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Um mapa do risco no mundo (Pesquisa Fapesp)

Com exceção do Japão, os países pobres e em desenvolvimento são os mais vulneráveis a desastres naturais 

MARCOS PIVETTA | ED. 249 | NOVEMBRO 2016

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Por estar sujeito a fortes terremotos e inundações causadas por tsunamis, o Japão é o único país desenvolvido que apresenta risco muito alto de ser afetado por cataclismos, segundo a edição de 2016 do World Risk Report, publicação organizada pela Universidade das Nações Unidas, agência alemã Alliance Development Works e Universidade de Stuttgart. A nação asiática figura na 17ª posição do índice mundial de risco a desastres, que classifica 171 países em função da possibilidade de serem alvo de cinco tipos de eventos extremos: secas, inundações, ciclones ou tempestades, terremotos e aumento do nível do mar.

O índice lista as áreas do globo em ordem decrescente de vulnerabilidade a desastres e os separa em cinco categorias. Cada uma delas é composta por 20% do total de países, que são classificados como sendo de risco muito alto, alto, médio, baixo ou muito baixo. O indicador final é calculado por meio da análise de 28 parâmetros geoclimáticos e socioeconômicos, como a quantidade de pessoas expostas a desastres, a renda e a educação da população, a capacidade de mitigar o impacto de eventos extremos e de se adaptar a mudanças.

Vanuatu, um pequeno arquipélago do Pacífico sul distante 1.700 quilômetros a leste da Austrália, com 250 mil habitantes, é o país mais arriscado do mundo, o número 1 do índice. Está sujeito a terremotos, ciclones e pode ser coberto pelas águas se o nível do mar aumentar. Isso sem contar o vulcanismo, que não entra no cálculo do índice. O segundo lugar é ocupado por Tonga, um arquipélago da Polinésia, e o terceiro, pelas Filipinas. O Haiti, onde o furacão Matthew matou 1.300 pessoas e desalojou 35 mil em outubro, aparece em 21º lugar da lista. O Brasil ocupa a 123ª posição e está classificado na categoria dos países de baixo risco, como os Estados Unidos, a Itália, a Argentina e o Reino Unido. “Nenhum índice baseado em desastres naturais é perfeito”, comenta Lucí Hidalgo Nunes, da Unicamp. “De acordo com as variáveis usadas e o peso dado a elas, as classificações mudam. Mas, certamente, o Brasil não é um dos países em pior situação.”

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Visual Perception System Unconsciously Affects Our Preferences (Science Daily)

ScienceDaily (May 23, 2012) — When grabbing a coffee mug out of a cluttered cabinet or choosing a pen to quickly sign a document, what brain processes guide your choices?

New research from Carnegie Mellon University’s Center for the Neural Basis of Cognition (CNBC) shows that the brain’s visual perception system automatically and unconsciously guides decision-making through valence perception. Published in the journal Frontiers in Psychology, the review hypothesizes that valence, which can be defined as the positive or negative information automatically perceived in the majority of visual information, integrates visual features and associations from experience with similar objects or features. In other words, it is the process that allows our brains to rapidly make choices between similar objects.

The findings offer important insights into consumer behavior in ways that traditional consumer marketing focus groups cannot address. For example, asking individuals to react to package designs, ads or logos is simply ineffective. Instead, companies can use this type of brain science to more effectively assess how unconscious visual valence perception contributes to consumer behavior.

To transfer the research’s scientific application to the online video market, the CMU research team is in the process of founding the start-up company neonlabs through the support of the National Science Foundation (NSF) Innovation Corps (I-Corps).

“This basic research into how visual object recognition interacts with and is influenced by affect paints a much richer picture of how we see objects,” said Michael J. Tarr, the George A. and Helen Dunham Cowan Professor of Cognitive Neuroscience and co-director of the CNBC. “What we now know is that common, household objects carry subtle positive or negative valences and that these valences have an impact on our day-to-day behavior.”

Tarr added that the NSF I-Corps program has been instrumental in helping the neonlabs’ team take this basic idea and teaching them how to turn it into a viable company. “The I-Corps program gave us unprecedented access to highly successful, experienced entrepreneurs and venture capitalists who provided incredibly valuable feedback throughout the development process,” he said.

NSF established I-Corps for the sole purpose of assessing the readiness of transitioning new scientific opportunities into valuable products through a public-private partnership. The CMU team of Tarr, Sophie Lebrecht, a CNBC and Tepper School of Business postdoctoral fellow, Babs Carryer, an embedded entrepreneur at CMU’s Project Olympus, and Thomas Kubilius, president of Pittsburgh-based Bright Innovation and adjunct professor of design at CMU, were awarded a $50,000, six-month grant to investigate how understanding valence perception could be used to make better consumer marketing decisions. They are launching neonlabs to apply their model of visual preference to increase click rates on online videos, by identifying the most visually appealing thumbnail from a stream of video. The web-based software product selects a thumbnail based on neuroimaging data on object perception and valence, crowd sourced behavioral data and proprietary computational analyses of large amounts of video streams.

“Everything you see, you automatically dislike or like, prefer or don’t prefer, in part, because of valence perception,” said Lebrecht, lead author of the study and the entrepreneurial lead for the I-Corps grant. “Valence links what we see in the world to how we make decisions.”

Lebrecht continued, “Talking with companies such as YouTube and Hulu, we realized that they are looking for ways to keep users on their sites longer by clicking to watch more videos. Thumbnails are a huge problem for any online video publisher, and our research fits perfectly with this problem. Our approach streamlines the process and chooses the screenshot that is the most visually appealing based on science, which will in the end result in more user clicks.”