround for a candidate who did not even have a party a year ago, when the electoral court ruled that she had failed to collect enough signatures to mount a campaign. It was also the latest in a series of remarkable steps for a mixed-race woman who grew up in a poor family in the Amazon, and went on to become her country’s most prominent advocate of sustainable development.

The distance Silva – known as Marina – has come from her remote forest home was evident at the launch of her programme for government in the affluent Pinheiros district of São Paulo. About 250 people – mostly from her Sustainability Network party and its allies in Campos’s Brazilian Socialist party (PSB) and other groups – gathered under the chandeliers of the swanky Rosa Rosarum venue, where waiters in white gloves served canapes, while they waited for their leader.

“Now is the time for Marina. We’re all very excited,” said Sigrid Andersen, a university professor and member of the Sustainability Network in Paraná state, before their candidate’s arrival. “I think she will turn the country towards sustainability in every sector. She tried to do that when she was environment minister, but didn’t have the strength. If she wins this election, she’ll have more power to push that agenda.”

The surge in the polls has been exhilarating for supporters. A month ago, as running mate to Campos, the PSB ticket struggled to hit double digits. Within a week of succeeding him, Silva more than doubled the support rate, pushing her into contention for second place and a runoff vote against Rousseff. On Friday, her ratings jumped again. A Datafolha poll showed Silva was now neck and neck with the president at 34% in the first round and would win comfortably with 50% of the vote if it went to a second round, compared with 40% for Rousseff.

Silva’s face stares out from the covers of magazines and the front pages of newspapers, under headlines such as “Marina Presidente?”, “How far can Marina go?”, “The Marina Effect”. One cartoonist depicted her as a Neo-type character from The Matrix who appears to be fighting the campaign in almost another dimension from her rivals.

When the candidate arrived, she stepped out from her van and immediately disappeared into a scrum of cameras and reporters. Local media have described the 56-year-old as frail and noted her low weight and height – details that are almost never mentioned for male candidates.

Women are hugely under-represented in Brazilian politics, but it is not because of her gender that Silva could break the mould. That has more to do with the colour of her skin and ideas.

Silva is a mix of Brazil‘s three main ethnic groups. Among her ancestors are native indians, Portuguese settlers and African slaves. While she is usually described as predominantly “indigenous”, friends say Silva categorises herself as “black” in the national census. In Brazil’s white-dominated political world, this is exceptional.

“It will be super-important for Brazil to have a black president, as it was in the US with Obama. It would signify a big advance for our country against discrimination,” said Alessandro Alvares, a member of the PSB and one of the few non-white faces in the room.

Silva’s political colours could prove still more controversial. For more than a decade, she has been known as the country’s most prominent Green campaigner, having first worked on sustainability at the grassroots with the Amazon activist Chico Mendes, who was later murdered. She later served as environment minister in Luiz Inácio Lula da Silva’s administration from 2003 to 2008, when she put in place effective measures to slow the deforestation of the Amazon. In her address to Friday’s meeting she stressed that Brazil could double its output of crops and meat without further clearing of the rainforest.

“If elected, Marina will be the greenest president in history, the first black president in Brazil and the first to be born in the Amazon,” said Altino Machado, a journalist based in Acre state, who first met Silva more than 30 years ago when they both attended a theatrical group. “She has proved her credentials as an environmentalist and protector of the Amazon. She also has a very strong ethical code and is totally free from any taint of corruption, which is extremely rare in politics in Brazil, where scandals happen all the time.”

Marina Silva at the launch of her election campaign programme on Friday.

Marina Silva at the launch of her election campaign programme on Friday. Photograph: Paulo Whitaker/Reuters

The clean, green image played well with university students, women and other young voters when Silva first ran for president in 2010. Although she was then with the Green party, which had only a tiny campaign machine, little funds and scant TV time, Silva came third with 20m votes – more than any green candidate has secured anywhere in the world before or since.

This time, she is aiming for a winning share of the electorate and has widened her message accordingly. She has also chosen a running mate – Beto Albuquerque, a congressman from the southern state of Rio Grande do Sul – who has close ties to agribusiness.

Listening to Silva speak as the leader of a mostly elite, mostly white, urban crowd in Latin America’s biggest city, it is remarkable to think of her very different origins in the Amazon. The would-be president grew up in the forest in a poor, illiterate family of rubber tappers. She survived malaria and hepatitis, worked as a housemaid and didn’t learn to read until she was 16. With the support of radical Catholic priests she became involved in social issues, entered university and became a student and union activist.

In her childhood, she once harboured ambitions to become a nun. Now she is a twice-married mother of four, but still comes across as serious and severe to the point almost of asceticism. Parts of her speech are stabbed out in a series of finger jabs. Mostly though, it is delivered with the intensive haste of a teacher who has to get through a lot of material in the last class of term. Or a woman on a mission. It is intense: despite the occasional joke and pause for applause, she lacks the easy bonhomie of former president Lula.

Crowd-pleasing has never been what Silva is about. Throughout her career, she has put her principles above the priorities of her political allies. This is one of the reasons why she is now effectively on her fourth party. It has also led to criticism that she is selfish, autocratic, a loner and too much of an idealist to get things done. A more generous interpretation is that she is an outsider who has never been able or willing to conform to the norms of the cosy world of Brasília.

That is clearly part of her appeal to an electorate that is tired of business as usual. Many of those who support her were among the protesters who joined the million-strong demonstrations of more than a dozen cities last year.

But, now in a coalition, Silva is making compromises. Her 250-page programme for government, which was launched on Friday, attempts to reconcile the very different outlooks of the Sustainability Network and the more pro-business PSB. The result is a something of a hodge-podge, with something for street protesters (10% of GDP to healthcare within four years), financial markets (greater autonomy for the central bank) and her core supporters.

On the environmental front, the programme calls for greater energy diversity, which will mean the promotion of wind and solar power; more ethanol production; the maintenance of hydrogeneration (which currently supplies more than three quarters of Brazil’s electricity); and the scaling back of thermal power and exploitation of mine oil deposits located in “sub-salt” strata deep under the Atlantic.

The change could be dramatic, but for the moment, it lacks specifics. In her 20-minute speech in São Paulo, Silva criticised the thinking behind the Belo Monte dam, which will be the biggest in Latin America once it is finished, but stopped short of saying either it or any of the other controversial hydropower projects in the Amazon would be halted.

Similarly, she was cautious about accepting the “Green champion” role that many conservationists around the world would like her to play if she became president.

“Sustainable development is a global trend that can be seen in China, India and elsewhere. If I win, of course I want to make Brazil a symbol of that trend. It won’t just be us, but we have enormous potential,” she said.

Gaudêncio Torquato, professor of political communication at the University of São Paulo, said Silva was showing more flexibility because otherwise she would never be able to govern. “The discourse of sustainability needs to incorporate the daily life of the country. The country would be ungovernable if a fundamentalist vision of politics were implemented.”

But many still see the would-be president as confrontational. Several senior members of the PSB resigned when she was selected as candidate. Business leaders, particularly in the powerful agricultural and energy sectors, see her as anti-development.

“The biggest criticism that agribusiness has in relation to her is her radicalism. She’s made environmental issues a dogma, a religion,” wrote Kátia Abreu, the acerbic head of the ruralisa lobby in Congress. “Throughout her life, she has always stood strongly for environmental activism and displayed strong hatred towards the agricultural sector. She cultivated this animosity in a purposeful way, treating us with aggression.”

Some fear Silva would be socially conservative as a result of her evangelical faith, and the opposition to abortion and gay marriage that comes with it.

But associates say she is not dogmatic on these issues. One of the loudest cheers of the launch meeting followed an affirmation of support for the rights of the lesbian and gay community.

Germano Marino, the president of the Acre Homosexual Association and a member of the ruling Workers’ party, told the Observer he would vote for Silva despite her evangelism.

“I think she is what society needs. Principally I believe she can open the dialogue for us to have more equal rights. Marina has never had a position against homosexuals,” said Marino, who worked with Silva for five years when she was a senator in Acre. “I’m going to vote for her because I believe in her and people have the right to choose their own religion.”

Victory is far from certain. With more than a month left before the election on 5 October, there is abundant time for another twist in the campaign. Voter sympathy following the death of Campos may wear off. Attacks from rivals will increase. And the other candidates should benefit from their superior financial backing and TV time.

But, for now at least, all the momentum is with Silva and her diverse group of supporters. As she heads towards the first-round vote on 5 October, she has generated support among environmentalists, financiers and street protesters; mixed feelings among gay voters and anti-market leftists; and outright hostility from many in the agribusiness and energy industries.

So what does Silva stand for? The traditional political labels of left and right do not quite fit, nor do the ethnic categories of black and white. Green is certainly an important part of the mix, though how diluted will probably not be clear until this unusually colourful campaign comes to an end.

Can weather swing an election? (Discover)

By Seriously Science | May 22, 2013 10:30 am

Photo: flickr/hjl

It’s pretty obvious that weather can affect overall voter turnout; many people just don’t want to go out in the rain, even if it’s to exercise their civic duty. But does weather affect some political parties more than others? Are right-wing voters more likely to skip the polls on a rainy day? Do Democrats forget to vote when the surf’s up? Well, not many people go surfing in the Netherlands, but they do have elections and weather, and this study describes the relationship between the two.

Weather conditions and political party vote share in Dutch national parliament elections, 1971-2010.

“Inclement weather on election day is widely seen to benefit certain political parties at the expense of others. Empirical evidence for this weather-vote share hypothesis is sparse however. We examine the effects of rainfall and temperature on share of the votes of eight political parties that participated in 13 national parliament elections, held in the Netherlands from 1971 to 2010.This paper merges the election results for all Dutch municipalities with election-day weather observations drawn from all official weather stations well distributed over the country. We find that the weather parameters affect the election results in a statistically and politically significant way. Whereas the Christian Democratic party benefits from substantial rain (10 mm) on voting day by gaining one extra seat in the 150-seat Dutch national parliament, the left-wing Social Democratic (Labor) and the Socialist parties are found to suffer from cold and wet conditions. Cold (5°C) and rainy (10 mm) election day weather causes the latter parties to lose one or two parliamentary seats.”

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Piauí: chantagem eleitoral para entregar água (Outras Mídias)

30 DE AGOSTO DE 2012

Chefes políticos aproveitam-se da seca e condicionam chegada de caminhões-pipa a eleição de seus candidatos

Por Tânia Martins, no Piauí Sempre Verde

[Título original: “No interior do Piauí só tem água quem vota no político que está no poder”]

Neste momento em que cerca de um milhão de pessoas do semiárido do Piauí, estão atravessando uma das mais longas secas já vista por essas bandas, denúncias apontam que políticos das regiões atingidas estão aproveitando a dor das famílias para se beneficiarem através da troca de água por voto. Os exemplos são muitos e ocorrem desde a área da Chapada do Araripe, próximo a divisa com o Ceará, na região de Picos e de São Raimundo Nonato, no Sudeste do Estado.

No município de Simões, a 470 quilometros de Teresina as entidades Cáritas Brasileira e Movimento dos Pequenos Agricultores do Estado-MPA. Garantem que cabos eleitorais conseguem manipular a distribuição da água, entregando a metade do tanque do carro-pipa deixando a outra metade para distribuir em troca de voto ou vendendo a preços exorbitantes.

As denúncias assim também ocorrem no Sul e Sudeste, onde milhares de famílias estão sem água a pelos menos dez meses. Segundo o coordenador da Cárita no Piauí, Carlos Humberto, na zona rural dos municípios da região de São Raimundo Nonato, trabalhadores rurais denunciaram que famílias que não apoiam políticos que estão no comando, ficam sem água. Segundo ele, embora o sertanejo tema denunciar os chefes políticos, alguns relataram o crime para o Correio Brasiliense, que esteve na região e publicou a denúncia. “A publicação da reportagem foi o que motivou a Cárita lançar a campanha “Não Toque Seu Voto Por Água”, em todo o semiárido nordestino.

Carlos Humberto lembra que o Comitê Estadual de Combate a Seca não tem representantes da sociedade civil, apenas instituições governamentais. Já Afonso Galvão, representante do MPA sustenta que a troca de voto por água está ocorrendo na região de Picos, porém, os trabalhadores preferem não denunciar pois temem não receberem o pouco de água que têm direito. “Existem comunidades que ficam distantes da água mais de 30 quilometros, se não for o carro-pipa, elas morrem de sede, como vem acontecendo com os animais., essas pessoas nunca que vão querer denunciar os políticos”, diz.

Ele conta que o Exército tem conhecimento da troca e venda, porém, como vem ocorrendo em muitos municípios não tem como dar conta. Já na Seção Operação Pipa no 25° Batalhão, em Teresina, a informação é que o controle de distribuição é rigoroso. Segundo um dos militares envolvido no trabalho, o comandante responsável, coronel Humberto Silva Marques, encontra-se em viagem para as regiões, apurando denúncias como as relatadas nas áreas atingidas.

Ele adianta que nos 70 municípios onde o Exercíto atua no Piauí, chefes políticos não têm acesso a fichas que dão direito a água sendo as mesmas entregues direto em mãos dos beneficiários. Na região de Simões e Socorro do Piauí, que, segunda as entidades estão vendendo água do carro-pipa por R$ 250, o trabalho é coordenado pelo o Batalhão de Cratéus-CE e que vai passar para o controle do 25° em data posterior. Os demais municípios, mais de 80, ficam sob a responsabilidade da Defesa Civil do Estado.

A Defesa da Defesa Civil também nega que esteja havendo manipulação da água. Segundo o Diretor de Unidade da Defesa Civil do Estado, Jerry Hebert, a instituição é dotada de dez fiscais que estão regularmente em campo fiscalizando a operação e até o momento não há registro de desvio de água por políticos. “Sabemos que não existe sistema seguro totalmente, mas, na medida do possível estamos trabalhando para evitar que ocorra”, assegura e diz que as Comissões da Defesa Civil dos Municípios, também fiscalizam a distribuição.
Lançamento da Campanha

No próximo dia 5, a Articulação no Semi-Árido (ASA) vai lançar a campanha Não Troque Seu Voto por Água. O objetivo é alertar, fiscalizar e denunciar os abusos no uso eleitoreiro da água, conforme denúncias de trabalhadores rurais. O evento será na Praça Rio Branco, na oportunidade será lançado também o Grito dos Excluídos.

Tânia Martins é Jornalista Ambiental