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Sobre renzotaddei

Anthropologist, professor at the Federal University of São Paulo

NASA Bombshell: Global Groundwater Crisis Threatens Our Food Supplies And Our Security (Climate Progress)

POSTED ON OCTOBER 31, 2014 AT 1:22 PM

Sustained droughtSustained drought in California is depleting aquifers (click to enlarge).

An alarming satellite-based analysis from NASA finds that the world is depleting groundwater — the water stored unground in soil and aquifers — at an unprecedented rate.

A new Nature Climate Change piece, “The global groundwater crisis,” by James Famiglietti, a leading hydrologist at the NASA Jet Propulsion Laboratory, warns that “most of the major aquifers in the world’s arid and semi-arid zones, that is, in the dry parts of the world that rely most heavily on groundwater, are experiencing rapid rates of groundwater depletion.”

The groundwater at some of the world’s largest aquifers — in the U.S. High Plains, California’s Central Valley, China, India, and elsewhere — is being pumped out “at far greater rates than it can be naturally replenished.”

The most worrisome fact: “nearly all of these underlie the word’s great agricultural regions and are primarily responsible for their high productivity.”

And this is doubly concerning in our age of unrestricted carbon pollution because it is precisely these semiarid regions that are projected to see drops in precipitation and/or soil moisture, which will sharply boost the chances of civilization-threatening megadroughts and Dust-Bowlification.

As these increasingly drought-prone global bread-baskets lose their easily accessible ground-water too, we end up with a death spiral: “Moreover, because the natural human response to drought is to pump more groundwater continued groundwater depletion will very likely accelerate mid-latitude drying, a problem that will be exacerbated by significant population growth in the same regions.”

So this is very much a crisis, albeit an under-reported one. But why is NASA the one sounding the alarm? How has the space agency been able to study what happens underground? The answer is that NASA’s Gravity Recovery and Climate Experiment (GRACE) satellite mission can track the earth’s mass over space and time — and large changes in the amount of water stored underground cause an observable change in mass.

Here is California’s groundwater depletion over the last three years as observed by GRACE:

NASA GRACE

NASA: “The ongoing California drought is evident in these maps of dry season (Sept–Nov) total water storage anomalies (in millimeter equivalent water height; anomalies with respect to 2005–2010). California’s Sacramento and San Joaquin river basins have lost roughly 15 km3 of total water per year since 2011 — more water than all 38 million Californians use for domestic and municipal supplies annually — over half of which is due to groundwater pumping in the Central Valley.”

Certainly, the combined threat of mega-drought and groundwater depletion in the U.S. breadbaskets should be cause for concern and action by itself.

But we should also worry about what is happening around the globe, if for no other reason than it inevitably affects our security. As I wrote last year, “Warming-Fueled Drought Helped Spark Syria’s Civil War.”

Dr. Famiglietti explains the risk:

Further declines in groundwater availability may well trigger more civil uprising and international violent conflict in the already water-stressed regions of the world, and new conflict in others. From North Africa to the Middle East to South Asia, regions where it is already common to drill over 2 km [kilometers] to reach groundwater, it is highly likely that disappearing groundwater could act as a flashpoint for conflict.

Outside of this country, NASA has observed aquifer declines in “the North China Plain, Australia’s Canning Basin, the Northwest Sahara Aquifer System, the Guarani Aquifer in South America … and the aquifers beneath northwestern India and the Middle East.”

GroundwaterDepletion

Water storage declines (mm equivalent water height) in several of the world’s major aquifers.

Famiglietti says that groundwater “acts as the key strategic reserve in times of drought, in particular during prolonged events,” such as we’re seeing in the West, Brazil, and Australia:

Like money in the bank, groundwater sustains societies through the lean times of little incoming rain and snow. Hence, without a sustainable groundwater reserve, global water security is at far greater risk than is currently recognized.

Yes, we can stave off bankruptcy a little longer despite our unsustainable lifestyle by taking money from our children’s bank accounts. As we reported last year, we’re taking $7.3 trillion a year in natural capital — arable land, potable water, livable climate, and so on — from our children without paying for it. In short, humanity has constructed the grandest of Ponzi schemes, whereby current generations have figured out how to live off the wealth of future generations.

Campinas será 1ª cidade do país a usar esgoto tratado para abastecimento (Folha de S.Paulo)

LUCAS SAMPAIO

DE CAMPINAS

30/10/2014 17h46

Em meio à forte estiagem que atinge o Sudeste, Campinas (a 93 km de SP) anunciou nesta quinta-feira (30) que será a primeira cidade do país a usar esgoto tratado para o consumo direto da população.

A obra está estimada em R$ 12 milhões, será financiada pela concessionária que administra o aeroporto de Viracopos e deve ficar pronta em 18 meses.

Atualmente, parte do esgoto da cidade é tratado e transformado em água de reúso -que tem 99% de pureza, mas não serve para consumo humano.

Parte dela é utilizada pelos bombeiros e pela prefeitura, para regar praças e jardins, por exemplo, e vendida para empresas, como o próprio aeroporto. Outra parte é despejada no rio Capivari.

A diferença é que, com a construção de uma adutora de 19 km, anunciada nesta quinta, a água de reúso será toda lançada no rio no ponto onde a Sanasa (empresa mista de água e esgoto do município) capta água para abastecer cerca de 7% da cidade, que tem 1,1 milhão de habitantes.

Ou seja: o esgoto transformado em água de reúso será lançado no rio, e a água misturada –a que já estava no leito mais a de reúso– será captada para uma nova etapa de tratamento antes de seguir para as torneiras dos campineiros.

“É algo inédito, mas totalmente seguro e sem qualquer risco para a população”, afirmou o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), ao anunciar a projeto. “Das águas que são despejadas nos rios, a maioria é muito mais poluída [que a água de reúso]. O grau de pureza é de 99%.”

A Aeroportos Brasil Viracopos, concessionária que administra o sexto maior aeroporto do Brasil, ficará com 10% da água de reúso produzida –a capacidade de produção da Epar (Estação Produtora de Água de Reúso) Capivari é de 360 litros por segundo. Os outros 90% serão despejados no rio, captados na sequência e tratados novamente.

“Eu vou jogar [a água de reúso] no rio por uma questão psicológica e porque não existe legislação específica no Brasil para tratar direto e oferecer à população”, diz Marco Antônio dos Santos, diretor-técnico da Sanasa. “Nós vamos gastar mais dinheiro fazendo isso, mas é preciso para as pessoas se acostumarem com a ideia.”

“Tenho muita tranquilidade em falar que essa água [de reúso] é muito melhor [que a do rio]”, afirma Santos. Uma análise da água de reúso com a adição de cloro, diz, passou em todos os requisitos da portaria 2.914 (que dispõe sobre a qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade).

Para pagar o investimento feito por Viracopos, a Sanasa vai parcelar os R$ 12 milhões com descontos na conta de água do aeroporto. Hoje, o gasto mensal é de aproximadamente R$ 200 mil, valor que deve aumentar com a expansão do aeroporto.

2ª ESTAÇÃO

Também no prazo de 18 meses, a Sanasa pretende transformar a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Anhumas em uma segunda Epar, para melhorar a captação da cidade no rio Atibaia (que abastece 93% da população).

O custo para transformar a estação é de R$ 90 milhões, mas ainda não está definido de onde virá o investimento –a Epar Capivari foi construída entre 2010 e 2012 com dinheiro do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

A adaptação vai fazer com que os atuais 600 litros por segundo de esgoto tratado que são jogados no ribeirão Anhumas, afluente do Atibaia que deságua a menos de 1 km da captação da Sanasa no rio, sejam transformados em água de reúso e também melhore a qualidade do rio, diminuindo a concentração de poluentes e barateando o tratamento.

Questionado sobre a possibilidade de a população rejeitar a ideia de consumir o esgoto tratado, o prefeito de Campinas disse que não tem esse temor e que a desinformação deve ser combatida. “Muitas regiões do país dão água para a população de menor qualidade [que a água de reúso], e ainda vamos jogar essa água no rio e fazer o tratamento de novo.”

OUTRAS MEDIDAS

Como resposta à crise de abastecimento que deixou até 50% da população sem água nas torneiras por 11 dias, a Prefeitura de Campinas e a Sanasa anunciaram outras medidas nesta quinta, entre elas a contratação de uma empresa que vai analisar a viabilidade da construção de uma represa com capacidade para manter a população de Campinas abastecida por, no mínimo, 77 dias.

O desabastecimento que atingiu os campineiros teve três principais fatores: altas temperaturas, que aumentaram o consumo da população, baixa vazão dos rios e má qualidade da água, que impedia o tratamento de líquido em quantidade suficiente para atender a demanda, e baixa capacidade de reservação da Sanasa (hoje, os reservatórios da empresa são capazes de manter a cidade abastecida por apenas seis horas, caso haja um problema na captação).

Foi anunciado também um programa de pagamento por serviços ambientais a quem preservar nascentes (das 2.500 existentes, 2.000 estão em estado de degradação) e de punição a quem cometer crimes ambientais, a criação de um grupo de trabalho permanente para empreendimentos imobiliários sustentáveis, envolvendo diversas secretarias municipais e entidades civis como o Secovi, o Crea e o Comdema, e o endurecimento na fiscalização de desperdício de água.

“Todas as medidas que estamos tomando são importantes para que não falem que estamos esperando chover”, diz o prefeito, que evitou dizer se no curto prazo a população pode ser novamente afetada pela falta de água nas torneiras. “Nós estamos trabalhando. Agora, a chuva precisa vir, e, se Deus quiser, virá.”

A seca de SP na mídia 3 (31 de outubro de 2014)

76. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Desperdício de água vira denúncia em redes sociais no interior de SP – 23/10/2014

Em tempo de seca em todo o Estado, moradores de locais atingidos por racionamento ou por problemas no abastecimento de água passaram a usar as redes sociais para denunciar …

http://www1.folha.uol.com.br/co…denuncia-em-redes-sociais.shtml

77. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Se não tiver chuva, água do sistema Alto Tietê pode acabar em 2 meses – 23/10/2014

O sistema Alto Tietê pode acabar em cerca de dois meses se o índice de chuvas continuar abaixo da média. A informação foi noticiada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…pode-acabar-em-dois-meses.shtml

78. Folha de S.Paulo – Cotidiano – TCU decide investigar crise hídrica e aponta ‘possível inércia’ da ANA – 22/10/2014

Alegando uma “possível inércia” da ANA (Agência Nacional de Águas) para tomar providências relativas à crise hídrica que acomete Estados na região Sudeste, o TCU (Tribun …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-possivel-inercia-da-ana.shtml

79. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com crise hídrica, prefeitura vai construir 32 poços artesianos em SP – 22/10/2014

A Prefeitura de São Paulo abriu uma licitação para construir 32 postos artesianos em todas as subprefeituras da cidade. Segundo a gestão Fernando Haddad (PT), a medida é “u …

http://www1.folha.uol.com.br/co…32-pocos-artesianos-em-sp.shtml

80. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governo de SP tenta garantir maioria no conselho da Sabesp em meio à crise – 22/10/2014

Em meio à mais grave crise de abastecimento de água em São Paulo, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) fez uma manobra para garantir maioria no conselho de administração da Sabesp, em …

http://www1.folha.uol.com.br/co…da-sabesp-em-meio-a-crise.shtml

81. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Haddad diz que Sabesp tem plano de emergência para postos de saúde – 22/10/2014

postos de saúde, caso haja falta d’ água nas unidades. Segundo ele, a companhia se comprometeu em realizar o serviço dentro de 24 horas. Uma lista de unidades comprometidas pela …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ncia-para-postos-de-saude.shtml

82. Folha de S.Paulo – Poder – No rádio, Dilma explora crise da água em SP e Aécio, seca no Nordeste – 22/10/2014

As campanhas dos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) usaram problemas hídricos no programa de rádio desta quarta-feira (22) para criticar a gestão da área em …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-e-aecio-seca-no-nordeste.shtml

83. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Dois municípios do Triângulo Mineiro restringem abastecimento de água – 22/10/2014

As duas principais cidades do Triângulo Mineiro –Uberlândia e Uberaba– enfrentam crise no abastecimento de água por causa daseca. A vazão dos rios que abastece …

http://www1.folha.uol.com.br/co…agua-no-triangulo-mineiro.shtml

86. Folha de S.Paulo – Mercado – Preços de alimentos sobem como reflexo da estiagem – 22/10/2014

série, iniciada em 1994. Segundo os pesquisadores, os aumentos também refletem a seca, que vem prejudicando as condições das pastagens e a engorda dos animais. …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-como-reflexo-da-estiagem.shtml

87. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Petista critica gestão tucana em São Paulo e é chamado de ‘vagabundo’ – 22/10/2014

Em debate na Assembleia, realizado pela bancada do PT a cinco dias das eleições, o presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu, fez duras críticas à gestão da cr …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-e-e-chamado-de-vagabundo.shtml

88. Folha de S.Paulo – Opinião – Paulo Teixeira e Guilherme Mello: Aécio e o racionamento da esperança – 22/10/2014

. Ou seja: contagem regressiva para a seca absoluta. Culpa de São Pedro? Relatório da ONU diz que não. Segundo as Nações Unidas, a responsabilidade pela atual escassez de …

http://www1.folha.uol.com.br/op…racionamento-da-esperanca.shtml

89. Folha – Colunistas – Vinicius Torres Freire – O caldo entornou e secou em SP – 22/10/2014

Até abril, maio, a direção da Sabesp e o governo estadual de São Paulo ainda se sentiam à vontade para discutir em público a cobrança de um extra dos consumidores que consumissem …

http://www1.folha.uol.com.br/co…do-entornou-e-secou-em-sp.shtml

90. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Condomínio na zona leste de São Paulo decide fazer racionamento de água – 22/10/2014

Sofrendo com interrupções no fornecimento de água, um condomínio na estrada Itaquera-Guaianases (zona leste) decidiu fazer um racionamento por conta própria. Das 13h30 às 17h30, …

http://www1.folha.uol.com.br/co…azer-racionamento-de-agua.shtml

92. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Presidente da ANA quer ‘disseminar pânico’, critica secretário de Alckmin – 21/10/2014

O secretário da Casa Civil de São Paulo, Saulo de Castro, rebateu nesta terça-feira (21) declaração do presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu, de que se não …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ica-secretario-de-alckmin.shtml

94. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Nova estimativa reduz, mais uma vez, a previsão de safra da cana-de-açúcar – 21/10/2014

Pela terceira vez, a Datagro, consultoria do setor sucroenergético, reduziu a estimativa de moagem para a atual safra de cana-de-açúcar na região centro-sul. A produção deste an …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ao-de-cana-na-atual-safra.shtml

95. Folha de S.Paulo – Poder – ‘Somos ignorantes porque ignoramos os tucanos’, diz Dilma no Nordeste – 21/10/2014

a usar a crise da água em São Paulo para atacar o PSDB, que governa o Estado do Sudeste. “O Estado mais rico do Brasil, o Estado de São Paulo, não se preparou para a sec …

http://www1.folha.uol.com.br/po…nos-diz-dilma-no-nordeste.shtml

96. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Abastecimento volta ao normal em Campinas; Sanasa não descarta novas falhas – 21/10/2014

abastecida por apenas seis horas, o fornecimento é rapidamente prejudicado. “Estamos administrando uma situação crítica”, diz Santos. “A seca é pior que a de …

http://www1.folha.uol.com.br/co…nao-descarta-novas-falhas.shtml

97. Folha de S.Paulo – Mercado – Energia eólica pode suprir 20% da demanda global até 2030, diz estudo – 21/10/2014

África do Sul como áreas para um novo crescimento na energia eólica. BRASIL Com a seca que atinge o território brasileiro e a menor produção nas hidrelétricas, o país t …

http://www1.folha.uol.com.br/me…lobal-ate-2030-diz-estudo.shtml

98. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Terça começa fria, mas sem chuva forte; Cantareira opera com 3,3% – 21/10/2014

A terça-feira (21) começou mais fria em São Paulo após as altas temperaturas registradas no final de semana. Apesar da garoa, não há previsão de chuva forte. A falta de chuva ag …

http://www1.folha.uol.com.br/co…e-cantareira-opera-com-33.shtml

99. F5 – Televisão – Ignorando falta d’água em São Paulo, novo reality show da RedeTV! terá piscina com cascata – 21/10/2014

Em plena seca em São Paulo, a versão brasileira do reality de namoros “The Bachelor” vai ostentar água. O programa será gravado em uma mansão no Morumbi, bairro …

http://f5.folha.uol.com.br/tele…-tera-piscina-com-cascata.shtml

100. Folha – Colunistas – Rede Social – Ensaio sobre a falta d’água – 21/10/2014

jantar limpinho. A água voltou ao califado”. A seca sem precedentes e suas consequências começaram a ser vividas também em tempo real. Enquanto do front de suas torn …

http://www1.folha.uol.com.br/co…nsaio-sobre-a-falta-dagua.shtml

101. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Prefeitura, Câmara e Assembleia não atingem meta de economia de água – 21/10/2014

Em plena crise hídrica, órgãos como Prefeitura de São Paulo, Câmara Municipal e Assembleia Legislativa não vêm conseguindo atingir a meta de redução de consumo de água criada pela …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-meta-de-economia-de-agua.shtml

102. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mãe e filho registram em fotos o antes e depois da seca no Cantareira, em SP – 21/10/2014

Duas fotos tiradas no mesmo lugar, mas com cenários bem diferentes –e apenas seis meses entre elas. Em abril deste ano, a administradora Ingrid Venturini, 31, se divertiu na …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-seca-no-cantareira-em-sp.shtml

104. Painel do Leitor – Painel do Leitor – Governador deixou reservas quase zerarem para se mexer, diz leitor – 21/10/2014

Há cinco anos, já se falava na seca vindoura. No entanto, o governador de São Paulo deixou as reservas chegarem a quase zero para se mexer. Quem deixa a situação chegar a e …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…-para-se-mexer-diz-leitor.shtml

105. Folha de S.Paulo – Mundo – Barragem na Etiópia traz consigo esperança e preocupação – 21/10/2014

-o nos períodos de seca. Para muitos etíopes, a barragem é um depoimento das capacidades de seu país. “É esperança”, disse Wossene Hailu, proprietário de uma fáb …

http://www1.folha.uol.com.br/mu…o-esperanca-e-preocupacao.shtml

106. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Escassez de chuva forma ‘cinturão da seca’ nos Estados de SP e Minas; veja – 21/10/2014

Ao menos 67 municípios de São Paulo e Minas têm sofrido interrupção de abastecimento de água nas últimas semanas. A escassez forma uma espécie de “cinturão da seca&quo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…nos-estados-de-sp-e-minas.shtml

107. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Desabastecidos, moradores de Cajuru (SP) fazem fila atrás de água – 21/10/2014

vizinhas. Os rios que abastecem a cidade, Brotas e Ribeirão Vermelho, não têm sido capazes de atender à demanda da população durante este período de estiagem e seca. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-fazem-fila-atras-de-agua.shtml

108. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Consumo alto e problema estrutural provocam a falta de água, diz prefeita de Ribeirão – 21/10/2014

, ficaram sem água na última semana. “Não está faltando água em Ribeirão, mas, assim como está acontecendo em muitas cidades do Estado por causa da seca, vamos ter qu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-diz-prefeita-de-ribeirao.shtml

109. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Condomínio da zona sul de São Paulo afirma ter corte de água há 15 dias – 21/10/2014

Moradores de um conjunto habitacional no Campo Limpo (zona sul da capital) estão sem água nos 140 apartamentos do local há 15 dias. Segundo eles, o abastecimento é cortado no fi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-corte-de-agua-ha-15-dias.shtml

110. Folha de S.Paulo – Ambiente – Mudança climática ameaça economia de comunidades tradicionais mongóis – 21/10/2014

durante um período climático excepcionalmente ameno que durou 15 anos. Anos a fio de chuvas abundantes e temperaturas favoráveis -conhecidos como pluviais, o contrário de anos de …

http://www1.folha.uol.com.br/am…ades-tradicionais-mongois.shtml

111. Folha – Colunistas – Vinicius Torres Freire – A seca na comida – 21/10/2014

A seca ainda não apareceu nos preços dos alimentos, pelo menos na média deles, nem mesmo nos preços do sertão de São Paulo, onde mais e mais pessoas dão notícia de falta d’ …

http://www1.folha.uol.com.br/co…/1535563-a-seca-na-comida.shtml

112. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores voltam a protestar contra a falta de água na cidade de Itu (SP) – 20/10/2014

. Em setembro, aconteceu o maior protesto desde que começou o período de seca na cidade. Na ocasião, cerca de 2.000 pessoas foram para a frente da Câmara Municipal e arrem …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-agua-na-cidade-de-itu-sp.shtml

113. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Brigadistas conseguem controlar incêndio em parque nacional de Minas – 20/10/2014

de Preservação Ambiental) morro da Pedreira, localizada no entorno da reserva federal, o fogo já consumiu outros 7.380 hectares. O terreno acidentado, a vegetação seca e …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-parque-nacional-de-minas.shtml

114. Folha de S.Paulo – Poder – Governo de SP não pode nos culpar por questão da água, diz Dilma – 20/10/2014

os efeitos da seca em São Paulo em fevereiro deste ano e que, em março, recebeu Alckmin em uma audiência no Palácio do Planalto. “Quero registrar que o governador se …

http://www1.folha.uol.com.br/po…questao-da-agua-diz-dilma.shtml

115. Folha de S.Paulo – Poder – Aécio atribui responsabilidade ao governo federal por crise da água em SP – 20/10/2014

Alckmin sobre o caráter atípico da atual seca (“maior dos últimos 80 anos”) e citou a reeleição do governador. “Vi essa questão da água ser muito discutida …

http://www1.folha.uol.com.br/po…l-por-crise-da-agua-em-sp.shtml

116. Folha de S.Paulo – Mercado – Maria Inês Dolci: Direito à informação na água e na luz – 20/10/2014

Nas crises, o direito à informação se torna ainda mais importante. Ou, melhor dizendo, sua importância se destaca. Não há dúvidas de que parte do Brasil enfrenta a pior seca …

http://www1.folha.uol.com.br/me…formacao-na-agua-e-na-luz.shtml

117. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Corte no abastecimento de água atinge 60% dos paulistanos, diz Datafolha – 20/10/2014

A falta de água já atinge a maioria da população de São Paulo. Segundo pesquisa Datafolha, realizada na última sexta (17), 60% dos paulistanos dizem ter ficado sem água em casa em …

http://www1.folha.uol.com.br/co…paulistanos-diz-datafolha.shtml

118. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Maioria dos paulistanos diz que vai começar a estocar água, diz Datafolha – 20/10/2014

A maioria dos paulistanos pretende estocar água e acha que o governo poderia ter evitado a crise hídrica, revela pesquisa Datafolha realizada na última sexta-feira (17). Diante …

http://www1.folha.uol.com.br/co…stocar-agua-diz-datafolha.shtml

119. Folha de S.Paulo – Opinião – Márcio Holland: Inflação, carne bovina, frango e ovo – 20/10/2014

e fiscal responsáveis. Neste ano, mais uma vez, manteremos a inflação nos limites estabelecidos, mesmo com a seca que afetou fortemente preços de alimentos e de energia. …

http://www1.folha.uol.com.br/op…carne-bovina-frango-e-ovo.shtml

120. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de água leva a ‘vaquinha’ por caminhão-pipa e fuga ao litoral de SP – 20/10/2014

A falta de água já leva moradores de São Paulo a fazer até uma “vaquinha” entre vizinhos e, assim, garantir o abastecimento por meio de caminhões-pipa. Quem pôde sair bu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-e-fuga-ao-litoral-de-sp.shtml

121. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sistema Cantareira chega a 3,6% de sua capacidade de armazenamento – 19/10/2014

Com as temperaturas cada vez mais altas na capital paulista, o sistema Cantareira de represamento de água chegou a 3,6% de sua capacidade neste domingo (19), informa a Sabesp. O …

http://www1.folha.uol.com.br/co…pacidade-de-armazenamento.shtml

122. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Crise afeta teatro, museus e até atividades a crianças em Ribeirão – 19/10/2014

Um dos reflexos da “seca” da cultura já começou a ser percebido neste ano, com a suspensão do Festival de Teatro de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo). O ev …

http://www1.folha.uol.com.br/co…es-a-criancas-em-ribeirao.shtml

123. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores sem água em casa apelam a academia para tomar banho em SP – 19/10/2014

precisar tomar banho. “Retenho bastante água e, quando começo a gotejar, paro o exercício”, diz o bancário, que malha na Gaviões do centro e teme que a seca chegu …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ia-para-tomar-banho-em-sp.shtml

125. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Redução de vazão em usinas pode causar prejuízos ao rio Pardo, diz comitê – 18/10/2014

Preto, na tarde desta sexta-feira (17) Ele contou ainda que o turismo náutico em algumas partes do rio já não é mais realizado. Aseca prejudicou ainda a pesca de lazer. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…s-ao-rio-pardo-diz-comite.shtml

126. Folha – Colunistas – Luiz Caversan – Seca de informação – 18/10/2014

Na chamada comunicação corporativa, ou seja, naquela que ocorre entre empresas, instituições, governos e seus diversos públicos, existe um preceito que é tão sólido quanto definit …

http://www1.folha.uol.com.br/co…534440-seca-de-informacao.shtml

127. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp monta plano para evitar nova onda de falta de água em São Paulo – 18/10/2014

A previsão de aumento de consumo de água devido ao forte calor na região metropolitana de São Paulo fez a Sabesp se preparar para uma nova onda de desabastecimento no fim de seman …

http://www1.folha.uol.com.br/co…alta-de-agua-em-sao-paulo.shtml

129. Folha – Colunistas – Vaivém – Preço do açúcar deve subir, mas investimentos no setor ainda demoram – 18/10/2014

fornecer açúcar ao mundo para suprir esses deficit? O Brasil, um dos responsáveis pelo superavit que chega ao fim, terá problemas. A seca deste ano atrapalhou o desenvolv …

http://www1.folha.uol.com.br/co…os-no-setor-ainda-demoram.shtml

130. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Tempo seco ameaça abastecimento de água na cidade de Bauru, em SP – 18/10/2014

A escassez de chuvas pode deixar 38% da população de Bauru (a 343 km de São Paulo) sem água nos próximos dias, mesmo depois do rodízio adotado no início da semana. Além da se …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-na-cidade-de-bauru-em-sp.shtml

131. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Governador do Rio descarta risco de desabastecimento de água no Estado – 17/10/2014

“. No evento, ele afirmou que “se a seca continuar pelos próximos 30 dias, vamos ter problema”. Pezão disse, na ocasião, que o Estado atravessa a maior sec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cimento-de-agua-no-estado.shtml

132. F5 – Humanos – Após sonho, moradores da zona sul e São Paulo cavam buraco e acham água – 17/10/2014

Para driblar a falta de água, moradores da região do Jabaquara (zona sul de SP) estão recorrendo a bicas e até cavando poços na terra. Foi o que fez o serralheiro David Ferreira …

http://f5.folha.uol.com.br/huma…cavam-buraco-e-acham-agua.shtml

133. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Juiz de Fora, quarta maior cidade de Minas Gerais, decreta racionamento – 17/10/2014

A estiagem que castiga a região Sudeste do país obrigou a quarta maior cidade de Minas Gerais a decretar racionamento de água. Em Juiz de Fora (a 272 km de Belo Horizonte), os 5 …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rais-decreta-racionamento.shtml

134. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de água começa a atingir a Unicamp e bairros ricos de Campinas – 17/10/2014

A crise no abastecimento de água em Campinas (a 93 km de São Paulo), que já dura mais de uma semana e chegou a afetar metade dos 1,1 milhão de habitantes no sábado (11), começa a …

http://www1.folha.uol.com.br/co…bairros-ricos-de-campinas.shtml

135. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Com seca, preços de galões de água são fiscalizados pelo Procon de Franca – 17/10/2014

O Procon de Franca (a 400 km de São Paulo) passou a fiscalizar o preço da água nos estabelecimentos comerciais da cidade para evitar abusos, diante do calor e da falta de água. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…dos-pelo-procon-de-franca.shtml

136. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Manancial que abastece quase 40% de Bauru (SP) está à beira do colapso – 17/10/2014

impossível prever o que vai acontecer. “Abastecemos o que for possível. Além do calor e da seca, aumentou muito a população e não fizeram nada para aumentar o abaste …

http://www1.folha.uol.com.br/co…p-esta-a-beira-do-colapso.shtml

137. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Rede entupida, troca de bomba e ar geram falta de água em São Carlos – 17/10/2014

Um “bolsão” de ar, um entupimento e uma troca de bomba causaram desabastecimento de água por cinco dias em bairros de São Carlos (a 232 km de São Paulo), segundo informo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…lta-de-agua-em-sao-carlos.shtml

138. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Após sonho, moradores da zona sul e São Paulo cavam buraco e acham água – 17/10/2014

Para driblar a falta de água, moradores da região do Jabaquara (zona sul de SP) estão recorrendo a bicas e até cavando poços na terra. Foi o que fez o serralheiro David Ferreira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cavam-buraco-e-acham-agua.shtml

139. Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: O limite da energia – 17/10/2014

–e isso, mais uma vez, prejudicará o consumidor. Os reservatórios do sistema elétrico se aproximam dos níveis mais baixos desde o ano 2000. Com a seca, uma fatia ma …

http://www1.folha.uol.com.br/op…orial-o-limite-da-energia.shtml

140. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cidades do interior de SP procuram alternativas contra a falta de água – 17/10/2014

A falta de água também atinge com intensidade cidades do interior do Estado. Em Campinas (a 93 km de SP), a crise de desabastecimento há uma semana afeta mais de 20% da populaçã …

http://www1.folha.uol.com.br/co…as-contra-a-falta-de-agua.shtml

141. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – CPFL Paulista prevê economia menor de energia no horário de verão – 17/10/2014

Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo). O motivo é o calor e a seca que atinge todo o Estado. A redução esperada no consumo no período é de 0,46%, ante o 0,52% obtido no …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ergia-no-horario-de-verao.shtml

142. Folha de S.Paulo – Mercado – Onda de calor atípica faz vendas de ares-condicionados saltarem 323% – 17/10/2014

nos próximos meses, se a demanda crescer. Luciano Amarante/Folhapress Consumidor checa preços de ventiladores em loja de SPSECA O fato de alguns climatizado …

http://www1.folha.uol.com.br/me…ondicionados-saltarem-323.shtml

144. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Franca recorre a água de postos de combustíveis contra ‘seca’ – 16/10/2014

Sem água suficiente para abastecer a cidade, as autoridades de Franca (a 400 km de São Paulo) apelaram agora para a água de poços de postos de combustíveis. O município, abastec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-combustiveis-contra-seca.shtml

145. Folha de S.Paulo – Poder – PT vai utilizar a seca em São Paulo para atacar Aécio – 16/10/2014

O PT vai explorar a seca em São Paulo contra candidatura de Aécio Neves à Presidência. O partido produziu panfletos com a foto de Geraldo Alckmin e a inscrição “o PSDB …

http://www1.folha.uol.com.br/po…o-paulo-para-atacar-aecio.shtml

148. Folha de S.Paulo – Poder – Dilma leva para o debate a crise de abastecimento de água em São Paulo – 16/10/2014

rival Aécio Neves o efeito que a seca teve sobre a inflação, a candidata petista aproveitou para alfinetar os tucanos pelos problemas de distribuição de água na capital pau …

http://www1.folha.uol.com.br/po…ento-de-agua-em-sao-paulo.shtml

150. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Barretos anuncia racionamento de água e multas em caso de desperdício – 16/10/2014

de água como um ato de conscientização, mas que não gera resultado capaz de evitar desabastecimento diante da seca recorde. Silva Júnior – 11.set.2014/Folhapress …

http://www1.folha.uol.com.br/co…as-em-caso-de-desperdicio.shtml

151. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin nega estar tirando mais água do que o permitido do Cantareira – 16/10/2014

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acusou nesta quinta-feira (16) a ANA (Agência Nacional de Águas) de recorrer a um “tecnicismo” ao afirmar que a administração …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-permitido-no-cantareira.shtml

152. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Empresária usa água da piscina para lavar louça na zona oeste de SP – 16/10/2014

espera que seja suficiente para passar o período de seca. “Se não der, vou me mudar”, afirma. Segundo a moradora, a Sabesp justificou a falta de água em sua cas …

http://www1.folha.uol.com.br/co…na-para-lavar-louca-em-sp.shtml

153. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Geração de emprego é a pior desde 2003 na região de Ribeirão – 16/10/2014

crescimento da economia brasileira é o principal motivador para a queda de empregos, acrescido à seca que impactou o agronegócio. O professor de economia da Unicamp Cláud …

http://www1.folha.uol.com.br/co…003-na-regiao-de-ribeirao.shtml

155. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Presidente da Sabesp admite piora na distribuição de água por causa do calor – 15/10/2014

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, admitiu a piora na distribuição de água na capital paulista. Segundo ela, isso acontece por causa do calor excessivo e por falhas no sistema. D …

http://www1.folha.uol.com.br/co…e-agua-por-causa-do-calor.shtml

156. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca e calor recorde mudam paisagem no interior de SP; veja imagens – 15/10/2014

ainda não apareceu como o necessário. A terra rachada devido à seca se transformou em cenário comum em cidades como Casa Branca, Serrana e Santa Rita do Passa Quatro, ent …

http://www1.folha.uol.com.br/co…terior-de-sp-veja-imagens.shtml

158. Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Até quando? – 15/10/2014

que as represas retomarão nível seguro antes da próxima seca. De acordo com algumas simulações, a recuperação do sistema só ocorrerá após quatro anos de precipitação dentro …

http://www1.folha.uol.com.br/op…2589-editorial-ate-quando.shtml

159. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sem água, moradores de Campinas (SP) recorrem a bica de cidade vizinha – 15/10/2014

pouco, mas 20% dos 1,1 milhão de habitantes continua na seca, segundo a Sanasa (empresa de água e esgoto). A bica fica em Itupeva, às margens da rodovia SP-324, mais …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-a-bica-de-cidade-vizinha.shtml

160. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca afeta captação subterrânea, e mais cidades estudam corte de água – 15/10/2014

Ao menos seis cidades da região de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) estudam adotar o racionamento devido a problemas na captação de água subterrânea causados pela secahttp://www1.folha.uol.com.br/co…des-estudam-corte-de-agua.shtml

162. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp diz que forte calor afeta o abastecimento de água em São Paulo – 15/10/2014

correspondia a 4,5% da capacidade. “A Sabesp agradece a contribuição dos consumidores na redução do consumo, que continua sendo essencial para enfrentar a seca mais …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ento-de-agua-em-sao-paulo.shtml

163. Folha de S.Paulo – Opinião – Nabil Bonduki: A responsabilidade pela crise da água – 15/10/2014

, ou não foi anunciado, um plano de contingência para essa possibilidade. A crise não é apenas resultado de uma seca sem precedentes. Estava anunciada desde 2010, mas a Sa …

http://www1.folha.uol.com.br/op…lidade-pela-crise-da-agua.shtml

164. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de água se espalha e já afeta todas as regiões da capital paulista – 15/10/2014

Antes circunscritos a determinadas áreas, em períodos específicos, os casos de falta de água se espalharam pela cidade de São Paulo nos últimos dias, atingindo todas as regiões da …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gioes-da-capital-paulista.shtml

165. Folha de S.Paulo – Mercado – Safra e dólar reduzem preço das commodities – 15/10/2014

dos EUA, veio a chuva nas últimas semanas com intensidade forte. Já no Brasil, a safra sofre os efeitos da seca. Esse filme já ocorreu em 2012, quando tudo apontava para …

http://www1.folha.uol.com.br/me…zem-preco-das-commodities.shtml

166. Folha de S.Paulo – Livraria da Folha – Em livros, biólogo descreve desastres ecológicos dos últimos milhões de anos – 14/10/2014

as copas das árvores. Estávamos em agosto, na estação seca. O ar esfriara o suficiente para tornar a umidade agradável – o que, à maneira tropical, era tanto um estado ment …

http://www1.folha.uol.com.br/li…s-ultimos-milhoes-de-anos.shtml

167. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Órgão de defesa do consumidor vai acionar Promotoria contra Sabesp – 14/10/2014

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) vai acionar até o final desta semana o Ministério Público e o Procon (fundação de proteção do consumidor) para obrigar a Sabe …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-promotoria-contra-sabesp.shtml

168. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Bombeiros enviam equipe por terra para conter fogo na serra da Cantareira – 14/10/2014

que os incêndios se proliferem com facilidade na vegetação seca. Segundo os bombeiros, o Estado de São Paulo tem, em média, uma ocorrência de incêndio em vegetação a cada …

http://www1.folha.uol.com.br/co…go-na-serra-da-cantareira.shtml

169. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Franca tem falta de água, e Sabesp admite problema por causa da seca – 14/10/2014

O gerente distrital da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado) em Franca (a 400 km de São Paulo), Rui Engracia, afirmou nesta terça-feira (14) que vai faltar água na cid …

http://www1.folha.uol.com.br/co…alta-dagua-nesta-terca-14.shtml

170. Folha de S.Paulo – Mercado – Aneel propõe redução do preço da energia no mercado de curto prazo – 14/10/2014

Em 2014, por causa da forte seca e da não recomposição dos reservatórios das hidrelétricas, o preço da energia no mercado de curto prazo se manteve quase todo o ano muito …

http://www1.folha.uol.com.br/me…no-mercado-de-curto-prazo.shtml

171. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Calor atípico e seca agravam crise em SP – 14/10/2014

Termômetros acima do padrão, umidade em baixa, previsão de mais um período prolongado de estiagem. Em meio à maior crise hídrica de São Paulo, as notícias não poderiam ser piores. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-seca-agravam-crise-em-sp.shtml

172. Folha – Colunistas – Vinicius Torres Freire – São Paulo, vidas secas – 14/10/2014

fizeram os vivos, em particular crianças, idosos e alérgicos em geral, chorar. A seca degrada ainda mais o ar da cidade, normalmente imundo. Crises respiratórias, no entant …

http://www1.folha.uol.com.br/co…029-sao-paulo-vidas-secas.shtml

173. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alto da Lapa fica mais de três dias sem água – 14/10/2014

casa (somando 2.000 litros) não deram conta do período de “seca”. “Nem reclamei porque sei que é generalizado”, explicou. Eduardo Anizelli/Folhapres …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ais-de-tres-dias-sem-agua.shtml

174. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca fecha pousadas e gera demissões em SP – 14/10/2014

pior seca das últimas décadas no Estado. A falta de chuvas, que provocou racionamento de água em ao menos 25 cidades, aumentou o número de queimadas e achatou os lucros n …

http://www1.folha.uol.com.br/co…as-e-gera-demissoes-em-sp.shtml

175. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Diretor de consórcio de água fala em ‘turismo da seca’ – 14/10/2014

consórcio CPJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), do sistema Cantareira, Francisco Lahóz. Ele já fala até em “turismo da seca”. O consórcio é uma associação …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-fala-em-turismo-da-seca.shtml

176. Folha de S.Paulo – Mercado – Calor intenso ameaça lavouras de café e cana em São Paulo e Minas Gerais – 13/10/2014

ao longo dos próximos seis meses vai definir o tamanho das colheitas previstas para começarem, em sua maioria, no segundo trimestre de 2015. Uma seca severa no início de …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-sao-paulo-e-minas-gerais.shtml

178. Folha de S.Paulo – Cotidiano – São Paulo registra a tarde mais seca deste ano – 12/10/2014

A cidade de São Paulo teve neste domingo a tarde mais seca do ano, com 18% de umidade do ar às 15h, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). O valor registra …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-a-tarde-mais-seca-do-ano.shtml

180. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Temperatura pode chegar a 34º C em São Paulo neste domingo, diz CGE – 12/10/2014

) a tarde mais quente desde fevereiro e mais seca desde o início do ano, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). Os termômetros registraram 34,3ºC, por …

http://www1.folha.uol.com.br/co…m-sao-paulo-neste-domingo.shtml

183. Folha de S.Paulo – Poder – Em cidade embrião do Bolsa Família, 220 famílias ainda esperam benefício – 12/10/2014

ser o marco zero do programa Fome Zero, depois substituído pelo Bolsa Família. Desde então, se tornou a principal fonte de renda da cidade, que sofre com uma seca que se ar …

http://www1.folha.uol.com.br/po…ainda-esperam-o-beneficio.shtml

184. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mesmo em áreas centrais de SP, queixa de falta de água é comum – 12/10/2014

. “Eu disse que não, que a torneira seca mesmo”, rebate. Em outros sete endereços em que moradores dizem faltar água à noite, a Sabesp diz que técnicos constatar …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-falta-de-agua-e-comum.shtml

185. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Mesmo com a falta de chuvas, café da Alta Mogiana ganha em qualidade – 12/10/2014

. Além disso, segundo Terra, a lavoura conta com irrigação e, por isso, houve redução dos danos da seca. Das 35 mil sacas produzidas na fazenda, a estimativa é que 70% d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ogiana-ganha-em-qualidade.shtml

186. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Baixa umidade do ar deixa, de novo, Ribeirão Preto em estado de alerta – 11/10/2014

Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) voltou a ficar em estado de alerta na tarde deste sábado (11) por causa da baixa umidade do ar. Os dados são do Ciiagro (Centro Integrado …

http://www1.folha.uol.com.br/co…preto-em-estado-de-alerta.shtml

187. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Sabesp dobra turno de caminhões-pipa para evitar falta de água em Franca – 11/10/2014

Os 27 caminhões-pipa utilizados para evitar a interrupção no fornecimento de água em Franca (a 400 km de São Paulo) estão trabalhando com carga horária dobrada desde a noite desta …

http://www1.folha.uol.com.br/co…r-falta-de-agua-em-franca.shtml

188. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Falta de chuvas deixa Uberlândia e Uberaba, no Triângulo Mineiro, sem água – 11/10/2014

situação crítica e a previsão é de mais seca para os próximos dias. Em Uberaba, o volume de água disponível está abaixo da metade da vazão normal. O município tem autoriz …

http://www1.folha.uol.com.br/co…riangulo-mineiro-sem-agua.shtml

189. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca faz 5 cidades da região de Ribeirão buscarem ajuda do Estado – 11/10/2014

. A cidade está racionando água há três meses. O abastecimento é cortado diariamente por 16 horas. Silva Júnior – 11.set.2014/Folhapress Lagoa Maravilha, em Serrana, que …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-buscarem-ajuda-do-estado.shtml

191. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mais fácil Palmeiras ser campeão que plano da Sabesp dar certo, diz ANA – 10/10/2014

O plano da Sabesp para utilizar a segunda cota do volume morto do sistema Cantareira é “altamente arriscado” e “não tem nenhum amparo técnico na realidade, além do …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-sabesp-dar-certo-diz-ana.shtml

192. Folha de S.Paulo – Poder – Governo federal faz primeiro teste da transposição do São Francisco – 10/10/2014

ao canal é a mesma que enfrenta problemas para mover as turbinas da usina de São Luiz Gonzaga, em Pernambuco. A seca que castiga a região vem reduzindo há meses o nível d …

http://www1.folha.uol.com.br/po…sposicao-do-sao-francisco.shtml

195. Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP tem tarde mais quente em 8 meses e mais seca desde o começo do ano – 10/10/2014

A cidade de São Paulo registrou nesta sexta-feira (10) a tarde mais quente desde fevereiro e mais seca desde o início do ano, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteoro …

http://www1.folha.uol.com.br/co…eca-desde-o-comeco-do-ano.shtml

196. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Alckmin diz que plano para volume morto será enviado nesta sexta – 10/10/2014

a maior seca do século e não foi exclusivamente São Paulo. Ao todo, 20% dos municípios estão em emergência por causa da crise hídrica”, disse. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…enviado-a-ana-nesta-sexta.shtml

200. Folha de S.Paulo – Poder – Mantega e Armínio Fraga defendem combate à inflação em debate na TV – 09/10/2014

ano acima [do teto] da meta [6,5%]. “Vamos ter 6,3%, 6,4%.” O ministro disse ainda “que a pressão inflacionária vem da seca” e do aumento da “energ …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-inflacao-em-debate-na-tv.shtml

201. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca já fez dez usinas anteciparem encerramento da safra de cana – 09/10/2014

-açúcar), o encerramento precoce da safra ocorre por causa da menor oferta de matéria-prima para processamento, em decorrência da seca. Encerraram a safra antes do previst …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rramento-da-safra-de-cana.shtml

202. Folha de S.Paulo – Mercado – Inflação surpreende, e governo sugere consumir frango no lugar de carne – 09/10/2014

foi agravada pela seca. Por causa da estiagem, o custo de algumas lavouras e da criação de gado cresceu. O preço da carne bovina subiu 3,17% em setembro. Já a energia e …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-frango-no-lugar-de-carne.shtml

204. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Obra de novo sistema de abastecimento de Franca enfrenta atraso – 09/10/2014

a vazão reduzida devido à seca. A Sabesp capta ainda água de dois poços no município vizinho de Restinga (a 389 km de São Paulo), que foram construídos entre 2012 e 2013 …

http://www1.folha.uol.com.br/co…de-franca-enfrenta-atraso.shtml

206. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp nega racionamento e diz que ‘administra disponibilidade’ de água – 08/10/2014

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, chamou de “desconforto” a falta de água noturna na capital durante a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o tema que acontec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-disponibilidade-de-agua.shtml

207. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde negativo e opera com 5,5% de sua capacidade – 08/10/2014

, isso não garante que o Cantareira volte a ter níveis confortáveis de reserva de água até abril, segundo especialistas. Ainda que chova bem acima do esperado, a superfície se …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-com-55-de-sua-capacidade.shtml

208. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuvas de verão não devem bastar para o Cantareira, afirma especialista – 08/10/2014

reserva de água até abril, segundo especialistas. Ainda que chova bem acima do esperado, a superfície seca e exposta do Cantareira terá maior dificuldade em reter a água. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…astar-afirma-especialista.shtml

209. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Receita com exportação de suco de laranja cai 20% na região de Ribeirão – 08/10/2014

atingiram US$ 1,32 bilhão. O setor cita a concorrência internacional e a seca prolongada enfrentada em São Paulo como fatores prejudiciais para o produto nacional. A dema …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-20-na-regiao-de-ribeirao.shtml

210. Folha de S.Paulo – Mercado – Projeção do FMI para a alta do PIB brasileiro é pessimista, diz Mantega – 07/10/2014

desempenho morno da economia, Mantega citou a seca e a política monetária contracionista do Banco Central –ou seja, o ciclo de aumento dos juros–, sem o qual &q …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-e-pessimista-diz-mantega.shtml

211. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde negativo e opera com 5,6% de sua capacidade – 07/10/2014

O sistema Cantareira voltou a bater novo recorde nesta terça-feira (7). De acordo com dados da Sabesp, o reservatório opera apenas com 5,6% da capacidade, índice mais baixo da his …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-com-56-de-sua-capacidade.shtml

212. Folha – Colunistas – José Simão – Socuerro! Petralha X Coxinha! – 07/10/2014

Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! E o pensamento do dia: “Não entendo ter LeiSeca antes das eleições. O povo sempre vota sóbri …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cuerro-petralha-x-coxinha.shtml

213. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Relatório de 2011 já falava em risco de desabastecimento – 06/10/2014

. Em 2014, mananciais que abastecem a Grande São Paulo foram atingidos por uma severa seca. O principal deles, o Cantareira, operava neste domingo (5) com 6% de sua capaci …

http://www1.folha.uol.com.br/co…risco-de-desabastecimento.shtml

217. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde e opera com 6% de sua capacidade – 05/10/2014

O sistema Cantareira bateu mais um recorde negativo neste domingo (5). Conforme a Sabesp, o reservatório opera com apenas 6% de sua capacidade. A situação é a mais crítica da hist …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-com-6-de-sua-capacidade.shtml

219. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Falta de chuva ‘estressa’ ipês-rosas que florescerem mais em São Paulo – 05/10/2014

Paulo. O mecanismo que faz da falta de água um gatilho para a floração mais intensa é engenhoso sem deixar de ser também dramático. A seca parece ser entendida pela árv …

http://www1.folha.uol.com.br/co…escerem-mais-em-sao-paulo.shtml

220. Folha de S.Paulo – Mercado – Cafeicultores investem em mecanização nas lavouras – 05/10/2014

a cafeicultura, nota um crescimento de 35% por ano desde 2010. Neste ano, contudo, ele espera estagnação. “A estiagem, apesar de não ter prejudicado os cafeicultores, reduz …

http://www1.folha.uol.com.br/me…-mecanizacao-nas-lavouras.shtml

221. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Estiagem faz moradores de São Paulo estocarem água – 05/10/2014

cerca de R$ 100 por tonel, que é o que gasto entre comprar, transportar e instalar a torneira.” Segundo ele, mesmo antes da secaque atinge o Estado, o condomínio já …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-sao-paulo-estocarem-agua.shtml

222. Folha de S.Paulo – Poder – Petista cresce na reta final e Bahia terá disputa voto a voto – 04/10/2014

no interior, sobretudo no semiárido, num momento em que um terço das cidades baianas está em emergência pela seca. Do outro lado, diante da baixo índice de aprovação da g …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-tera-disputa-voto-a-voto.shtml

223. Folha de S.Paulo – Poder – Eunício (PMDB) e Camilo (PT) seguem empatados no Ceará, diz Datafolha – 04/10/2014

a gestão Cid durante quase todo o mandato, Eunício não poupou críticas ao governo em temas como segurança, saúde e combate àseca. Também atacou gastos em obras polêmicas …

http://www1.folha.uol.com.br/po…os-no-ceara-diz-datafolha.shtml

226. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Racionamento de água já atinge 2,77 milhões de pessoas em São Paulo – 04/10/2014

Lissoni, 56, já chegou a ficar quatro dias seguidos sem água e ontem estava com a torneira seca. Para minimizar os problemas, comprou uma caixa de 1.500 litros por R$ 410 e …

http://www1.folha.uol.com.br/co…s-de-pessoas-em-sao-paulo.shtml

227. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Falta planejamento às cidades para enfrentar seca, diz especialista – 04/10/2014

Especialistas em gestão de recursos hídricos afirmam que faltou, ao longo dos anos, planejamento às cidades para enfrentar a seca. Docente do curso de engenharia civil da …

http://www1.folha.uol.com.br/co…tar-seca-diz-especialista.shtml

228. Folha de S.Paulo – Poder – Cid pilota jipe com candidato e vira ‘apresentador de talk show’ em comício – 03/10/2014

tem dito que é um absurdo o governador se licenciar enquanto o Ceará vive uma das piores secas. Mas eu respondo. É uma questão de prioridade. Pior do que a seca é um despre …

http://www1.folha.uol.com.br/po…r-de-talk-show-em-comicio.shtml

229. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Bebedouro (SP) retoma racionamento de água após 12 dias suspenso – 03/10/2014

Após suspender por 12 dias o racionamento de água, a Prefeitura de Bebedouro (a 381 km de São Paulo) informou que voltará a adotar a interrupção do abastecimento nesta sexta-feira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gua-apos-12-dias-suspenso.shtml

231. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde e opera com 6,4% de sua capacidade – 03/10/2014

tucano afirmou que a gestão estadual tem condições de enfrentar um novo período de seca sem a necessidade de limitar o consumo de água. Para especialistas, para reverter …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-com-64-de-sua-capacidade.shtml

234. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mostra traz fotos e pinturas inspiradas na estiagem do sistema Cantareira – 03/10/2014

pinturas cobrem em mosaico outros 90 m² de paredes do Paço –todos marcados pela mesma obsessão com a represa seca. “Vou à Serrinha desde os anos 80. Foi um esp …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gem-no-sistema-cantareira.shtml

235. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Número de queimadas sobe 254% na região de Ribeirão Preto – 03/10/2014

O número de queimadas registrado na região de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) aumentou 254% de janeiro a setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passad …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-regiao-de-ribeirao-preto.shtml

236. Folha de S.Paulo – Mercado – Mantega comemora alta da indústria e diz que fará superavit ‘possível’ – 02/10/2014

e que esse ano não será diferente. Ele voltou a afirmar que a inflação está dentro da meta. “Tivemos uma inflação provocada principalmente pela seca, que pressionou …

http://www1.folha.uol.com.br/me…primario-possivel-em-2014.shtml

237. Folha de S.Paulo – Mercado – Alta da energia dobraria sem regras criadas pelo governo, diz secretário – 02/10/2014

custo da seca sobre as contas do consumidor teria sido o dobro, este ano, caso não tivessem sido criadas novas regras para o sistema em 2012. “Se o consumidor gastou …

http://www1.folha.uol.com.br/me…lo-governo-diz-secretario.shtml

238. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira bate novo recorde negativo e opera com 6,6% de sua capacidade – 02/10/2014

2015, mesmo que volte a chover menos do que a média histórica. Em entrevista à Folha, o tucano afirmou que a gestão estadual tem condições de enfrentar um novo período de sec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-com-66-de-sua-capacidade.shtml

241. Folha de S.Paulo – Poder – Pimenta lança plano de governo e defende água para os mineiros – 01/10/2014

mananciais e garantir água para a população”, disse Pimentel. Uma forte seca castiga diferentes regiões do Estado. A nascente de um dos principais rios do país, o Sã …

http://www1.folha.uol.com.br/po…nde-agua-para-os-mineiros.shtml

244. Folha – Colunistas – Vaivém – Dólar ajuda a reduzir preço das commodities – 30/09/2014

milho na safrinha. Café Mais uma vez o mercado sofre o efeito da seca no Brasil. Previsões de queda na safra brasileira por consultorias especializadas empurraram para US …

http://www1.folha.uol.com.br/co…zir-preco-das-commodities.shtml

246. Folha de S.Paulo – Poder – ‘Não há risco de racionamento de água em 2015’, diz Alckmin – 30/09/2014

seca, fizemos planejamento, investimento e uso racional da água. Nós começamos a dar o bônus em plena chuva, começou no verão, em fevereiro. Não tem outro estado que deu es …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-agua-em-2015-diz-alckmin.shtml

247. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Plano prevê interrupção diária de retirada de água no sistema Cantareira – 30/09/2014

enfrenta sua maior seca. Para especialistas, se posta em prática, a estratégia poderá implicar a adoção de um racionamento na Grande São Paulo pouco depois das eleições d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gua-no-sistema-cantareira.shtml

248. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Protesto contra falta de água reúne 400 pessoas na cidade de Itu (SP) – 29/09/2014

de água crônica na cidade nesta segunda. Moradores relataram ter recebido água no fim de semana depois de duas semanas “naseca”. Alguns tiveram água na torneira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ssoas-na-cidade-de-itu-sp.shtml

249. Folha de S.Paulo – BBC Brasil – Candidatos ignoram maior crise hídrica da história, diz ambientalista – 29/09/2014

. Nacho Doce/Reuters Seca no reservatório de Jaguari, abastecido pelo Sistema Cantareira * BBC Brasil – Você escreveu que a crise hídrica é no fundo uma crise …

http://www1.folha.uol.com.br/bb…istoria-diz-ambientalista.shtml

250. Folha – Colunistas – Elena Landau – A banalidade do erro – 29/09/2014

sempre dos outros. Da seca à China, tudo é justificativa para o mau desempenho da economia, para os malfeitos e desperdícios. Erros acontecem. Mas quando se tornam sistêm …

http://www1.folha.uol.com.br/co…4035-a-banalidade-do-erro.shtml

251. Folha de S.Paulo – Mercado – Com apoio, agronegócio perdeu o medo do PT – 28/09/2014

a noite pode mudar tudo também. Podemos ter uma chuva, uma seca… O mercado vai se ajustar. Os custos também se adaptam para baixo? Tudo se adapta. Vai haver uma reduç …

http://www1.folha.uol.com.br/me…gocio-perdeu-o-medo-do-pt.shtml

253. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuva fraca mantém estável nível do sistema Cantareira – 27/09/2014

A chuva que atingiu São Paulo na tarde e noite de sexta-feira (26) fez com que o nível do sistema Cantareira permanecesse estável de sexta para sábado (27). Nos últimos dias, o re …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ter-nivel-de-reservatorio.shtml

254. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nível de rio que abastece represa de Furnas é crítico – 27/09/2014

dezembro de 1999, o reservatório atingiu seu menor nível da história. “O problema é que, desta vez, estamos enfrentando uma secaque tem o potencial de se prolongar ma …

http://www1.folha.uol.com.br/co…presa-de-furnas-e-critico.shtml

255. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Estiagem em MG revela embarcações e ponte submersas há décadas – 27/09/2014

A forte seca que castiga o sul de Minas Gerais revelou um capítulo da história escondido durante décadas debaixo de uma lâmina de água. Até o fim dos anos 1940, a pequena …

http://www1.folha.uol.com.br/co…onte-submersas-ha-decadas.shtml

257. Folha de S.Paulo – Mercado – São Paulo estuda reabrir em janeiro hidrovia usada para transporte de soja – 26/09/2014

o governo do Estado de São Paulo nesta sexta-feira (26). Para reduzir o impacto da pior seca no Sudeste do país nas últimas décadas, o governo pretende diminuir a quantid …

http://www1.folha.uol.com.br/me…a-para-transporte-de-soja.shtml

258. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Marina pede ajuda na internet e diz que ameaça de apagão é desde 2002 – 26/09/2014

;, disse a candidata. Na cidade mineira, Marina viu a seca do lago de Furnas, conhecido como o “mar de Minas”, que tem causado prejuízos ao turismo local, impuls …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ca-de-apagao-e-desde-2002.shtml

259. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Chuva que atinge São Paulo não chega ao sistema Cantareira – 26/09/2014

que passa pela pior seca na sua história, foi o que menos recebeu chuva nesta tarde. De acordo com a Somar, não há previsão de que a chuva aumente sobre o manancial nesta …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ega-ao-sistema-cantareira.shtml

260. Folha de S.Paulo – Cotidiano – População de Itu terá água a cada dois dias, afirma a prefeitura – 26/09/2014

Em meio a protestos de moradores descontentes com um racionamento de água que já dura quase oito meses, a Prefeitura de Itu (a 101 km de São Paulo) anunciou nesta sexta-feira (26) …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-dias-afirma-a-prefeitura.shtml

261. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Novo protesto contra a falta de água em Itu acaba em confronto; um se fere – 26/09/2014

Cerca de cem manifestantes que protestaram de novo na noite desta quinta-feira (26) contra a falta de água em Itu (a 101 km de SP) voltaram a enfrentar a polícia durante o ato. Ao …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-em-confronto-um-se-fere.shtml

264. Folha de S.Paulo – Mundo – Apagão deixa Estados do centro e do oeste da Venezuela sem luz – 25/09/2014

resolvido. Os apagões são episódios frequentes no país sul-americano desde o pico que viveu em 2010 como consequência da crise energética ocasionada pela seca. No dia 2 …

http://www1.folha.uol.com.br/mu…este-da-venezuela-sem-luz.shtml

267. Folha de S.Paulo – Poder – ‘Não tem sentido invadir a Sabesp’, diz Alckmin sobre MTST – 25/09/2014

a camisa e fazendo o maior esforço para enfrentar uma seca duríssima”, disse, em vistoria a obras no Parque Ecológico do Tietê, na capital paulista. Nesta quinta-fei …

http://www1.folha.uol.com.br/po…sp-diz-alckmin-sobre-mtst.shtml

272. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores de Itu improvisam até piscina para conseguir tomar banho – 24/09/2014

de abastecimento. Diante da situação, a população vem tomando medidas extremas –e criativas. Após ficar 17 dias “na seca”, Roberto Nunes Jr., 43, compro …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ara-conseguir-tomar-banho.shtml

273. Folha – Colunistas – Alexandre Schwartsman – ‘Pessidilma’ – 24/09/2014

próxima à meta, comemorou acintosamente até quando a inflação ficou exatamente em 6,5% (em 2011). Como de hábito, a culpa é sempre dos outros: a seca, a chuva, a safra, o …

http://www1.folha.uol.com.br/co…014/09/1521561-pessidilma.shtml

274. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Redução de pressão da água não afeta abastecimento, afirma secretário – 23/09/2014

O secretario estadual de Recursos Hídricos, Mauro Arce, negou que a redução da pressão da água distribuída à noite tenha relação com as reclamações de falta de água em São Paulo, …

http://www1.folha.uol.com.br/co…cimento-afirma-secretario.shtml

A seca de SP na mídia 2 (31 de outubro de 2014)

2. Folha de S.Paulo – Ambiente – Amazônia já está entrando em pane, afirma cientista – 31/10/2014

, pois a seca que a região Sudeste vive hoje já pode ser resultado da destruição da Amazônia. Nobre diz ter ficado “assombrado” com a quantidade de evidências re …

http://www1.folha.uol.com.br/am…-em-pane-afirma-cientista.shtml

3. Folha – Colunistas – Vaivém – Puxado por café, preço dos produtos agrícolas sobe no atacado, aponta FGV – 31/10/2014

a até R$ 140. O frango também aparece na lista das maiores pressões no atacado apurada pela FGV. O tomate, com alta de 25,41% devido à seca, também volta a compor essa li …

http://www1.folha.uol.com.br/co…obe-no-atacado-aponta-fgv.shtml

6. Folha de S.Paulo – Opinião – Editorial: Seca bandeirante – 31/10/2014

, perdeu 11 pontos percentuais. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação projeta que, se as chuvas seguirem o padrão usual, o Cantareira chegará à próxima estação secahttp://www1.folha.uol.com.br/op…ditorial-seca-bandeirante.shtml

7. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca atrapalha planos de reajustes na tarifa de água na região de Ribeirão – 31/10/2014

O período de seca e de racionamento de água vem sendo o responsável pela “demora” em decisões sobre o reajuste da tarifa de água em cidades da região de Ribeirão …

http://www1.folha.uol.com.br/co…gua-na-regiao-de-ribeirao.shtml

9. Folha de S.Paulo – Cotidiano – SP continua com tempo ensolarado, mas aumenta possibilidade de chuva – 30/10/2014

chuvas rápidas e isoladas, mas sem um acumulado significativo. No dia 26 de outubro, ocorreu o último registro, quando chegou a a 5,3 mm. O Estado passa pela maior seca d …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ta-possibilidade-de-chuva.shtml

11. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores de Juiz de Fora (MG) improvisam para driblar falta de água – 30/10/2014

;a quarta maior de Minas Gerais, com 516 mil habitantes– já sofreu com falta de água em outros anos, mas agora enfrenta a piorseca dos últimos tempos, segundo morador …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ara-driblar-falta-de-agua.shtml

12. Folha – Colunistas – Mônica Bergamo – Investimento da Sabesp para enfrentar crise é insuficiente, diz associação – 30/10/2014

hídrica, segundo avaliação da Apeop (Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas). SECA DE OBRAS “Do total, só R$ 1,1 bilhão é destinado para água e R$ 1,5 …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ente-para-enfrentar-crise.shtml

13. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Carros abandonados surgem durante seca na represa de Guarapiranga – 30/10/2014

Enquanto a água está sumindo das represas da Grande São Paulo, carcaças de carros surgem quase diariamente. Nos reservatórios de Billings e Guarapiranga, dezenas de veículos apare …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-represa-de-guarapiranga.shtml

14. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Passada eleição, Alckmin quer ajuda de Dilma para enfrentar crise da água – 29/10/2014

Passada a eleição presidencial, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quarta-feira (29) que pedirá ao governo federal recursos financeiros e a desoneraç …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-enfrentar-crise-da-agua.shtml

16. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Itu registra segunda noite consecutiva de protesto por falta de água – 29/10/2014

79, também por conta da falta de água. Em setembro, aconteceu o maior protesto desde que começou o período de seca na cidade. Na ocasião, cerca de 2.000 pessoas foram par …

http://www1.folha.uol.com.br/co…rotesto-por-falta-de-agua.shtml

17. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Daerp estuda punir desperdício de água em Ribeirão Preto – 29/10/2014

. No período de seca, como a enfrentada em todo este ano, há um acréscimo de 25% a 30% no consumo diário per capita. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), …

http://www1.folha.uol.com.br/co…de-agua-em-ribeirao-preto.shtml

18. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Em meio à seca, Prefeitura de Itu (SP) apela para caixas d’água gigantes – 29/10/2014

O orelhão gigante de Itu (a 101 km de SP), que foi retirado da praça da Matriz na sexta (24) para o conserto, corre o risco de perder o posto de símbolo da cidade paulista em que …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ara-caixas-dagua-gigantes.shtml

19. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp e instituto trocam acusações sobre locais sujeitos a falta de água – 29/10/2014

A Sabesp e o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) travaram um embate público sobre a crise hídrica nesta terça (28). O instituto vinha cobrando o atendimento de p …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-sujeitos-a-falta-de-agua.shtml

21. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Socorro ao sistema Cantareira ameaça agora reservatório do Guarapiranga – 29/10/2014

região metropolitana. A seca no manancial mudou radicalmente a vida de Waldomiro Silva Santos, 64, que costumava dividir o tempo entre a pesca e a administração de um peq …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ervatorio-do-guarapiranga.shtml

22. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Com crise hídrica, Brodowski propõe reajuste da água em 58% – 29/10/2014

déficit de R$ 160 mil. “Uma bomba quebrou, tivemos de usar caminhão-pipa para garantir o abastecimento durante a seca. A dívida só aumentou.” Atualmente a tar …

http://www1.folha.uol.com.br/co…oe-reajuste-da-agua-em-58.shtml

26. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores de Itu protestam novamente por falta de água – 28/10/2014

), que liga o município a Sorocaba, na altura do km 79, também por conta da falta de água. Em setembro, aconteceu o maior protesto desde que começou o período de seca na c …

http://www1.folha.uol.com.br/co…vamente-por-falta-de-agua.shtml

27. Painel do Leitor – Painel do Leitor – Sabesp comenta carta de leitor sobre crise da água – 28/10/2014

Em relação ao comentário de Eduardo Britto, a Sabesp informa que combateu a maior seca da história com investimento em obras, interligação de sistemas e uso da reserva técn …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…eitor-sobre-crise-da-agua.shtml

28. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Barragem e estiagem ‘secam’ cachoeiras de Cássia dos Coqueiros (SP) – 28/10/2014

Uma barragem emergencial feita com sacos de areia pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado), aliada à secarecorde, ameaçam o turismo na cidade de Cássia dos …

http://www1.folha.uol.com.br/co…e-cassia-dos-coqueiros-sp.shtml

29. Folha de S.Paulo – Cotidiano – ONGs apontam erros na administração do sistema Cantareira, em São Paulo – 28/10/2014

escondem informações. Segundo dados do ISA (Instituto Socioambiental), a retirada do Cantareira na seca sem precedentes da estação chuvosa de 2013/14 foi mantida inalterada …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-cantareira-em-sao-paulo.shtml

30. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Cantareira chega a 13% de capacidade já com segunda cota do volume morto – 27/10/2014

O Sistema Cantareira atingiu nesta segunda-feira (27) o índice de 13% de sua capacidade. Desde a última sexta-feira, a Sabesp já contabiliza nesse índice a segunda cota do volume …

http://www1.folha.uol.com.br/co…unda-cota-do-volume-morto.shtml

31. Folha de S.Paulo – Cotidiano – São Paulo deve ter segunda-feira sem chuva e de calor – 27/10/2014

Após um final de semana nublado e chuvoso, a cidade de São Paulo deverá ter uma segunda-feira (27) de tempo firme e de calor. Com o sol entre nuvens, a temperatura deverá aument …

http://www1.folha.uol.com.br/co…eira-sem-chuva-e-de-calor.shtml

32. Folha de S.Paulo – Mercado – Falta d’água causa alta no faturamento de empresas – 27/10/2014

de cerca de 10% neste mês na procura pelo serviço da sua unidade da lavanderia Quality em Moema, zona sul de São Paulo. Porém o que teve de ganho com a seca deve ser usad …

http://www1.folha.uol.com.br/me…o-faturamento-de-empresas.shtml

39. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Fábrica mineira dá calcinha para cliente que economizar água – 26/10/2014

confecção de moda íntima, a empresa Laniclê encontrou na seca, que atinge a região, uma ação de marketing. A cidade estava racionando água até esta terça (21). “Pe …

http://www1.folha.uol.com.br/co…iente-que-economizar-agua.shtml

40. Folha – Colunistas – Mercado Aberto – Mais usinas deverão fechar, diz setor de etanol – 26/10/2014

e o alto endividamento de muitas companhias somou-se a seca, que antecipou o fim da safra. Parte das empresas poderá não conseguir suportar a entressafra mais longa. &quo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…echar-diz-setor-de-etanol.shtml

42. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Cidade mineira teme isolamento após queda de nível em reservatório – 26/10/2014

.” A seca é maior nos braços da represa, onde ficam concentrados ranchos e pousadas e de onde produtores retiram água para irrigar as plantações de banana -o municípi …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-de-nivel-em-reservatorio.shtml

43. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Seca vira tema de excursão e aula de ciência em escolas – 26/10/2014

“Meu filho lava a louça comigo: fica do lado, desligando a torneira”, uma mãe desabafa. “Está aquela neura.” Ela participava de debate realizado por pais de …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ula-de-ciencia-em-escolas.shtml

44. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Moradores de cidade de Minas temem ficar ‘ilhados’ pela seca – 26/10/2014

a embarcação e acontecer acidente.” A seca é maior nos “braços” da represa, onde ficam concentrados ranchos e pousadas, e de onde produtores retiram água p …

http://www1.folha.uol.com.br/co…m-ficar-ilhados-pela-seca.shtml

46. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Denúncias de desperdício de água levam Brodowski a descobrir fraudes – 25/10/2014

era captado do sistema de tratamento do município por meio de uma ligação clandestina. O município vem sofrendo com problemas no abastecimento neste ano por causa da seca …

http://www1.folha.uol.com.br/co…owski-a-descobrir-fraudes.shtml

48. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Agricultor reduz o consumo de água em casa – 25/10/2014

Para enfrentar a seca sem descumprir contratos e manter as lavouras de frutas e hortaliças, moradores do assentamento Fazenda Boa Sorte, em Restinga (a 389 km de São Paulo) …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-consumo-de-agua-em-casa.shtml

49. Folha de S.Paulo – Mercado – Prevendo crise hídrica em SP, empresas investem em outros Estados – 25/10/2014

Prevendo a escassez severa de água, empresas que são dependentes do recurso passaram, há cerca de um ano, a direcionar investimentos para regiões fora de São Paulo. As indústria …

http://www1.folha.uol.com.br/me…nvestem-em-outros-estados.shtml

50. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca provoca quebra de até 15% em safras na região de Ribeirão Preto – 25/10/2014

Com metade da chuva prevista para o período, as lavouras de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) tiveram prejuízo de até 15% na safra deste ano. Além disso, os efeitos da sec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-regiao-de-ribeirao-preto.shtml

51. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Com seca, perfuradoras de poços contratam mais em SP – 25/10/2014

Com o aumento da procura por poços profundos no Estado de São Paulo por causa da seca, empresas do ramo aumentaram o quadro de funcionários em até 20%. O perfil do client …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ocos-contratam-mais-em-sp.shtml

52. Folha de S.Paulo – Poder – Propostas de candidatos se aproximam no social e se afastam na economia – 25/10/2014

reajuste até 2019. Segurança hídrica e saneamento – A pior seca das últimas décadas em São Paulo evidenciou um problema que se espalha pelo país que são os baixos investi …

http://www1.folha.uol.com.br/po…-e-se-afastam-na-economia.shtml

53. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Casal de idosos e filho passam a noite presos a galhos expostos do rio Tietê – 25/10/2014

onda. A água invadiu o barco, que afundou logo depois. O nível baixo do rio, devido à seca, foi o que salvou os três. Eles passaram a noite agarrados aos galhos que surgira …

http://www1.folha.uol.com.br/co…hos-expostos-do-rio-tiete.shtml

54. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Vazamento de áudio da presidente da Sabesp vira arma para a oposição – 24/10/2014

concedeu mais de uma centena de entrevistas coletivas, desde fevereiro, para salientar a gravidade da maior seca já registrada na história”, afirma nota do governo. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…vira-arma-para-a-oposicao.shtml

56. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Gestão Alckmin diz que Sabesp tem de esclarecer fala de presidente – 24/10/2014

alerta sobre a crise hídrica. Ao contrário, o próprio governador concedeu mais de uma centena de entrevistas coletivas, desde fevereiro, para salientar a gravidade da maior sec …

http://www1.folha.uol.com.br/co…arecer-fala-de-presidente.shtml

59. Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘Orientação superior’ impediu alerta maior sobre crise, diz presidente da Sabesp – 24/10/2014

a gravidade da maior seca já registrada na história.” Na reunião, Pena diz que “por uma orientação superior, a Sabesp tem estado muito pouco na mídia”. & …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-diz-presidente-da-sabesp.shtml

60. Folha de S.Paulo – Videocasts – Vídeos em versões acessíveis mostram futuro dos recursos hídricos no Brasil – 24/10/2014

O ano de 2014 começou no Brasil com três grandes desastres naturais ligados à água: ainda sob efeito da seca de 2012-2013 no Nordeste, o país viu uma cheia devastadora no r …

http://www1.folha.uol.com.br/mu…cursos-hidricos-no-brasil.shtml

61. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Seca faz Santa Rita do Passa Quatro declarar situação de emergência – 24/10/2014

;. Para decretar emergência, a prefeitura alegou prejuízo financeiro de 2,77% da sua receita anual devido à seca. De acordo com a prefeitura, a estiagem causou problemas …

http://www1.folha.uol.com.br/co…ar-situacao-de-emergencia.shtml

62. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Mês de outubro no sistema Cantareira deve ser o mais seco em 12 anos – 24/10/2014

Outubro deve terminar com menos da metade das chuvas previstas para a região do sistema Cantareira, que abastece a Grande São Paulo e enfrenta a maior crise de sua história. Seg …

http://www1.folha.uol.com.br/co…er-o-mais-seco-em-12-anos.shtml

63. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Ribeirão Preto – Após 2 meses do incêndio, Estado não tem projeto para Mata de Santa Tereza – 24/10/2014

Fundação Florestal, para que seja usado em combate a queimadas. “Neste ano, tivemos um aumento de 80% de incêndios nesta época de seca em todo o Estado”, afirmo …

http://www1.folha.uol.com.br/co…para-mata-de-santa-tereza.shtml

64. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Até de madrugada, moradores de Itu (SP) fazem fila por água em bica; veja – 24/10/2014

Uma e meia da madrugada de quinta-feira (23). O ajudante geral Devacir Soares do Nascimento, 26, amarra com cordas e elásticos velhos um suporte improvisado na garupa da moto. Col …

http://www1.folha.uol.com.br/co…zem-fila-por-agua-em-bica.shtml

65. Painel do Leitor – Painel do Leitor – Sabesp e leitora de Minas falam sobre a crise da água – 24/10/2014

Sobre o comentário de Gilberto Geraldi, a Sabesp ressalta que São Paulo enfrenta a maior seca da história. Pesquisa Datafolha de agosto atesta que 99% da população tinha …

http://www1.folha.uol.com.br/pa…lam-sobre-a-crise-da-agua.shtml

66. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Nasa publica fotos que mostram seca em represa do sistema Cantareira – 23/10/2014

A Nasa (agência aeroespacial dos Estados Unidos) publicou nesta quinta-feira (23) fotos que mostram a redução do volume de água na represa do Jaguari, uma das que compõem o sistem …

http://www1.folha.uol.com.br/co…esa-do-sistema-cantareira.shtml

67. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Obra para conter vazamento suspende abastecimento em 5 bairros de SP – 23/10/2014

A Sabesp realiza na tarde desta quinta-feira (23) obras emergenciais para conter um vazamento de água na avenida Itaquera, na zona leste de São Paulo. Por conta do problema, o aba …

http://www1.folha.uol.com.br/co…imento-em-5-bairros-de-sp.shtml

68. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Defesa Civil estadual vai distribuir água com caminhões-pipa em Itu (SP) – 23/10/2014

O governo de São Paulo autorizou nesta quinta-feira (23) a Defesa Civil a contratar, de forma emergencial, 20 caminhões-pipa para distribuição de água à população de Itu (a 101 km …

http://www1.folha.uol.com.br/co…-caminhoes-pipa-em-itu-sp.shtml

69. Folha de S.Paulo – Mercado – Brasil dobrará importações de etanol por causa da seca, diz Datagro – 23/10/2014

devido à seca e com o setor se preparando para uma entressafra mais longa no centro-sul, avaliou nesta quinta-feira a consultoria Datagro. Do total, a região centro-sul d …

http://www1.folha.uol.com.br/me…causa-da-seca-diz-datagro.shtml

70. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Novos bônus para economia de água entram em vigor a partir de novembro – 23/10/2014

A Sabesp, empresa responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, informou nesta quinta-feira (23) que os dois novos bônus para quem economizar água entrarão em vigor a partir …

http://www1.folha.uol.com.br/co…igor-a-partir-de-novembro.shtml

71. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Com 19% da chuva esperada para o mês, nível do Cantareira volta a cair – 23/10/2014

reservatório que está cada dia mais vazio pela seca é o Alto Tietê. Nesta quinta-feira o volume das represas que compõe o sistema atingiu o nível de 8,2% – 0,2 ponto …

http://www1.folha.uol.com.br/co…o-cantareira-volta-a-cair.shtml

72. Folha – Colunistas – Guilherme Boulos – Revolta da Água – 23/10/2014

beira do colapso completo. Se não chover mais do que o previsto, São Paulo seca no primeiro semestre de 2015. A Região Metropolitana é abastecida por seis sistemas de res …

http://www1.folha.uol.com.br/co…0/1536742-revolta-da-agua.shtml

73. Folha de S.Paulo – Cotidiano – Sabesp começa obras para viabilizar uso da 2ª cota do ‘volume morto’ – 23/10/2014

A Sabesp está fazendo obras na represa Jacareí, no interior de São Paulo, para viabilizar o uso do segundo “volume morto” do sistema Cantareira, reserva que tem 106 bilh …

http://www1.folha.uol.com.br/co…da-2-cota-do-volume-morto.shtml

74. Folha de S.Paulo – Cotidiano – ‘Não retiro nada do que falei’, diz relatora da ONU sobre crise da água – 23/10/2014

disse. O que eu disse, poderia dizer sobre qualquer país do mundo [que passe por um contexto de seca]”. …

http://www1.folha.uol.com.br/co…a-onu-sobre-crise-da-agua.shtml

75. Folha de S.Paulo – Turismo – Fazenda Capoava, em Itu, tem clima relax para quem viaja com bebês – 23/10/2014

frente da sede tinha água quase até a metade, como se, saindo da capital pela estrada dos Bandeirantes, a seca e as temperaturas infernais ficassem mais amenas, apesar de o …

http://www1.folha.uol.com.br/tu…para-quem-viaja-com-bebes.shtml

A seca de SP na mídia (31 de outubro de 2014)

Seca – 2014 – ( Sudeste )* – Cronologia das Secas/Open Brasil

 31 de outubro de 2014

Nascente do Rio São Francisco.

A pior seca da História.

Com a falta de chuva, a principal nascente do Rio São Francisco, em Minas Gerais, secou pela primeira vez na história. Não é qualquer rio, é o São Francisco. A imagem de São Francisco de Assis na Serra da Canastra, em Minas, indica que a nascente do Velho Chico está por perto. Mas, com a paisagem mudada pela seca, fica difícil identificar o berço de um dos maiores rios do Brasil.

Sistema Cantareira

A maior seca em 45 anos.

A irregularidade da chuva no Estado de São Paulo dura desde o verão 2013/2014, estação do ano que, do ponto de vista das médias climáticas, tem os meses mais chuvosos. A presença de bloqueios atmosféricos sucessivos impediu a passagem de sistemas que causassem chuva, ou seja, o verão foi muito seco no Sudeste. Segundo dados do IAG (Instituto de Astronomia e Geofísica) da USP (Universidade de São Paulo), esta foi a temporada com menos chuvas desde 1969. A seca atingiu uma área muito significativa do Sudeste.

Hidrovia Tietê/Paraná deu lugar a um cenário desolador: rios viraram filetes de água, como em Bariri /SP

O interior do estado de São Paulo enfrenta a pior seca dos últimos 70 anos.

Não é apenas a capital paulista que vive a maior crise no abastecimento de água da sua história. O rico interior do estado de São Paulo enfrenta a pior seca dos últimos 70 anos. O Rio Tietê baixou em até oito metros na região de Araçatuba, a 467 quilômetros de São Paulo, interrompendo há dois meses o tráfego de barcaças na Hidrovia Tietê/Paraná, uma das maiores do país, já que há lugares onde o rio está no nível zero.

A agricultura também sofre e as destilarias de açúcar e álcool, com quebra na safra em até 25%, já dispensaram trabalhadores.

Foto: A/D – Arquivo OpenBrasil.org
Cronologia das Seca – OpenBrasil.org

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Cronologia da seca na revista Veja

31 de Outubro de 2014
29 de Outubro de 2014
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26 de Julho de 2011
25 de Julho de 2011
20 de Outubro de 2010
23 de Abril de 2010
 

Fundação diz ter sido procurada após crise hídrica; governo nega (G1)

29/10/2014 22h47 – Atualizado em 30/10/2014 10h15

Palácio dos Bandeirantes diz que fundação tentou conversar com Alckmin.
Porta-voz deixou sede do governo sem ser recebido.

Do G1 São Paulo

O porta-voz da fundação esotérica Cacique Cobra Coral (FCCC) disse que conversou nesta quarta-feira (29) com assessores do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sobre a crise hídrica que afeta o estado. O Palácio dos Bandeirantes nega o encontro com o representante do grupo, que foi até a sede do governo, no Morumbi. A fundação diz ser capaz de minimizar os impactos dos temporais e outros eventos naturais.

Segundo a assessoria de imprensa do governo do estado, Osmar Santos pediu para conversar com o governador. Como o assessor que cuida da agenda de Alckmin não estava no local, ele foi orientado a aguardar. Osmar Santos deixou um cartão com a secretária e partiu após cerca de 15 minutos. Ainda de acordo com o Palácio dos Bandeirantes, imagens mostram que ele não chegou a ser recebido.

Segundo Santos, já a partir desta sexta-feira (31), um  “jato de vento de baixos níveis e uma frente fria estarão presentes para se alinharem para formar um corredor de nuvens de chuva mais duradoura sobre o Centro-Oeste e Sudeste do Brasil”. As mudanças climáticas já estariam ocorrendo depois que os executivos da Prefeitura e do Estado do Rio, junto de um grupo de empresários privados do setor energético, solicitaram a intervenção da fundação.

A única exigência feita pela FCCC é a de que os governos “não avancem nas águas do Rio Paraíba do Sul”, que abastecem o estado fluminense, mas a nascente é em São Paulo. “Evitando assim a guerra pela água iniciada meses atrás por São Paulo e barrado pela ANA (Agência Nacional de Águas)”, explicou Santos.

Santos disse ao G1 que desde 2012 vem alertando o governo do estado de São Paulo para a situação crítica dos reservatórios, devido à falta de chuvas. Além disso, na ocasião, a fundação teria, inclusive, solicitado a interligação dos reservatórios de São Paulo, para amenizar o impacto da prolongada estiagem no Sistema Cantareira.

A fundação é comandada pela médium Adelaide Scritori, que afirma incorporar o espírito do cacique Cobra Coral, entidade que seria capaz de influenciar no clima.

Em 2013, a FCCC diz também ter alertado ao Ministério de Minas e Energia que as chuvas de verão daquele ano não tinham sido suficientes para encher os reservatórios das usinas hidroelétricas brasileiras. Segundo a entidade, março terminou com reservatórios na casa dos 52% no sistema Sudeste/Centro-Oeste e 42% no Nordeste. Em 2012, os níveis registrados no mesmo período foram de 78% no centro do país e 82% nas bacias nordestinas.

Segundo o porta-voz da fundação, houve erro de gestão, tanto por parte do governo estadual quanto do federal, que está sendo evidenciado pela crise hídrica. Como consequência, além da falta d’água, o problema afeta diretamente a geração e transmissão de energia elétrica em todo o país.

A solução para São Paulo, no entender da fundação, é estabelecer um cronograma de obras contra a seca, priorizando as de interligação dos reservatórios. Segundo o porta-voz, o objetivo principal é recuperar a bacia do Sul de Minas, principal responsável por fornecer a água para o Sistema Cantareira.

Nesse sentido, representantes da fundação se reuniram no último dia 13 com integrantes de um grupo econômico do setor de energia para encontrar soluções para o problema. A principal seria a criação de um “caminho de umidade”, interligando a Amazônia com o sul de Minas Gerais. Para a fundação, a estiagem “apenas mostrou o que não foi feito nos últimos 20 anos”.

Convênio
A Prefeitura de São Paulo, na gestão de José Serra, havia firmado um convênio em 2005 com a fundação para a antecipar intempéries climáticas que impactassem na rotina da capital. Como contrapartida, o Executivo municipal deveria realizar uma série de obras contra enchentes. Em setembro de 2009, já com Gilberto Kassab no cargo de prefeito, o convênio foi rompido pela Prefeitura.

O motivo: a fundação alegou ter alertado com antecedência sobre as chuvas que paralisaram a cidade no dia 8 de setembro daquele ano, mas considerou que a Prefeitura nada fez para tentar prevenir os problemas. “A gente não pode ajudar o homem naquilo que ele pode fazer por si. As verbas para obras contra enchentes estão congeladas”, disse Osmar Santos, na ocasião.

De acordo com Santos, houve um contato recente da fundação com o secretário das Subprefeituras, Ricardo Teixeira, na atual gestão, mas a reativação do convênio dependia de um aval do prefeito Fernando Haddad.

FALTA D’ÁGUA EM SP
Seca afeta abastecimento

cinco questões sobre o tema

entenda o que é volume morto

blog: como economizar águasaiba mais

ANA diz que Sabesp tirou mais água que o permitido do volume morto

Presidente da Sabesp diz que cota de água acaba em novembro sem chuva

Reservatórios da Grande SP têm 15,8% do volume de água disponível

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[Atualização]

29/10/2014 22h47 – Atualizado em 30/10/2014 13h54

Fundação esotérica oferece ajuda em crise hídrica; governo nega encontro

Palácio diz que porta-voz de fundação tentou conversar com Alckmin.
Porta-voz deixou sede do governo sem ser recebido, diz assessoria.

Do G1 São Paulo

O porta-voz da fundação esotérica Cacique Cobra Coral (FCCC) disse que procurou nesta quarta-feira (29) o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para oferecer apoio na crise de abastecimento que afeta o estado. A fundação diz ser capaz de minimizar os impactos dos temporais e outros eventos naturais.

Apesar de a Fundação afirmar que foi recebida por assessores e que nova reunião chegou a ser marcada para acertar detalhes da colaboração, o Palácio dos Bandeirantes nega o encontro com o representante do grupo, que esteve na portaria da sede do governo, no Morumbi.

Segundo a assessoria de imprensa do governo do estado, Osmar Santos pediu para conversar com o governador. Como o assessor que cuida da agenda de Alckmin não estava no local, ele foi orientado a aguardar. Osmar Santos deixou um cartão com a secretária e partiu após cerca de 15 minutos, segundo a assessoria do governo. Ainda de acordo com o Palácio dos Bandeirantes, imagen do sistema de segurança mostram que ele não chegou a ser recebido.

O porta-voz da Fundação alega que já a partir desta sexta-feira (31), um  “jato de vento de baixos níveis e uma frente fria estarão presentes para se alinharem para formar um corredor de nuvens de chuva mais duradoura sobre o Centro-Oeste e Sudeste do Brasil”. As mudanças climáticas já estariam ocorrendo depois que os executivos da Prefeitura e do Estado do Rio, junto de um grupo de empresários privados do setor energético, solicitaram a intervenção da fundação, segundo Santos.

A única exigência feita pela FCCC é a de que os governos “não avancem nas águas do Rio Paraíba do Sul”, que abastecem o estado fluminense, mas a nascente é em São Paulo. “Evitando assim a guerra pela água iniciada meses atrás por São Paulo e barrado pela ANA (Agência Nacional de Águas)”, explicou Santos.

Santos disse que desde 2012 vem alertando o governo do estado de São Paulo para a situação crítica dos reservatórios, devido à falta de chuvas. Além disso, na ocasião, a fundação teria, inclusive, solicitado a interligação dos reservatórios de São Paulo, para amenizar o impacto da prolongada estiagem no Sistema Cantareira.

A fundação é comandada pela médium Adelaide Scritori, que afirma incorporar o espírito do cacique Cobra Coral, entidade que seria capaz de influenciar no clima.

Em 2013, a FCCC diz também ter alertado ao Ministério de Minas e Energia que as chuvas de verão daquele ano não tinham sido suficientes para encher os reservatórios das usinas hidroelétricas brasileiras. Segundo a entidade, março terminou com reservatórios na casa dos 52% no sistema Sudeste/Centro-Oeste e 42% no Nordeste. Em 2012, os níveis registrados no mesmo período foram de 78% no centro do país e 82% nas bacias nordestinas.

Segundo o porta-voz da fundação, houve erro de gestão, tanto por parte do governo estadual quanto do federal, que está sendo evidenciado pela crise hídrica. Como consequência, além da falta d’água, o problema afeta diretamente a geração e transmissão de energia elétrica em todo o país.

A solução para São Paulo, no entender da fundação, é estabelecer um cronograma de obras contra a seca, priorizando as de interligação dos reservatórios. Segundo o porta-voz, o objetivo principal é recuperar a bacia do Sul de Minas, principal responsável por fornecer a água para o Sistema Cantareira.

Nesse sentido, representantes da fundação se reuniram no último dia 13 com integrantes de um grupo econômico do setor de energia para encontrar soluções para o problema. A principal seria a criação de um “caminho de umidade”, interligando a Amazônia com o sul de Minas Gerais. Para a fundação, a estiagem “apenas mostrou o que não foi feito nos últimos 20 anos”.

Convênio
A Prefeitura de São Paulo, na gestão de José Serra, havia firmado um convênio em 2005 com a fundação para a antecipar intempéries climáticas que impactassem na rotina da capital. Como contrapartida, o Executivo municipal deveria realizar uma série de obras contra enchentes. Em setembro de 2009, já com Gilberto Kassab no cargo de prefeito, o convênio foi rompido pela Prefeitura.

O motivo: a fundação alegou ter alertado com antecedência sobre as chuvas que paralisaram a cidade no dia 8 de setembro daquele ano, mas considerou que a Prefeitura nada fez para tentar prevenir os problemas. “A gente não pode ajudar o homem naquilo que ele pode fazer por si. As verbas para obras contra enchentes estão congeladas”, disse Osmar Santos, na ocasião.

De acordo com Santos, houve um contato recente da fundação com o secretário das Subprefeituras, Ricardo Teixeira, na atual gestão, mas a reativação do convênio dependia de um aval do prefeito Fernando Haddad.

Pela primeira vez, Alckmin apela para Fundação Cacique Cobra Coral (Veja SP)

CLIMA

O governador contatou nesta semana o grupo conhecido por ser capaz de manobrar fenômenos naturais e, inclusive, fazer chover

Osmar Santos, porta-voz da Fundação: convênio à vista (Foto: Mario Rodrigues)

29.out.2014 por Carolina Giovanelli

Em meio a uma preocupante crise hídrica na cidade, o governador reeleito Geraldo Alckmin contatou pela primeira vez a Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC), que se diz capaz de manobrar fenômenos naturais e alterar o clima do planeta. Osmar Santos, porta-voz do grupo, conversou hoje, quarta (29), durante meia hora com um assessor da secretaria particular do governador. O combinado é que o Palácio dos Bandeirantes volte a ligar na semana que vem para agendar um encontro diretamente com Alckmin.

O trabalho da FCCC se dá através da médium Adelaide Scritori, que afirma contar com a ajuda de uma entidade umbandista conhecida como Cacique Cobra Coral. A “parceria” conseguiria promover mudanças em relação a raios, trovões e tempestades. Há convênios com diversas empresas particulares, governos e prefeituras. “Não pedimos dinheiro, mas contrapartidas como construção de obras de geração de energia para beneficiar a população”, diz Santos.

No fim de agosto, Scritori chegou a mandar uma notificação por e-mail dirigida a Alckmin, alertando que o período chuvoso atrasaria esse ano e que medidas urgentes precisavam ser tomadas. Não obteve resposta.

Se o convênio com o governador for selado e ele cumprir as exigências, Santos garante que a seca é reversível. Se não, a previsão para o ano que vem se mostra das piores, com chuvas irregulares e insuficientes para recuperar os reservatórios.

+NASA publica fotos do Sistema Cantareira antes e depois da seca

+Especialista em clima diz que seca em São Paulo deve continuar em 2015

+Seca afeta 6 milhões de pessoas no interior do estado

Para IPCC, evitar aquecimento de 2°C ainda é possível (Folha de S.Paulo)

Desde segunda-feira, representantes de países debatem em Copenhague a redação final do 4º Relatório Síntese do IPCC

O último documento a ser produzido pelo painel do clima da ONU no ano deve adotar um tom menos pessimista com relação à possibilidade de o planeta evitar um acréscimo de temperatura superior a 2°C neste século, limite considerado perigoso.

Veja a matéria completa: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cienciasaude/193066-para-ipcc-evitar-aquecimento-de-2c-ainda-e-possivel.shtml

(Folha de S.Paulo)

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Ano de 2014 pode ser o mais quente da história do planeta

Meses de 2014, à exceção de fevereiro, tiveram as mais altas temperaturas desde 1880, quando começaram os relatórios da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica

Quem enfrentou o calor senegalês de janeiro, o inverno de araque em julho e um outubro com cara de verão sentiu na pele os sintomas de um planeta mais aquecido. Não foi uma simples sensação: de fato, é grande a possibilidade de 2014 desbancar 2010 e se tornar o ano mais quente da história, tanto em terra como nas superfícies dos oceanos.

A estimativa é da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), agência americana de estudos meteorológicos que computa dados climáticos desde 1880. À exceção de fevereiro, todos os meses do ano até agora bateram recordes como os mais quentes de que se tem notícia.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/10/ano-de-2014-pode-ser-o-mais-quente-da-historia-do-planeta-4631023.html

(Zero Hora)

Um gráfico fiel da situação do Cantareira (Folha de S.Paulo)

ONGs apresentarão ações de curto prazo para ajudar a enfrentar a crise hídrica atual

Nesta quarta-feira (29.out), 29 ONGs apresentarão 196 ações de curto prazo e outras 191 de longo prazo para que o Estado de São Paulo possa enfrentar sua grave crise hídrica atual. A mobilização Aliança pela Água envolve grandes entidades nacionais, como o Instituto Socioambiental e a Fundação SOS Mata Atlântica, assim como organizações de atuação internacional, como Greenpeace, The Nature Conservancy, World Resources Institute e WWF.

Veja matéria completa em: http://mauriciotuffani.blogfolha.uol.com.br/2014/10/28/um-grafico-fiel-da-situacao-do-cantareira/

(Maurício Tuddani / Folha de S.Paulo)

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Volume do Sistema Alto Tietê cai para 7%

Segundo maior manancial que abastece a Grande São Paulo teve queda de 0,2 ponto percentual de terça para quarta; MPE pediu por redução da retirada de água

O volume do sistema Alto Tietê caiu 0,2 ponto percentual entre terça-feira, 28, e esta quarta-feira, 29. A capacidade, que estava em 7,2%, está agora em 7%, de acordo com o mais recente levantamento divulgado pela Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp). O Alto Tietê é o segundo maior manancial que abastece a Grande São Paulo e também caminha para o esgotamento.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,volume-do-sistema-alto-tiete-cai-para-7,1584823

(Marco Antônio Carvalho e Fabio Leite / O Estado de S. Paulo)

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MPE aciona Justiça para Sabesp reduzir captação do Alto Tietê

Em ação, promotores afirmam que autorização dada pelo DAEE para companhia retirar 5 mil litros por segundo a mais do manancial em plena crise “está fundada em dado ideologicamente falso”

O Ministério Público Estadual (MPE) moveu nesta terça-feira, 28, uma ação civil pública ambiental pedindo a redução imediata do volume de água retirado do Sistema Alto Tietê pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Utilizado desde o início do ano pela empresa para socorrer bairros atendidos pelo Sistema Cantareira, o segundo maior manancial da Grande São Paulo está perto do esgotamento, com apenas 7,2% da capacidade.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,mpe-aciona-justica-para-sabesp-reduzir-captacao-do-alto-tiete,1584524

(Fabio Leite /O Estado de S. Paulo)

“Si el aguante en el fútbol es ganar o morir estamos jodidos” (La Capiital)

Miércoles, 29 de octubre de 201401:00

El sociólogo Pablo Alabarces analiza al fútbol, el aguante,  y su relación con las  identidades populares y la violencia en su último libro  “Héroes, machos y patriotas”.

“Las narrativas patrióticas son siempre masculinas. Las Leonas ganan todo, pero Los Pumas son protagonistas de la publicidad”, analiza Alabarces.

Por Laura Vilche / Ovación

Pablo Alabarces no vive de jugar al fútbol. Tampoco es técnico: es doctor en sociología por la Universidad de Brighton (Inglaterra), docente de cultura popular y masiva en la Universidad de Buenos Aires e hincha de Vélez. Esa combinación de rigor intelectual y pasión futbolera le bastó para escribir “Héroes, machos y patriotas. El fútbol entre la violencia y los medios”, su último libro. Un texto donde demuestra que se puede hablar con conocimiento de causa sobre fútbol aunque no se viva con la pelota en los pies. Alabarces, colaborador de varios medios gráficos y fundador de la sociología del deporte en América latina, es un crítico implacable.

A los hinchas los analiza desde la categoría del “aguante” para concluir que son “xenófobos y machistas” y que el fanatismo futbolístico hace “peores a las personas”. No se queda atrás con los dirigentes y políticos: argumenta y documenta cuando los responsabiliza de haber hecho del fútbol una institución en crisis, violenta y corrupta.

Le dedica varias páginas al Mundial del 78 (ver aparte), para él toda una deuda de los académicos de las ciencias sociales. También es duro con la televisión, las propagandas, y con muchos periodistas deportivos: toma prestado de un colega el término “fierita” y así se refiere a los trabajadores de prensa que se hacen “amigos de su agenda de jugadores y directores técnicos” para hacer una nota. Habla de la literatura futbolera y rescata especialmente a Fontanarrosa, al punto de que asegura que el escritor Eduardo Sacheri le copia su genialidad.

También problematiza el concepto de identidad. Lo desnaturaliza y pone a Maradona, a Messi y a Tevez bajo la lupa: explica por qué sólo uno de los tres encarna la narrativa patriótica, de la que según dice, “nunca” las mujeres serán parte por más medallas que ganen.

La violencia futbolística es otra de sus preocupaciones: la analiza y plantea alternativas y al entrar en tema  habla de Ñuls y Central. Alabarces es lúcido, provocador, desafiante y riguroso en cada página y cuando dialoga. También es pesimista. Lo demuestra así: “Si tener aguante es ganar o morir por el fútbol estamos jodidos”.

—¿Qué es para usted “la cultura del aguante”?
—Es una dimensión moral de la acción que analizo desde el fútbol, desde el hincha, donde se da con más fuerza pero también se ve en el plano político o del rock. En cada caso los actores se jactan de tener aguante, defienden el territorio, los colores y usan la metáfora y retórica de la genitalidad: dicen que tienen huevos. Pelearse está bien y hasta es obligatorio, es de machos. Un ejemplo claro se dio en el clásico entre Ñuls y Central. Un equipo pierde, se siente humillado, que perdió el honor deportivo, entonces la única forma de recuperarlo es demostrando que se tiene aguante. A veces eso llega a casos extremos como los crímenes a dos hinchas de Central tras el clásico. Enseguida y sin pruebas suficientes los medios dicen que se trata de barras, pero la idea del aguante no se limita a ellos: es un fenómeno estructural de toda la cultura futbolística. La diferencia es que el barra vende aguante a cambio de algo, siempre dinero clandestino, y si se pregunta de dónde viene el dinero aparecen las redes de complicidades que involucra a dirigentes deportivos, políticos, empresarios, policías, jugadores y medios.

—En el libro es descarnado con quienes no son rigurosos, por sus flaquezas teóricas, falta de análisis, investigación, crítica o uso agresivo del lenguaje.
—Apelar a la rigurosidad es la idea, en todos los ámbitos. No se puede generalizar en balde, tengo que ser crítico porque me educaron y me pagan para eso, pero además hay que afirmarse en un lugar para lograrlo. Si digo que Sacheri es flojo es porque repite a Fontanarrosa sin su creatividad y su crítica. Entonces me quedo con Fontanarrosa. Pero además Sacheri abusa de masculinidad, de nostalgia y lugares comunes, al igual que (Juan José) Campanella. Y la nostalgia es empobrecedora al momento de analizar: no explica nada. También hay trabajos poco rigurosos desde los científico. Se suele repetir como un mantra que hay que hacer con los barras como los ingleses con los hooligans. Pero cuando uno estudia de cerca qué se hizo comprueba que se cometieron muchos errores. Que al igual que en Argentina las fuerzas policiales actúan por portación de cara. Y no hay acción sin causa ni sentido. Cuando el periodismo y los políticos creen que solucionan los temas de la violencia en el fútbol hablando de los intrínsecamente violentos —los inadaptados que hay que desterrar, expulsar o exterminar— se cometen equivocaciones aberrantes desde la psicología, la sociología y antropología, también. Además, hay estudios serios que demostraron que las dirigencias suelen ser más violentas que los hinchas.

—También tiene una mirada implacable con cierto periodismo deportivo.
—Sí, pero no es una crítica en bloque, digo con nombre y apellido quienes hacen denuncias sobre la violencia y actividades de las barras bravas en el periodismo, como Gustavo Grabia pero nunca, ni él ni el medio para el que trabaja, reconocen que también son cómplices con su lenguaje del aguante. El caso del locutor de Fútbol para Todos, la voz estatal, es igual. Si hablás en un partido de que “hay que ganar o morir” estamos jodidos porque se produce aquello que se condena.

—Usted marca ocho puntos en el cuadro de la violencia y aporta diez posibles soluciones entre ellas la intervención de AFA y de todos los clubes que se sepa que tienen complicidad con los barras.
—Ese fue un documento colectivo, para nada porteñocéntrico, elaborado en 2012 con colegas de distintas universidades. Desde Rosario participó Juan Manuel Sodo, pero también hubo investigadores de Córdoba y Jujuy. Un trabajo monumental al que nadie le dio pelota y que ahora se pone en escena cuando muchos dirigentes pelean en AFA la herencia del difunto. Ahora hay dos bandos: los supuestamente renovadores y los grondonistas ortodoxos. Si entre los renovadores está (Daniel) Angelici, el presidente de Boca, que se pasó tres años diciendo que en su club no había barras bravas, mal futuro tenemos. Planteamos medidas democráticas, fundamentadas, para obtener resultados a largo plazo e involucran a los hinchas. Pero no a los que por ganar a cualquier costo elijen a dirigentes o medidas corporativas, sexistas y sectarias, como pasó en Independiente y Hugo Moyano. Los mismos hinchas que denunciaron a los barras y a la corrupción de los dirigentes ahora, por amor a la camiseta y con tal de que a Racing le vaya mal o no irse más al descenso votan por el poder sindical. Pasó en Rosario: los hinchas recuperaron Ñuls después de años de despotismo de Eduardo López y ahora muchos de esos hinchas pueden llegar a matar tras el resultado de un partido. Si esto es así sólo queda refugiarnos en el pesimismo.

—¿Por qué las mujeres deportistas no encarnan la narrativa patriótica?
—La diferencia sólo la hace el género. Beatriz Sarlo me discutió esto. Dijo que no hay país en el mundo donde las mujeres ocupen ese lugar destacado. Las narrativas patrióticas siempre son masculinas. Y en Argentina esta muy claro con Las Leonas; no fueron parte de las metáforas patrióticas, sí en cambio Los Pumas, condenados a la “derrota digna” y protagonistas de propagandas de marcas deportivas y de cervezas patrocinantes.

—¿Por qué dice usted que Messi nunca será Maradona?
—Son incomparables y por suerte. Porque Maradona, más nacional y popular a la manera del peronismo, y plebeyo, tuvo que hacerse cargo de cientos de significados en determinados contextos. El pobre Messi puede llegar a hacerle dieciséis goles a Inglaterra en una final del próximo Mundial de Moscú, pero eso no sucederá cuatro años después de la Guerra de Malvinas. Por eso digo por suerte, porque son contextos irrepetibles. Tevez podría ser más maradoniano pero tampoco con él puede repetirse la historia.

“Pensar o mundo em que vivemos sem dissociar a história da Terra da história da humanidade” (ICICT Notícias)

Por Graça Portela

29/10/2014

Com respostas bastante reflexivas, o pesquisador Carlos Saldanha, autor do livro “Desenvolvimento Sustentável para o Antropoceno”, responde a entrevista do site do Icict, falando de suas expectativas em relação à sua obra, suas análises e compreensão de que estamos em um momento único na história da humanidade e que é sim o momento de agirmos pelo meio ambiente. Sem medos.

O que o senhor espera com o lançamento de um livro que toca em um aspecto ainda pouco discutido no Brasil, que é o conceito do Antropoceno?

Escrevi esse livro pensando nos jovens estudantes. A juventude vem assumindo, desde meados dos anos 1960, relevante papel na vida política mundial. As ações dos jovens, que instituem formas novas de movimentos sociais e de protestos, não obedecem à lógica dos partidos políticos, sindicatos ou associações atreladas às tradicionais estruturas políticas de poder. Com este livro, espero contribuir para a ampliação dos mapas cognitivos e o reforço da potencialidade de transformação desse ator social extremamente relevante para a transformação da vida social. Nesses primeiros 14 anos do século XXI, nós pouco fizemos em relação ao enfrentamento da crise política que paira sobre nós, principalmente no que se refere à necessidade de aprimoramento do processo de democratização da sociedade brasileira, hoje carente de espaços públicos, fóruns e arenas de interlocução entre governantes e cidadãos. Eu diria que se a vida política tem uma ecologia, os jovens são, então, a fonte geradora de sua renovação, acredito que a democracia não é façanha indivíduos solitários, mas de um concerto a várias vozes, de uma polifonia na Era em que vivemos, o Antropoceno.

O mérito desse operador conceitual é o de permitir pensar o mundo em que vivemos sem dissociar a história da Terra da história da humanidade, consequentemente, reconhecer o papel do Homem como força motriz de processos de transformação dos sistemas que sustentam a vida na Terra. Atualmente, é quase um consenso que a Era do Antropoceno foi inaugurada com a Revolução Industrial na Inglaterra, em fins do século XVIII, por ocasião do funcionamento das primeiras máquinas a vapor. Algumas entidades internacionais das áreas das Ciências da Terra estão discutindo quando teria, de fato, começado o Antropoceno. Aliás, é interessante observar que já existe uma previsão de anúncio oficial, em 2016, desse entendimento compartilhado. Se eu tivesse que resumir, sintetizar, as características do Antropoceno, presentes em maior ou menor grau nas sociedades contemporâneas, diria que elas consistem, entre outras importantes determinações, numa Era de transformações climáticas naturais e destruição de ambientes naturais.  Podemos lembrar aqui que o aumento do consumo de combustíveis fósseis, a contaminação dos solos por hidrocarbonetos, a emissão de gases de efeito estufa, o desmatamento e o crescimento das áreas de produção agrícola com uso intenso de fertilizantes e agrotóxicos são apenas alguns exemplos de como a interferência do Homem no ambiente alterou a vida no Planeta. Todas essas transformações são vistas como constitutivas da nossa sociedade, com graus variados, é verdade, de manifestações no ”continente” brasileiro, mas, ao mesmo tempo, questões essenciais que mobilizam cada vez mais os jovens.

Por conta de tais características, o livro não se propõe a percorrer todos os meandros do Antropoceno. Eu quis apresentar um olhar panorâmico, afinal, seria impossível dar conta, empiricamente, de todas as questões que concernem o debate atual sobre as relações entre o homem, a natureza e a sociedade. Neste livro, eu me debrucei prioritariamente sobre os problemas e as soluções jurídicas, com o Direito se formando e se transformando em ações concretas dos homens que fazem, refazem e desfazem, com seu comportamento, as regras de conduta que nos governam. Tais questões se referem, no caso específico do trabalho de pesquisa que eu desenvolvo, aos problemas ambientais enfrentados pela sociedade brasileira.

No livro há uma visão ao mesmo tempo otimista, mas que nos leva a sermos mais responsáveis com o que estamos fazendo com o planeta. O senhor acredita que, de fato, o homem pode tentar reverter os problemas que estão sendo causados pelo próprio homem no meio ambiente?

Sim. Não é preciso ser um especialista para se dar conta de que a história humana é contingente. Portanto, não deve ser pensada como um processo no sentido de sucessão temporal, um conceito da Era do Antropoceno que usa o princípio da causalidade, típico das ciências naturais, como seu pressuposto. A história, ainda que fraturada, caótica, pode ser retomada em termos novos para que possamos nos apropriar do sentido. Um sentido que nós podemos assumir com prudência posto que é contingente. Nessa perspectiva, é preciso ater-se aos acontecimentos e aos momentos de ruptura que nos permitem compreender o que é consumado e um novo tempo que se inaugura.

Nessa linha de raciocínio, eu diria que não obstante as características do Antropoceno sintetizadas na pergunta anterior, características emblemáticas e dramáticas dos tempos que se convencionou chamar de modernos, se, por um lado, a submissão a certas condições é o modo pelo qual uma certa existência humana é possível, por outro lado, está sempre ao alcance do homem a liberação dessa sujeição mediante o acesso a uma outra forma de existência expressa através do conceito de desenvolvimento sustentável. Desse modo, a força compulsória de certas condições encontra sempre limites, aqueles da existência específica à qual se relacionam. A presente condição humana é, por exemplo, necessária e inelutável no planeta Terra, mas não o seria em um outro ponto do universo. Ou seja, o homem nunca é inteiramente condicionável, porque é permanentemente capaz de múltiplas formas de existência, isto é, capaz da transcendência das próprias modalidades da existência terrena na teia da vida de um único planeta, inter-relacionado e interdependente, com montanhas vertiginosas, cordilheiras imponentes, vales profundos, ilhas oceânicas, desertos extensos, planícies encharcadas, savanas, geleiras e tundras espaçosas, vulcões adormecidos e furiosos, florestas majestosas e cidades densamente povoadas com veículos automotores e homens dependentes de recursos naturais e de energias externas. Não obstante, no Século XX, tanto as duas grandes ideologias, a liberal quanto a socialista, não souberam lidar com, e nem mesmo contemplaram no seu projeto político, a degradação ambiental em processos industriais, com a geração de fumaça, resíduos sólidos e efluentes líquidos no solo e nos corpos hídricos; muito pelo contrário, ambos, o capitalismo industrialista e o coletivismo industrialista, colocaram em operação um modelo industrial agressivo aos valores ambientais de vida em sociedade. Portanto, a disposição de mudar de ideia e recomeçar oferece aos seres humanos uma condição de liberdade para estabelecer novas relações e novos começos.

Eu acredito que na dinâmica relacional Homem-Terra, o presente só vislumbra a esperança quando voltado para o futuro. Ou seja, a busca da transcendência dos custos ambientais gerados pelo desenvolvimento industrial das sociedades humanas – um traço comum que transcende as particularidades culturais e, portanto, refletem a condição humana – tem sido uma preocupação desde o século XIX, mas, somente a partir do final dos anos 60 do século passado até o presente, que problemas ambientais transnacionais passaram a fazer parte da agenda política dos países à luz dos conhecimentos científicos produzidos, com o reconhecimento de que o ambiente – ar, água, solo, subsolo, flora, fauna, pessoas, espaço sideral e suas inter-relações – é frágil e precisa de proteção legal especial, com justiça social traduzida em estruturas administrativas que promovam o desenvolvimento sustentável, formando um conjunto de instrumentos da ação pública assentado na legislação ambiental e nas práticas jurídicas específicas ao processo de formação de cada sociedade.

Como está o Brasil hoje em termos de política ambiental? Muitos alegam que, por sermos um país emergente, essa deva ser uma preocupação secundária. Qual a sua opinião sobre isso?

Em relação a primeira parte da pergunta, eu diria que no Brasil, até o final dos anos 1980, havia apenas preocupações pontuais com o meio ambiente, objetivando a sua conservação e não a sua preservação. As ações estatais estiveram organizadas, primordialmente, para assegurar a integridade física do território, em detrimento da integração social. A proteção jurídica do meio ambiente, explorado de forma desregrada era solucionada por intermédio do Código Civil, de influência nitidamente liberal, atualizado somente 86 anos depois de sua entrada em vigor, em 2002. Por mais de um século e meio, o legislador nacional procurou proteger categorias mais amplas de recursos naturais, limitando simplesmente a sua exploração desordenada. Protegia-se o todo a partir das partes e, de forma fragmentada, tutelava-se somente aquilo que tivesse interesse econômico. Havia, portanto, um conjunto de leis vagas e dispersas, estabelecidas em diversos níveis jurídico-administrativos, que regulavam atividades específicas. No país, as leis não tinham caráter ambiental, pois haviam sido concebidas e eram implementadas no contexto de um modelo de desenvolvimento e de um arcabouço legal que ignorava a questão ambiental, pelo menos nos termos em que já se colocava internacionalmente os problemas de conservação e proteção da natureza. Até 1972, por ocasião da Conferência de Estocolmo, o Brasil defendia a tese de que o principal sujeito da proteção ambiental era o ser humano, já que a “poluição da pobreza” (falta de saneamento básico e de cuidados com a saúde pública, a alimentação e a higiene) e a “poluição da riqueza” (industrial) possuíam um efeito muito mais avassalador do que os danos ao meio ambiente decorrentes do crescimento econômico. Entre os anos 1970 e 1980, os instrumentos legais variavam de estado para estado da federação no que se refere ao controle da poluição ambiental, leis federais específicas se destinavam tão somente a controlar a propriedade e o uso dos recursos naturais por meio do disciplinamento das atividades agroindustriais.

A proteção jurídica integral ao meio ambiente no país só veio a ocorrer a partir de 1981, com a institucionalização da Política Nacional do Meio Ambiente (lei nº 6.938). Os recursos ambientais passaram a abranger “a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos da biosfera, a fauna e a flora” (lei nº 6.938/1981, artigo 3º, V, com redação dada pela lei nº 7.804/1989). O arranjo institucional previsto para lidar com as questões ambientais foi, então, pensado como um Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), evidenciando a lógica federativa, especialmente por meio da divisão de responsabilidades (órgãos central, seccionais e locais). É interessante observar que, com base em uma concepção de sistema ecológico integrado, essa proteção passou a ocorrer de forma holística. Até esse momento, o desenvolvimento internacional dessa concepção, que vinha desde o final dos anos 1960, objetivava a proteção das partes a partir do todo, enfatizando o relacionamento entre os seres humanos e seus ambientes, bem como os aspectos de ordem teórica e normativa no compromisso com a sociedade por meio de uma relação diferente, responsável e harmoniosa. A partir dos anos 1980 é que se pode dizer que a questão ambiental (ecológica e socioambiental) emergiu efetivamente no interior do Estado brasileiro – ao mesmo tempo que a democracia se afirmava no imaginário da sociedade, na sua luta coletiva e no conjunto dos movimentos sociais –, quando um pensamento jurídico ambiental foi constituído no país.

Em relação à segunda parte da pergunta, eu diria que faz parte do processo de aprimoramento institucional brasileiro a luta para pôr em prática o modelo de desenvolvimento nacional, definido constitucionalmente como sustentável. É um desafio enorme reformar a atual versão do septuagenário modelo desenvolvimentista brasileiro. Em suas várias versões, uma coisa não mudou, ele continua a se basear no uso intensivo de combustíveis fósseis, dependente da exportação de produtos primários, as chamadas commodities, além de estar assentado em um modo de exploração dos recursos naturais que leva à destruição de extensas áreas dos biomas brasileiros. Tampouco, não podemos deixar de mencionar aqui a questão das dificuldades para demarcação das terras indígenas, ou ainda da não realização da reforma agrária.

Deveríamos discutir os ”fins” para os quais nos apropriamos da matéria e da energia disponíveis na porção de Terra onde vivemos. Como membros de uma coletividade territorial e juridicamente circunscrita, nós precisamos definir o que é prioridade para o nosso país em termos de desenvolvimento. Precisamos nos colocar a questão dos graves prejuízos ao patrimônio biológico e genético causados pelo consumo exponencial de agrotóxicos, levando à morte milhares de seres vivos envolvidos direta ou indiretamente com a produção agrícola. Ora, as pesquisas nas áreas das ciências e das tecnociências demonstram, há décadas, que as decisões sobre as políticas públicas em um Estado Democrático de Direito para fazer frente à degradação ambiental e ao uso predatório dos recursos naturais não podem mais ser tomadas apenas por critérios econômicos. É preciso agir de forma responsável em um mundo comum que contemple a todos em direitos e deveres.

Eu gostaria de concluir essa entrevista lembrando que quando a intervenção humana faz falta para modificar o curso das coisas na Era do Antropoceno, e criar o novo, o mundo é ameaçado pela sua própria ação destrutiva. Portanto, não há tempo para pessimismo e crise existencial quando ações individuais e coletivas precisam ser empreendidas se quisermos continuar avançando na construção de uma sociedade sustentável, passando de uma economia que tolera danos ambientais a uma que não tolera.

Citizen science network produces accurate maps of atmospheric dust (Science Daily)

Date: October 27, 2014

Source: Leiden University

Summary: Measurements by thousands of citizen scientists in the Netherlands using their smartphones and the iSPEX add-on are delivering accurate data on dust particles in the atmosphere that add valuable information to professional measurements. The research team analyzed all measurements from three days in 2013 and combined them into unique maps of dust particles above the Netherlands. The results match and sometimes even exceed those of ground-based measurement networks and satellite instruments.

iSPEX map compiled from all iSPEX measurements performed in the Netherlands on July 8, 2013, between 14:00 and 21:00. Each blue dot represents one of the 6007 measurements that were submitted on that day. At each location on the map, the 50 nearest iSPEX measurements were averaged and converted to Aerosol Optical Thickness, a measure for the total amount of atmospheric particles. This map can be compared to the AOT data from the MODIS Aqua satellite, which flew over the Netherlands at 16:12 local time. The relatively high AOT values were caused by smoke clouds from forest fires in North America, which were blown over the Netherlands at an altitude of 2-4 km. In the course of the day, winds from the North brought clearer air to the northern provinces. Credit: Image courtesy of Leiden, Universiteit

Measurements by thousands of citizen scientists in the Netherlands using their smartphones and the iSPEX add-on are delivering accurate data on dust particles in the atmosphere that add valuable information to professional measurements. The iSPEX team, led by Frans Snik of Leiden University, analyzed all measurements from three days in 2013 and combined them into unique maps of dust particles above the Netherlands. The results match and sometimes even exceed those of ground-based measurement networks and satellite instruments.

The iSPEX maps achieve a spatial resolution as small as 2 kilometers whereas satellite data are much courser. They also fill in blind spots of established ground-based atmospheric measurement networks. The scientific article that presents these first results of the iSPEX project is being published in Geophysical Research Letters.

The iSPEX team developed a new atmospheric measurement method in the form of a low-cost add-on for smartphone cameras. The iSPEX app instructs participants to scan the blue sky while the phone’s built-in camera takes pictures through the add-on. The photos record both the spectrum and the linear polarization of the sunlight that is scattered by suspended dust particles, and thus contain information about the properties of these particles. While such properties are difficult to measure, much better knowledge on atmospheric particles is needed to understand their effects on health, climate and air traffic.

Thousands of participants performed iSPEX measurements throughout the Netherlands on three cloud-free days in 2013. This large-scale citizen science experiment allowed the iSPEX team to verify the reliability of this new measurement method.

After a rigorous quality assessment of each submitted data point, measurements recorded in specific areas within a limited amount of time are averaged to obtain sufficient accuracy. Subsequently the data are converted to Aerosol Optical Thickness (AOT), which is a standardized quantity related to the total amount of atmospheric particles. The iSPEX AOT data match comparable data from satellites and the AERONET ground station at Cabauw, the Netherlands. In areas with sufficiently high measurement densities, the iSPEX maps can even discern smaller details than satellite data.

Team leader Snik: “This proves that our new measurement method works. But the great strength of iSPEX is the measurement philosophy: the establishment of a citizen science network of thousands of enthusiastic volunteers who actively carry out outdoor measurements. In this way, we can collect valuable information about atmospheric particles on locations and/or at times that are not covered by professional equipment. These results are even more accurate than we had hoped, and give rise to further research and development. We are currently investigating to what extent we can extract more information about atmospheric particles from the iSPEX data, like their sizes and compositions. And of course, we want to organize many more measurement days.”

With the help of a grant that supports public activities in Europe during the International Year of Light 2015, the iSPEX team is now preparing for the international expansion of the project. This expansion provides opportunities for national and international parties to join the project. Snik: “Our final goal is to establish a global network of citizen scientists who all contribute measurements to study the sources and societal effects of polluting atmospheric particles.”


Journal Reference:

  1. Frans Snik, Jeroen H. H. Rietjens, Arnoud Apituley, Hester Volten, Bas Mijling, Antonio Di Noia, Stephanie Heikamp, Ritse C. Heinsbroek, Otto P. Hasekamp, J. Martijn Smit, Jan Vonk, Daphne M. Stam, Gerard van Harten, Jozua de Boer, Christoph U. Keller. Mapping atmospheric aerosols with a citizen science network of smartphone spectropolarimeters. Geophysical Research Letters, 2014; DOI: 10.1002/2014GL061462

Climate change in the media (DISCCRS)

DISCCRS News – October 28, 2014

NEWS

Researchers resolve the Karakoram glacier anomaly, a cold case of climate science – Princeton University Press Release – October 22, 2014 – http://www.princeton.edu/main/news/archive/S41/39/84Q12/

    Related: Snowfall less sensitive to warming in Karakoram than in Himalayas due to a unique seasonal cycle – Nature Geoscience – October 12, 2014 – http://www.nature.com/ngeo/journal/vaop/ncurrent/full/ngeo2269.html

    Collaboration on this paper with two of the authors is the result of discussions begun at the DISCCRS VII symposium. Lead author Sarah Kapnick, a DISCCRS VII Symposium alum, is a postdoctoral research fellow at Princeton University. Moet Ashfaq is also a DISCCRS VII symposium alum, and is currently a computational climate scientist at the Oak Ridge National Laboratory.

Events that mark Arctic warming – Guardian – October 26, 2014 – http://www.theguardian.com/news/2014/oct/26/weatherwatch-arctic-warming-northwest-passage-siberia

Arctic melt means more severe winters likely – for now – New Scientist – October 27, 2014 – http://www.newscientist.com/article/dn26457-arctic-melt-means-more-severe-winters-likely–for-now.html#.VE7PACiv1sQ

    Related: Cold Winters in Europe, Asia Linked to Sea Ice Decline – Climate Central – October 26, 2014 – http://www.climatecentral.org/news/cold-winters-in-europe-asia-linked-to-arctic-sea-ice-decline-18239

    Related: Global warming has doubled risk of harsh winters in Eurasia, research finds – Guardian – October 26, 2014 – http://www.theguardian.com/environment/2014/oct/26/global-warming-has-doubled-risk-harsh-winters-eurasia-research-finds

UN expert: Keep up hope amid climate change battle – Associated Press – October 27, 2014 – http://bigstory.ap.org/article/ea6b7bb91beb401a85fd8defbcb18826/un-envoy-keep-hope-amid-climate-change-battle

UN climate change draft sees risks of irreversible damage – Reuters – October 26, 2014 – http://www.reuters.com/article/2014/10/26/climatechange-report-idUSL6N0SK0LQ20141026

EU leaders agree to cut greenhouse gas emissions by 40% by 2030 – Guardian – October 24, 2014 – http://www.theguardian.com/world/2014/oct/24/eu-leaders-agree-to-cut-greenhouse-gas-emissions-by-40-by-2030

    Related: EU strikes compromise to set new climate target – Reuters – October 24, 2014 – http://www.reuters.com/article/2014/10/24/us-eu-summit-climatechange-idUSKCN0IB1PB20141024

    Related: EU emissions target isn’t as ambitious as it seems – New Scientist – October 24, 2014 – http://www.newscientist.com/article/dn26446-eu-emissions-target-isnt-as-ambitious-as-it-seems.html#.VE7PCCiv1sQ

    Related: Europe Reaches Climate Deal, Sends Message – Climate Central – October 24, 2014 – http://www.climatecentral.org/news/eu-climate-deal-2030-18228

    Related: EU climate change goal pits green business against industry – Reuters – October 24, 2014 – http://www.reuters.com/article/2014/10/24/eu-summit-climatechange-reaction-pix-tvu-idUSL6N0SJ3CE20141024

Innovations in Energy Storage Provide Boost for Renewables – Yale Environment 360 – October 27, 2014 – http://e360.yale.edu/feature/innovations_in_energy_storage_provide_boost_for_renewables/2820/

Great Barrier Reef protection plan ‘ignores the threat of climate change’ – Guardian – October 27, 2014 – http://www.theguardian.com/environment/2014/oct/27/great-barrier-reef-protection-plan-ignores-threat-climate-change

Recently discovered microbe is key player in climate change – University of Arizona Press Release (via AAAS EurekAlert) – October 22, 2014 – http://www.eurekalert.org/pub_releases/2014-10/uoa-rdm102014.php

FORUM

Rick Piltz Dies at 71; Quit Bush White House Over Climate Policy – New York Times – October 23, 2014 – By Douglas Martin – http://www.nytimes.com/2014/10/24/us/politics/rick-s-piltz-firebrand-on-climate-dies-at-71-.html?_r=0

    Related: Whistleblower Who Exposed White House Tampering with Climate Science Dies – Scientific American Blog – October 22, 2014 – By Paul Thacker – http://blogs.scientificamerican.com/guest-blog/2014/10/22/whistleblower-who-exposed-white-house-tampering-with-climate-science-dies/

U.S. needs to invest in Arctic ships, technology to prepare for climate change: envoy – Reuters – October 21, 2014 – By Andrea Shalal and Ayesha Rascoe – http://www.reuters.com/article/2014/10/21/us-usa-arctic-navy-climatechange-idUSKCN0IA2S520141021

Solving Energy Poverty Need Not Trash the Atmosphere – ClimateWire (via Scientific American) – October 24, 2014 – By Lisa Friedman – http://www.scientificamerican.com/article/solving-energy-poverty-need-not-trash-the-atmosphere/

2014 Arctic sea ice extent – 6th lowest in millennia – Climate Consensus – the 97% blog (Guardian) – October 21, 2014 – By Dana Nuccitelli – http://www.theguardian.com/environment/climate-consensus-97-per-cent/2014/oct/20/2014-arctic-sea-ice-extent-6th-lowest-in-millennia

Building an Ark for the Anthropocene (New York Times)

CreditJason Holley

WE are barreling into the Anthropocene, the sixth mass extinction in the history of the planet. A recent study published in the journal Science concluded that the world’s species are disappearing as much as 1,000 times faster than the rate at which species naturally go extinct. It’s a one-two punch — on top of the ecosystems we’ve broken, extreme weather from a changing climate causes even more damage. By 2100, researchers say, one-third to one-half of all Earth’s species could be wiped out.

As a result, efforts to protect species are ramping up as governments, scientists and nonprofit organizations try to build a modern version of Noah’s Ark. The new ark certainly won’t come in the form of a large boat, or even always a place set aside. Instead it is a patchwork quilt of approaches, including assisted migration, seed banks and new preserves and travel corridors based on where species are likely to migrate as seas rise or food sources die out.

The questions are complex. What species do you save? The ones most at risk? Charismatic animals, such as lions or bears or elephants? The ones most likely to survive? The species that hold the most value for us?

One initiative, the Intergovernmental Platform on Biodiversity and Ecosystem Services formed in 2012 by the governments of 121 countries, aims to protect and restore species in wild areas and to protect species like bees that carry out valuable ecosystem service functions in the places people live. Some three-quarters of the world’s food production depends primarily on bees.

“We still know very little about what could or should be included in the ark and where,” said Walter Jetz, an ecologist at Yale involved with the project. Species are being wiped out even before we know what they are.

Another project, the EDGE of Existence, run by the Zoological Society of London, seeks to protect the most unusual wildlife at highest risk. These are species that evolved on their own for so long that they are very different from other species. Among the species the project has helped to preserve are the tiny bumblebee bat and the golden-rumped elephant shrew.

While the traditional approach to protecting species is to buy land, preservation of the right habitat can be a moving target, since it’s not known how species will respond to a changing climate.

To complete the maps of where life lives, scientists have enlisted the crowd. A crowdsourcing effort called the Global Biodiversity Information Facility identifies and curates biodiversity data — such as photos of species taken with a smartphone — to show their distribution and then makes the information available online. That is especially helpful to researchers in developing countries with limited budgets. Another project, Lifemapper, at the University of Kansas Biodiversity Institute, uses the data to understand where a species might move as its world changes.

“We know that species don’t persist long in fragmented areas and so we try and reconnect those fragments,” said Stuart L. Pimm, a professor of conservation at Duke University, and head of a nonprofit organization called SavingSpecies. One of his group’s projects in the Colombian Andes identified a forest that contains a carnivorous mammal that some have described as a cross between a house cat and a teddy bear, called anolinguito, new to science. Using crowd-sourced data, “we worked with local conservation groups and helped them buy land, reforest the land and reconnect pieces,” Dr. Pimm says.

Coastal areas, especially, are getting scrutiny. Biologists in Florida, which faces a daunting sea level rise, are working on a plan to set aside land farther inland as a reserve for everything from the MacGillivray’s seaside sparrow to the tiny Key deer.

To thwart something called “coastal squeeze,” a network of “migratory greenways” is envisioned so that species can move on their own away from rising seas to new habitat. “But some are basically trapped,” said Reed F. Noss, a professor of conservation biology at the University of Central Florida who is involved in the effort, and they will most likely need to be picked up and moved. The program has languished, but Amendment 1, on the ballot this November, would provide funding.

One species at risk is the Florida panther. Once highly endangered, with just 20 individuals left, this charismatic animal has come back — some. But a quarter or more of its habitat is predicted to be under some three feet of water by 2100. Males will move on their own, but females will need help because they won’t cross the Caloosahatchee River. Experts hope to create reserves north of the river, and think at some point they will have to move females to new quarters.

Protecting land between reserves is vital. The Yellowstone to Yukon Conservation Initiative, known as Y2Y, would protect corridors between wild landscapes in the Rockies from Yellowstone National Park to northern Canada, which would allow species to migrate.

RESEARCHERS have also focused on “refugia,” regions around the world that have remained stable during previous swings of the Earth’s climate — and that might be the best bet for the survival of life this time around.

A section of the Driftless Area encompassing northeastern Iowa and southern Minnesota, also known as Little Switzerland, has ice beneath some of its ridges. The underground refrigerator means the land never gets above 50 or so degrees and has kept the Pleistocene snail, long thought extinct, from disappearing there. Other species might find refuge there as things get hot.

A roughly 250-acre refugia on the Little Cahaba River in Alabama has been called a botanical lost world, because of its wide range of unusual plants, including eight species found nowhere else. Dr. Noss said these kinds of places should be sought out and protected.

Daniel Janzen, a conservation ecologist at the University of Pennsylvania who is working to protect large tracts in Costa Rica, said that to truly protect biodiversity, a place-based approach must be tailored to the country. A reserve needs to be large, to be resilient against a changing climate, and so needs the support of the people who live with the wild place and will want to protect it. “To survive climate change we need to minimize the other assaults, such as illegal logging and contaminating water,” he said. “Each time you add one of those you make it more sensitive to climate change.”

The Svalbard Global Seed Vault, beneath the permafrost on an island in the Arctic Ocean north of mainland Norway, preserves seeds from food crops. Frozen zoos keep the genetic material from extinct and endangered animals. The Archangel Ancient Tree Archive in Michigan, meanwhile, founded by a family of shade tree growers, has made exact genetic duplicates of some of the largest trees on the planet and planted them in “living libraries” elsewhere — should something befall the original.

In 2008, Connie Barlow, a biologist and conservationist, helped move an endangered conifer tree in Florida north by planting seedlings in cooler regions. Now she is working in the West. “I just assisted in the migration of the alligator juniper in New Mexico by planting seeds in Colorado,” she said. “We have to. Climate change is happening so fast and trees are the least capable of moving.”

A reader’s guide to the “ontological turn” – Parts 1 to 4 (Somatosphere)

January 15, 2014

A reader’s guide to the “ontological turn” – Part 1

Judith Farquhar

This article is part of the series: A reader’s guide to the “ontological turn”

Editor’s note: In the wake of the discussion about the ‘ontological turn’ at this year’s American Anthropological Association conference, we asked several scholars, “which texts or resources would you recommend to a student or colleague interested in the uses of ‘ontology’ as an analytical category in recent work in anthropology and science and technology studies?”  This was the reading list we received fromJudith Farquhar, Max Palevsky Professor of Anthropology at the University of Chicago.  Answers from a number of other scholars will appear as separate posts in the series.

In providing a reading list, I had lots of good “ontological” resources at hand, having just taught a seminar called “Ontological Politics.”  This list is pared down from the syllabus; and the syllabus itself was just a subset of the many useful philosophical, historical, and ethnographic readings that I had been devouring during the previous year, when I was on leave.

I really like all these pieces, though I don’t actually “follow” all of them.  This is a good thing, because the field — if it can be called that — tends to go in circles, with all the usual suspects citing all the usual suspects.  In the end, as we worked our way through the course, I found the ethnographic work more exciting than most of the more theoretically inclined writing.  At the other end of the spectrum, I feel quite transformed by having read Heidegger’s “The Thing” — but I’m not sure why!

Philosophical and methodological works in anthropology and beyond:

Philippe Descola, 2013, The Ecology of Others, Chicago: Prickly Paradigm Press.

William Connolly, 2005, Pluralism. Durham: Duke University Press. (Ch. 3, “Pluralism and the Universe” [on William James], pp. 68-92.)

Eduardo Viveiros de Castro, 2004, “Perspectival Anthropology and the Method of Controlled Equivocation,” Tipiti 2 (1): 3-22.

Eduardo Viveiros de Castro, 2012, “Immanence and Fear: Stranger events and subjects in Amazonia,” HAU: Journal of Ethnographic Theory 2 (1): 27-43.

Marisol de la Cadena, 2010, “Indigenous Cosmopolitics in the Andes: Conceptual reflections beyond ‘politics’,” Cultural Anthropology 25 (2): 334-370.

Bruno Latour, 2004, “Why Has Critique Run Out of Steam? From matters of fact to matters of concern.Critical Inquiry 30 (2): 225-248.

A dialogue from Common Knowledge 2004 (3): Ulrich Beck: “The Truth of Others: A Cosmopolitan Approach” (pp. 430-449) and Bruno Latour: “Whose Cosmos, Which Cosmopolitics? Comments on the Peace Terms of Ulrich Beck” (pp. 450-462).

Graham Harman, 2009, Prince of Networks: Bruno Latour and Metaphysics.  Melbourne: Re.Press.  (OA)

Isabelle Stengers, 2005, “The Cosmopolitical Proposal,” in Bruno Latour & Peter Weibel, eds., Making Things Public: Atmospheres of Democracy.  Cambridge MA: MIT Press, pp. 994-1003.

Martin Heidegger, 1971, “The Thing,” in Poetry, Language, Thought (Tr. Albert Hofstadter).  New York: Harper & Row, pp. 163-180

Graham Harman, 2010, “Technology, Objects and Things in Heidegger,”Cambridge Journal of Economics 34: 17-25.

Jane Bennett and William Connolly, 2012, “The Crumpled Handkerchief,” in Bernd Herzogenrath, ed., Time and History in Deleuze and Serres. London & New York: Continuum, pp. 153-171.

Tim Ingold, 2004, “A Circumpolar Night’s Dream,” in John Clammer et al., eds., Figured Worlds: Ontological Obstacles in Intercultural Relations.  Toronto: University of Toronto Press, pp. 25-57.

Annemarie Mol, 1999, “Ontological Politics: A Word and Some Questions,” in John Law, and J. Hassard, ed., Actor Network Theory and After.  Oxford: Blackwell, pp. 74-89.

Terrific ethnographic studies very concerned with ontologies:

Mario Blaser, 2010, Storytelling Globalization from the Chaco and Beyond.  Durham NC: Duke University Press.

Eduardo Kohn, 2013, How Forests Think: Toward an anthropology beyond the human. Berkeley: University of California Press.

Helen Verran, 2011, “On Assemblage: Indigenous Knowledge and Digital Media (2003-2006) and HMS Investigator (1800-1805).” In Tony Bennet & Chris Healey, eds.,  Assembling Culture.  London & New York: Routledge, pp. 163-176.

Morten Pedersen, 2011, Not Quite Shamans: Spirit worlds and Political Lives in Northern Mongolia. Ithaca: Cornell University Press.

John Law & Marianne Lien, 2013, “Slippery: Field Notes in Empirical Ontology,” Social Studies of Science 43 (3): 363-378.

Stacey A. Langwick, 2011, Bodies, Politics, and African Healing: The Matter of Maladies in Tanzania.  Bloomington: Indiana University Press.

Judith Farquhar is Max Palevsky Professor of Anthropology and Social Sciences at the University of Chicago. Her research concerns traditional medicine, popular culture, and everyday life in contemporary China. She is the author of Knowing Practice: The Clinical Encounter of Chinese Medicine (Westview 1996),Appetites: Food and Sex in Post-Socialist China (Duke 2002), and Ten Thousand Things: Nurturing Life in Contemporary Beijing (Zone 2012) (with Qicheng Zhang), and editor (with Margaret Lock) of Beyond the Body Proper: Reading the Anthropology of Material Life (Duke 2007).

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January 17, 2014

A reader’s guide to the “ontological turn” – Part 2

Javier Lezaun

This article is part of the series: A reader’s guide to the “ontological turn”

Editor’s note: In the wake of the discussion about the ‘ontological turn’ at this year’s American Anthropological Association conference, we asked several scholars, “which texts or resources would you recommend to a student or colleague interested in the uses of ‘ontology’ as an analytical category in recent work in anthropology and science and technology studies?”  This was the answer we received from Javier Lezaun, James Martin Lecturer in Science and Technology Governance at the University of Oxford. 

Those of us who have been brought up in the science and technology studies (STS) tradition look at claims of an ‘ontological turn’ with a strange sense of familiarity: it’s déjà vu all over again! For we can read the whole history of STS (cheekily and retroactively, of course) as a ‘turn to ontology’, albeit one that was rarely thematized as such.

A key text in forming STS and giving it a proto-ontological orientation (if such a term can be invented) is Ian Hacking’s Representing and Intervening (1983). On its surface the book is an introduction to central themes and keywords in the philosophy of science. In effect, it launches a programme of research that actively blurs the lines between depictions of the world and interventions into its composition. And it does so by bringing to the fore the constitutive role of experimental practices – a key leitmotiv of what would eventually become STS.

Hacking, of course, went on to develop a highly original form of pragmatic realism, particularly in relation to the emergence of psychiatric categories and new forms of personhood. His 2004 book, Historical Ontology, captures well the main thrust of his arguments, and lays out a useful contrast with the ‘meta-epistemology’ of much of the best contemporary writing in the history of science.

But we are getting ahead of ourselves and disrespecting our good old friend Chronology. The truth is that references to ontology are scarce in the foundational texts of STS (the term is not even indexed in Representing and Intervening, for instance). This is hardly surprising: alluding to the ontological implies a neat distinction between being and representing, precisely the dichotomy that STS scholars were trying to overcome – or, more accurately, ignore – at the time. The strategy was to enrich our notion of representation, not to turn away from it in favour of higher plane of being.

It is in the particular subfield of studies of particle physics that the discussion about ontology within STS developed, simply because matters of reality – and the reality of matter – featured much more prominently in the object of study. Andrew Pickering’s Constructing Quarks: A Sociological History of Particle Physics (1984) was one of the few texts that tackled ontological matters head on, and it shared with Hacking’s an emphasis on the role of experimental machineries in producing agreed-upon worlds. In his following book, The Mangle of Practice: Time, Agency, and Science (1995), Pickering would develop this insight into a full-fledged theory of temporal emergence based on the dialectic of resistance and accommodation.

An interesting continuation and counterpoint in this tradition is Karen Barad’s book, Meeting the Universe Halfway: Quantum Physics and the Entanglement of Matter and Meaning (2007). Barad’s thesis, particularly her theory of agential realism, is avowedly and explicitly ontological, but this does not imply a return to traditional metaphysical problem-definitions. In fact, Barad speaks of ‘onto-epistemology’, or even of ‘onto-ethico-epistemology’, to describe her approach. The result is an aggregation of planes of analysis, rather than a turn from one to the other.

Arguments about the nature of quarks, bubble chambers and quantum physics might seem very distant from the sort of anthropo-somatic questions that preoccupy readers of this blog, but it is worth noting that this rarefied discussion has been the terrain where key elements of the current STS interest in ontology – the idioms of performativity and materialism in particular – were first tested.

The work that best represents this current interest in matters of ontology within STS is that of Annemarie Mol and John Law. Their papers on topologies (e.g., ‘Regions, Networks and Fluids: Anaemia and Social Topology’ in 1994; ‘Situating technoscience:  an inquiry into spatialities’, 2001) broke new ground in making explicit the argument about the multiplicity of the world(s), and served to develop a first typology of alternative modes of reality. Mol’s ethnography of atherosclerosis, The Body Multiple: Ontology in Medical Practice (2003), is of course the (provisional?) culmination of this brand of ‘empirical philosophy’, and a text that offers a template for STS-inflected anthropology (and vice versa).

One distinct contribution of this body of work – and this is a point made by Malcolm Ashmore in his review of The Body Multiple – is to extend STS modes of inquiry beyond the study of new or controversial entities, and draw the same kind of analytical intensity to realities – like that (or those) of atherosclerosis – whose univocal reality we tend to take for granted. For better and worse, STS grew out of an effort to understand how new facts and artifacts enter our world, and the field remains attached to all that is (or appears to be) new – even if the end-result of the analysis is often to challenge those claims to novelty. The current ‘ontological turn’ in STS would then represent an effort to excavate mundane layers of reality, to draw attention to the performed or enacted nature of that that appears old, settled or uncontroversial. I suspect this manoeuvre carries less value in Anthropology, where the everyday and the taken-for-granted is often the very locus of inquiry.

The other value of the ‘ontological turn’ is, in my view, to recast the question of politics – as both an object of study and a mode of engagement with the world. This recasting can take at least two different forms. There are those who argue that attending to the ontological, i.e., to the reality of plural worlds and the unavoidable condition of multinaturalism, intensifies (and clarifies) the normative implications of our analyses (see for instance the genealogical argument put forward very forcefully by Dimitris Papadopoulos in his article ‘Alter-ontologies: towards a constituent politics in technoscience’). A slightly different course of action is to think of ontology as a way of addressing the intertwining of the technological and the political. Excellent recent examples of this approach are Noortje Marres’s Material Participation: Technology, the Environment, and everyday Publics (2012) and Andrew Barry’s Material Politics: Disputes Along the Pipeline (2013).

In sum, and to stake out my own position, I think STS is best seen as a fairly tight bundle of analytical sensibilities – sensibilities that are manifested in an evolving archipelago of case studies. It is not a theory of the world (let alone a theory of being), and it quickly becomes trite and somewhat ritualistic when it is transformed into a laundry list of statements about what the world is or should be like. In this sense, an ‘ontological turn’ would run counter to the STS tradition, as I see it, if it implies asserting a particular ontology of the world, regardless of whether the claim is that that ontology is plural, multiple, fluid, relational, etc. This sort of categorical, pre-empirical position smothers the critical instincts that energize the field and have driven its evolution over the last three decades. Steve Woolgar and I have formulated this view in a recent piece for Social Studies of Science (‘The wrong bin bag:  a turn to ontology in science and technology studies?’), and a similar argument been made often and persuasively by Michael Lynch (e.g., “Ontography: investigating the production of things, deflating ontology”).

Javier Lezaun is James Martin Lecturer in Science and Technology Governance and Deputy Director at the Institute for Science, Innovation and Society in the School of Anthropology and Museum Ethnography at the University of Oxford. His research focuses on the politics of scientific research and its governance. He directs the research programme BioProperty, funded by the European Research Council, which investigates the role of property rights and new forms of ownership in biomedical research. Javier is also currently participating in research projects on thegovernance of climate geoengineering, and new forms of consumer mobilization in food markets.

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February 12, 2014

A reader’s guide to the “ontological turn” – Part 3

Morten Axel Pedersen

This article is part of the series: A reader’s guide to the “ontological turn”

Editor’s note: In the wake of all the discussion about the ‘ontological turn’ at this year’s American Anthropological Association conference, we asked four scholars, “which texts or resources would you recommend to a student or colleague interested in the uses of ‘ontology’ as an analytical category in recent work in anthropology and science and technology studies?”  This was the reading list we received fromMorten Axel Pedersen, Professor of Anthropology at the University of Copenhagen.

As someone who has, for a decade, participated in discussions about ‘ontology’ at various European anthropology venues and departments, I share the sense of déjà-vu noted by Lezaun in Part 2 of this Reader’s Guide. In fact, it is surprising just how much interest and enthusiasm, not to mention critique and aversion, has been generated by the recent introduction of this discussion into mainstream US anthropology. Arguably, the ontological turn now faces the risk of becoming the latest ‘new thing’, so critique is inevitable, necessary and welcome. Indeed, students and scholars from some of the same institutions that spearheaded anthropology’s turn to ontology are now questioning its most deeply held assumptions and cherished arguments. That, of course, is precisely how things should be. And hopefully, the part-repetition in the US of debates that are now losing steam in Latin America, Japan and Europe will provide a new framework for experimentally transforming and productively distorting anthropology’s engagement with ontology, and thus avoid the ever lurking danger of it becoming just another orthodoxy.

What follows here is a list of predominantly anthropological readings, which does not cover the creative interfaces between STS and anthropology explored by scholars in Copenhagen, Manchester, Osaka, and elsewhere. The list is not intended to be exclusive. Indeed, many scholars who figure on it may well not consider themselves part of the ontological turn and may be critical of part or all of it. The reason why they are nevertheless included is that they all have, in my view, played a role in making the ‘turn’ what it is today.

Books

Blaser, Mario. 2010. Storytelling Globalization from the Chaco and Beyond.  Durham NC: Duke University Press.

Descola, Philippe. 2013. Beyond Nature and Culture. Trans. J. Lloyd. Chicago: University of Chicago Press

Gell, Alfred. 1998. Art and Agency: An Anthropological Theory. Oxford: Clarendon Press.

Holbraad, Martin. 2012. Truth in Motion: The Recursive Anthropology of Cuban Divination. Chicago: Chicago University Press.

Kohn, Eduardo. 2012. How Forests Think: Toward an anthropology beyond the human. Berkeley: University of California Press.

Krøijer, Stine. Forthcoming. Figurations of the Future: Forms and Temporality of Left Radical Politics in Northern Europe. Oxford: Berghahn Books.

Maurer, Bill. 2005. Mutual Life, Limited. Islamic Banking, Alternative Currencies, Lateral Reason. Princeton: Princeton University Press.

Miyazaki, Hirokazu. 2013. Arbitraging Japan: Dream of Capitalism at the End of Finance. Berkeley: University of California Press.

Rio, Knut Mikjel. 2007. The Power of Perspective. Social Ontology and Agency on Ambrym Island, Vanuatu. Oxford: Berghahn Books.

Scott, Michael W. 2007. The Severed Snake: Matrilineages, Making Place, and a Melanesian Christianity in Southeast Solomon Islands. Durham NC: Carolina Academic Press.

Stasch, Rupert. 2009. Society of Others. Kinship and Mourning in a West Papuan Place. Berkeley: University of California Press.

Strathern, Marilyn. 2004. Partial Connections (Updated Edition). Walnut Creek, CA: Altamira.

Swancutt, Katrhine, 2012. Fortune and the Cursed: The Sliding Scale of Time in Mongolian Divination. Oxford: Berghahn.

Wagner, Roy. 1975. The Invention of Culture. Chicago: University of Chicago Press.

Willerslev, Rane. 2007. Soul Hunters: Hunting, Animism and Personhood amomg the Siberian Yukaghirs. Berkeley: University of California Press.

Viveiros de Castro, Eduardo. 2009. Métaphysiques cannibales. Paris: Presses Universitaires de France

Edited volumes/sections

Jensen, C. B, M. A. Pedersen & B. R. Wintereik, eds. 2011. “Comparative Relativism”, special issue of Common Knowledge 17 (1).

Jensen, C. B. & A. Morita, eds. 2012. “Anthropology as critique of reality: A Japanese turn“. Forum in HAU: Journal of Ethnographic Theory 2 (2): 358-405.

Candea, Matei & Lys Alcayna–Stevens, eds. 2012. “Internal Others: Ethnographies of Naturalism“, Special section in Cambridge Anthropology30(2): 36-146

Henare, A., M: Holbraad and S.Wastell, eds. 2007. Thinking Through Things: Theorising Artifacts Ethnographically. London: Routledge. (Here’s a pre-publication version of the Introduction).

Pedersen, M. A., R. Empson and C. Humphrey, eds. 2007. “Inner Asian Perspectivism,” special issue of Inner Asia 9 (2) (especially papers by da Col,Holbraad/Willerslev and Viveiros de Castro)

Articles engaging explicitly with “ontology”, also critically

Alberti, B., S. Fowles, M. Holbraad, Y. Marshall, C. Witmore. 2011. ‘Worlds otherwise’: Archaeology, Anthropology, and Ontological Difference forum.Current Anthropology 52(6): 896-912

Blaser, Mario. 2013. Ontological conflicts and the stories of peoples in spite of Europe: toward a conversation on political ontology. Current Anthropology54(5): 547-568.

Course, Magnus. 2010. Of Words and Fog. Linguistic relativity and Amerindian ontology. Anthropological Theory 10(3): 247–263.

De la Cadena, Marisol. 2010. Indigenous Cosmopolitics in the Andes: Conceptual Reflections beyond ‘Politics’. Cultural Anthropology 25 (2): 334-70.

Hage, Ghassan. 2012. Critical anthropological thought and the radical political imaginary today. Critique of Anthropology 32(3): 285–308

Heywood, Paolo. 2012. Anthropology and What There Is: Reflections on “Ontology”. Cambridge Anthropology 30 (1): 143-151.

Holbraad, Martin. 2009. Ontography and Alterity: Defining anthropological truth. Social Analysis 53 (2): 80-93.

Holbraad, Martin. 2011. Can the Thing Speak? OAP Press, Working Paper Series, Article # 7.

Laidlaw, James. 2012. Ontologically Challenged. Anthropology of This Century, vol. 4, London, May 2012.

Laidlaw, James and Paolo Heywood, 2013. One More Turn and You’re There.Anthropology of This Century, vol. 7, London, May 2013.

Nielsen, Morten. 2013. Analogic Asphalt: Suspended value conversions among young road workers in Southern Mozambique. HAU: Journal of Ethnographic Theory 3 (2): 79-96.

Pedersen, Morten Axel. 2001. Totemism, animism and North Asian indigenous ontologies. Journal of the Royal Anthropological Institute 7 (3): 411-427.

Pedersen, Morten Axel. 2012. Common nonsense. A review of certain recent reviews of the ‘ontological turn.’ Anthropology of This Century, 5.

Salmon, Amira. 2013. Transforming translations (part I):“The owner of these bones”. HAU: Journal of Ethnographic Theory 3(3): 1-32.

Scott, Michael W. 2013. The Anthropology of Ontology (Religious Science?).Journal of the Royal Anthropological Institute 19 (4): 859–72.

Venkatesan, Soumhya et al. 2010. Ontology Is Just Another Word for Culture: Motion Tabled at the 2008 Meeting of the Group for Debates in Anthropological Theory, University of Manchester. Critique of Anthropology30 (2):152-200. (The papers can also be downloaded here).

Viveiros de Castro, Eduardo. 2002. And. Manchester: Papers in Social Anthropology.

Viveiros de Castro, E. 2013 “The Relative Native” by HAU: Journal of Ethnographic Theory 3(3): 473-502.

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Finally, there are some recent and ongoing dialogues in France between anthropologists and philosophers concerning issues of metaphysics and ontology, which may be of interest:

Morten Axel Pedersen is Professor of Anthropology at the University of Copenhagen. His publications include Not Quite Shamans: Spirit Worlds and Political Lives in Northern Mongolia (2011). He is also co-editor, with Martin Holbraad, of Times of Security: Ethnographies of Fear, Protest, and the Future(2013). A new book co-authored with Lars Højer, Urban Hunters: Dealing and Dreaming in Times of Transition is forthcoming.

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March 19, 2014

A reader’s guide to the “ontological turn” – Part 4

Annemarie Mol

This article is part of the series: A reader’s guide to the “ontological turn”

Editor’s note: In the wake of all the discussion about the ‘ontological turn’ at this year’s American Anthropological Association conference, we asked four scholars, “which texts or resources would you recommend to a student or colleague interested in the uses of ‘ontology’ as an analytical category in recent work in anthropology and science and technology studies?”  This was the answer we received fromAnnemarie Mol, professor of Anthropology of the Body at the University of Amsterdam.  Answers from Judith Farquhar, Javier Lezaun, and Morten Axel Pedersen appear as separate posts in the series.

The point of the use of the word ‘ontology’ in STS was that it allowed us not just to talk about the methods that were used in the sciences, but (in relation to these) also address what the sciences made of their object. E.g. rather than asking whether or not some branch of science knows ‘women’ correctly, or instead with some kind of bias, we wanted to shift to the question: what are the topics, the concerns and the questions that knowledge practices insist on; how do they interfere in practices; what do they do to/with women; etc. At first this was cast in constructivist terms as ‘what do various scientific provinces make ofwomen’. But then we began to doubt whether ‘making’ was such a good metaphor, as it gives some ‘maker’ too much credit; as it suggests a time line with a before and an after; and materials out of which x or y might be made. So we shifted terminology and used words like perform, or do, or enact. Here we widened the idea of the staging of social realities (e.g. identities) to that of physical realities.

The idea was that there are not just many ways of knowing ‘an object’, but rather many ways of practising it. Each way of practising stages – performs, does, enacts – a different version of ‘the’ object. Hence, it is not ‘an object’, but more than one. An object multiple. That reality might be multiple goes head on against the Euroamerican tradition in which different people may each have their own perspective on reality, while there is only one reality – singular, coherent, elusive – to have ‘perspectives’ on.  To underline our break with this monorealist heritage of monotheism, we imported the old fashioned philosophical term of ontology and put it in the plural. Ontologies. That was – at the time – an unheard of oxymoron.

Crucial in all this was the work of Donna Haraway (even if she did not particularly use the word ontology). Read it all – or pick out what seems interesting to you. Here, now. But if you don’t quite know where to start, plunge into Primate Visions.

Crucial, too, was earlier STS work on methods that had recast these as techniques of staging a world (not just of objects, but also of tools, money, readers, investors, etc.). Here Bruno Latour, Michel Callon and John Law worked in ways that later fed into the ‘ontology’ stream. See for that particular history: Annemarie Mol, “Actor-Network Theory: Sensitive Terms and Enduring Tensions.”

The branches of STS from which studies into ontology grew, took themselves as shifting the anthropological gaze from ‘the others’ to the sciences, scienced that staged themselves as universal, but weren’t. They were variously situated techno-science practices and making them travel was hard work. “Show me a universal and I will ask how much it costs,” wrote Bruno Latour, (in Irréductions, the second part of The Pasteurisation of France) Hence, going out in the world to study ‘others’ while presuming ‘the West’ (or at least (its) science) was rational, coherent, naturalist, what have you – seemed a bad idea to us. The West could do with some thorough unmasking – and taking this to what many saw as pivotal to its alleged superiority, its truth machines, seemed a good idea (even if a lot later some of the techniques involved were highjacked by climate change deniers… ).

But there were also always specific relevant interventions to be made. For instance, if ontology is not singular and given, the question arises about whichreality to ‘do’. Ontology does not precede or escape politics, but has a politics of its own. Not a politics of who (who gets to speak; act; etc.) but a politics of what(what is the reality that takes shape and that various people come to live with?) See: A. Mol, “Ontological politics. A word and some questions,” (in Law & Hassard, Actor Network Theory and After).

For a longer and more extensive opening up of ontologies / realities (in the plural), well, there is my book The body multiple: Ontology in medical practice(Duke University Press 2003) – that lays it all out step by step… Including the difficult aspect of ontological multiplicity that while there is more reality than one, its different versions are variously entangled with one another, so that there are less than many. (As Donna Haraway put it; and as explored by Marilyn Strathern in Partial Connections)

For an earlier use of the term ontological that makes its relevance clear and lays out how realities being done may change over time: Cussins, Charis.“Ontological choreography: Agency through objectification in infertility clinics.” Social studies of science 26, no. 3 (1996): 575-610. Later reworked in Thompson Charis, Making Parents: The Ontological Choreography of Reproductive Technologies.

For an early attempt to differentiate the semiotics involved from the symbolic interactionist tradition and its perspectives see: Mol, Annemarie, and Jessica Mesman. “Neonatal food and the politics of theory: some questions of method.” Social Studies of Science 26, no. 2 (1996): 419-444.

The politics at stake come out very well in Ingunn Moser: “Making Alzheimer’s disease matter. Enacting, interfering and doing politics of nature.” Geoforum39, no. 1 (2008): 98-110.

And for the haunting question as to what/who acts and/or what/who is enacted, see: Mol, Annemarie, and John Law. “Embodied action, enacted bodies: the example of hypoglycaemia.” Body & Society 10, no. 2-3 (2004): 43-62.

If you like realities as they get tied up with techniques, this is an exciting one, as it multiplies what it is to give birth: Akrich, Madeleine, and Bernike Pasveer.“Multiplying obstetrics: techniques of surveillance and forms of coordination.”Theoretical medicine and bioethics 21, no. 1 (2000): 63-83.

Remember, the multiplicity of reality does not imply its plurality. Here is a great example of that, a study that traces the task of coordinating between different versions of reality in the course of an operation: Moreira, Tiago.“Heterogeneity and coordination of blood pressure in neurosurgery.” Social Studies of Science 36, no. 1 (2006): 69-97.

But if different versions of ‘an object’ may be enacted in practice, this is not to say that they are always fused at some point into ‘an object’ – they may never quite get to hang together. For a good case of that, see: Law, John, and Vicky Singleton. “Object lessons.” Organization 12, no. 3 (2005): 331-355.

And here an obligatory one for anthropologists, as the ‘object’ being studied – and multiplied – is a ‘population’ as defined by genetics in practice: M’charek, Amâde. “Technologies of population: Forensic DNA testing practices and the making of differences and similarities.” Configurations 8, no. 1 (2000): 121-158.

Oh, and I should not forget this troubling of ‘perspectives’ that went beyond realities to also include appreciations: Pols, Jeannette. “Enacting appreciations: beyond the patient perspective.” Health Care Analysis 13, no. 3 (2005): 203-221.

More recently, there was a special issue of Social Studies of Science to do with ontologies. It has a good introduction: Woolgar, Steve, and Javier Lezaun. “The wrong bin bag: A turn to ontology in science and technology studies?.”Social Studies of Science 43, no. 3 (2013): 321-340. In it, you may want to read: Law, John, and Marianne Elisabeth Lien. “Slippery: Field notes in empirical ontology.” Social Studies of Science 43, no. 3 (2013): 363-378.

And if you are still hungry for ontologies, then there is (with the example of eating and with norms explicitly added to ‘onto’): Mol, Annemarie. “Mind your plate! The ontonorms of Dutch dieting.” Social Studies of Science 43, no. 3 (2013): 379-396.

All of which is not to say that I would want to argue for such a thing as a ‘turn to ontology’ in anthropology or anywhere else. In the branch of the social studies of science, technology and medicine that I come from this term, ontology, has served quite specific purposes. It has helped to put some issues and questions on the agenda. But of course, like all terms, it has its limits. For it evokes ‘reality’ better than other things deserving our attention – norms, processes, spatialities, dangers, pleasures: what have you…

 

Annemarie Mol is professor of Anthropology of the Body at the University of Amsterdam. In her work she combines the ethnographic study of practices with the task of shifting our theoretical repertoires. She is author of  The body multiple: Ontology in medical practice and The Logic of Care: Health and the Problem of Patient Choice.

On Culture and Other Crimes: An Interview with Slavoj Zizek (Exchange)

Accessed October 28, 2014

By Kerry Chance
Anthropology
University of Chicago

Slavoj Zizek, psychoanalytic philosopher and cultural critic at the Institute of Sociology in Slovenia, has taught all over the world, most recently at the University of Chicago. His first public lecture at Chicago, entitled “The Ignorance of Chicken, or, Who Believes What Today”, looked every bit the rock show. Crowds stretched across the main campus quad, a ‘merch’ table featured his latest book The Parallax View, and as the lecture began with crowds still waiting outside, people climbed through the windows of the packed auditorium. While at Chicago, Zizek also taught a seminar as the Critical Inquiry Visiting Professor on topics ranging from Lacanian ethics, political correctness, habit in Hegel, the Big Other, Stalin, theology, politics and the role of the intellectual. Zizek has written innumerable articles and is the author of more than fifty books, including The Sublime Object of Ideology, The Ticklish Subject, Did Somebody Say Totalitarianism?, On Belief andWelcome to the Desert of the RealÑto name just a few that have contributed to his widespread popularity in and outside the academy. Here, Zizek speaks to Exchange about culture, Lacan, cognitive science, neoliberalism and projects for contemporary anthropology.

I.

Chance: In class and in your public lectures here at Chicago, you’ve frequently talked about culture and have done so in two ways: first, in terms of belief as you have theorized it in your earlier work, and secondly in terms of Hegel’s notion of habit. How are you thinking culture in Lacanian terms?

Zizek: Traditionally, Lacanians like to identify culture simply as the symbolic system, within which there is a linguistically limited horizon of meaning, but I think two things should be added.

First, what is for me the zero-sum of culture, if I improvise, is what to do about embarrassing excesses. When somebody does something embarrassing, burps after eating for example, culture is how you react to it in a polite way. To be very vulgar, all seduction rituals are the cultured way of dealing with the fact that people would like to copulate with each other. Now, someone will say, “wait a minute, to feel something as embarrassment, culture must already be there.” No, I don’t think so. Somehow, embarrassment is first. In other words, we have to presuppose an excess, again, embarrassment apropos of something disgusting, non-social, or an excess of obscenity or enjoyment.

So again, this would be the first specification: to put it in bombastic Lacanian terms, first the excess of the real, embarrassment, shock – and culture is how you deal with it. This is why Lacan in a nice, tasteless way put it that one measure of the passage from the animal to the human kingdom is what to do with shit. He always liked this example, that an animal by definition just shits wherever, for humans shit is always an embarrassment. It always amused me when I was a boy that, at circuses, you have animals, horses and especially elephants that take a big shit and usually you see people hidden behind them ready to make the shit quickly disappear. Animals don’t care. The problem with humans is what to do with this embarrassment.

The second thing that interests me, which is a much more concrete historical analysis, is why there is such an obsession with culture today. Why is it that today not only do we have culture studies but everything – and by everything I mean at least the humanities and for some people even the hard sciences – has become a subspecies of cultural studies? In the hard sciences, people will say following Thomas Kuhn’s The Structure of Scientific Revolutions, their history is the history of culture, of paradigm shifts and so on. Everything becomes culture.

Chance: How is this linked to your notion of belief?

Zizek: Again, this is linked to my notion of belief, to the idea that something is changing in the status of belief. Today, the predominant form is a belief that culture is the name of a belief, which is no longer taken seriously. Culture means, for example, I am a Jew, and although I don’t think there was a stupid god coming down and shouting some stupid things to people on Mount Sinai, I nonetheless say out of respect for my lifestyle or whatever, I don’t eat pork. This is culture.

To complicate things even further, I think two traps should be avoided here. Among other things, I have tried to focus my work on one of these traps in the last few years. First, it is too simple to say, “does this mean once before people were taking culture seriously.” No. Not only conservatives, but even progressives like to criticize the present, evoking, “oh, but once it was different, things were more authentic.” No, it wasn’t. It is not that before people did believe. If anything, they believe more today. It’s just that the modality of distance was different. Before, it wasn’t a matter of belief. Rather, it was a feeling of being more attached to, and having more respect for, the power of appearance of ritual as such. Something changed today at that level, I think. So paradoxically these external signs of belief – “nobody takes anything seriously” – if anything, points to how it’s more difficult today for us to trust the symbolic ritual, the symbolic institution. But again, there is no time when people ‘really meant it.’

What I know from anthropology, I may be wrong, is that all the great errors started with a phenomenological evolutionary illusion. I think when researchers found a certain gap between reality and beliefs or between form and content, they always thought, “ah, we have a later descendent state of evolution, there must have been some point earlier when people meant it.” The dream is that there was an original moment when people really ‘meant it.’ An example I know from my Marxist past, in anthropology you must know him from the 19th century, Lewis Henry Morgan. I remember from my youth that Engels among other classical Marxists relied on him. Morgan found that in some tribes all the men in one tribe referred to the women of the other tribe as their ‘sister wives.’ From this he deduced, that this is the linguistic remainder of some primordial form of marriage. The incest prohibition already in place, you were not allowed to have sex with women in your tribe, but only with the women in another tribe. The women were exchanged in a block, collectively. It was basic incest, but regulated. The way I heard it, anthropologists later proved that there never was this nice regulated collective orgy. That is to say, the wrong conclusion was that from this name ‘sister wives’ you conclude that there was a point when it was really meant. No, the gap is here from the very beginning.

What fascinates me in this example also is the logic of institution. By institution, I mean how, in order for something to function as a belief, you cannot simply say, “okay, let’s pretend.” In my book, I think the Ticklish Subject (Verso, 1999), I have a wonderful anecdote, which for me again tells about what culture is as an institution. It is a crazy story about elections some fifteen years ago in my country, Slovenia. An ex-friend of mine, who was a candidate told me – okay, he had to do these democratic games like kissing the asses of local constituents – an old lady came to him and said if he wanted her vote he would have to do her a favor. She was obsessed with the idea that something was wrong with her house number (number 24, not even 13), that this number brings misfortune. There was a burglary twice, lightning struck the house, and she’s convinced that it’s because of the number. She said, can she arrange with the city authorities to change the number, to 23a or something, just not 24. He said to her, “But lady, why even go through all this mess? Why don’t you simply paint a new number and change it yourself?” She said, “No, it must be done properly.” Though it was only superstition, to be effective it must be done properly through the institution. The must be a minimum reification to take the game seriously.

Chance: Is this a project for anthropology?

Zizek: This returns to another aspect of your question. That is, another lesson of all these notions of culture is the irreducibility of alienation. We should abandon this old phenomenological – and for some people, Marxist motive – that every institutionalization means reification in two directions, the past and the future. For the past, it is the idea that we should try to reconstitute a moment when it was not alienated, when it was ‘meant seriously.’ For the future, it is to isolate the moment, to dream or to work toward the moment when this transparency and authenticity of meaning will be reinstalled. No, we should also see the liberating aspect of it.

To return here to what I know of anthropology, when anthropology about half a century ago shifted from “let’s observe the mating rituals in Southern Samoa or South Pacific” or whatever, to focusing on our daily life rituals. You remember Florida, the scandal elections and the first Bush victory. A guy somewhere from Africa wrote an article imitating that sort of journalistic report, you know, an enlightened Western journalist goes to Africa, where they allegedly have some election and he mocks the election, “ha, ha, what corruption.” Well, this guy wrote about Florida in the same way, saying there are votes disappearing, the brother of the candidate is the local government, you know, describing Florida as a provincial Banana Republic case of cheating. It was a wonderful result. It was anthropology at its best.

I think this is what interests me, the anthropology of our lives. Not only is this a politically correct procedure – in this exceptional case, I use the term ‘politically correct’ in a positive way – but also I find it always a subversive procedure. The starting point is always the implicit racism of the anthropologist: you look at a foreign culture, you study them with this detachment, “oh what strange rituals” and so on. The phenomenological humanist temptation would be to say, “No, in this engaged participating fieldwork, we should immerse ourselves, become one of them to really understand them.” This series of presuppositions we should reject. What does it mean that we should be one of them to understand them? They usually don’t understand themselves – isn’t it the basic experience that people as a rule follow rituals that are just a part of tradition, which they themselves don’t get? I think the anthropology of our lives is the true breakthrough from this implicitly racist attitude of studying the eccentricity of others, to adopt the same view of ourselves. It is much better as a double alienation.

This is connected to another central motive of my work, this obsession with not only rules but also habits, which tell you how to obey or disobey rules. Especially social prohibitions never mean what they appear to mean. This is an incredibly wealthy topic of ideology for contemporary anthropology. Why is it so important? Precisely because we live in an era of so-called post-ideology. I claim that at precisely this level, ideology has survived.

My interest in anthropology, what always fascinated me was people never mean what they say and in order to be a part of a culture you have to get this gap. There is an important role of obscenities here. Let me tell you a comic adventure. This weekend, I was with Fred Jameson at Duke and there Fred invited an old, very distinguished Argentine gentleman – I will not tell you the name it’s too embarrassing – because of my wife, who is also Argentinean. This gentleman, you would be afraid of using the f-word in front of him, so I said to myself, okay, can I make him say something dirty? And I did seduce him, you know how? The specificities of Argentine Spanish are very different from say Venezuelan Spanish or Mexican Spanish. So, I told him how I tried to learn Spanish, and then I made my first step into obscenity. I told him I knew the word ‘cojo,’ which in Spanish simply means ‘to catch’ something, like “how do I catch a taxi?” Now, this word will be important because I told him I heard somewhere in Argentina there is a series of jokes, where a stupid Spaniard comes to Argentina and asks, “Where do I catch a taxi?” In Argentinean Spanish, ‘catch’ here means the f-word. Then, the distinguished gentleman smiled briefly and I saw that he knew a really dirty example. And I like it how he broke down. After two or three minutes, he broke down and said, “It’s against my nature but I must tell you Argentines have an even more dirty joke…” which is that a Spanish guy says, “How do you catch a cab?,” which means to fuck a taxi, and the Argentine says, “Well, the only practical way I can imagine is the exhaust pipe.” I was so glad that this distinguished gentleman, that I made him say this joke. For me, this is culture. For me, it is not a violation, but the closest you can get to authentic communication.

II.

Chance: I wanted to talk about Lacanian ethics and about Lacan’s injunction to be consistent with your desire –

Zizek: The thing about Lacan’s injunction is what if your desire is not consistent? In other words, the way I read Lacan is that more and more in his late work he devalues desire, desire itself as not an ethical category. The Lacan of the fifties and sixties, it is the ethics of desire to not compromise your desire. But later, more and more he emphasizes that desire is a priori something hypocritical, inconsistent. In this sense, desire mostly thinks with a secret code that you will not get, the whole economy is to avoid the realization of desire, which is why Lacan understood that fantasy is a realization of desire. He doesn’t mean realization of desire in the sense of getting what you desire, like I want to eat strawberry cakes and I in the fantasy imagine myself realizing it. For Lacan, it is to stage a scene where that desire as such emerges. What would be a nicer example, let’s say I have a desire to eat strawberries but as always with desires, you have this suspicion, what if I will be disappointed. A fantasy would be, for example, I am there sleeping and somebody brings me strawberries, then I taste one, then I stop and it goes on. This ‘going on’ – I never fully have the strawberries – is fantasy. You don’t realize desire – getting your dirty mouth full of strawberries – you just stage this scene on a pleasant, hopeful state of desire, on the verge of satisfaction but not yet there. There is a pleasant obstacle preventing it all the time. This is fantasy.

Chance: How does this ethical injunction, both in the early and late Lacan, play out in the political realm, specifically thinking about it in relation to the cartoon depictions of Mohammad, a debate that opposed unlimited freedom of the press to respect for the other?

Zizek: Do you see the piece I wrote – not in The New York Times, which was censored – but “Antinomies of Tolerant Reason”? (See HYPERLINK “http://www.lacan.com” http://www.lacan.com)

You know, many leftists were mad at me there. They thought I made too many compromises with Western liberals, too much anti-Muslim compromise. But the reason I did it was that I got a little bit sick and tired with these politically correct Western liberals – didn’t you notice this hypocrisy? I noticed it was the same people, who in the West are so sensitive – like I look at you and it already can be harassment – and all of sudden, they say it is a different culture, blah, blah, blah. I hate that even some feminists now are turning to culture as one of the standard defenses of Islam. In the West, we at least have formal equality of women. I am very sorry but there, you have a culture, at least in the predominant mode that is so openly anti-feminine. My god, but they are openly doing what we here are trying to unearth as the anti-feminism beneath the emancipated feminine. My god, are we now even prohibited from stating the obvious?

Do you know this famous, eternal politically correct example of clitoridechtomy? This example is not Islam – it is a ritual independent of Islam. But I remember some Muslim women claiming: isn’t it that in the West in order to be attractive to men, women have to remain slim, seductive; isn’t this a global clitoridechtomy; isn’t it much worse? There, it’s only the clitoris, here, it’s as if your entire body is clitoridechtomized. I hate this – I remember when I was a youth what the facts were about the Gulag. People would say: but at least here, you are in or out of the Gulag; isn’t it that the whole United States is one ideological Gulag? You know, this cheap counter universalization. I don’t buy it – this is what I try to say in that text. The first thing is to admit a genuine deadlock and to stop this hypocrisy.

In that text, I hope it is obvious this fury I have at this logic of respect. Sometimes, respect is the most disrespectful category. Respect here is like telling a child false things so not to hurt him. Here, respect means not taking him seriously. I think a lot of the people who preach, “you should show restraint, show respect to Islam,” are enacting the worst sort of patronization. Paradoxically, violent critics of Islam, on the most elementary level, show more respect for Islam than those who, out of respect, do not attack it. I am not saying we should turn to this, but at least those critics take people seriously as believers.

III.

Chance: What does it mean to return to big theory?

Zizek: You remember, years ago it was fashionable to say big theory overlooks its own historical, concrete, anthropological conditions and presuppositions. That it is na•ve. Foucault has this attitude in its utmost when he says, before asking what’s the meaning of the universe, you should ask in what historical context is it even possible to ask this question. So direct truth questions become questions about the concrete historical conditions in which one can raise such a question. I think this was a deadlock.

Today’s big theory is no longer a na•ve big theory. It’s not saying “let’s forget about historical context and again ask, does god exist, or are we free.” No, the point is that concrete theory – the idea that we cannot ask metaphysical questions, only historical questions – had a skeleton in the closet: it has its own big theory presuppositions. Usually, even some rather primitive historicist, relativist ideas, for example, everything depends on historical circumstances or interactions, there are no universalities, and so on. So for me, it’s about not forgetting from where one speaks. It’s about including into reflection, into historical reflection, the very historicism, which was unquestioned in this eternal, Foucauldian model. I find it so boring. It’s so boring to say, “no, you shouldn’t ask are we free, the only question is what does it mean in our society to ask the question are we free.”

Chance: The presence of cognitive science is increasingly felt in anthropology. What particular problems does cognitive science pose for social sciences?

Zizek: Big theory brings us nicely to cognitive science because what it so tickling about them is precisely this question of freedom – does it mean we are not free? It’s interesting that all the debates about cognitive sciences – the image of the human being emerging from all these interactions, from the brain sciences or more abstract mind sciences – is about are we free.

I don’t know about social sciences, but I know about my field, psychoanalysis. I dealt with cognitive sciences extensively in my last book (SeeThe Parallax View, MIT Press 2006). I think firstly, they should be taken seriously. They should not be dismissed as just another na•ve, naturalizing, positivist approach. The question should be seriously asked, how do they compel us to redefine the most basic notions of human dignity, freedom? That is to say, what we experience as dignity and freedom is it all just an illusion, as they put it in computer user terms, a user’s illusion. Meaning, for example, when you write a text on a computer, you have this user’s illusion scrolling up or down that there is text above or below. There is no text there. Is our freedom the same as a user’s illusion or is there a freedom?

The thing to do – and I’m not saying I did it, I’m saying I am trying to do it – is to take these sciences very seriously, and find a point in them where there is a need for an intervention of concepts developed by psychoanalysis. I think – I hope – that I isolated one such point. I noticed how, when they tried to account for consciousness, they all have to resort to almost always the same metaphor of this autopoesis, self-reflexive move, some kind of self-relating, self-referring closed circuit. They are only able to describe it metaphorically. What I claim is that this is what Freud meant by death drive and so on.

But it’s not that we psychoanalysts know it and can teach the idiots. I think this is also good for us – and by us I mean, my gang of psychoanalytically oriented people. It compels us also to formulate our terminology, to purify our technology as it were.

IV.

Chance: What, if anything, is neoliberalism?

Zizek: You must know, and it has often been noted, that the big shift in the study of the human mind from traditional approaches to modern cognitivism mirrors perfectly the shift from bureaucratic capitalism to neoliberal capitalism with its flexibility and plasticity. It’s so interesting to notice how many cognitivists that I’ve read even say this openly. They say that traditional science of mind was production oriented, organizing up and down, like traditional bureaucratic capitalism. Today, it’s like this digital, flexible capitalism – you don’t have one central deciding point, you have free interaction, nomadic plasticity and so on. I found this very interesting.

Catherine Malabou wrote a wonderful book called What to Do With the Human Brain. She develops, in a very nice way, that plasticity can have two meanings. One meaning is this neoliberal plasticity. Basically, it’s an accommodating plasticity: how to succeed on the market, how to adopt new identity. But there is a more radical plasticity, where the point is not just an adaptive plasticity. It’s a plasticity that not only adapts itself to existing circumstances but also tries to form a margin of freedom to intervene, to change the circumstances.

The same would go for me for neoliberalism. My point would be first, there obviously exists something like neoliberalism. That is to say, it is a fact that at the level of relations between the states, within singular economies new rules of capitalism are emerging today.

But my first doubt would be about the process of describing the fact that something new is emerging. I don’t think it is adequately described by the way neoliberalism describes itself. For example, saying “the rule is no longer state intervention, but free interaction, flexibility, the diminishing role of the state.” But wait a minute, is this really going on? I mean, take Reagan’s presidency and Bush’s presidency today. While bombasting against big spending Democrats – that is to say, big state – the state has never been as strong as it is today and there is an incredible explosion of state apparatuses. State control today is stronger than ever. That would be my automatic reaction: yes, there is something new but, when covered by the label neoliberalism, it is not adequately described. The self-perception of today’s era as neoliberal is a wrong self-perception.

Even leftist critics all too often accept this self-description on its own terms and then proceed to criticize it, saying, “no, we can’t leave everything to the market.” Wait a minute, who is leaving everything to the market? If we look at today’s American economy, how much support there is for American farmers, how much intervention, military contracts, where is there any free market? I mean, sorry, but I don’t see much free market here.

Just look at this paradox, which I think is the nicest icon of what goes on today. You know the problem of cotton in the state of Mali I think, which is the producer of cheap cotton far better than the United States’ cotton. The country is going to ruin because, as you know, the American cotton producers get more state support than the entire Gross Domestic Product of the state of Mali. And they say there, we don’t want American help, what we want is just when you preach about corrupt state intervention and the free market, you play by your own rules. You know, there’s so much cheating going on here.

So that would be the kind of anthropological study that’s needed: what neoliberalism really means. That’s what we have to do.

Zizek PicksMost important book published in the last six months: On Creaturely Life by Eric Santner

It will sound hypocritical but really, I would say On Creaturely Life. If you go further back to 2005, it would be The Persistence of Subjectivity by Robert Pippin.

Most important film released in the last six months: Manderlay directed by Lars Von Trier

My god, this is a tough question. My problem is, as much as I love even commercial Hollywood, I really don’t remember one in particular. It’s a weird film but I like it, the last Lars Von Trier, Manderlay. Need I add that I haven’t seen it, but a priori I don’t deal with empirical things.

Favorite obscure text: Sex and Character by Otto Weininger

Sex and Character. It’s obscure today but remember that this book was published in 1903 and was reprinted like fifty times. Then, it was a megabook. It’s vicious – radically anti-feminist, anti-Semitic, anti-whatever-you-want but I think it’s shattering.

Most underrated philosopher: Hegel

It will sound crazy because he is one of the most overrated philosophers, but I think, Hegel. Because for the last two hundred years, every philosopher defines himself as somehow wanting to go over Hegel. He’s this universal punching bag. Known as he is, he is still the most underrated.

Favorite politician of all time? Lenin and Cromwell

My answer is so boring. It’s boring, it’s stupid, it’s provocative, I’m ashamed to pronounce it: Lenin. You know, many na•ve leftists, who want to maintain their democratic credentials, would say some tragic victim like Allende. I think there is no perspective there. I have a cynical idea that Pinochet’s coup d’etat came at the right point. Imagine what would have happened if someone like Clinton and not that stupid Nixon-Kissinger gang were in power. Someone like Clinton would have gotten the formula: annoy him economically, wait for the true economic crisis to explode and then Allende would either have to opt for a three-way neoliberalism and play all those emancipatory welfare games. Or, he would have to turn Castro, get really tough and lose. Don’t you think they struck at the right point to redeem him? So I don’t respect this kind of person.

I would love to have somebody else – I have such traditional tastes. Okay, again, it’s traditional but if you go back further, Freud loved him: Oliver Cromwell. I like it the way he ruthlessly went from first using the Parliament to cut off the head of the king, to then disbanding Parliament.

What surprises me is this myth that Cromwell was this cruel Puritan. Not only did he have personal integrity, but contrary to royalist myth, he was not revengeful. To put it naively, he was even personally kind. It may also come as a surprise how religiously tolerant he was. This is a myth, you know, this pale-lips Puritan just killing all the Catholics and everybody else. No, he was striving very much, for his vision was a kind of secular plurality of religions. He was a genuine tragic, tragic figure, I think.

Occupy Democracy is not considered newsworthy. It should be (The Guardian)

Sleeping outside for an iPhone is OK, but do it in furtherance of democratic expression and you’re in trouble

theguardian.com, Monday 27 October 2014 15.11 GMT

Occupy London demonstrationOfficers policing the Occupy Democracy protest in Parliament Square, London. Photograph: Jay Shaw Baker/NurPhoto/Rex

You can tell a lot about the moral quality of a society by what is, and is not, considered news.

From last Tuesday, Parliament Square was wrapped in wire mesh. In one of the more surreal scenes in recent British political history, officers with trained German shepherds stand sentinel each day, at calculated distances across the lawn, surrounded by a giant box of fences, three metres high – all to ensure that no citizen enters to illegally practice democracy. Yet few major news outlets feel this is much of a story.

Occupy Democracy, a new incarnation of Occupy London, has attempted to use the space for an experiment in democratic organising. The idea was to turn Parliament Square back to the purposes to which it was, by most accounts, originally created: a place for public meetings and discussions, with an eye to bringing all the issues ignored by politicians in Westminster back into public debate. Seminars and assemblies were planned, colourful bamboo towers and sound systems put in place, to be followed by a temporary library, kitchen and toilets.

There was no plan to turn this into a permanent tent city, which are now explicitly illegal. True, this law is very selectively enforced; Metropolitan police regularly react with a wink and a smile if citizens camp on the street while queuing overnight for the latest iPhone. But to do it in furtherance of democratic expression is absolutely forbidden. Try it, and you can expect to immediately see your tent torn down and if you try even the most passive resistance you’re likely to be arrested. So organisers settled on a symbolic 24-hour presence, even if it meant sleeping on the grass under cardboard boxes in the autumn rain.

The police response can only be described as hysterical. Tarpaulins used to sit on the grass were said to be illegal, and when activists tried to sit on them they were attacked by scores of officers. Activists say they had limbs twisted and officers stuck thumbs into nerve endings as “pain compliance”. Pizza boxes were declared illegal structures and confiscated and commanders even sent officers to stand over activists at night telling them it was illegal to close their eyes.

Finally, the fences went up, and the guard dogs appeared – ostensibly, for what officers insisted was scheduled cleaning that happened to continue each day of the occupation. Hundreds of participants were thus pushed into the tiny green strip to the north of the Churchill statue, and even then, it seemed like every time they sat down for a seminar on financial reform or planning a response to the housing crisis, they were interrupted by some new pretext for police intervention – someone had an “illegal” megaphone, there was what looked like camping equipment, some regulation might have been violated – and squads of police once again stormed in.

One could speak of many things here: the obvious embarrassment of the police, compared with the perseverance and cheerful good humour of the occupiers, who continually grew in numbers and spirit as the repression increased. But what I really want to talk about is the reaction of the media.

The reason that park occupations are so important is because everyone knows they are there. Activists constantly hear the same refrain from would-be allies: “I agree that there’s been an erosion of democracy in this country, that the money controls everything, what I don’t know is: what can I do?” Our usual reply is: meet with other like-minded people. When people get together, brilliant ideas invariably emerge. But it’s impossible to bring people together unless there is a location, a place where they can always go, 24/7, to meet people and begin to have conversations and make plans. This is precisely what our political authorities have decided that Londoners must never again be allowed to have.

To achieve this, the police and media must take what are ostensibly completely opposite reactions to any occupation. The police act as if the possibility of non-violent camping is an existential threat to the very idea of civil government; hundreds of police are mobilised in a near-panic reaction; hallowed public spaces are shut off.

Official media, on the other hand – and in this case the BBC and mainstream newspapers are acting as if they were an arm of government – take exactly the opposite approach, insisting that the events in question are so trivial and unimportant that there is no need to cover them at all. The very same press that provides wall-to-wall coverage of pro-democracy occupations and police repression halfway around the world, in Hong Kong, acts as if analogous events at home are of no interest. It’s hard to think of a more dramatic story than battles between police and non-violent protesters, or the erection of giant fences and mobilisation of attack dogs directly beneath the mother of all parliaments. Yet while I was in the square, the only TV cameras I saw were being carried by journalists from Iran, Russia and Qatar.

We need to ask ourselves what it means that police suppression of democratic assemblies is no longer considered news. Is the wall of silence, as most activists suspect, simply a continuation of the actual physical wall surrounding Parliament Square, another piece of the same strategy, or is it a token of ultimate cynicism? Britons no longer have the right to freedom of assembly. Sorry, that’s no longer news.

O longo dia seguinte (El País)

A escassez de água em São Paulo é o rei nu das eleições de 2014. No momento em que a maior cidade do país se transforma num cenário de distopia, o processo eleitoral chegou ao fim sem nenhum debate sério sobre o meio ambiente e o modelo de desenvolvimento para o Brasil

 – 27 OCT 2014 – 12:05 BRST

Chegamos ao dia seguinte sem que o futuro tenha sido de fato disputado. Se a eleição de 2014 foi a mais acirrada das últimas décadas, não só pelos candidatos, mas pelos eleitores, terminou sem debate. Não havia adversários nem nos estúdios de TV, onde os candidatos rolavam ora na lama, ora na retórica mais medíocre, nem nas redes sociais, elas que se tornaram as ruas realmente tomadas pela militância. Havia apenas inimigos a serem destruídos. As fraturas do país dizem respeito bem menos à pequena diferença entre a vencedora e o derrotado – e bem mais a uma fissura entre o país que vivemos e o país inventado. Não como uma fabulação, que é a matéria de qualquer vida. Não como uma utopia, que é onde se sonha chegar. Mas como um deslocamento perverso da realidade, uma cisão. Só essa desconexão pode explicar como a maior cidade do país transformava-se num cenário de distopia durante o primeiro e o segundo turnos eleitorais sem que em nenhum momento o meio ambiente e o modelo de desenvolvimento tenham entrado na pauta com a seriedade necessária. Chegamos ao dia seguinte como parte dos moradores de São Paulo: olhando para o céu à espera de que uma chuva venha nos salvar. E é com essa verdade profunda que temos de lidar.

Se a eleição pareceu interminável, o dia seguinte poderá ser muito mais longo. E seria, qualquer que fosse o vencedor. Com qualquer um deles, o que se disputou foi o poder, não um projeto de país. São Paulo talvez seja a expressão hiper-real desse momento, seja nossa escultura de Ron Mueck, o artista australiano que cria figuras humanas em dimensões superlativas. É como se o futuro tivesse chegado antes na cidade expandida, mais próximo da sombria ficção científica de Philip K. Dick do que da megalópole de comercial de TV onde os novos modelos de carros deslizam céleres por ruas sem trânsito.

Nesse cenário, Geraldo Alckmin, o governador do partido que há 20 anos está no poder foi reeleito no primeiro turno. Confrontados com a crise da água, Aécio Neves (PSDB) disse: “Vivemos a maior estiagem dos últimos 80 anos, e a meu ver o Estado fez algo absolutamente adequado, que foi propor bônus para aqueles que economizassem. Talvez o que tenha faltado foi uma parceria maior do governo federal”. E Dilma Rousseff (PT) rebateu: “Eu disse a ele (Alckmin): governador, pela minha experiência, acho que o senhor deveria fazer obras emergenciais. Porque tudo indica que essa seca se prolongará, e vocês não têm capacidade de abastecimento suficiente”.

Pode existir exibição maior de mediocridade do que essas respostas dadas por aquela que queria continuar presidente e por aquele que desejava se tornar presidente? É de chorar sentado em um dos reservatórios do sistema Cantareira, mas a maioria dos eleitores não pareceu se importar. Um sugere que basta chover ou dar bônus aos consumidores, a outra que obras emergenciais teriam solucionado todo o problema. Nenhum demonstrou nem capacidade nem vontade de fazer relações com o modelo de desenvolvimento, o esgotamento dos recursos, o desmatamento e o modo de vida.

O monstro bafejava na sala, mas os presidenciáveis disputavam quem tinha dado o nó no rabo do gato

Assim, enquanto São Paulo se transformava numa vitrine do cotidiano corroído pela degradação ambiental, o máximo de discussão que se conseguiu foi sobre de quem é a culpa. Isso num momento global em que as mudanças climáticas e suas consequências são consideradas por alguns dos pensadores mais relevantes do planeta, em todas as áreas, o tema de maior importância desse período, talvez de toda história humana. A cisão com a realidade é total. O monstro bafejava na sala, mas os presidenciáveis disputavam quem tinha dado o nó no rabo do gato.

Mesmo Marina Silva muito pouco tocou nesses temas ao disputar o primeiro turno, desassemelhando-se a si mesma. Ela, de quem se esperava que fizesse a diferença fazendo diferente, preferiu falar sobre a autonomia do Banco Central. No máximo escaparam, ela e todos, pela bandeira fácil do “desenvolvimento sustentável”, como se algum candidato fosse dizer que não quer desenvolvimento sustentável e como se este fosse um conceito já dado. Mas tocar nos temas cruciais do presente e do futuro, disputar a escolha do modelo de desenvolvimento em pontos concretos, com a seriedade que o momento histórico exige, não. O meio ambiente ficou fora da pauta dos presidenciáveis por escolha de conveniência, já que esse é o debate difícil, ao implicar mudanças no modo de vida dos eleitores, mas também porque a população têm escasso ou nenhum interesse no tema, apesar de a degradação ambiental roer o cotidiano. Essa é a fratura da negação.

A escassez de água na maior cidade brasileira é o rei nu destas eleições de 2014. E é por isso que vale a pena revisitar a reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB). A seca acentua a nuvem de poluição que envolve a capital, o nariz sangra, a tosse se instala, o recorde de calor fora de época esgarça os nervos dentro de carros e ônibus que se movem lentamente num gigantesco labirinto de concreto. A crise tem produzido cenas como a de caminhões-pipa com escolta policial, prontos para dominar a população desesperada de um interior pintado como bucólico. A polícia que massacrou os manifestantes, agora se prepara para reprimir os sem-água. A imagem dos reservatórios remete ao repertório de geografias historicamente calcinadas. A vida torna-se pior, bem pior. E torna-se bem pior em ritmo acelerado.

Era de se esperar que a experiência cotidiana concreta tivesse um impacto nas urnas. Mas, neste cenário, o governador reelegeu-se ainda no primeiro turno, repetindo: “Não vai faltar água”. E a água já faltava. Se as pessoas votam de forma pragmática, votam pelo retorno imediato, votam naquele que acreditam que vai melhorar a vida delas, por que a crise da água teve pouco ou nenhum impacto na eleição? Seria porque a educação, a saúde, a segurança estiveram excelentes nesses 20 anos de governo do PSDB em São Paulo, o que compensaria a escassez de água? Não é o que a realidade mostra. A crise da água tampouco atingiu o desempenho de Aécio Neves, que no segundo turno conquistou 64% dos votos válidos no estado de São Paulo. Que cisão, então, ocorreu nesse momento? E o que ela diz? Ou como a escassez de água não colou na eleição, ou de que forma se colou?

A polícia que massacrou os manifestantes de junho de 2013 agora se prepara para reprimir os sem-água de 2014

Não tenho respostas, só hipóteses. Uma hipótese possível seria a mesma pela qual a candidatura de Marina Silva erodiu. Marina cometeu vários erros nessa campanha, alguns deles primários. Mas há um deles, que para muitos soa como erro, mas que não me parece que seja. Seu discurso era menos afirmativo do que os eleitores estão acostumados. Ela propunha a construção de soluções, mais do que propostas acabadas (ainda que tenha sido a única entre os três candidatos com chances no primeiro turno a apresentar um programa de governo). Propunha escuta.

Seu discurso foi classificado como “difuso” e “vago”. Às vezes, ser difuso e ser vago são as únicas verdades possíveis em determinado momento histórico, como mostraram as manifestações de junho de 2013. Mas logo essas características, também nela decodificadas como defeitos, foram transformadas em “fraqueza”. E, na sequência, em identidade. Assim, a mulher que nasceu num seringal do Acre, trabalhou desde criança em condições brutais, passou fome, alfabetizou-se aos 16 anos, foi empregada doméstica, sobreviveu a três hepatites, cinco malárias e uma leishmaniose, além de sofrer contaminação por mercúrio, e ainda assim tornou-se professora com pós-graduação, senadora, ministra, uma das maiores lideranças ambientais do planeta e por fim uma candidata à presidência com chances de vencer, foi considerada “fraca”. Mais uma fratura entre imagem e realidade.

As afirmações peremptórias, com pontos de exclamação, assim como as certezas, são mercadorias valorizadas. Em geral ordinárias, mas valorizadas mesmo assim. Num momento em que a falta de controle parece se expressar em toda a sua assustadora grandiosidade, como na escassez de água em São Paulo, assim como na corrosão das condições de vida pela degradação ambiental, talvez as certezas, mesmo que falsas e irresponsáveis, tornem-se ainda mais valorizadas. Talvez a virtude encontrada em Alckmin por parte dos eleitores seja a da negação da realidade: “Tudo sob controle. Não vai faltar água”.

Uma garantia expressada sem hesitação ou titubeio, em voz firme, quando a água se esvai das torneiras e a vida converte-se literalmente em cinza, uma garantia falsa, parece ainda soar como uma garantia. E logo é decodificada como força, como a expressão de alguém que sabe liderar e sabe o que fazer e, principalmente, nos libera de ter de fazer algo. Sua vantagem é manter viva a ilusão mais cara, a ilusão do controle. Esta seria uma cisão para encobrir a fratura maior, a de que os responsáveis não têm responsabilidade. E a de que cada um, que também é responsável pela destruição ambiental, tampouco quer ser responsável, porque isso implicaria mudar de posição e alterar radicalmente seu modo de vida.

Talvez a virtude encontrada em Geraldo Alckmin pelos eleitores seja a da negação da realidade

Ao esforço de mudar o modo de vida poucos aderem, porque dá trabalho e provoca perdas, exige mediação e concessão. Para muitos, já parece um sacrifício excessivo diminuir o tempo do banho, imagina alterar radicalmente o cotidiano. Assim, vale mais a pena escolher não a ficção, mas a mentira – e ficção e mentira jamais podem ser confundidas –, porque dessa maneira se torna possível manter o máximo de tempo possível uma rotina que não apenas é insustentável a longo prazo, como já não se sustenta agora. E também a fantasia sobre si mesmo como um bom cidadão.

Soa mais conveniente, portanto, acreditar nessa versão mágica, a de que não vai faltar água, quando já está faltando água, promovendo uma cisão com a realidade. De novo, portanto, é um voto pragmático, voltado ao bem-estar imediato de não ter de se mover. De não precisar fazer nada ou muito pouco a respeito. Voltado a algo talvez mais caro do que água, a certeza de que há sempre uma saída que não exija comprometimento e mudança real. Uma saída em que apenas os outros façam o sacrifício, como sempre foi no caso do racionamento muito mais antigo e persistente na casa dos pobres.

No fim da semana passada, foi divulgada uma gravação em que Dilma Pena, a presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), dizia numa reunião interna: “A Sabesp tem estado muito pouco na mídia, acho que é um erro. Nós tínhamos que estar mais na mídia, sabe, (…) nas rádios comunitárias, (…) todos falando, com um tema repetido, um monopólio: economia de água. ‘Cidadão, economize água’. Isso que tinha que estar reiteradamente na mídia, mas nós temos de seguir orientação, nós temos superiores, e a orientação não tem sido essa. Mas é um erro”. O diretor metropolitano da Sabesp, Paulo Massato, fez o seguinte comentário na mesma reunião: “Se repetir o que aconteceu esse ano, do final de 2013, de outubro pra cá, se voltar a repetir em 2014, confesso que eu não sei o que fazer. Essa é uma agonia, uma preocupação. Alguém brincou aqui, mas é uma brincadeira séria. Vamos dar férias para oito milhões e oitocentos mil habitantes e falar: ‘saiam de São Paulo’. Porque aqui não tem água, não vai ter água pra banho, pra limpeza da casa, quem puder compra garrafa, água mineral. Quem não puder, vai tomar banho na casa da mãe lá em Santos, lá em Ubatuba, Águas de São Pedro, sei lá, aqui não vai ter”.

É gravíssimo que a presidente da Sabesp tenha sido impedida, por qualquer motivo e mais ainda por motivos eleitoreiros, de alertar a população sobre a enormidade do problema. É criminoso e deve haver apuração e responsabilização de todos os envolvidos. Mas precisamos ter a honestidade de assumir que dificilmente, em 5 de outubro, data da votação do primeiro turno, algum cidadão pudesse alegar desconhecer a situação e a necessidade de economizar água durante a prolongada seca que enfrenta São Paulo.

É bastante sedutor o dogma de que o homem pode controlar a catástrofe ambiental que provocou

Geraldo Alckmin deu a mentira que a população queria ouvir porque conhece bem seus eleitores. Parodiando o título do livro do escritor Ferrez, não há inocentes em São Paulo. A reeleição de Alckmin talvez seja um daqueles fenômenos sustentados pela expectativa de que, se mentirmos todos, talvez vire verdade. Em parte, o governador pode não ter vencido apesar da crise da água, mas também por causa dela.

A crise da água na maior cidade brasileira, em plena eleição, é fascinante pelo que diz daquilo que não é dito. Se é um fato que faltou planejamento ao governo estadual tucano, que aí está há 20 anos e agora por mais quatro, esta é só a ponta explícita, a mais fácil de enxergar (ainda que deliberadamente a maioria dos eleitores a tenha ignorado nas urnas). Mas, ao colocar a parte no lugar do todo, revela-se essa crença arraigada, e por estes dias também desesperada, de acreditar que teria bastado algumas obras para escapar do que se tornou a vida cotidiana em São Paulo, na qual a água é apenas a ausência mais gritante. É o dogma, quase religioso, de que o homem pode controlar a catástrofe ambiental que provocou.

De novo, a ilusão do controle, mesmo quando a realidade aniquila os dias, mesmo quando no fundo cada um sabe que, fora e dentro, algo de fundamental da vida de cada um se esvai. Quanto mais se sente que o controle escapa, no miúdo e no macro do cotidiano, maior é a recusa em enxergar. O desastre já passou da porta de casa, mas ainda se crê que basta chover para tudo voltar a ser como antes, que já era ruim, mas menos. Ou que se o não planejado for feito, ainda que tarde, o problema de São Paulo está resolvido. Cinde-se de novo – e talvez uma parte significativa da população sequer perceba que a escassez de água tem causas ambientais profundas. Como se as questões do meio ambiente, que aqui estão, estivessem lá, no mundo abstrato dos outros.

A política ambiental de Dilma Rousseff, agora reeleita, foi um retrocesso para o Brasil

Dilma Rousseff foi reeleita. Sua política ambiental, se é que pode se chamar assim, foi um retrocesso. A visão sobre a Amazônia do governo se notabilizou pela semelhança com o projeto da ditadura militar para a região. Em sua gestão, obras como a hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, foram impostas aos povos da floresta sem consulta prévia, autoritarismo que levou o Brasil à Comissão Interamericana de Diretos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). Seu próximo alvo é barrar o belo rio Tapajós, onde encontra a resistência dos Munduruku e de comunidades agroextrativistas,como a de Montanha e Mangabal. Pressionado pelo processo eleitoral, o governo disse que, desta vez, cumprirá a lei e ouvirá os índios, mas não escutará os ribeirinhos.

A presidente também arrancou um naco do Parque Nacional da Amazônia para facilitar o caminho das hidrelétricas planejadas para o Tapajós. Mas só criou unidades de conservação na Amazônia a 12 dias do segundo turno, na tentativa de minimizar a repercussão de seu péssimo desempenho no setor. O desmatamento na Amazônia voltou a crescer: 191% no bimestre de agosto e setembro deste ano, comparado à 2013. Segundo o Imazon (Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia), porque o governo adiou a divulgação dos dados oficiais para depois das eleições. Dilma foi também a presidente que menos demarcou terras indígenas desde a redemocratização do país.

Pessoas respeitáveis defenderam nestas eleições que o susto de quase perder o poder fará Dilma Rousseff e o PT retomarem algumas lutas históricas, também no horizonte socioambiental. Veremos. Em seu discurso da vitória, neste domingo (26/10), Dilma falou em “diálogo”. E em “pontes”. Num pronunciamento bem pensado, em que a presidente reeleita podia colar tudo, já que o cargo estava garantido por mais quatro anos, vale a pena prestar atenção nas ausências. Dilma Rousseff não mencionou nem “índios” – e nem “meio ambiente”.

Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora dos livros de não ficção Coluna Prestes – o Avesso da Lenda, A Vida Que Ninguém vê, O Olho da Rua, A Menina Quebrada, Meus Desacontecimentos e do romance Uma Duas. Site: elianebrum.com Email: elianebrum.coluna@gmail.com Twitter: @brumelianebrum

Antropoceno, Capitaloceno, Cthulhuceno: o que caracteriza uma nova época? (ClimaCom)

28/10/2014

A proposta de formalização de uma nova época da Terra levanta questões sobre utilidade, responsabilidade e formas alternativas de narrar a história do mundo em que vivemos

Por Daniela Klebis

Os impactos das ações humanas sobre o planeta nos últimos 200 anos têm sido tão profundos que podem justificar a definição de nova época para a Terra, o Antropoceno. No último dia 17 de outubro, a Comissão Internacional sobre Estratigrafia (ICS, na sigla inglês), reuniu-se em Berlim para dar continuidade às discussões sobre a formalização dessa nova época terrena, cuja decisão final será votada somente em 2016. A despeito dos processos burocráticos, o termo já foi informalmente assimilado por filósofos, arqueólogos, historiadores, ambientalistas e cientistas do clima e, nesse meio, o debate segue, para além da reunião de evidências físicas, no sentido de compreender sua utilidade: estamos prontos para assumir a época dos humanos?

A história da Terra se divide em escalas de tempo geológicas, que são definidas pela ICS, com sede em Paris, na França. Essas escalas de tempo começam com grandes espaços de tempos chamados éons, que se dividem em eras (como a Mezozóica), e então em períodos (Jurássico, Neogeno),  épocas e por fim, em idades. Quem acenou pela primeira vez a necessidade de definir uma nova época, baseada nos impactos indeléveis das ações humanas sobre a paisagem terrestre foi o químico atmosférico Paul J. Crutzen, prêmio Nobel de química em 1995. Cutzen sugeriu o termo Antropoceno durante o encontro  do Programa Internacional de Geofera e Biosfera (IGBP, na sigla em inglês), no México, em 2000. O evento tinha por objetivo discutir os problemas do Holoceno, a época em que nos encontramos há cerca de 11700 anos,desde o fim da era glacial.

A hipótese sustentada pelos defensores da nova denominação baseia-se nas observações sobre as mudanças iniciadas pelo homem sobre o ambiente desde 1800, cujas evidências geológicas  possuem impacto a  longo prazo na história da Terra.  E quais são as evidências que podem justificar a adoção do termo Antropoceno?  “O que nós humanos mais fizemos nesses dois séculos foi criar coisas que não existiram pelos 4,5 bilhões de anos da história da Terra”, denuncia o geólogo Jan Zalasiewicz, presidente do grupo de trabalho sobre o Antropoceno da ICS, em colóquio em Sidney, na Autrália, em março deste ano.

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Minerais sintéticos, fibras de carbono, plásticos, concreto, são alguns exemplos de novos elementos criados pelo homem. O concreto, um material produzido pela mistura de cimento, areia, pedra e água, vem se espalhando na superfície de nosso planeta a uma velocidade de 2 bilhões de quilômetros por ano, conforme aponta o geólogo.  Abaixo da superfície, escavações em busca de minérios e petróleo já abriram mais de 50 milhões de quilômetros em buracos subterrâneos.

Além das mudanças físicas, a emissão exagerada de dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa, resultantes da ação humana, provocam mudanças químicas na atmosfera, como aquecimento global, descongelamento de calotas polares e acifidificação dos oceanos. A biosfera é também analisada, já que mudanças resultantes da perda de habitats, atividades predatórias e invasão de especies também provocam mudanças na composição química e física dos ambientes.

As evidências do impacto da ação humana,que vêm sendo consistentemente apontadas em estudos climáticos, foram reforçadas pelo 5º. Relatório do Painel Intercontinental de Mudanças Climáticas (IPCC), publicado no início do ano, com um consenso de 97% dos cientistas. Mais recentemente, no dia 30 de setembro, um relatório publicado no publicado pela WWF (World Wildlife Fund, em inglês), em parceria com a Sociedade Zoológica de Londres, apontou ainda que, nos últimos 40 anos, 52% da população de animais vertebrados na Terra desapareceu. Ao mesmo tempo, os seres humanos dobraram em quantidade. “Estamos empurrando a biosfera para a sua 6ª. extinção em massa”, alerta Hans-Otto Pörtner, do Instituto Alfred Wegener de Pesquisa Marinha e Polar, em Bremerhaven, Alemanha, e co-autor do capítulo sobre ecossistema do relatório do IPCC publicado nesse ano. Pörtner refere-se às cinco grandes extinções em massa registradas nos últimos 540 milhões de anos, caracterizadas por palentólogos como períodos em que mais de 75% das espécies foram extintas do planeta em um curto intervalo geológico.

“Há 200 anos, a coisas começaram a mudar o suficiente para visivelmente impactar o planeta: a população cresceu, assim como as emissões de CO2”, destaca Zalasiwicz. Segundo ele, o uso de energia cresceu 90 vezes entre 1800 e 2010, e já queimamos cerca de 200 milhões de anos de fósseis, entre carvão, óleo e gás. “Os humanos correspondem a 1/3 de todos os vertebrados da terra. Mas a dominação sem precedentes sobre todos os outros seres vivos, faz dessa a er a humana”, conclui.

Eileen Crist pesquisadora do Departamento de Ciências e Tecnologia na Sociedade, no Virginia Tech, no EUA, desafia a escolha do termo, defendendo que o discurso do Antropoceno deixa de questionar a soberania humana para propor, ao contrário, abordagens tecnológicas que poderiam tornar o domínio humano sustentável. “Ao afirmar a centralidade do homem – tanto como uma força causal quanto como objeto de preocupação – o Antropoceno encolhe o espaço discursivo para desafiar a dominação da biosfera, oferecendo, ao invés disso, um campo técnico-científico para a sua racionalização e um apelo pragmático para nos resignarmos à sua atualidade”, argumenta a pesquidadora em um artigo publicado em 2013.

O Antropoceno, dessa forma, entrelaça uma série de temas na formatação de seu discurso, como, por exemplo, o aumento acelerado da população que chegará a superar os 10 bilhões de habitantes; o crescimento econômico e a cultura de consumo enquanto modelo social dominante; a tecnologia como destino inescapável e, ao mesmo tempo, salvação da vida humana na Terra; e, ainda, o pressuposto de que o impacto humano é natural e contingente da nossa condição de seres providos de inteligência superior. Crist aponta que esse discurso mascara a opção de racionalizar o regime totalitátio do humano no planeta. “Como discurso coeso, ele bloqueia formas alternativas de vida humana na Terra”, indica.

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Relacionalidade

Donna Haraway, professora emérita da Universidade da Califórina em Santa Cruz, EUA, comentou, em participação no Colóquio Os Mil Nomes de Gaia, em setembro, que essa discussão é um dos “modos de buscar palavras que soam muito grandes, porém, não são grandes o suficiente para compreender a continuidade e a precariedade de viver e morrer nessa Terra”. Haraway é também umas das críticas do termo Antropoceno. Segundo ela, o Antropoceno implica um homem individual, que se desenvolve, e desenvolve uma nova paisagem de mundo, estranho a todas as outras formas de vida: uma percepção equivocada de um ser que seria capaz existir sem se relacionar com o resto do planeta. “Devemos compreender que para ser um, devemos ser muitos. Nos tornamos com outros seres”, comenta.

Para Haraway, épreciso, problematizar essa percepção, e endereçar a responsabilidade pelas mudanças, que está justamente no sistema capitalista que criamos. Este sim tem impulsionado a exploração, pelos homens, da Terra: “A história inteira poderia ser Capitaloceno, e não Antropoceno”, diz. Tal percepção, de acordo com a filósofa, pemite-nos resistir ao senso inescapabilidade presente nesse discurso, como Crist mencionou acima. “Estamos cercados pelo perigo de assumir que tudo está acabado, que nada pode acontecer”, diz.

Haraway aponta, entretanto, que é necessário evocar um senso de continuidade (ongoingness,em inglês),a partir de outras possibilidades narrativas e de pensamento.Uma delas, seria o Cthulhuceno, criado pela filósofa. A expressão vem de um conto de H.P.Lovecraft, O chamado de Cthulhu, que fala sobre humanos que têm suas mentes deterioradas quando, em rituais ao deus Cthulhu – uma mistura de homem, dragão e polvo que vive adormecido sob as águas do Pacífico Sul – conseguem vislumbrar uma realidade diferente da que conheciam.  No início da história, o autor norte-americano descreve o seguinte: “A coisa mais misericordiosa do mundo, acho eu, é a incapacidade da mente humana de correlacionar tudo que ela contém”.  A partir desse contexto, Donna Haraway explica que é necessário “desestabilizar mundos de pensamentos, com mundos de pensamentos”. O Cthulhuceno não é sobre adotar uma transcendência, uma ideia de vida ou morte: “trata-se de abraçar a continuidade sinuosa do mundo terreno, no seu passado​​, presente e futuro. Entretanto, tal continuidade implica em assumir que existe um problema muito grande e que ele precisa ser enfrentado. Devemos lamentar o que aconteceu, pois não deveria ter ocorrido. Mas não temos que continuar no mesmo caminho”, sugere.

Seca em SP deve continuar em 2015, diz cientista (OESP)

Organização Mundial de Meteorologia prevê influência do El Niño ainda neste ano, que já é considerado o mais quente desde 2004

A seca em São Paulo deve continuar em 2015, desta vez associada também ao desenvolvimento do fenômeno El Niño, afirmou ao Estado o secretário-geral adjunto da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), Jeremiah Lengoasa.

O aquecimento das águas equatoriais do Oceano Pacífico, na altura do Peru e do Equador, provocará a formação de nuvens que tendem a ser arrastadas pelos ventos na direção oeste.

O conteúdo na íntegra está disponível em: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,seca-em-sp-deve-continuar-em-2015-diz-cientista,1584016

(Denise Chrispim Marin / O Estado de São Paulo)

Seca em SP deve continuar em 2015, diz cientista

28/10/14 – A seca em São Paulo deve continuar em 2015, desta vez associada também ao desenvolvimento do fenômeno El Niño, afirmou ao Estado o secretário-geral adjunto da Organização Mundial de Meteorologia (OMM), Jeremiah Lengoasa.

O aquecimento das águas equatoriais do Oceano Pacífico, na altura do Peru e do Equador, provocará a formação de nuvens que tendem a ser arrastadas pelos ventos na direção oeste. Mas não para a América do Sul, explicou o cientista sul-africano, que participou ontem da abertura da 40.ª Sessão do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, em inglês), em Copenhague (mais informações abaixo).

“É a natureza tentando se modelar para atingir seu normal”, declarou, em entrevista ao Estado. “Se entendermos melhor os padrões de oscilação do fenômeno El Niño, poderemos prever de forma mais precisa e tornar disponível essa informação para os governos e as populações a serem atingidas. Mas a mudança do clima está tornando essa tarefa muito difícil.”

Lengoasa explicou que o fenômeno El Niño foi mais agressivo entre 1997-98, quando provocou o aumento médio de 0,5 grau Celsius na temperatura média mundial e levou a uma mudança severa na distribuição das chuvas. Em 2010, voltou a apresentar-se de maneira intensa, mas não tão forte como antes. “Já há 70% de chances de o El Niño surgir muito cedo, ainda no final deste ano. Se tiver o mesmo efeito de 97-98, isso será caracterizado por uma imensa seca no mundo”, disse. “Mas ainda há possibilidade de ele não se desenvolver de maneira tão forte.”

A OMM apresentará, nas próximas semanas, um relatório preliminar sobre o comportamento meteorológico de 2014. O ano é considerado o mais quente desde 2004, segundo análise dos dez primeiros meses, mesmo com os efeitos em curso do fenômeno de resfriamento conhecido como La Niña. Durante conferência neste mês, a organização estudará particularmente os dois fenômenos, El Niño e La Niña, com especial atenção para o efeito do primeiro no aquecimento das camadas mais profundas do Oceano Pacífico, abaixo de 2 mil metros. Esses dados serão acrescentados aos modelos atuais de previsão do clima. Em especial, para a melhor detecção de eventos extremos.

Recomendações

Para países que enfrentam eventos climáticos extremos, como o Brasil, Lengoasa faz algumas recomendações. Primeiro, fortalecer os serviços hidrometeorológicos, que oferecem as informações sobre o clima. Segundo, de acordo com ele, os países devem intensificar o diálogo entre diferentes ministérios sobre a mudança climática. O apoio aos esforços mundiais, como o da 21.ª Conferência das Partes sobre Mudança Climática (COP21), é sua terceira sugestão. A expectativa é de um acordo sobre compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa na COP21, em maio, em Paris.

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These Two World Leaders Are Laughing While the Planet Burns Up (New Republic)

OCTOBER 21, 2014

Meet earth’s worst climate villains

By

Canada once had a shot at being the world’s leader on climate change. Back in 2002, our northern neighbors had ratified the Kyoto Protocol, the world’s first treaty that required nations to cut their emissions or face penalties. In 2005, the country hosted an international climate change conference in Montreal, where then-Prime Minister Paul Martin singled out America for its indifference. “To the reticent nations, including the United States, I say this: There is such a thing as a global conscience,” Martin said.

Australia, too, was briefly a success story. The government ratified Kyoto in 2007 and delivered on promises to pass a tax on carbon by 2011. The prime minister that year, Julia Gillard, noted her administration’s priorities to set “Australia on the path to a high-skill, low-carbon future or [leave] our economy to decay into a rusting, industrial museum.”

Today, the two countries are outliers againfor all the wrong reasons.

According to a 2014 Climate Change Performance Index from European groups Climate Action Network Europe and Germanwatch, Canada and Australia occupy the bottom two spots among all 34 countries in the Organization for Economic Co-operation and Development (OECD). Among the 20 countries with the largest economies (G20), only Saudi Arabia ranked lower than them. Canada and Australia’s records on climate change have gotten so bad, they’ve become the go-to examples for Republicans, like Senate Minority Leader Mitch McConnell, who don’t think climate change exists.

How did these two nations go from leading the fight against climate change to denying that it even exists?

On the way to his first trip in the U.S., Australian Prime Minister Tony Abbott stopped for a full day of talks with Canada Prime Minister Stephen Harper in June. The Sydney Morning Heraldreported that Abbott was in Canada’s capital with the intention of building a “conservative alliance among ‘like-minded’ countries” to try to dismantle global efforts on climate change. At a press conference that day, Harper applauded Abbott’s efforts to gut Australia’s carbon tax. “You’ve used this international platform to encourage our counterparts in the major economies and beyond to boost economic growth, to lower taxes when possible and to eliminate harmful ones, most notably the job-killing carbon tax,” Harper said. He added that “we shouldn’t clobber the economy” by pursuing an emissions trading scheme or a carbon tax.

This is how Canada and Australia’s top leaders frame global warming. The two stress that they will always choose short-term economic gain first, disregarding scientific findings and even the interests of their political allies in the process.The countries’ abrupt shift on climate track conservatives’ rise to a majority in Canada in 2011 and in Australia last year.

In just a few years, conservatives have delivered blow after blow to the nations’ environmental progress. Canada withdrew from Kyoto in 2011 to avoid paying expensive penalties for failing to meet its promise to cut carbon 6 percent over 1990 levels (Canada’s emissions had risen by nearly 30 percent). Harper offered a less ambitious target instead, one that mirrored the U.S.’s commitment cut 17 percent of carbon pollution by 2020. But Canada will miss that target by a long shot, according to environmental groups who point to the aggressive development of the Alberta tar sands oil and expired clean energy subsidies. The commissioner of the Department of Environment and Sustainable Development noted in a recent report that Canada “does not have answers” to most of its environmental concerns. Australia, meanwhile, had the world’s highest emissions per capita in 2012topping even America’s. The government’s mediocre ambition of cutting emissions 5 percent by 2020 won’t happen either: It projects emissions to grow 2 percent a year, according to Inside Climate News.

The hostility toward environmental interests goes even deeper than energy policy. Harper has battled his own scientists, independent journalists, and environmental groups at odds with his views.

Climate scientists have reported that they are unable to speak to press about their own findings, feeling effectively “muzzled” by agencies that want to script talking points for them. In June, a government spokesperson explained that federal meteorologists must speak only “to their area of expertise,” which does not include climate change, according to a government spokesperson. Journalists sometimes face bullying, too. Environmental author Andrew Nikiforuk told ThinkProgress that “a government of thugs” slandered him and shut him out of events. But environmentalists may fare the worst. Seven environmental nonprofits in Canada have accused the Canada Revenue Agency of unfairly targeting them for audits. According to internal documents obtained by The GuardianCanada’s police and Security Intelligence Service identified nonviolent environmental protestslike people who oppose hydrofracking and the Keystone XL tar sands pipelineas “forms of attack” fitting the “number of cases where we think people might be inclined to acts of terrorism.”

Australia, for its part, has downplayed scientific findings. Abbott, along with his Environment Minister Greg Hunt, have rejected any link between extreme weather and global warming. Abbott, who once called the science of climate change “absolute crap,” said last year that UN Climate Chief Christiana Figueres was “talking out of her hat” when saying that rising temperatures were driving more intense and frequent brushfires. “Climate change is real as I have often said and we should take strong action against it but these fires are certainly not a function of climate change,” he argued. Hunt defended his boss, citing Wikipedia as his proof. “I looked up what Wikipedia says for example, just to see what the rest of the world thought, and it opens up with the fact that bushfires in Australia are frequently occurring events during the hotter months of the year. Large areas of land are ravaged every year by bushfires. That’s the Australian experience.” He could have referred to his Department of Environment’s website instead, had it not earlier removed explicit references connecting climate change, heatwaves, and fires.

As the host of the G20 this November, Australia is in an awkward position. Australians have staged protests, while the U.S. and European leaders have pressured Abbott to put climate change on the agenda. He has refused. There’s no room for climate, he says, because the summit is about “economic security” and “the importance of private sector-led growth.”

What’s even more baffling about the rise of climate denial in both countries is that it’s apparently not the popular view in either country. According to the Pew Research Center, the majority of Australians and Canadians say climate change is a major threatas opposed to 40 percent of Americans who say the same.

Of course, the U.S. has reversed itself recently, too. President Barack Obama is making climate change a second-term priority, and has taken steps to cap carbon pollution from power plants. Such initiatives have put the U.S. on track to meet its pledge in Copenhagen in 2009 to reduce greenhouse gas emissions 17 percent by 2020. At the same time, China, which faces internal pressure over air pollution, is looking a lot more serious about slowing down pollution; it will begin a national cap-and-trade program in 2016. Even India is redoubling efforts on clean energy, to meet the power needs of its growing population. Half the world plans to put a price on carbon.

It’s true that neither Canada nor Australia has much responsibility for the amount of heat-trapping gasses in the atmosphere. The United States, China, and India make up a combined 49 percent of the world’s carbon emissions in 2013. Canada and Australia, by comparison, emit 3.5 percent of total carbon emissions combined. But the critical requirement for an international climate change agreementwhich negotiatiors will try to hammer out in Paris next yearis that every country big and small make a commitment to greenhouse gas targets. Fortunately, the negligence of two smaller, industrialized countries won’t be the fatal blow to negotiations in Paris. Still, by ducking their own responsibility, Australia and Canada are ignoring their “global conscience”to borrow a former prime minister’s words.

A decade ago, our close allies due north and across the Pacific rightly shamed us on our poor response to climate change. Now, they’ve lost the moral high ground. At the September United Nations Climate Summit, the largest gathering of world leaders yet on the issue, both Abbott and Harper were no-shows. The ministers sent in their place also arrived empty-handed; Australia’s foreign minister suggested that only larger countries should be responsible for more ambitious climate action. Canada Environment Minister Leona Aglukkaq repeated an already-public commitment that Canada would copy Obama’s fuel economy regulations requiring 35.5 miles per gallon. Afterward, in an interview with the Globe and Mail, Aglukkaq spoke of the unfairness of a global treaty. “It’s not up to one country to solve the global greenhouse-gas emissions. I mean, seriously now, it’s just not fair. We all have to do our part, big or small countries.”

That’s true. If only her small country would do its part, too.

In Amazon wars, bands of brothers-in-law (University of Utah)

[Chagnon is restless.Gosh]

27-Oct-2014

Contact: Lee J. Siegel

How culture influences violence among the Amazon’s ‘fierce people’

IMAGE: In this mid-1960s photo, men from two Yanomamo villages in the Amazon engage in nonhostile combat to determine the strength and fighting prowess of potential alliance partners. A new study…

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SALT LAKE CITY, Oct. 27, 2014 – When Yanomamö men in the Amazon raided villages and killed decades ago, they formed alliances with men in other villages rather than just with close kin like chimpanzees do. And the spoils of war came from marrying their allies’ sisters and daughters, rather than taking their victims’ land and women.

Those findings – which suggest how violence and cooperation can go hand-in-hand and how culture may modify any innate tendencies toward violence – come from a new study of the so-called “fierce people” led by provocative anthropologist Napoleon Chagnon and written by his protégé, University of Utah anthropologist Shane Macfarlan.

Macfarlan says the researchers had expected to find the Yanomamö fought like “bands of brothers” and other close male kin like fathers, sons and cousins who live in the same community and fight nearby communities. That is how fights are conducted by chimpanzees – the only other apes besides humans that form coalitions to fight and kill.

Instead, “a more apt description might be a ‘band of brothers-in-law,'” in which Yanomamö men ally with similar-age men from nearby villages to attack another village, then marry their allies’ female kin, Macfarlan, Chagnon and colleagues write in the study, published this week in the journal Proceedings of the National Academy of Sciences.

The study provides a mechanism to explain why Yanomamö warriors in a 1988 Chagnon study had more wives and children than those who did not kill.

“We are showing these guys individually get benefits from engaging in killing,” Macfarlan says. “They’re getting long-term alliance partners – other guys they can trust to get things done. And they are getting marriage opportunities.”

Since his 1968 book “Yanomamö: The Fierce People,” Chagnon has been harshly criticized by some cultural anthropologists who claim he places undue emphasis on genes and biology as underpinnings of human violence, based on his 1964-1993 visits to the Yanomamö. Defenders such as Macfarlan say Chagnon takes a much more balanced view, and that “it’s never a genes-versus-culture argument. They operate in tandem.”

Chagnon got what was seen as vindication in 2012 when he was elected to the prestigious National Academy of Sciences. The new study, with Macfarlan as first author and Chagnon as senior author – is Chagnon’s inaugural PNAS article as a member.

Macfarlan joined the University of Utah faculty this year an assistant professor of anthropology. He worked as Chagnon’s postdoctoral fellow at the University of Missouri from January 2013 to June 2014. Chagnon and Macfarlan conducted the study with two Missouri colleagues: anthropologists Robert S. Walker and Mark V. Flinn.

Models of Warfare

The Yanomamö – hunters and farmers who live in southern Venezuela and northern Brazil – once gained social status as “unokai” for killing.

Up to 20 Yanomamö (pronounced yah-NO-mama, but also spelled Yanomami or Yanomama) would sneak up on another village at dawn, “shoot the first person they saw and then hightail back home,” Macfarlan says. Some Yanomamö men did this once, some up to 11 times and some never killed. (Data for the study, collected in the 1980s, covered somewhat earlier times when spears, bows and arrows were the primary weapons.)

IMAGE: University of Utah anthropologist Shane Macfarlan, shown here, is first author of a new study with provocative anthropologist Napoleon Chagnon about the Yanomamo, or so called ‘fierce people’ of…

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Macfarlan says the classic debate has been, “does warfare in small-scale societies like the Yanomamö resemble chimpanzee warfare?” – a theory known as the “fraternal interest group” model, in which bands of brothers, fathers, sons and paternal uncles all living in the same community fight other similar communities.

The new study asked whether Yanomamö killing follows that model or the “strategic alliance model,” which the researchers dub the “band of brothers-in-law” model. This model – supported by the study’s findings – indicates that Yanomamö men form alliances not with close kin from the same community, but with men from other communities. After killing together, a bond is formed and they often marry each other’s daughters or sisters and move into one or the other’s village or form a new village.

“When we started off this project, we all assumed it would be the chimpanzee-like model. But in human groups we have cultural rules that allow us to communicate with other communities. You certainly don’t see chimpanzees doing this.”

Is the study a retreat from what Chagnon’s critics see as too much focus on genetic and biological underpinnings of violence? Macfarlan says no, that Chagnon “has never been as all-biology as people have painted him. Most of his published research shows how unique cultural rules make the Yanomamö an interesting group of people.”

Earlier research suggested that for chimps, warfare is adaptive in an evolutionary sense, and that it also benefits small-scale human societies. The new study asked, “If warfare is adaptive, in what way do the adaptive benefits flow?” Macfarlan says.

“Some people, myself included, said, to the victor goes the spoils, because if you conquer another territory, you might take their land, food or potentially their females.”

But the new study indicates “the adaptive benefits are the alliances you build by perpetrating acts of warfare,” he adds. “It’s not that you are taking land or females from the vanquished group, but for the Yanomamö, what you acquire is that you can exchange resources with allies, such as labor and, most importantly, female marriage partners.”

The study’s findings that the Yanomamö form strategic alliances to kill suggest that “our ultracoooperative tendencies tend to go hand-in-hand with our ultralethal tendencies,” Macfarlan says. “We show a relationship between cooperation and violence at a level unseen in other organisms.” That may seem obvious for allied nations in modern wars, but “we’re saying that even in small-scale societies this is the case.”

IMAGE: Men from one Yanomamo village in the Amazon ‘dance’ in a neighboring village to show off their military prowess, weaponry and group cohesion after they were invited to a…

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How the Study was Conducted

The new study analyzed data collected by Chagnon in the 1980s, when about 25,000 Yanomamö lived in about 250 villages ranging from 25 to 400 people.

The study examined 118 Yanomamö warriors or unokai who had killed a total of 47 people by forming raiding parties of two to 15 men. The researchers analyzed the relationships between every possible pair of men in those raiding parties. Among the 118 unokai men, there were 509 possible pairs. Macfarlan says the findings revealed surprises about the relationship between co-unokai – pairs of men who kill together:

  • Only 22 percent of men who kill together were from the same lineage.
  • Only 34 percent of co-unokai pairs were from the same place of birth. “Guys who come from different places of birth are more likely to kill together.”
  • Among co-killers known to be related, a majority were related on their mother’s side rather than their father’s side – more evidence of forming alliances beyond the immediate paternal kinship group. In Yanomamö culture, true kin are viewed as being on the paternal side, while maternal relatives are seen as belonging to another social group.
  • The Yanomamö preferred forming coalitions with men within a median of age difference of 8 years. “The more similar in age, the more likely they will kill multiple times,” Macfarlan says.
  • Of the 118 unokai, 102 got married in a total of 223 marriages to 206 women. Of married killers, 70 percent married at least one woman from the same paternal line as an ally in killing. And “the more times they kill together, the more likely they are going to get marriage partners from each other’s family line,” Macfarlan says.
  • As a result, “The more times the guys kill together, the more likely they are to move into the same village later in life, despite having come from different village.”

The study found allies-in-killing often are somewhere between maternal first and second cousins, Macfarlan says. Under Yanomamö rules, a man’s ideal marriage partner is a maternal first cousin, who would be the offspring of your mother’s brother. He says Yanomamö rules allow marriage to a maternal first cousin, but not a paternal first cousin.

Despite debate over the biological roots of deadly coalitions in chimps and humans, the new study shows how culture can make it “uniquely human” because if Yanomamö men “kill together, they are plugged into this social scene, this marriage market,” Macfarlan says. “They are playing the game of their culture.”

“Forum: Archaeology of the Anthropocene” (AAA Blog)

“Forum: Archaeology of the Anthropocene”

by Asa Randall

CITATION:

Edgeworth, M., Benjamin, J., Clarke, B., Crossland, Z., Domanska, E., Gorman, A. C., Graves-Brown, P., Harris, E. C., Hudson, M. J., Kelley, J. M., Paz, V. J., Salerno, M. A., Witmore, C. & Zarankin, A. 2014. Forum: Archaeology of the Anthropocene. Journal of Contemporary Archaeology, 1,1, pp. 73-132.

ON-LINE AVAILABILITY:

 DOI: 10.1558/jca.v1i1.73

ABSTRACT:

What role will archaeology play in the Anthropocene – the proposed new geological epoch marked by human impact on Earth systems? That is the question discussed by thirteen archaeologists and other scholars from five continents in this thought-provoking forum. Their responses are diverse and wide-ranging. While Edward Harris looks to archaeological stratigraphy for a material paradigm of the Anthropocene, Alice Gorman explores the extent of human impact on orbital space and lunar surfaces – challenging the assumption that the Anthropocene is confined to Earth. Jeff Benjamin investigates the sounds of the Anthropocene. Paul Graves-Brown questions the idea that the epoch had its onset with the invention of the steam engine, while Mark Hudson uses Timothy Morton’s concept of hyperobjects to imagine the dark artefacts of the future. Victor Paz doubts the practical relevance of the concept to archaeological chronologies, and Bruce Clarke warns archaeologists to steer clear of the Anthropocene altogether, on the grounds of the overbearing hubris of the very idea of the Age of Humans. Others like Jason Kelly and Ewa Domanska regard the Anthropocene debate as an opportunity to reach new forms of understanding of Earth systems. André Zarankin and Melisa Salerno ground significant issues in the archaeology of Antarctica. And Zoe Crossland explores the vital links between the known past and the imagined future. As a discipline orientated to the future and contemporary world as well as the past, Chris Witmore concludes, archaeology in the Anthropocene will have more work than it can handle.

The archaeological imagination is the ability to conceive of a past through encounters with old objects, substances, or places (Thomas, 1996, p. 63-64). In a sense, the archaeological imagination meshes the past with the present, as ancient objects are animated with contemporary concerns. Imagining a past and even empathizing with ancient actors likely has its roots in early modern humans (Gamble, 2008, p. 1-2). That is, everyone has an archaeological imagination.  Archaeologists in particular have spent a fair amount of time honing their scientific toolkits and theoretical frameworks to create informed narratives about the past. Much archaeological effort has been oriented towards elucidating patterns and processes in deep time, although archaeologies of modern rubbish disposal or ruination (e.g. Rathje and Murphy, 2001, p, Dawdy, 2010, p.) have coexisted with studies of the more ancient. Indeed, archaeology’s focus on the material world—or human entanglements with it—provides relevant viewpoint in which to engage with, critique, or document the Anthropocene.

In the inaugural issue of the Journal of Contemporary Archaeology, Edgeworth and colleagues turn their archaeological imagination towards the “anthropocene” and ask what does an archaeology of the Anthropocene look like, how do today’s practices create tangible (or even acoustic) traces, and what might the Anthropocene’s archaeological record look like in the future? The collection of short papers emerged from the 2013 Theoretical Archaeology Group meeting, and there is much to digest here. Of the contributions in the forum, those by Edgeworth (“Introduction”) and Witmore (“Archaeology, the Anthropocene, and the Hypanthropocene”) provide useful discussions of the themes, controversies, and contributions. Broadly speaking, the forum participants engage with the ways in which the Anthropocene destabilizes disciplinary boundaries and makes complex the relationship between time scales (human versus geological) and the spatial scale(s) of human activity in the world. These same sorts of themes echo ongoing debate regarding the Anthropocene as a precise “thing” whose identity is controlled by Geologists, or one that invokes or necessitates many viewpoints.

Of particular interest to me were those contributions that highlighted ways in which aspects of Anthropocenic habitation extend or unsettle traditional archaeological imaginations. For example, Hudson (“Dark Artifacts: Hyperobjects and the Archaeology of the Anthropocene”) considers from an archaeological perspective what Morton (2010, p.) refers to as “hyperobjects.” Paraphrasing Hudson, hyperobjects are characterized as massively distributed such that they are physically and conceptually viscous, of a particular phase but of great durability, nonlocal (i.e. not typical of any one place), formed from interactions, and often “dangerous”.  Cited examples include Styrofoam, radionuclides, or plastiglomerate (so, too, the rebounding landscapes described by Ingo Schlupp may qualify); the spatial distribution, small size, or virtual character of hyperobjects makes them difficult to visualize or even comprehend. Not only do hyperobjects resist easy interpretation due to their lack of being of a particular place, their durability means that they lack life-cycles that are intelligible within a human framework of hundreds or thousands of years (that is, they will co-exist with many different kinds of societies in the future). While hyperobjects are of human agency, they reside in a strange state between cultural and natural whose ubiquity does not neatly sit in the localized or humanized imagined pasts that we are accustomed to thinking through, and which may ultimately lead to indifference towards them.

In a related vein, Crossland (“Anthropocene: Locating Agency, Imagining the Future”) considers the ways in which narratives about the Anthropocene can warp time and agency. To paraphrase Crossland, by restricting the Anthropocene to the industrial era (replete with dangerous hyperobjects), a teological arrow is held fast between the past and the present, such that only a dystopic future is possible. On the other hand, relocating the Anthropocene to the ancient world (the so-called Paleoanthropocene) may promote continuity between present and past (and redistribute the responsibility for it globally), but “the power of the imagery is undercut, and the ability of the concept to shock people and governments into change seems to be weakened” (p. 125). Crossland suggests a third route for our archaeological imaginations in the Anthropocene, which is to accept that at any point in time futures are open ended, and that “traces of the past therefore provide the ground for imagining the future” (p. 127). While preexisting conditions are important, traces of the past are really collaborations between the past and the present. We can avoid historical narratives that are arranged as progressive change with dystopian futures by envisioning that presents (in the past and our own) had many potential futures.  Kenneth Sassaman (2012, p.) has similarly argued that the relationships between past/present/future are never stable, and that communities in the past likely planned for their own alternative futures.

I’m not certain that the concept of hyperobject does anything for us, particularly as a marker of the Anthropocene. It is likely that other “pre-modern” objects or technologies have been equally influential but we do not reflect on them either. Furthermore, the time and space bending properties of the archaeological imagination are not easily translated into a world dominated by progressive thinking.  But, Hudson and other papers in this contribution challenges us to think about how the categories of objects and substances we are creating today—and the methods we use to interrogate them—can influence how we think about time, culture, and even social justice. In this regard, I suspect the upcoming “Anthropocene Slam: A Cabinet of Curiosities” forum (which will apparently be streamed live) will provide much food for thought. According to the forum’s description, each contributor has provided an object of study, ranging from substances such as concrete to room thermostats, through which we might visualize or imagine the relations between pasts and futures and different ecologies.

What will a future archaeological imagination make of the anthropocene? Time will certainly tell.  Yet, perhaps thinking about how we are creating an archaeological record of our own may make us more keenly future oriented.

FURTHER READING:

Dawdy, S. L. 2010. Clockpunk Anthropology and the Ruins of Modernity. Current Anthropology, 51, 761-793. DOI 10.1086/657626. Dawdy explores the ways in which creative uses of  and experiences with the past in contemporary times undermines easy separations between modern and premodern.

Gamble, C. 2008. Archaeology: the basics, New York, Routledge. This is an easy to read introductory text on Archaeology and interpretation.

Morton, T. 2010. The ecological thought, Cambridge, Mass., Harvard University Press. Morton considers what interconnectedness means, particularly when we acknowledge that all things have relations.

Rathje, W. L. & Murphy, C. 2001. Rubbish!: the archaeology of garbage, Tucson, AZ, University of Arizona Press. This popular book provides insights from archaeological examinations of modern refuse disposal practices.

Sassaman, K. E. 2012. Futurologists Look Back. Archaeologies, 10.1007/s11759-012-9205-0, 1–19. 10.1007/s11759-012-9205-0. Sassaman argues that the wall that is often erected between modern and premodern communities is minimized if we allow ancient communities to have imagined and acted upon their own futures (so called futures past).

Thomas, J. 1996. Time, Culture and Identity: An Interpretive Archaeology, London, Routledge. Thomas introduces the concept of the archaeological imagination.

Climate change caused by ocean, not just atmosphere (Science Daily)

Date: October 25, 2014

Source: Rutgers University

Summary: Most of the concerns about climate change have focused on the amount of greenhouse gases that have been released into the atmosphere. A new study reveals another equally important factor in regulating Earth’s climate. Researchers say the major cooling of Earth and continental ice build-up in the Northern Hemisphere 2.7 million years ago coincided with a shift in the circulation of the ocean.

The ocean conveyor moves heat and water between the hemispheres, along the ocean bottom. It also moves carbon dioxide. Credit: NASA

Most of the concerns about climate change have focused on the amount of greenhouse gases that have been released into the atmosphere.

But in a new study published in Science, a group of Rutgers researchers have found that circulation of the ocean plays an equally important role in regulating Earth’s climate.

In their study, the researchers say the major cooling of Earth and continental ice build-up in the Northern Hemisphere 2.7 million years ago coincided with a shift in the circulation of the ocean — which pulls in heat and carbon dioxide in the Atlantic and moves them through the deep ocean from north to south until it’s released in the Pacific.

The ocean conveyor system, Rutgers scientists believe, changed at the same time as a major expansion in the volume of the glaciers in the northern hemisphere as well as a substantial fall in sea levels. It was the Antarctic ice, they argue, that cut off heat exchange at the ocean’s surface and forced it into deep water. They believe this caused global climate change at that time, not carbon dioxide in the atmosphere.

“We argue that it was the establishment of the modern deep ocean circulation — the ocean conveyor — about 2.7 million years ago, and not a major change in carbon dioxide concentration in the atmosphere that triggered an expansion of the ice sheets in the northern hemisphere,” says Stella Woodard, lead author and a post-doctoral researcher in the Department of Marine and Coastal Sciences. Their findings, based on ocean sediment core samples between 2.5 million to 3.3 million years old, provide scientists with a deeper understanding of the mechanisms of climate change today.

The study shows that changes in heat distribution between the ocean basins is important for understanding future climate change. However, scientists can’t predict precisely what effect the carbon dioxide currently being pulled into the ocean from the atmosphere will have on climate. Still, they argue that since more carbon dioxide has been released in the past 200 years than any recent period in geological history, interactions between carbon dioxide, temperature changes and precipitation, and ocean circulation will result in profound changes.

Scientists believe that the different pattern of deep ocean circulation was responsible for the elevated temperatures 3 million years ago when the carbon dioxide level in the atmosphere was arguably what it is now and the temperature was 4 degree Fahrenheit higher. They say the formation of the ocean conveyor cooled Earth and created the climate we live in now.

“Our study suggests that changes in the storage of heat in the deep ocean could be as important to climate change as other hypotheses — tectonic activity or a drop in the carbon dioxide level — and likely led to one of the major climate transitions of the past 30 million years,” says Yair Rosenthal, co-author and professor of marine and coastal sciences at Rutgers

The paper’s co-authors are Woodard, Rosenthal, Kenneth Miller and James Wright, both professors of earth and planetary sciences at Rutgers; Beverly Chiu, a Rutgers undergraduate majoring in earth and planetary sciences; and Kira Lawrence, associate professor of geology at Lafayette College in Easton, Pennsylvania.


Journal Reference:

  1. S. C. Woodard, Y. Rosenthal, K. G. Miller, J. D. Wright, B. K. Chiu, K. T. Lawrence.Antarctic role in Northern Hemisphere glaciation. Science, 2014; DOI:10.1126/science.1255586