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Veterinária espanhola denuncia tráfico de orangotangos para prostituição (Brasília em Pauta)

Postado por Simone de Moraes 05:54:00 27/02/2014 

Crédito : Reprodução

A prostituição de orangotangos é uma prática comum em alguns países asiáticos, sendo que muitos destes animais são enclausurados e sofrem abusos sexuais contínuos de várias pessoas, de acordo com a veterinária espanhola Karmele Llano, que trabalha na Borneo Orangutan Survival (BOS).

Llano, que há oito anos denunciou os abusos sofridos, no Bornéu, de um orangotango de 12 anos, chamada Pony, diz que a prostituição de orangotangos é comum em locais com a Tailândia, por exemplo.

“O caso de Pony não é isolado. Sabemos que na Tailândia é frequente ver bordéis a usarem fêmeas de orangotango como diversão sexual para os clientes”, explicou Llano à revista Taringa.

De acordo com a associação Orangutan Conservancy, há apenas 20 mil orangotangos no mundo. A ONG explica que estes se poderão extinguir em apenas 10 anos, caso continuem a ocorrer casos como estes – ou, por exemplo, combates de boxe entre estes animais.

No caso de Pony, ela foi descoberta completamente depilada, perfumada e com os lábios pintados. O animal estava acorrentado a uma cama, para que os clientes do bordel, na vila de Keremgpangi, pudessem abusar dela – de acordo com Llano, tratam-se sobretudo de trabalhadores da indústria madeireira e extracção de óleo de palma.

Porém, estes casos não ocorrem apenas na Ásia. Segundo noticia o La Gaceta, este tipo de práticas são também recorrentes em países onde a legislação em matéria de protecção dos direitos dos animais é inexistente. Inclusive na Europa.

Segundo o espanhol diariomascota, na Alemanha a legislação não comtempla como ilegal a prática de sexo com animais. Existem, por isso, pequenos bordéis, na sua maioria clandestinos, que se dedicam a este tipo de clientes com inclinações zoófilas

Prostituição e extincão

Orangotangos são encontrados apenas na Ásia , Sumatra e Bornéu. De acordo com a Associação Americana de orangotango Conservancy, 20.000 é o número estimado no momento e eles podem estar extintos em 10 anos . 

De acordo com um relatório da Fundação Orangotango, esta é uma das mais graves ameaças à sua sobrevivência , junto com a sua venda como animais de estimação, o que alimenta ainda mais o grande contrabando desses animais . Um tráfego que vem , apesar dos controles , para a Europa, a partir de uma rota através do Oriente Médio. Orangotangos são importados de outros países da Ásia , especialmente Taiwan , onde são utilizados principalmente como animais de estimação por famílias ricas.

Acontece também na Europa

Apesar de entender essas práticas como incivilizado ou característica de países com menor desenvolvimento e legislação para a protecção dos direitos, tanto humanos como animais ou ambientais , em muitos casos, elas são inexistente. O fato é que estas práticas também são comuns na Europa, como denuncia a diariomascota web na Alemanha, “a legislação não cobre sexo ilegal com os animais, não se destina a violar qualquer lei ou que envolve os ataque contra eles. Não sendo punido , nenhuma pessoa pode enfrentar consequências legais para isso, então você poderia dizer que a manutenção e relações com os animais é permitida”.

Há também pequenos bordéis clandestino envolvidos em tais práticas. Os bordéis são centros “especializados” em clientes que têm tendências zoofílicas.

Cérebros humano e canino têm a mesma reação a vozes, sugere estudo (BBC)

Rebecca Morelle

Repórter de Ciências do BBC World Service

Atualizado em  22 de fevereiro, 2014 – 16:53 (Brasília) 19:53 GMT

Cachorros em aparelho de ressonância magnética (Borbala Ferenczy)

Estudo mostrou que a mesma região do cérebro de cães e humanos é ativada pelo som de vozes

Donos de cachorros costumam afirmar que seus animais de estimação conseguem entendê-los. Um novo estudo publicado no periódico Current Biology sugere que essas pessoas podem estar certas.

Ao colocar cães em um equipamento de ressonância magnética, pesquisadores húngaros descobriram que o cérebro desses animais reage da mesma forma que um cérebro humano a vozes de pessoas.

Outros sons carregados de emoção, como choro ou risadas, também geraram reações parecidas, o que talvez explica o fato de cachorros conseguirem se sintonizar às emoções de seus donos, afirmam os pesquisadores.

“Acreditamos que cães e humanos têm um mecanismo bastante similar para processar informações emocionais”, disse Attila Andics, da Universidade Eotvos Lorand e coordenador do estudo.

Sintonia

A pesquisa envolveu onze cães de estimação e comparou seus resultados aos de 22 voluntários humanos.

Para ambos os grupos, os cientistas tocaram 200 tipos diferentes sons, desde ruídos comuns, como o barulho de carros e de apitos, a sons emitidos por humanos (sem palavras) e por cães.

Cachorro em aparelho de ressonância magnética (Eniko Kubinyi)

Sons carregados de emoções, como risadas e choro, também geraram a mesma reação no cérebro dos cães e de pessoas

Os pesquisadores descobriram que uma região semelhante do cérebro – o polo temporal, que faz parte do lobo temporal – é ativada quando cães e pessoas ouvem vozes humanas.

“Já sabíamos que certas áreas no cérebro humano respondem mais fortemente a sons humanos do que a qualquer outro tipo de som”, explicou Andics. “É uma grande surpresa isso ocorrer também no cérebro canino. É a primeira vez que vemos algo assim em um animal que não seja um primata.”

O mesmo aconteceu quando sons como risadas e choros foram ouvidos. Uma área do cérebro conhecida como córtex auditivo primário foi ativada tanto em cachorros quanto em humanos.

Ao mesmo tempo, vocalizações caninas carregadas de emoção – como ganidos e latidos ferozes – também geraram uma reação parecida em todos os voluntários.

“Sabemos muito bem que cachorros conseguem se sintonizar ao sentimento de seus donos, e sabemos que um bom dono consegue identificar mudanças emocionais em seu cão – mas agora podemos começar a entender como isso é possível”, afirmou Andics.

No entanto, apesar dos cachorros reagirem à voz humana, suas reações foram bem mais fortes em relação aos sons caninos.

Os cães também parecem ser menos capazes de distinguir entre ruídos e sons vocais em comparação com humanos.

Palavras

Cães e aparelho de ressonância magnética (Eniko Kubinyi)

Próximo passo do estudo é checar como o cérebro de cães reage quando eles ouvem palavras

Ao comentar sobre a pesquisa, Sophie Scott, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade College London, disse: “Os cães são animais muito interessantes de se investigar porque muitos de seus traços desses os tornam dóceis em relação aos humanos. Alguns estudos mostram que eles entendem muitas palavras e o que queremos dizer quando apontamos para alguma coisa”.

Mas Scott acrescenta: “É algo bastante relevante encontrar isso em cães e não só em primatas, mas seria interessante também ver a reação desses animais a palavras. Risos e choros são parecidos com sons animais e por isso podem gerar esse tipo de reação.

“Um avanço seria demonstrar sensibilidade dos cães a palavras no idioma de seus donos.”

Segundo Andics, este será o foco da próxima série de testes da pesquisa.

U.S. Plan to Lift Wolf Protections in Doubt After Experts Question Science (Science)

8 February 2014 10:45 am

Canis lupus

Wikimedia/USFWS. Canis lupus

The ongoing battle over a proposal to lift U.S. government protections for the gray wolf (Canis lupus) across the lower 48 states isn’t likely to end quickly. An independent, peer-review panel yesterday gave a thumbs-down to the U.S. Fish and Wildlife Service’s (USFWS’s) plan to delist the wolf. Although not required to reach a consensus, the four researchers on the panel were unanimous in their opinion that the proposal “does not currently represent the ‘best available science.’ ”

“It’s stunning to see a pronouncement like this—that the proposal is not scientifically sound,” says Michael Nelson, an ecologist at Oregon State University, Corvallis, who was not one of the reviewers. Many commentators regard it as a major setback for USFWS, which stumbled last year in a previous attempt to get the science behind its proposal reviewed.

USFWS first released its plan for removing the gray wolf from the endangered species list in June 2013. The plan also called for adding the Mexican gray wolf, a subspecies that inhabits the southwest, to the protected list. At the time, there were approximately 6000 wolves in some Western and upper midwestern states; federal protections were removed from the gray wolf in six of those states in 2011. More than 1 million people have commented on the plan. But regulations also require that the agency invite researchers outside of the agency to assess the proposal’s scientific merit.

At its core, the USFWS proposal relies on a monograph written by its own scientists. They asserted that a different (and controversial) species, the eastern wolf (Canis lupus lycaon) and not the gray wolf, had inhabited the Midwest and Northeast. If correct, then the agency would not need to restore the gray wolf population in 22 eastern states, where gray wolves are no longer found.

But the four reviewers, which included specialists on wolf genetics, disagreed with USFWS’s idea of a separate eastern wolf, stating that the notion “was not universally accepted and that the issue was ‘not settled’ ”—an opinion shared by other researchers. “The designation of an ‘eastern wolf’ is not well-supported,” says Carlos Carroll, a conservation biologist at the Klamath Center for Conservation Research in Orleans, California, who was not a member of the review panel.

Overall, the agency’s “driving goal seemed to be to identify the eastern wolf as a separate species, and to use that taxonomic revision to delist the gray wolf,” says Robert Wayne, a conservationist geneticist at the University of California (UC), Los Angeles, and one of the reviewers. If that were to happen, he says, it would be the first time that a species was removed from the federal endangered species list via taxonomy. “It should happen when a species is fully recovered,” Wayne says, “and the gray wolf is not. It’s not in any of those 22 eastern states—that’s why it’s endangered there.”

The panel’s statements will make it difficult, outside observers say, for USFWS to move forward with its proposal. The Endangered Species Act requires that decisions to remove a species from federal protection be based on the “best available science.”  And because the reviewers have concluded this is not the case, “you’ve got to think that the [service] must go back to the drawing board,” says Andrew Wetzler, director of land and wildlife programs for the Natural Resources Defense Council in Chicago, Illinois, an organization that advocates for continued federal protections for the wolf.

Gray wolves were exterminated across most of the lower 48 states in the last century. They were placed on the endangered species list in 1975, and successfully reintroduced into Yellowstone National Park and Idaho in 1995. Gray wolves also made a comeback in the Great Lakes region, where they now can be legally hunted. Idaho, Wyoming, and Montana also have wolf hunting and trapping seasons. Smaller gray wolf populations that aren’t legally hunted are found in Washington and Oregon.

The agency’s reaction to the peer-review comments has been somewhat muted. In a press statement, it thanked the National Center for Ecological Analysis and Synthesis at UC Santa Barbara for conducting the review. USFWS Director Dan Ashe noted that “[p]eer review is an important step in our efforts to assure that the final decision on our proposal to delist the wolf is based on the best available scientific and technical information,” and that the panel’s comments will be incorporated in the ongoing process of reaching a decision on the fate of the gray wolves.

The peer-review report is now available online. USFWS will reopen the public comment period on its delisting proporal on 10 February, and will accept comments through 27 March.

Projeto de lei veda uso de animal vivo para aula de medicina em SP (Folha de SP)

JC e-mail 4891, de 10 de fevereiro de 2014

Proibição afetaria formação de novos cirurgiões e prejudicaria pacientes, afirmam faculdades

Um projeto de lei pode afetar o ensino de medicina no Estado de São Paulo. Se a nova regra for aprovada, faculdades ficariam impedidas de usar animais vivos para treinamento de cirurgiões.

A proposta é do mesmo deputado autor da lei estadual que veda o uso de animais em testes de cosméticos, sancionada no mês passado. O projeto que afeta o ensino de medicina tramita desde 2012, mas só atraiu atenção no fim do ano passado, com a invasão do Instituto Royal –centro de pesquisa que usava cães em testes de drogas.

O autor do projeto, Feliciano Filho (PEN), diz que pretende aproveitar o súbito aumento do interesse político por questões de direitos dos animais para reavivá-lo.

A ideia de banir o uso de animais vivos no ensino médico encontra resistência.

“Se essa proibição for adotada, o prejudicado não vai ser o cirurgião, e sim o doente”, afirma Paulo Roberto Corsi, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Para ele, não é possível ainda substituir o uso de animais por manequins e simulações de computador, conforme propõe autor do projeto.

“Estão começando a surgir alguns simuladores, a maioria para cirurgia videolaparoscópica [com incisões pequenas]”, diz Corsi que também é vice-presidente do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. “Para cirurgia convencional, porém, que requer o corte aberto, não existe modelo adequado que substitua o animal de experimentação.”

A espécie mais usada para aulas dessa disciplina em faculdades de medicina é o porco, com abdome de tamanho similar ao humano. Faculdades de medicina afirmam que evitam causar sofrimento nos suínos, pois todos eles são anestesiados durante os procedimentos cirúrgicos e abatidos antes de recobrar os sentidos para que não sintam nenhuma dor.

“O procedimento é feito com ética, com respeito ao animal, na presença de um professor e com acompanhamento de um veterinário”, afirma Antônio Carlos Lopes, diretor da Escola Paulista de Medicina (Unifesp). “Mas o aluno precisa entrar em contato com sangue, com pinçamento de vasos e com suturas em tecido vivo, que é diferente de tecido morto e de qualquer outro material.”

Segundo o médico, as boas faculdades de São Paulo já aboliram o uso de animais em aulas de anatomia e fisiologia nas quais não eram estritamente necessários.

INVASÃO
No curso de medicina da PUC-Campinas usa-se manequins de anatomia em aulas mais elementares, software para simular efeito de drogas e preparados em tubo de ensaio para demonstrar algumas reações metabólicas.

Mesmo buscando reduzir o uso de animais, a universidade teve uma aula invadida no ano passado por ativistas que filmaram porcos em cirurgia. Gustavo Henrique da Silva, coordenador de cursos na PUC-Campinas, se disse surpreso por a universidade ter virado alvo do ativismo.

“O procedimento feito ali tinha sido aprovado pelo comitê de ética da universidade, que é bem atuante, e estava sendo realizado com todo o rigor possível”, diz.

O projeto de lei, porém, alega que mesmo esse tipo de aula já caiu em desuso nos EUA. A ONG Humane Society lista apenas quatro escolas médicas que ainda usam animais vivos no país. Universidades americanas têm cursos mais longos, nos quais alunos acompanham cirurgiões experientes e só mexem em tecido vivo aos poucos.

Para Lopes, da Unifesp, porém, adotar o modelo dos EUA é inviável no Brasil. “Aqui não podemos nos dar ao luxo de fazer tudo isso, quando temos que colocar o médico rapidamente na linha de frente para trabalhar”, diz.

(Rafael Garcia/Folha de SP)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saudeciencia/151359-projeto-de-lei-veda-uso-de-animal-vivo-para-aula-de-medicina-em-sp.shtml

Huge chimpanzee population thriving in remote Congo forest (The Guardian)

Scientists believe the group is one of the last chimp ‘mega-cultures’, sharing a unique set of customs and behaviour

theguardian.com, Friday 7 February 2014 11.53 GMT

A mother chimp passing her tool-use expertise to her young

In one of the most dangerous regions of the planet, against all odds, a huge yet mysterious population of chimpanzees appears to be thriving – for now. Harboured by the remote and pristine forests in the north of the Democratic Republic of Congo (DRC) and on the border of the Central African Republic, the chimps were completely unknown until recently – apart from the local legends of giant apes that ate lions and howled at the moon.

But researchers who trekked thousands of kilometres through uncharted territory and dodged armed poachers and rogue militia, now believe the group are one of the last thriving chimp “mega-cultures”.

“This is one of the few places left on Earth with a huge continuous population of chimps,” says Cleve Hicks, a primatologist based at the Max Planck Institute in Leipzig, Germany, who says the group is probably the largest in Africa. “We estimate many thousands of individuals, perhaps tens of thousands.” A unique set of customs and behaviour is shared by the apes across a vast area of 50,000 sq km, revealing how they live naturally.

The unusually large chimps of the Bili-Uele forest have been seen feasting on leopard and build ground nests far more often than other chimps, as well as having a unique taste for giant African snails, whose shells they appear to pound open on rocks or logs. Motion-activated video cameras left in the forest for eight months also recorded gangs of males patrolling their territory and mothers showing their young how to use tools to eat swarming insects – although the footage did not confirm the lunar howls.

Gangs of males patrolling their territory

The camera traps also revealed an extraordinary range of other forest dwellers, including forest elephantsolive baboonsspotted hyena as well as red river and giant forest hogscrested guinea fowl and aardvark. “We saw incredible amounts of wildlife on our camera traps, but we did not catch a single film of a human,” says Hicks. “It remains one of the last untouched wildernesses in Africa.”

One camera even recorded its own destruction as it came under attack from a leopard, but all two dozen cameras were nearly lost when poachers invaded the area and burned the researchers’ camp. Only a swift two-day rescue mission retrieved the footage.

Forest elephants

Hick’s team first identified the existence of the Bili chimps in 2007 but their new survey, published this week in the journal Biological Conservation, reveals a vast, thriving mega-culture. Elsewhere in Africa, human damage has fragmented the continent’s chimp population from many millions to just a few hundred thousand over the last century.

However, while the chimp numbers have apparently remained stable, the numbers of forest elephants have crashed by half due to poaching. The slaughter, to feed the highly lucrative illegal ivory trade, mirrors the bloody picture across central Africa, where two-thirds of all forest elephants have been killed in the last decade. “We found the burned skulls of a mother and baby skull at a poachers camp,” says Hicks.

Footage of elephant skulls, a sign poachers are venturing deeper into forests to hunt elephants

“The area is at great risk of being opened up,” says John Hart, one of the team and who has spent decades in DRC at the Lukuru Wildlife Research Foundation. The team’s work was interrupted previously by gunmen protecting illegal gold mining operations in nearby areas but the security situation is getting worse, Hart told the Guardian. Speaking from the town of Kisangani, on the eve of returning to the forest, he said: “The Lord’s Resistance Army are moving through the area as we speak. Also refugees from the Central African Republic (CAR) war and armed brigands from the CAR’s Seleka and opposition groups are establishing bases in the region.”

The researchers fear that these increasing incursions into the virgin forest will draw in more hunters seeking to feed the enormous bushmeat trade in the Congo basin, that targets chimps and other animals. “Theincredible bushmeat trade we discovered [in the southern part of the forest in 2010] was totally without precedent.” Hart says, with an estimated 440 chimps being killed a year. “But with the availability of bushmeat declining elsewhere, commercial bushmeat hunters are going further and further into the forest.”

The chimps are an endangered species and fully protected in DRC law. “But it is only a law on paper,” says Hicks, who identifies both official security forces and militia as the source of much of the danger, as well as endemic corruption. “I think the military are giving guns to the poachers.” He says the forest and the chimp mega-culture it contains are currently completely unprotected.

Congo_WEB

The prime minister, David Cameron, and Prince William are due to host the highest level global summit to date on combating the $19bn-a-year illegal wildlife trade in London next Thursday. Delegates from more than 50 nations, including all African countries, will focus on the poaching crisis facing elephants and other species, which is not only driving many towards extinction but is strongly linked to international organised crimeand the poverty of many vulnerable communities. The aim is to deliver an unprecedented political commitment, along with an action plan and funding pledges, and Hicks says the Bili-Uele forest is in need of urgent help.

“It is one of the last great expanses of pristine African wilderness,” he says. “Elephants have already taken a major hit and unless we can muster the resolve to protect this precious area, we are at risk of losing it forever. At the very minimum need 20 wildlife guards who are able to sweep through the forest and set up roadblocks to stop the poachers and other hunters.”

Hart agrees: “It is a very significant opportunity to preserve a whole ecosystem of chimpanzees: elsewhere on this continent this opportunity just does not exist.”

• You can view more camera trap videos from the Bili forest here.

Comissão especial da Câmara vai consolidar normas de proteção aos animais (Agência Câmara)

JC e-mail 4889, de 06 de fevereiro de 2014

Presidente da Câmara criou comissão para analisar os projetos sobre o tema em tramitação na Casa

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, anunciou nesta terça-feira (4) a criação de uma comissão especial para consolidar, em uma única lei, os projetos e normas existentes referentes à proteção dos animais. O colegiado será composto por 23 membros titulares e o mesmo número de suplentes.

A criação da comissão foi uma reivindicação da bancada do PV, com apoio do Solidariedade (SDD), apresentada e aprovada pelo Colégio de Líderes em 10 de dezembro de 2013 – Dia Internacional dos Direitos dos Animais.

O objetivo dos partidos é dar tratamento uniforme e adequado a essas proposições. Tramitam atualmente na Casa 185 projetos de lei que disciplinam o assunto. “Uma legislação consolidada traz segurança jurídica, facilita o entendimento legal e elimina dúvidas sobre como lidar com a questão. Ela também irá estabelecer um marco regulatório da relação das pessoas com os animais, protegendo a fauna e, por sua vez, dando as respostas pelas quais a sociedade clama”, afirma o líder do PV, deputado Sarney Filho (MA).

Grupo de trabalho
O SDD criou ainda o Solidariedade Proteção aos Animais, grupo de trabalho que visa direcionar políticas específicas sobre maus-tratos, uso em pesquisas, controle populacional, abate, tráfico, criminalização, proteção, saúde, comércio e preservação das espécies, entre outros aspectos.

“O debate sobre os direitos dos animais é um dever do Poder Público. Discussões sobre maus-tratos, por exemplo, tomam proporções cada vez maiores. Nosso partido criou o Solidariedade Proteção aos Animais para entrar nessa importante discussão”, destacou o líder da legenda na Câmara, deputado Fernando Francischini (PR).

A iniciativa teve como motivação não só os episódios de maus-tratos a animais e seu uso em pesquisas científicas, mas, principalmente, a necessidade de preservar a riqueza e o bem-estar da fauna nativa, silvestre, doméstica, domesticada ou exótica, bem como atualizar a Lei de Proteção à Fauna (5.197/67), que no dia 3 de janeiro completou 47 anos.

Como marco do começo desse processo, ocorrerá em Brasília, entre os dias 17 e 20 de fevereiro, em frente ao Congresso, o Acampamento Nacional dos Animais, uma vigília que reunirá protetores e ativistas de todo o País pela aprovação de leis há anos em tramitação.

Acústica ecológica, medida para a biodiversidade (O Globo)

Especialista na gravação de sons naturais, o músico e naturalista americano Bernie Krause prova que a paisagem sonora de um ambiente tem muito a informar sobre o seu equilíbrio

BOLÍVAR TORRES

Publicado:28/01/14 – 8h00 / Atualizado:28/01/14 – 14h47

<br />Bernie Krause. Músico largou as vaidades de Hollywood para se dedicar às paisagens sonoras e à acústica ecológica<br />Foto: Terceiro / Divulgação/Tim ChapmanBernie Krause. Músico largou as vaidades de Hollywood para se dedicar às paisagens sonoras e à acústica ecológica Terceiro / Divulgação/Tim Chapman

RIO – Em um longínquo verão de 1988, o músico e naturalista americano Bernie Krause teve uma experiência reveladora. Um dos maiores especialistas do mundo em sons naturais, ele ganhou permissão para registrar a paisagem sonora de Lincoln Meadow, uma área de manejo florestal californiana localizada a três horas e meia de São Francisco, antes e depois de uma extração seletiva. Munidos de estudos prévios, a madeireira responsável e os biólogos locais tinham garantido à comunidade que os métodos de extração não causariam impactos ambientais, já que apenas poucas árvores seriam derrubadas.

Alguns dias antes do manejo, Krause instalou seu sistema de gravação na campina e registrou os sons do amanhecer. Uma rica música natural explodiu em seus fones de ouvido, executada por pica-paus, codornas, pardais e insetos de todos os tipos. Um ano depois, já com as árvores derrubadas, Krause regressou ao local, no mesmo dia do mesmo mês, à mesma hora e sob as mesmas condições meteorológicas.

Assim como prometeram os biólogos, a floresta parecia intacta. Aos olhos humanos, não havia sinais de deterioração. Porém, a nova “música” capturada pelo gravador revelava um cenário muito diferente. O que antes formava uma amplo mosaico sonoro, limitava-se agora a um punhado carente de ruídos, no qual se destacavam apenas o correr do rio e o martelar solitário de um pica-pau.

Com uma gravação de apenas alguns segundos, Krause acabara de comprovar que o som de um ambiente pode informar muito mais sobre seu equilíbrio do que fotografias ou imagens de satélite. Conhecido como “ecologia acústica” (soundscape ecology), o conceito se tornou hoje uma disciplina científica, da qual o músico é um dos pioneiros. Em resumo, a ideia consiste em usar a sonoridade dos organismos vivos não humanos (“biofonia”) e a de fontes não biológicas (“geofonia”) como indicadores de biodiversidade: quanto mais “musicais” e complexas as propriedades acústicas de um habitat, mais saudável ele será.

– As gravações biofônicas simplesmente confirmam nossas relações com o mundo natural – explica o músico, em entrevista por e-mail à Revista Amanhã. – Se elas são saudáveis, a paisagem sonora indicará os padrões necessários que confirmam em que grau essa relação existe. Se não são, então não haverá som em determinado habitat, ou os padrões bioacústicos serão caóticos e incoerentes.

Nascido em 1938, em Detroit, Bernie Krause passou mais da metade de seus 75 anos perseguindo sons naturais pelos quatro cantos do mundo. Depois de trabalhar com artistas como Bob Dylan, The Doors e Rolling Stones, e ajudar a criar efeitos de filmes como “Apocalipse Now” (do qual foi demitido e recontratado uma dezena de vezes durante as filmagens), o músico cansou das vaidades de Hollywood e passou a se dedicar exclusivamente à acústica ecológica. Fonte para numerosos discos e publicações, sua coleção inclui desde fontes não biológicas, como fragores de trovões e “cantos” de dunas de areia, aos mais improváveis sons de animais (vocalizações de larvas e grunhidos de anêmonas-do-mar). Um balanço destas experiências pode ser lido em “A grande orquestra da natureza”, seu último livro, publicado no Brasil pela Zahar, em 2013.

O trabalho de Krause representa um divisor de águas na história da paisagem sonora: antes da sua contribuição, a técnica consistia essencialmente em capturar fragmentos monofônicos de fontes isoladas, restringindo as pesquisas aos limites de cada vocalização. Como, por exemplo, quando uma equipe de ornitólogos registrou, em 1935, o canto do raríssimo pica-pau-bico-de-marfim. Se quisermos saber como soava esta criatura, hoje provavelmente extinta, temos a amostra gravada.

Com o músico e naturalista americano, no entanto, o escopo de pesquisa começou a ser ampliado. Ao explorar florestas equatoriais da África, Ásia e América Latina, Krause percebeu que o que nos chega da natureza é profundamente conectado. Como músicos em uma orquestra, as diferentes espécies harmonizam suas vocalizações, modulam em conjunto, de acordo com os sons naturais de fontes não biológicas (o vento, a água, o movimento da terra e da chuva) de cada habitat.

Assinatura acústica

Esta complexa acústica multidimensional precisava ser capturada como um todo, e Krause usou sua experiência na produção musical para modernizar os modelos de gravações, antes limitados a um só canal.

– Separar as vozes das espécies individuais, especialmente na biofonia, é um pouco como tentar entender a magnificência da quinta sinfonia de Beethoven abstraindo o som de um único violino, fora do contexto da orquestra, e ouvir apenas uma parte dela – compara Krause. – Ao fragmentar ou descontextualizar as paisagens sonoras do mundo natural, é impossível entender a sua voz, as razões de uma determinada vocalização, ou ainda a sua relação com todos os outros sons de animais emitidos em um habitat. Gravando todos os sons juntos, ao mesmo tempo, ganha-se uma explicação contextual.

Isso não significa, contudo, que Krause ignore vocalizações específicas. Pelo contrário. Cada organismo possui uma assinatura sonora própria, e seu arquivo reúne as mais variadas espécies de animais. Em “A grande orquestra da natureza”, ele descreve algumas curiosidades. Descobrimos a inacreditável amplitude sonora do camarão-pistola, que com apenas cinco centímetros é capaz de produzir, debaixo d’água, um barulho mais intenso do que os volumes registrados em shows de rock.

Também aprendemos que os lobos aproveitam a privilegiada ressonância e propagação da noite para vocalizar, ou que os sons dos golfinhos, se produzidos fora do ar, equivaleriam ao disparo de uma arma de grosso calibre.

Há ainda detalhes sobre uma das melodias mais bonitas que existem, gerada por casais de gibão da Indonésia. “Cada par desenvolve os próprios diálogos musicais bastante elaborados – duetos encantadores de entrosamento amoroso”, descreve Krause.

As gravações nos ajudam a entender manifestações emocionais de certos animais. Neste sentido, poucas coisas soam mais tristes do que o choro de um castor em luto.

O músico também compara as vocalizações de duas duplas de baleias – uma de um grupo ainda selvagem, outra cativa num parque temático. Enquanto a primeira apresentava sons cheios de energia e vitalidade, na segunda se destacava uma lentidão letárgica nas vocalizações.

Assim como acontece com os organismos vivos, cada fonte não biológica possui um ressonância peculiar. Para Krause, o mar de Ipanema, por exemplo, traz uma assinatura acústica diferente das de outras praias: “Sempre achei que o som sedutor, lento e ritmado dessas ondas me acolhia e me chamava para a tentadora arrebentação”, escreve. Por outro lado, ele conta que a arrebentação no litoral da Louisiana, no Golfo do México, passou a soar “gorgolejante, lamacenta e morosa, como se a água estivesse engasgada e afogada em si mesma” depois de um grande vazamento de petróleo em 2010.

Em “A grande orquestra da natureza”, Krause mostra que a conexão entre os mundos sonoros humano e não humano se perdeu. Nosso modo de vida não só nos priva da capacidade de escutar com atenção o que está ao redor, como ainda silencia a diversidade acústica dos recintos do planeta. O autor lembra que metade das fontes de seu arquivo, gravadas ao longo das últimas quatro décadas, se encontra hoje extinta por causa da intervenção humana. Em muitos desses lugares, as alterações sonoras acontecem num ritmo assustador, como as geleiras do Kilimanjaro e de Glacier Bay, ou os recifes de coral.

Segundo Krause, um sintoma deste divórcio com a natureza está na própria autorreferencialidade e antropocentrismo da música ocidental, que nos últimos séculos teria se alimentado apenas de suas próprias experiências. O que não acontece com muitos povos indígenas, como os ianomâmi, que usam as melodias da chuva caindo sobre a vegetação e outros ritmos geofônicos na sua música tradicional. Krause mostra como seres humanos que vivem intimamente ligados à floresta, como os bayaka na África, ou os kaluli em Papua-Nova Guiné, encontram na biofonia uma espécie de karaokê ecológico. Em suas performances, a natureza se transforma em uma banda de apoio. O que leva à conclusão óbvia de que a música humana teria se originado nas sonoridades do mundo natural.

– Como pré-requisito para concessão de um diploma, eu aconselharia qualquer instituição acadêmica que treina músicos e compositores se certificar de que cada aluno tem pelo menos um ano de experiência de escuta e gravação em habitats selvagens extremos, o mais afastado possível de áreas urbanas e antropofônicas – opina Krause.

Discoteca ecológica

Anêmona-do-mar: Emissora de sons incomuns, solta grunhidos altos e irritantes quando perturbada.

Castor: Uma das vocalizações mais tristes gravadas por Krause é a de um castor que acabara de perder sua companheira e filhotes e nadava em círculos gritando sua dor.

Vento: Por sua força mística, é um dos mais etéreos sons geofônicos.

Neve: Para quem se dedica ao registro sonoro da natureza, o som da neve caindo equivale a “um prato da alta gastronomia”, segundo Krause: difícil de conseguir, mas inigualável.

Ouça mais sons na página do livro “A grande orquestra da natureza”:http://bit.ly/orquestranatureza

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/revista-amanha/acustica-ecologica-medida-para-biodiversidade-11416452#ixzz2ru9qYO5n 
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University of Waterloo tries dog patrol to fight goose problem (CBC News)

CBC News Posted: Apr 10, 2013 5:30 AM ET Last Updated: Apr 15, 2013 12:40 AM ET

A pair of Canada Geese. The University of Waterloo is trying new ways to fight the geese problem on campus, including using dog patrols and asking students to tweet in nest locations.

A pair of Canada Geese. The University of Waterloo is trying new ways to fight the geese problem on campus, including using dog patrols and asking students to tweet in nest locations.

 

It’s spring. That means longer days, warmer weather, and for Canada Geese, it’s nesting season.

The Canada Geese that have taken up residence at the University of Waterloo are famous, in part because they don’t hesistate to defend their nesting areas from perceived intruders.

Alex Harris and Molson the dog, pictured above, patrol UWaterloo twice a day to chase away Canada Geese. Photo:warriordad.smugmug.com/

Alex Harris is no stranger to hissing, flapping, angry geese. Harris is the man behind the University of Waterloo’s Geese Police and along with Molson, a border collie-golden retriever cross, patrols the university campus twice a day along a five-kilometre path. Canada Geese are notorious at the university because the large number of people and buildings offer protection from natural predators, allowing the geese to thrive. 

The daily patrols are part of Harris’ undergraduate thesis project for his Geography and Environmental Management Honours degree. By summer, Harris wants to have an accurate picture of how Molson affects geese nesting habits along the designated path, in order to “determine exactly how bad the problem is and how long it will take to fix it and balance the ecosystem out,” he writes on his website.

Read the full article here.

 

De olho no gato (Fapesp)

Pesquisadores se mobilizam para aumentar em 20% a população de onças-pintadas na mata atlântica em cinco anos

CARLOS FIORAVANTI e RICARDO ZORZETTO | Edição 215 – Janeiro de 2014

O maior felino 
das Américas: 
com baixa diversidade genética e ameaçado pela caça intensiva

O maior felino 
das Américas: 
com baixa diversidade genética e ameaçado pela caça intensiva. © ADRIANO GAMBARINI

O veterinário Ronaldo Morato pretende sair logo atrás de onças-pintadas, se possível já em maio, quando passarem as chuvas do início de ano. Seu plano é colocar um colar especial em cinco onças dessa espécie que vivem nas florestas do sul do estado de São Paulo para acompanhar seus movimentos a distância e conhecer seus espaços favoritos. A definição de áreas prioritárias para a conservação desses animais faz parte de um plano estabelecido em setembro em Campinas para ampliar em 20% a população de onças-pintadas – os maiores felinos das Américas – na mata atlântica, o ambiente florestal em que são mais raras.

O plano propõe a redução da caça, o monitoramento das populações remanescentes, o uso de técnicas como inseminação artificial e a formação de um banco de sêmen de onças-pintadas da mata atlântica. Participantes da reunião – pesquisadores acadêmicos e representantes de empresas e de órgãos do governo – reconheceram que o esforço concentrado em um único ecossistema com metas de curto prazo deve facilitar o trabalho e aumentar a chance de sucesso do plano de ação. Já existe um plano nacional de preservação das onças-pintadas, publicado em dezembro de 2010 no Diário Oficial, com ações previstas até 2020. Em uma avaliação recente, os especialistas verificaram que parte dos objetivos tinha sido atingida e concluíram que trabalhar separadamente nos diferentes ambientes brasileiros poderia ser mais produtivo.

“Se conseguirmos reduzir as pressões atuais, como a caça e a fragmentação da floresta, pode já ser o bastante para aumentarmos a população de onça-pintada na mata atlântica”, diz Morato, coordenador do Centro Nacional de Pesquisas e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Em sua sala de trabalho, em um prédio de dois pisos com amplas janelas de vidro e vigas de madeira próximo à rodovia Dom Pedro I, em Atibaia, ele acompanha pelo computador o movimento de oito onças-pintadas nas matas do norte do pantanal. Várias vezes ele sentiu medo e fascínio ao se ver em campo diante desses felinos, que podem chegar a 2,70 metros de comprimento e podem atacar quando se sentem acuados. A primeira vez foi em 1992, recém-formado em veterinária, para anestesiar uma onça-preta e acompanhar outros pesquisadores colocando um colar de monitoramento no animal, ainda como estagiário do biólogo Peter Crawshaw, um dos pioneiros na preservação de felinos silvestres no Brasil. “E nunca mais me desprendi das onças”, diz Morato, aos 47 anos.

“Temos de trabalhar juntos e acreditar que o plano vai dar certo”, ele ressalta. Reduzir a caça e a fragmentação, como ele propõe, exigirá uma atenção permanente dos órgãos de fiscalização ambiental nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, por onde a mata atlântica se espalha. Em todo o país, a caça – para a retirada e venda de pele ou como retaliação, quando as onças atacam os rebanhos – ainda é intensa, embora proibida e classificada como crime inafiançável. Em 2013, ele e Elildo Carvalho Jr., outro pesquisador do Cenap, em colaboração com o Instituto Pró-Carnívoros, verificaram que pelo menos 60 onças-pintadas (Panthera onca) e pardas (Puma concolor) foram mortas por caçadores nos últimos dois anos, com base em informações de 100 gestores das unidades de conservação ambiental administradas pelo governo federal. Estima-se que 5.500 representantes dessa espécie se escondam nas florestas brasileiras, principalmente na Amazônia e no pantanal. Mesmo assim, a onça-pintada é considerada vulnerável ao risco de desaparecimento, por causa do declínio populacional.

Na reunião de setembro em Campinas e em uma carta publicada na revista Science em novembro, pesquisadores de várias instituições do país alertaram que a mata atlântica, se nada for feito, pode ser o primeiro ambiente florestal brasileiro a perder essa espécie de felino – ali, a onça-pintada já é classificada como criticamente ameaçada de extinção. Estima-se que a floresta atlântica abrigue apenas 250 onças-pintadas, total considerado baixo para a manutenção das populações. Além do pequeno número de animais, outro problema é a baixa diversidade genética. Os estudos do grupo de Eduardo Eizirik da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul indicaram que os 250 animais, em consequência de cruzamentos entre eles, correspondem a apenas 50 indivíduos efetivos, geneticamente distintos.

As onças-pintadas ocupam apenas 7% da área total da mata atlântica. Se houvesse mais animais dessa espécie – e também mais oferta de sua dieta favorita, as queixadas, uma espécie de porco selvagem bastante caçada por causa da carne, mas indesejada porque anda em bandos e destrói plantações –, a área ocupada poderia ser três vezes maior, de acordo com as pesquisas do grupo de Mauro Galetti, da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Seus estudos indicaram que a falta de onças-pintadas, os predadores de topo de cadeia alimentar, pode causar vários tipos de desequilíbrios ecológicos, deixando animais herbívoros como a anta – ou mesmo roedores – se multiplicarem livremente ou favorecendo o crescimento de gramíneas e outras plantas baixas no lugar das árvores.

Região de Boqueirão da Onça

Região de Boqueirão da Onça. © CLAUDIA B. CAMPOS

Valéria Conforti, professora da Universidade de Franca (Unifran), disse que saiu otimista da reunião de setembro em Campinas. “Todos estavam chocados com a situação das onças-pintadas na mata atlântica e se mostraram dispostos a correr riscos e testar o que achamos que pode dar certo”, ela observou. Um de seus planos para este ano é testar, em onças-pintadas mantidas em zoológicos paulistas, uma técnica de inseminação artificial que ela aplicou experimentalmente em gatas domésticas e outros felinos no zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos. Essa abordagem consiste em medir a variação hormonal das onças fêmeas por meio da análise de fezes, identificar o momento mais adequado, induzir a ovulação e fazer a inseminação artificial, depositando sêmen por meio de uma laparoscopia na tuba uterina, em vez do útero, como já se faz, para facilitar o acesso do espermatozoide ao óvulo e aumentar a chance de fertilização. A inseminação artificial já foi aplicada a outros felinos, mas ainda não a onças-pintadas. Se os testes derem certo, Valéria pretende aplicar essa técnica em animais de vida livre em 2015, como forma de aumentar a probabilidade de geração de filhotes sadios e evitar o risco de cruzamento entre animais aparentados.

A transferência de animais de uma mata para outra é uma possibilidade cogitada para repovoar as matas com onças-pintadas. Trata-se, porém, de uma alternativa de custo alto e muitas dificuldades, que exige o apoio de comunidades rurais e fazendeiros que aceitem ter uma onça perto de suas casas ou pastagens. Vários estudos, como os do biólogo Sílvio Marchini, pesquisador da Escola da Amazônia e da Universidade de São Paulo (USP), mostraram que o apoio dos moradores de áreas rurais próximas a matas ocupadas por onças é fundamental para os planos de ação funcionarem. No pantanal, com resultado de um experimento-piloto do Cenap com uma pousada, ganha adesões o argumento de que o lucro com o turismo de observação de onças pode ser maior que a perda de um ou outro boi.

Há relatos de êxito de transferência de felinos nos Estados Unidos e na Espanha, mas no Brasil as poucas tentativas feitas até agora, em florestas a serem cobertas por reservatórios de hidrelétricas, não deram certo. Os animais transferidos não se adaptaram, começaram a comer bois e foram mortos por caçadores ou voltaram a seus locais de origem, a dezenas de quilômetros de distância. Em um dos debates no encontro de setembro em Campinas, os pesquisadores observaram que, nos próximos cinco anos, talvez a criação de conexões – ou corredores – entre os fragmentos de floresta seja uma alternativa mais viável que a inseminação artificial ou a transferência de animais para ampliar as populações de onças-pintadas na mata atlântica. Todos concordaram que se trata de um problema urgente. “Não podemos esperar muito”, disse Valéria Conforti. A onça-pintada já é considerada extinta no Uruguai e nos pampas do Sul do Brasil.

Manuel Silva, morador da região de Boqueirão da Onça (acima), Alessandra e a filha Sara, Cailane Ferreira (ao fundo) e Claudia Campos: diálogo constante

Manuel Silva, morador da região de Boqueirão da Onça, Alessandra e a filha Sara, Cailane Ferreira e Claudia Campos: diálogo constante. © ALEXANDRE ANÉZIO

Um poço para salvar as onças

Mais apreensiva do que quando olhou para os examinadores 
de sua banca de doutorado, 
a bióloga Claudia Campos observou os 50 sertanejos à sua frente na igreja do povoado de Queixo Dantas, norte da Bahia, na tarde de um domingo de julho de 2012. Nervosa, mas com 
voz firme, ao lado dos amigos Claudia Martins, Carolina Esteves e Alexandre Anézio, 
ela sugeriu aos homens que fizessem cercados para manter suas cabras e ovelhas, em vez 
de deixar os animais soltos na caatinga na época de seca, sob 
o risco de serem atacados por onças. Os criadores reagiram: como poderiam deixar os animais presos sem água nem comida, se não chovia há três anos? Se eles aceitassem, ela disse, poderiam construir um poço para tirar água e cultivar plantas para alimentar os animais. Oito deles aderiram ao plano.

A perfuração do poço artesiano estava prevista para o final do mês passado, as plantas que serviriam de alimento para os caprinos seriam semeadas logo depois e os novos cercados, construídos a partir de fevereiro. Se tudo der certo, os animais terão alimento ao longo de todo o ano, como
já se faz em outras partes do sertão do nordeste, e não precisarão mais pastar nas áreas de mata nativa durante 
a seca, reduzindo as chances 
de encontro com as onças; 
os moradores as matam para evitar que ataquem seus animais de criação.

Claudia chegou a Petrolina, Pernambuco, em outubro de 2006, como pesquisadora do Centro Nacional de Pesquisas 
e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, um dos braços antigos do Ibama, 
para detalhar a distribuição geográfica e os hábitos da 
onça-pintada em uma região
 de 900 mil hectares conhecida como Boqueirão da Onça. 
Ao verem a forasteira chegando em um carro com o logotipo 
do Ibama, os moradores logo diziam que não caçavam bicho nenhum. Conversando muito, ela venceu a desconfiança. “Todos estão cansados de ouvir do governo coisas que poderiam ajudar a vida deles e nunca aconteceram”, ela observou. 
“Já visitei 140 dos quase 
150 povoados da região.”

Aos poucos ela concluiu 
que teria de cuidar dos conflitos entre os moradores e os 
animais silvestres. Em 2009, aos 76 anos, o zoólogo George Schaller, pioneiro mundial na conservação de grandes carnívoros e vice-presidente 
da Panthera, organização que apoia o trabalho na Bahia, percorreu a região e reforçou sua hipótese ao dizer que seria impossível preservar animais silvestres sem a participação dos moradores locais. Claudia estima que por ali vivam 
50 onças-pintadas – ainda não 
viu nenhuma, apenas vê as pegadas durante o dia e 
sente que os animais passam 
por perto quando ela tem 
de dormir no meio da caatinga.

Projetos
1. Uso e ocupação do espaço, movimentação e seleção de hábitat por onça-pintada (Panthera onca) na mata atlântica e caatinga: uma análise comparativa (2013/10029-6); Modalidade Auxílio Regular a Projeto de Pesquisa; Coord. Ronaldo Gonçalves Morato – Cenap; Investimento R$ 110.627,80 (FAPESP). 2. O uso de método não invasivo para monitoramento da função ovariana em onças-pintadas (Panthera onca) via ensaio imunoenzimático e caracterização dos metabólitos de esteroides fecais por meio de cromatografia líquida de alta eficiência (13/12757-9); Modalidade Auxílio Regular a Projeto de Pesquisa; Coord. Valeria Amorim Conforti – Unifran; Investimento R$ 35.780,00 (FAPESP).

Artigos científicos
CARVALHO Jr., E.A.R. de e MORATO, R.G. Factors affecting big cat hunting in Brazilian protected areasTropical Conservation Science. v. 6, n. 2, p. 303-10. 2013.
CONFORTI, V. A. et al. Laparoscopic oviductal artificial insemination improves pregnancy success in exogenous gonadotropin-treated domestic cats as a model for endangered felidsBiology of Reproduction. v. 88, p. 112.105353. 2013.

A planta com capacidade de aprender (e lembrar) como os animais (Hype Science)

Por Natasha Romanzoti

20.jan.2014

mimosa-pudica

Uma nova pesquisa da Universidade da Austrália Ocidental descobriu que a planta Mimosa pudica, conhecida em português como dormideira, não-me-toques ou dorme-dorme, é capaz de aprender e se lembrar tão bem quanto animais fazem – tudo isso sem um cérebro.

Enquanto pode soar como ficção, a autora sênior do estudo, Dra. Monica Gagliano, e seus colegas Michael Renton e Dr. Marcial Depczynski da Universidade da Austrália Ocidental e Stefano Mancuso da Universidade de Florença (Itália) têm provas sólidas para apoiar suas teorias.

Usando a mesma estrutura experimental normalmente aplicada para testar respostas comportamentais aprendidas em animais, os cientistas projetaram seus experimentos como se a dorme-dorme fosse de fato um animal.

Eles treinaram as memórias de curto e longo prazo das plantas em ambos ambientes de alta e baixa luminosidade ao derramar água sobre elas várias vezes usando um aparelho personalizado. A dorme-dorme dobra suas folhas em resposta à queda.

O objetivo era descobrir se as plantas poderiam aprender a ignorar adaptativamente tais estímulos, um processo conhecido como habituação.

Primeiro, as plantas que foram submetidas a uma única gota de água rapidamente fecharam as suas folhas, repetindo o gesto quando o experimento foi feito novamente oito horas depois – elas claramente ainda consideravam a experiência ameaçadora.

Um grande grupo de plantas recebeu, em seguida, uma série de 60 quedas consecutivas com poucos segundos de intervalo, repetida sete vezes dentro de um único dia. Estas plantas se habituaram rapidamente, mantendo suas folhas abertas após as primeiras 4 a 6 gotas e, no final do dia, sequer fecharam suas folhas. Para garantir que tudo isso não era simplesmente um caso de “fadiga”, um tipo diferente de choque foi administrado, e as plantas fecharam suas folhas conforme o esperado.

Os pesquisadores eficazmente mostraram como as plantas pararam de fechar suas folhas quando souberam que a perturbação repetida não tinha nenhuma consequência danosa real. Elas foram capazes de adquirir o comportamento aprendido em questão de segundos e, como nos animais, a aprendizagem foi mais rápida em ambiente menos favoráveis (ou seja, com pouca luz).

Mais notavelmente, as plantas foram capazes de se lembrar do que tinham aprendido por várias semanas, mesmo depois de as condições ambientais mudarem. Elas não só se lembraram que o estímulo era inofensivo, como também abriram as suas folhas de forma mais ampla, mostrando que haviam se adaptado ao que tinham aprendido no seu novo ambiente de baixa luz. No geral, todos os grupos testados apresentaram respostas mais pronunciadas e consistentes do que antes, o que demonstra que ainda se lembravam do que foram ensinadas quatro semanas antes.

Essa descoberta vem não muito tempo depois da Dra. Gagliano publicar um artigo sobre o poder das plantas de “falarem” usando som. Além disso, outra pesquisa já havia revelado que as plantas possuem a capacidade de contar – a Arabidopsis thaliana, por exemplo, depende de matemática para sobreviver, adaptando suas reservas de amido fotossintético conforme a variação do tempo sem luz e o conteúdo disponível de amido, para durem quase precisamente até o amanhecer.

Ou seja, as plantas podem não ter cérebro e tecidos neurais, mas possuem uma sofisticada rede de sinalização à base de cálcio nas suas células, semelhante a processos de memória dos animais.

Os pesquisadores admitem que ainda não entendem a base biológica para esse mecanismo de aprendizado das plantas, no entanto, o seu conjunto de experimentos tem grandes implicações – principalmente, muda radicalmente a fronteira entre plantas e animais, incluindo a nossa definição de aprendizagem (e, portanto, memória) como uma propriedade especial de organismos com funções de um sistema nervoso. [ScienceAlert,Economist]

Age-Old ‘Man v. Wolf’ Battles Are Back In Europe (Worldcrunch)

Julie Farrar (2014-01-11) 

Article illustrative image

Iberian wolf in Lugo, Spain

“Wolves are not killed because they are grey, but because they eat sheep.”  (Russian proverb)

Who’s afraid of the Big, Bad Wolf? Well, as it turns out, more than just the shepherds whose flocks get devoured. In European culture, there is a deep-rooted negative image of the wolf, based on fear of attacks on humans — thanks to well-known children’s stories — combined with the loss of livestock, and therefore livelihood, to wolf depredation.

And over the past decade, as the number of members of the species has increased, humans are the ones on the attack.

In the central Italian city of Terni, a she-wolf was shot dead. This comes as in the coastal forest of Tuscany, eight wolves have been killed since November — three in the last week alone. In these most recent kills, two of which were wolf-dog hybrids, the animals had been tied up on a city street where they were beaten, shot and left abandoned as acts of “demonstrative warning,” according to La Stampa.

Giacomo Bottinelli of the Italian animal rights group LAV blamed sheep farmers and lax hunting regulations that he says “guarantee the impunity of dangerous criminals.”

Meanwhile, in Tamins, Switzerland, a wolf was found dead this week, and it was determined that it had been shot two weeks earlier and left to succumb to a slow and painful death, reports 24 Heures. “This situation surprised us completely, even if we knew the local population was concerned by the presence of the wolf pack in the area,” said State Councilor Mario Cavigelli. “Completely informing the population is our top priority. Wolves are not dangerous as long as we don’t feed them.”

Experts note that there are solutions to keep the animals at bay, e.g. the use of rubber bullets, flashing lights and even the presence of sheepdogs. It’s true that as predation grows, an open debate must take place — but funds are lacking and the shepherds need help.

Pets in the middle

In Germany, as elsewhere, it was believed that the species had been hunted to extinction more than a century ago. But over the past decade, wolves have returned, migrating back from Eastern Europe and reigniting ancient fears. German weekly Der Spiegel reports that researchers at the Senckenberg Society for Natural Research proved that livestock accounts for less than 1% of wolves’ diets.

The resurgence of the animals has caused anger amongst farmers, who declare that the wolves are not just eating their sheep and other livestock, but household pets as well.

“We’re not against wolves, but we want them to stay on government-owned lands. When they leave these territories, we want to be able to shoot them,” said Lutz-Uwe Kahn, of the Brandenburg Farmers Alliance, quoted in Der Tagesspiegel.

There is the fear that the wolves will attack humans but, as Werner Freund proved to VICE magazine, it is entirely possible to co-habitate with them. Freund, a former marine, has been living with wild wolves in Merzig, a small town near the French border, for the past 30 years. He firmly believes that wolves only attack when cornered, and that fairy tales have brought up to believe they are to be feared. “If we say that wolves shouldn’t live here,” he continues, “then we have no right to complain about the killing of elephants in Africa for ivory.”

While Freund’s view is certainly atypical, as very few people in the world have had similar experiences with the species as he has, Germany is not the only country that is experiencing a comeback from the creatures: After an absence of 70 years, they’re back in Spain’s Guadarrama mountains, just 65 kilometers from Madrid.

Over the past two months, writes The Guardian, around 100 sheep and cattle have been killed near Buitrago, in the northern foothills of the Guadarrama mountains, says Juan Carlos Blanco, a wolf specialist and adviser to the Spanish environment ministry.

“Guadarrama can support two, even three, packs. We think there are now six packs within 100 kilometers of Madrid. When they arrive in a new area the shepherds don’t know what to do. Then they find ways to protect their flocks with dogs or fences. It’s a natural event, and the wolf will not go away now,” he says.

Blanco notes that even if hunters exterminate one pack, others will take its place. “Wolves, he said, “are very adaptable and resilient.”

Meio Ambiente aprova selo para empresa que não usar animais como cobaias (Agência Câmara)

JC e-mail 4869, de 05 de dezembro de 2013

Segundo o projeto, órgãos públicos verificarão as condições das empresas cadastradas voluntariamente para a obtenção do selo

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou, nesta quarta-feira (4), o Projeto de Lei 4586/12, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que cria o selo nacional “Brasil sem Maus-Tratos”. A identificação será concedida a empresas e instituições que não utilizem animais em experimentos científicos ou testes de produtos, não usem matéria prima de origem animal para elaboração de produtos, e promovam a cultura de defesa dos direitos dos animais.

A proposta original previa o selo apenas para organizações que não utilizassem animais em experimentos científicos. Uma emenda do relator na comissão, deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), incluiu os outros critérios para receber a menção.

“A sociedade brasileira demonstra sua preocupação com a aplicabilidade das normas e preceitos de bem-estar animal”, disse.

Conforme o projeto, a cada dois anos, os órgãos competentes verificarão as condições das empresas cadastradas voluntariamente para a obtenção do selo.

Provas
Outra emenda aprovada na comissão obriga as empresas a demonstrar, com provas documentais, iniciativas e investimentos em métodos alternativos sem usar animais; na não utilização de matéria prima de origem animal; no desenvolvimento de ações de conscientização sobre defesa dos direitos dos animais; e na promoção do bem-estar animal.

O texto inicial previa a comprovação de preocupação com a defesa dos direitos dos animais e com práticas sociais em benefício de jovens, idosos, pessoas com deficiência e pessoas de baixa renda.

Comissão interministerial
Tripoli retirou da proposta a criação de uma comissão interministerial para avaliar os candidatos ao selo a ser formada por representantes dos ministérios da Saúde; da Ciência e Tecnologia; e do Meio Ambiente. Segundo ele, a medida é inconstitucional e poderia prejudicar a aprovação do texto pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

O debate sobre o projeto ganhou mais visibilidade depois que, na madrugada de 18 de outubro, um grupo de ativistas invadiu o Instituto Royal, localizado em São Roque, no interior paulista, e retirou 178 cães da raça beagle que estavam sendo usados em testes científicos.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Tiago Miranda/Agência Câmara)

Considering the Humanity of Nonhumans (New York Times)

Elephants, chimpanzees and some cetaceans have shown that they can recognize themselves in a mirror. James Hill for The New York Times

By 

Published: December 9, 2013

What is a person?

“Beings who recognize themselves as ‘I’s.’ Those are persons.” That was the view of Immanuel Kant, said Lori Gruen, a philosophy professor at Wesleyan University who thinks and writes often about nonhuman animals and the moral and philosophical issues involved in how we treat them.

She was responding to questions in an interview last week after advocates used a new legal strategy to have chimpanzees recognized as legal persons, with a right to liberty, albeit a liberty with considerable limits.

The Nonhuman Rights Project, an advocacy group led by Steven M. Wise, filed writs of habeas corpus in New York last week on behalf of four captive chimpanzees: Tommy, owned by a Gloversville couple; two at Stony Brook University; and one at the Primate Sanctuary in Niagara Falls. The lawsuits were dismissed, but Mr. Wise said he planned to appeal.

He believes that the historical use of habeas corpus lawsuits as a tool against human slavery offers a model for how to fight for legal rights for nonhumans.

His case relies heavily on science. Nine affidavits from scientists that were part of the court filings offer opinions of what research says about the lives, thinking ability and self-awareness of chimpanzees.

Mr. Wise argues that chimps are enough like humans that they should have some legal rights; not the right to vote or freedom of religion — he is not aiming for a full-blown planet of the apes — but a limited right to bodily liberty. The suits asked that the chimps be freed to go to sanctuaries where they would have more freedom.

Richard L. Cupp, a law professor at Pepperdine University in California who opposes granting rights to nonhuman animals, described the legal strategy as “far outside the mainstream.” He said in an email, “The courts would have to dramatically expand existing common law for the cases to succeed.”

Lori Marino of Emory University, who studies dolphins and other cetaceans and is the science director of the Nonhuman Rights Project, said it “is about more than these four chimpanzees.” Mr. Wise, she said, “sees this as the knob that can turn a lot of things. It’s potentially transformative.”

She said she was under no illusion that rights for animals would be easy to gain. “It may not happen in anyone’s lifetime,” she said.

The science of behavior is only part of the legal argument, though it is crucial to the central idea — that chimps are in some sense autonomous. Autonomy can mean different things, depending on whether you are talking about chimpanzees, drones or robot vacuum cleaners, and whether you are using the language of law, philosophy or artificial intelligence.

Dr. Gruen sees it as a term that is fraught with problems in philosophy, but Dr. Marino said that for the purposes of the legal effort, autonomy means “a very basic capacity to be aware of yourself, your circumstances and your future.”

Science can’t be decisive in such an argument, as Dr. Gruen points out, but what it can do is support or undermine this idea of autonomy. “If you form the right kinds of questions,” she said, “there are important answers that science can give about animal cognition and animal behavior.”

Dr. Marino said that science could “contribute evidence for the kinds of characteristics that a judge may find to be part of autonomy.”

Dr. Gruen, Dr. Marino and Mr. Wise made presentations at a conference, Personhood Beyond the Human, at Yale over the weekend. They spoke in interviews related to the court case during the week before the conference.

The kind of science that supports the idea of chimpanzees as autonomous could also support the idea that many other animals fit the bill. There are affidavits related to cognitive ability, tool use, social life and many other capabilities of chimpanzees, but there are questions about how pertinent each line of evidence is.

“Is that important for being a philosophical person — tool use itself?” Dr. Gruen asked.

The issues of self-awareness and of awareness of past and future strike to the heart of a common-sense view of what personhood might be. Chimps, elephants and some cetaceans have shown that they can recognize themselves in a mirror.

But the rights project is claiming more, saying that for chimps, as Dr. Marino put it, “you know it was you yesterday, you today, you tomorrow,” and “you have desires and goals for the future.”

There is plenty of evidence that chimpanzees and other animals act for the future. Some birds hide seeds to recover in leaner times, for example.

One affidavit is from Matthias Osvath, of Lund University in Sweden, who studies the thinking ability of animals, particularly great apes and some birds. He cites a number of studies of chimps that support the idea they have a sense of the future, including resisting an immediate reward to gain a tool that will get them a larger reward.

In one well-known piece of research by Dr. Osvath, he reported on Santino, a chimp at a zoo in Sweden who stockpiled and hid rocks he would later throw at human visitors. Dr. Osvath argued that Santino had the capacity to think of himself making future use of the rocks he saved.

Science cannot prove what went on in Santino’s mind. But Dr. Marino said the cumulative evidence could be used to ask a judge, “If you look at all the evidence in total, then what kind of being could produce all that evidence?”

Not all proponents of animal welfare are convinced that calling for rights for animals is the best way to go.

Dr. Gruen said that she had misgivings about the rights approach, philosophically and politically. “My own view is that it makes more sense to think about what we owe animals.” Progress on that front in 2013, particularly for chimpanzees, has surprised and delighted many activists. The National Institutes of Health is retiring most of its chimpanzees. And the United States Fish and Wildlife Service has proposed changes that would classify all chimps, even those in laboratories, as endangered, a move that would raise obstacles to experiments on privately owned chimps.

One point to remember is that personhood does not mean being human. Robert Sapolsky, a primatologist and neuroscientist at Stanford University who was not associated with the lawsuit, said, “I think the evidence certainly suggests that chimps are self-aware and autonomous.” That still leaves a vast gap between chimps and humans, he said. Chimps may look ahead in hiding food for later, or planning “how to ambush monkeys they are hunting.” Humans, he noted, could think about “the consequences of global warming for their grandchildren’s grandchildren, or of the sun eventually dying, or of them eventually dying.”

A version of this news analysis appears in print on December 10, 2013, on page D1 of the New York edition with the headline: The Humanity of Nonhumans.

Domestication of Dogs May Have Elaborated On a Pre-Existing Capacity of Wolves to Learn from Humans (Science Daily)

Dec. 3, 2013 — Wolves can learn from observing humans and pack members where food is hidden and recognize when humans only pretend to hide food, reports a study for the first time in the open-access journal Frontiers in Psychology. These findings imply that when our ancestors started to domesticate dogs, they could have built on a pre-existing ability of wolves to learn from others, not necessarily pack members.

The researchers conclude that the ability to learn from other species, including humans, is not unique to dogs but was already present in their wolf ancestors. Prehistoric humans and the ancestors of dogs could build on this ability to better coordinate their actions. (Credit: Wolf Science Center)

A paper published recently in the journalScience suggested that humans domesticated dogs about 18 thousand years ago, possibly from a European population of grey wolves that is now extinct. But it remains unknown how much the ability of dogs to communicate with people derives from pre-existing social skills of their wolf ancestors, rather than from novel traits that arose during domestication.

In a recent study, Friederike Range and Zsófia Virányi from the Messerli Research Institute at the University of Veterinary Medicine Vienna investigated if wolves and dogs can observe a familiar “demonstrator” — a human or a specially trained dog — to learn where to look for food within a meadow. The subjects were 11 North American grey wolves and 14 mutts, all between 5 and 7 months old, born in captivity, bottle-fed, and hand-raised in packs at the Wolf Science Center of Game Park Ernstbrunn, Austria.

The wolves and dogs were two to four times more likely to find the snack after watching a human or dog demonstrator hide it, and this implies that they had learnt from the demonstration instead of only relying on their sense of smell. Moreover, they rarely looked for the food when the human demonstrator had only pretended to hide it, and this proves that they had watched very carefully.

The wolves were less likely to follow dog demonstrators to hidden food. This does not necessarily mean that they were not paying attention to dog demonstrators: on the contrary, the wolves may have been perceptive enough to notice that the demonstrator dogs did not find the food reward particularly tasty themselves, and so simply did not bother to look for it.

The researchers conclude that the ability to learn from other species, including humans, is not unique to dogs but was already present in their wolf ancestors. Prehistoric humans and the ancestors of dogs could build on this ability to better coordinate their actions.

Journal Reference:

  1. Friederike Range and Zsófia Virányi. Social learning from humans or conspecifics: differences and similarities between wolves and dogsFrontiers In Science, 2013 DOI:10.3389/fpsyg.2013.00868

Ativistas exigem direitos legais para chimpanzés (O Globo)

JC e-mail 4868, de 04 de dezembro de 2013

Ano foi marcado por conquistas de símios em tribunais. Agência federal anunciou que pretende aposentar os macacos que pertencem ao governo

Chimpanzés não são pessoas, mas seriam parecidos o suficiente para merecerem alguns direitos humanos. Esta é a reivindicação de um grupo de proteção dos animais que entrou com um pedido de habeas corpus para assegurar os direitos de Tommy, um símio da cidade americana de Gloversville, no estado de Nova York. Seu caso será analisado pelo Tribunal do Condado de Fulton.

Tommy não é o primeiro chimpanzé defendido em tribunais. O Projeto dos Direitos de Animais não Humanos trabalha há anos em estratégias que assegurem um tratamento justo aos animais nos 50 estados americanos, cada qual com sua legislação. A partir delas, o programa quer esboçar o que seria uma lei comum, suficientemente forte para reconhecer aos animais direitos legais, que permitam até que sejam beneficiários de herança.

O líder do projeto, Steven Wise, lembra da história da luta contra a escravidão humana ao explicar sua cruzada pelo direito dos animais. Para ele, os macacos, como os humanos, não podem ser propriedade de ninguém.

A ação judicial em Gloversville é o novo marco de um ano já marcado por polêmicas protagonizadas por chimpanzés.

Uma agência federal já anunciou novas medidas para aposentar alguns símios que são propriedade do governo; outro órgão público propôs classificar todos os chimpanzés como animais ameaçados de extinção. Esta medida prejudicaria experimentos com estes animais, mesmo aqueles realizados em laboratórios particulares.

Ativistas exaltaram suas recentes conquistas, enquanto alguns cientistas condenaram as restrições ao uso dos símios, que exerceram um papel crucial em algumas pesquisas médicas, como no trabalho para o desenvolvimento de uma vacina para a hepatite C.

Até agora, as ações judiciais reivindicavam o bem-estar dos animais, não os seus direitos. Esta semana, no entanto, Wise anunciou sua intenção de que Tommy fosse reconhecido como uma pessoa jurídica, com direito à liberdade. O chimpanzé, segundo Wise, está “mantido em cativeiro dentro de uma jaula no galpão de um estacionamento”.

O documento enviado para o Tribunal de Fulton não pede para que o animal tenha liberdade para circular em Gloversville, tampouco seu envio à África, após uma vida em cativeiro. O condado analisará apenas a remoção do símio de seus donos e a transferência do chimpanzé para um santuário.

O O Projeto dos Direitos de Animais revelou sua intenção de mover ações semelhantes a favor de três outros chimpanzés de Nova York. Dois deles seriam de um centro de pesquisas universitário, usados em um estudo sobre locomoção. O outro pertence a uma ONG.

(O Globo com informações do New York Times)
http://oglobo.globo.com/ciencia/ativistas-exigem-direitos-legais-para-chimpanzes-10959633#ixzz2mVuPNlsF

Lawsuits Could Turn Chimpanzees Into Legal Persons (Science)

2 December 2013 1:00 pm

Property or person? A series of lawsuits could free U.S. chimpanzees from captivity.

© Martin Harvey/Corbis. Property or person? A series of lawsuits could free U.S. chimpanzees from captivity.

This morning, an animal rights group known as the Nonhuman Rights Project (NhRP) filed a lawsuit in a New York Supreme Court in an attempt to get a judge to declare that chimpanzees are legal persons and should be freed from captivity. The suit is the first of three to be filed in three New York counties this week. They target two research chimps at Stony Brook University and two chimps on private property, and are the opening salvo in a coordinated effort to grant “legal personhood” to a variety of animals across the United States.

If NhRP is successful in New York, it could be a significant step toward upending millennia of law defining animals as property and could set off a “chain reaction” that could bleed over to other jurisdictions, says Richard Cupp, a law professor at Pepperdine University in Malibu, California, and a proponent of focusing on animal welfare rather than animal rights. “But if they lose it could be a significant step backward for the movement. They’re playing with fire.”

The litigation has been in the works since 2007, when animal rights attorney Steven Wise founded NhRP, an association of about 60 lawyers, scientists, and policy experts. The group argues that cognitively advanced animals like chimpanzees and dolphins are so self-aware that keeping them in captivity—whether a zoo or research laboratory—is tantamount to slavery. “It’s a terrible torture we inflict on them, and it has to stop,” Wise says. “And all of human law says the way things stop is when courts and legislatures recognize that the being imprisoned is a legal person.”

NhRP spent 5 years researching the best legal strategy—and best jurisdiction—for its first cases. The upshot: a total of three lawsuits to be filed in three New York trial courts this week on behalf of four resident chimpanzees. One, named Tommy, lives in Gloversville in a “used trailer lot … isolated in a cage in a dark shed,” according to an NhRP press release. Another, Kiko, resides in a cage on private property in Niagara Falls, the group says. The final two, Hercules and Leo, are research chimps at Stony Brook University. Wise says that 11 scientists have filed affidavits in support of the group’s claims; most of them, including Jane Goodall, have worked with nonhuman primates.

In each case, NhRP is petitioning judges with a writ of habeas corpus, which allows a person being held captive to have a say in court. In a famous 1772 case, an English judge allowed such a writ for a black slave named James Somerset, tacitly acknowledging that he was a person—not a piece of property—and subsequently freed him. The case helped spark the eventual abolition of slavery in England and the United States. Wise is hoping for something similar for the captive chimps. If his group wins any of the current cases, it will ask that the animals be transferred to a chimpanzee sanctuary in Florida. Any loss, he says, will immediately be appealed.

Regardless of what happens, NhRP is already preparing litigation for other states, and not all of it involves chimpanzees. “Gorillas, orangutans, elephants, whales, dolphins—any animal that has these sorts of cognitive capabilities, we would be comfortable bringing suit on behalf of,” Wise says. Some would be research animals; others would be creatures that simply live in confined spaces, such as zoos and aquariums. “No matter how these first cases turn out, we’re going to move onto other cases, other states, other species of animals,” he says. “We’re going to file as many lawsuits as we can over the next 10 or 20 years.”

Frankie Trull, the president of the National Association for Biomedical Research in Washington, D.C., says her organization will fight any attempts at personhood in the courts. Chimpanzees, she notes, are important models for behavioral research, as well as for developing vaccines against viruses like hepatitis C. “Assigning rights to animals akin to what humans have would be chaotic for the research community.”

Anatomist Susan Larson, who studies the Stony Brook chimpanzees to shed light on the origin of bipedalism in humans, says she is “very shocked and upset” by the lawsuit. She says the chimps live in an indoor enclosure comprised of three rooms—“about the size of an average bedroom”—plus another room where they can climb, hang, and jump from ladders and tree trunks. “Everything I do with these animals I’ve done on myself,” she says. “I understand that animal rights activists don’t want these animals mistreated, but they’re hampering our ability to study them before they become extinct.”

The more immediate threat to Larson’s research isn’t NhRP, however—it is the National Institutes of Health (NIH). In June, NIH announced plans to retire all but 50 of its 360 research chimpanzees and phase out much of the chimp research it supports. The U.S. Fish and Wildlife Service, meanwhile, has recommended that captive chimps be listed as endangered, which would limit any research that isn’t in their best interest. “Soon, the type of work I do will no longer be possible,” Larson says. “They have effectively ended my research program.”

Stephen Ross, the director of the Lester E. Fisher Center for the Study and Conservation of Apes at the Lincoln Park Zoo in Chicago, Illinois, wonders if there’s a compromise. Ross, who has studied chimpanzees for more than 20 years and played a role in crafting NIH’s new policy, advocates ending private ownership of chimps and invasive research. All other chimpanzees, he says, whether located at zoos or universities, should live in large enclosures, with access to the outside, and in group sizes of at least seven individuals. “You don’t need personhood to do that,” he says. “I think we share a common philosophy,” he says of NhRP. “We want to make things better for chimps. We just disagree on how to get there.”

 

A more detailed version of this story will appear in the 6 December issue of Science.

*Clarification, 2 December, 4 p.m.: This item has been updated to reflect Richard Cupp’s position on animal rights.

Oldest Clam Consternation Overblown (National Geographic)

A photo of ming the clam.

Shell valves from a specimen of Arctica islandica that was found to have lived for approximately 507 years are pictured here. The creature’s death has generated some consternation about marine researchers that looks a bit overblown.

PHOTOGRAPH COURTESY BANGOR UNIVERSITY

Samantha Larson

for National Geographic

PUBLISHED NOVEMBER 16, 2013

Consternation over the death of the world’s oldest-recorded animal, a 507-year-old clam nicknamed Ming, has earned marine researchers unhappy headlinesworldwide.

But a closer look at the story—”Clam-gate,” as the BBC called it—finds the tempest over Ming a bit overblown. (Also see “Clams: Not Just for Chowder.”)

News of the clam’s death, first noted in 2007, took on a life of its own this week after researchers led by James Scourse, from the United Kingdom’s Bangor University, reanalyzed its age and announced the 507-year estimate.

Contrary to news reports, the researchers say they did not kill the elderly clam for the ironic-seeming purpose of finding out its age.

“This particular animal was one of about 200 that were collected live from the Icelandic shelf in 2006,” explains climate scientist Paul Butlerfrom the same U.K. university, who, along with Scourse, dredged up the clam as part of a research project to investigate climate change over the past thousand years.

All 200 clams were killed when they were frozen on board to take them home. They didn’t find out how old Ming was until they were back in the lab and looked at its shell under a microscope.

Ming Dynasty Survivor

When Ming first made headlines in 2007, the researchers said they thought it was about 405 years old, earning it even then the title of the oldest-known animal.

After the more recent reanalysis, they realized that the bivalve was even more impressive than they had thought.

In the year Ming was born, Leonardo da Vinci was at work on the “Mona Lisa,” the first recorded epidemic of smallpox hit the New World, and the Ming dynasty ruled China (hence the name). Ming was 52 years old when Queen Elizabeth I took the throne.

Clam Age Counting

The researchers determined Ming’s age by counting the number of bands in its shell. This type of clam, the ocean quahog, grows a new band every year. (Also see “Giant Clam.”)

The 100-year age discrepancy resulted from the 2007 analysis examining a part of Ming’s shell where some of the bands were so narrow they couldn’t be separated from each other.

Scourse, a marine geologist, says that the new age has been verified against radiocarbon dating and is “pretty much without error.”

Clams Don’t Carry Birth Certificates

When Scourse and Butler dredged up the live clam, they had what appeared to be an everyday quahog, an animal that could fit into the palm of their hand.

As Madelyn Mette, a Ph.D. student at Iowa State University in Ames who also studies these clams, explains, “Once they reach a certain age, they don’t get a lot bigger per year … If you have a large clam, you can’t always tell if it’s 100 years old or 300 years old, because there’s very little difference in size.”

Scourse points out that the 200 clams they sampled represented a very small fraction of the world’s entire clam population. For that reason, even if Ming was the oldest animal that we knew, the chances that it was actually the oldest quahog out there in the ocean depths are “infinitesimally small.”

How About Some Chowdah?

In fact, it isn’t unthinkable that someone might eat a clam of Ming’s age for lunch—ocean quahogs from the North Atlantic are one of the main species used in clam chowder.

If nothing else, Ming’s sacrifice should help out Scourse and Butler’s research, looking at long-term climate impacts on sea life over the past few centuries.

“The 507-year-old is at the top end of the series,” Scourse says. “From this we can get annual records of marine climate change, which so far we’ve never been able to get from the North Atlantic.”

China considers end to mandatory animal testing on cosmetics (CNN)

By Zhang Dayu, CNN

November 15, 2013 — Updated 0649 GMT (1449 HKT)

A worker holds white rats at an animal laboratory of a medical school in 2008 in Chongqing, China.

A worker holds white rats at an animal laboratory of a medical school in 2008 in Chongqing, China.

STORY HIGHLIGHTS

  • China considers allowing sale of some cosmetics without requiring them to be tested on animals.
  • The proposal covers products made in China, but not imported products
  • Campaign group said change came quicker than expected
  • But does not expect wholesale end to animal testing of cosmetics in China

Hong Kong (CNN) — Cosmetic companies and animal rights groups have welcomed a proposal by China to allow sales of some cosmetics without requiring them to be tested on animals.

Animal testing would no longer be mandatory for “non-specialized cosmetics”, including shampoo, soaps and certain skin products manufactured in China from June next year, according to a document posted on the website of the China Food and Drug Administration earlier this month.

Beauty companies have long faced an ugly dilemma in China.

Local laws and regulations require animal testing for cosmetic products sold in the country, which has made the lucrative market a tricky area for brands that want to sell in China without alienating consumers in other places that frown upon animal testing.

“Non-specialized cosmetics produced in China could avoid toxicological testing after going through risk and safety checks,” the China Food and Drug Administration said.

Imported cosmetics are not covered in the proposal. But the document indicated that China would gradually ease regulations on animal testing, which would allow more international firms opposed to animal testing to enter China’s 134 billion yuan ($22 billion) cosmetics market.

READ: From poison to potion: Toxins turned into life-saving drugs

Current regulations require all cosmetics to go through a lengthy approval process known as “toxicological testing” which involves testing on animals like rabbits and guinea pigs.

“The Body Shop welcomes the signals that the Chinese authorities are adopting a new approach to cosmetic testing,” spokeswoman Louise Terry said in emailed comments from London.

“We have campaigned against animal testing for over 20 years and we look forward to selling our products in China one day.”

Cosmetic brand Urban Decay last year abandoned plans to sell its products in China in response to pressure from consumers and campaign groups, according to Cruelty Free International.

Dave Neale, animal welfare director at campaign group Animal Asia, told CNN the planned changes had come quicker than expected given that local campaigns against animal testing have only been going for two years.

“That’s a very significant development because it took many years for European Union to allow these products to be sold (without being tested on animals).”

Earlier this year, a complete ban on the sale of cosmetics developed through animal testing took effect in the European Union.

But Neale added that this proposal would not mark the end of animal testing in China.

“As far as I’m aware, products can still be tested on animals. It just opens the opportunity for non-animal products to be sold,” he said.

Conheça o animal que mais salvou vidas humanas até hoje (Engenheria É)

Acessado em 18/11/2013.

Por Mauro Sérgio Ribeiro de Souza

Nas últimas semanas muitas pessoas tem protestado por conta do uso de animais em pesquisas. Teve o caso dos Beagles, testes em macacos, ratos e etc. Mas e você, sabe qual o animal que mais salvou vidas humanas até hoje?

Não é o cão, como muita gente pode ter pensado, nem mesmo o leal cavalo, nem o valente pombo-mensageiro. O salvador vem do mar: é o caranguejo-ferradura!

caranguejo_ferradura_03O caranguejo-ferradura (Limulus polyphemus) é um dos seres vivos mais antigos que existem no planeta. Uma estranha criatura que parece saída do filme “Alien”, capaz de suportar até um ano sem se alimentar e de resistir temperaturas e salinidades extremas. Um fóssil vivo que habita nosso planeta há 445 milhões de anos, antes mesmo que os dinossauros.

Hoje em dia, seu número encontra-se em decréscimo de forma lenta, mas constante, devido à mudança climática, a pesca predatória e a captura para a indústria farmacêutica. Infelizmente para o bicho, seu cotado sangue azul tem numerosos usos médicos e é utilizado para salvar inumeras vidas humanas.

Desde 1950, quando cientistas descobriram que o sangue de cor azul do caranguejo-ferradura se coagulava em contato com as bactérias E.coli e Salmonela, as pesquisas nunca mais pararam. Um destes últimos estudos se concentrou em um peptídeo que os caranguejos-ferradura elaboram e que inibe a replicação do Vírus da Imunodeficiência Humana.

Os ensaios pré-clínicos mostram que é tão efetivo como a zidovudina, um medicamento clássico contra a AIDS. Inclusive astronautas da NASA testaram na Estação Espacial Internacional um dispositivo médico de alta tecnologia que utiliza enzimas primitivas dos caranguejos-ferradura para o diagnóstico de doenças humanas.

O segredo que faz com que o sangue do caranguejo seja de grande utilidade para a indústria biomédica está baseado na simplicidade e efetividade de seu sistema imunológico. Uma verdadeira cascata de enzimas, que produzem coagulação quando se encontram com o material das paredes celulares da maioria das bactérias. Os caranguejos-ferradura vivem sob constante ameaça da infecção em um habitat que pode conter milhares de milhões de bactérias por mililitro.

A diferença dos seres humanos, os caranguejos não têm hemoglobina no sangue, com isso, eles utilizam a hemocianina para transportar oxigênio. E é devido à presença de cobre na hemocianina e não de ferro, que o sangue adquire a peculiar cor azul.

caranguejo_ferradura_07É tão importante este sangue azul que provavelmente muitos de nós devemos a vida a esses caranguejos. E não é um exagero já que o LAL (lisado de amebócitos de Limulus) extrato aquoso de amebócitos do caranguejo é utilizado com frequência em testes para detectar as endotoxinas bacterianas em numerosos produtos farmacêuticos. Além de ser uma forma singela, barata e segura para detectar impurezas, é uma ferramenta importante no desenvolvimento de novos antibióticos e vacinas.

O sangue do caranguejo-ferradura não só se converteu em uma poderosa “arma médica”, como também é um grande negócio. No mercado mundial, um litro de sangue deste caranguejo tem um preço aproximado de 15.000 dólares.

Ao ano, precisa-se do sangue de pelo menos 500.000 caranguejos, dos quais são extraídos em torno de 100 mililitros perfurando o pericárdio de seu primitivo coração. Mas, calma! Antes que você ache que os bichinhos precisem morrer para isso, saiba que o sacrifício deles não é necessário. Para obter o seu sangue valioso, os caranguejos são “ordenhados” manualmente por profissionais cuidadosos e, apesar de perderem 30% de seu peso, depois eles se recuperaram rápido e são devolvidos à água. Durante o processo, “apenas” 15% dos caranguejos morrem.

Os caranguejos passam por essa ordenha apenas uma vez por ano, sendo que seu sangue é posteriormente congelado, desidratado e, em seguida, enviado às instituições de pesquisas médicas e laboratórios.

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Mais sobre os beagles e o Instituto Royal

JC e-mail 4855, de 13 de novembro de 2013

SBCAL/COBEA lamenta fechamento do Instituto Royal em manifesto

Assinado pela diretoria, texto destaca a preocupação da comunidade científica com o bem-estar dos animais

A diretoria da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório (SBCAL) e do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (Cobea) divulgou um manifesto lamentando a fechamento definitivo do Instituto Royal e repudiando a invasão e roubo de cães. O texto destaca a preocupação da associação com o bem-estar dos animais usados em laboratório.

Veja o documento na íntegra:

Manifesto da Sociedade Brasileira de Ciência em Animais de Laboratório
A SBCAL lamenta profundamente a invasão e o roubo dos cães ocorridos no Instituto Royal. Este Instituto era uma unidade experimental de referência em nosso País, tanto por sua credibilidade quanto por sua ética no cuidado com os animais.

O Instituto Royal contribuiu de forma significativa para a produção de novos medicamentos para a indústria farmacêutica nacional. É importante deixar claro que a invasão foi realizada por ativistas contrários ao uso científico de animais. A denúncia de maus tratos foi um pretexto criado para incentivar a invasão e o roubo dos animais. Não houve provas de maus tratos.

O Instituto Royal sempre teve preocupação com o bem-estar de todos seus animais, pois esta é uma obrigação ética que temos com eles além de ser fundamental para a obtenção de resultados fidedignos. A certificação dos medicamentos que estavam sendo testados no instituto Royal, para sua posterior produção no Brasil foi interrompida. Com isso muitas doenças como o câncer continuarão dependente da importação destes medicamentos, que são caros e nem sempre ao alcance das parcelas mais necessitadas da nossa sociedade.

A SBCAL é a favor do diálogo e repudia qualquer forma de violência contra os animais, contra pessoas e contra o patrimônio de qualquer entidade. A ciência brasileira se encontra ameaçada com este movimento que quer impor a sua verdade por meio da violência e não pelo diálogo.

Nós apoiamos o desenvolvimento da ciência com o uso de animais desde que pautada em critérios éticos e com cuidado e manejo que preservem, ao máximo, o bem estar destas espécies. Entendemos que a sociedade tem se preocupado com os animais usados em pesquisa cientifica e podemos assegurar que esta é, também, uma preocupação da SBCAL.

Enquanto não houver métodos substitutivos ao uso de animais, temos que cuidar deles da melhor forma possível respeitando seu comportamento e suas necessidades. Está é uma atitude ética em relação aos animais e aos seres humanos que neles depositam a esperança do desenvolvimento de tratamentos para as enfermidades humanas e animais.

A SBCAL fica a disposição para esclarecer qualquer dúvida quanto a questões relacionadas ao manejo e bem-estar de animais usados na pesquisa científica.

Atenciosamente,
DIRETORIA SBCAL/COBEA 2012-2014

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JC e-mail 4856, de 14 de novembro de 2013

Instituto dos beagles sofre novo ataque

Grupo de encapuzados entrou nas instalações, amarrou vigias e soltou roedores de laboratório em São Roque (SP)

O Instituto Royal, em São Roque (a 66 Km de São Paulo), foi novamente atacado na madrugada de ontem. Cerca de 300 roedores que ainda restavam no local foram levados ou soltos na região.

A ação acontece menos de um mês após a primeira invasão, em 18 de outubro, quando 178 cães da raça beagle foram resgatados por cerca de cem ativistas.

Na semana passada, a direção do Royal anunciou o encerramento de suas atividade na unidade paulista.

A alegação foi a falta de segurança e os prejuízos “irreparáveis”, após o vandalismo que prejudicou o andamento de pesquisas diversas, inclusive com medicamentos.

O ataque de ontem começou por volta das 3h, segundo a polícia. Pelo menos 40 pessoas encapuzadas, algumas delas com foices, facas e alicates, renderam e amararam três seguranças que estavam na instalação.

Em nota, o laboratório informou que materiais que restavam no local, como cadeiras, prateleiras e microscópios, foram destruídos.

Veículos do instituto e de um dos seguranças também foram danificados.

Os vigias declararam em boletim de ocorrência que foram agredidos e passaram por exame de corpo de delito. A carteira de um deles foi levada pelos vândalos.

A delegacia de São Roque investiga o caso e já requisitou as imagens de câmeras de segurança do prédio.

PICHAÇÃO
Em paredes do instituto foram pichadas as frases: “Assassinos. A mão de Deus vai cair sobre vocês” e “Aliança de Libertação Animal”.

Ativistas acusam o laboratório de maus-tratos contra os animais, o que a instituição sempre negou.

Um grupo intitulado “Coletivo Armageddon Black” compartilhou fotos que seriam do momento da invasão ao Royal em sua página em uma rede social.

RATOS
Nas imagens postadas, homens e mulheres encapuzados carregam caixas cheias de ratos brancos e posam com uma faca, um machado e um martelo nas mãos.

O instituto afirma que aguardava definição de órgãos competentes para encaminhar os animais que restavam no local para uma destinação correta.

Ativistas chegaram a declarar em páginas da internet que queriam ficar com os bichos e que iriam buscá-los.

“Lamentamos que a onda de violência física e moral contra os animais e os profissionais que prestam serviço ao instituto, apoiada sistematicamente por políticos e celebridades, ainda persista”, informou nota da instituição divulgada ontem.

(Jairo Marques/ Folha de S.Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/138883-instituto-dos-beagles-sofre-novo-ataque.shtml

Matéria do Estadão sobre o ataque:
Após render vigias, grupo invade Royal de novo e leva roedores
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,apos-render-vigias-grupo-invade-royal-de-novo-e-leva-roedores-,1096460,0.htm

Ainda o debate sobre a experimentação animal

JC e-mail 4853, de 11 de novembro de 2013

SBPC e FeSBE defendem o fim da experimentação animal em testes cosméticos

Manifesto das duas instituições foi divulgado na última sexta-feira

A SBPC e a Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE) divulgaram nesta sexta-feira (08/11) manifesto, em que defendem que o uso de animais em pesquisas é essencial para descobertas científicas, com benefícios inquestionáveis para os humanos e outros seres vivos. Vacinas, medicamentos, desenvolvimento de próteses e cirurgias, terapias gênica e com células tronco são apenas alguns exemplos dos benefícios obtidos com o uso de animais em pesquisas.

Apesar de ser impossível substituir por completo o uso de animais para pesquisa e testes de medicamentos e vacinas, os pesquisadores brasileiros e do exterior têm empenhado esforços para reduzir seu número em estudos, fazendo o planejamento racional dos experimentos e substituindo-os por métodos validados sempre que possível. O uso de testes alternativos é uma recomendação explícita da Lei Arouca (Lei11794 de 2008, que regulamenta o uso de animais para fins científicos e didáticos no Brasil).

Em contrapartida, o uso de animais para testes cosméticos é menos essencial e metodologias alternativas validadas podem substituí-los para esse fim.

Desta forma, a SBPC e a FeSBE informam ser favoráveis à proibição dos testes cosméticos com animais no Brasil.

Veja na íntegra do manifesto: http://sbpcnet.org.br/site/arquivos/SBPC_FeSBE.pdf

(Jornal da Ciência)

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Presidente da SBPC é contra PL que proíbe estudos com animais

Helena Nader encaminhou carta ao governador de São Paulo e a deputados estaduais em que faz um alerta sobre as consequências de projeto de lei estadual

A presidente da SBPC, Helena Nader, encaminhou nesta sexta-feira (08/11), uma carta ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e aos deputados Samuel Moreira, presidente da Assembleia Legislativa do Estado de SP, e Rogério Nogueira, autor do Projeto de Lei de nº 780/2013 – que proíbe o uso de animais em pesquisas científicas, fazendo um alerta sobre o impacto negativo dessa legislação no desenvolvimento científico do Estado de São Paulo, além do efeito negativo que pode ser estendido para o restante do país.

No documento, Helena afirma que o PL 780/2013 pode inviabilizar a pesquisa científica em várias áreas do conhecimento em pleno desenvolvimento nas diferentes Instituições de pesquisa do Estado de São Paulo.

Veja a carta na íntegra: http://sbpcnet.org.br/site/arquivos/oficio_135_deputado.pdf

(Jornal da Ciência)

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Impasse nas pesquisas

Após invasão de defensores dos animais, Instituto Royal anuncia fechamento e cientistas não têm onde testar novos medicamentos no País

O fechamento do Instituto Royal, em São Roque (SP), anunciado na semana passada, deixou a comunidade científica preocupada. O laboratório, que fazia testes de medicamentos em animais, decidiu encerrar suas atividades alegando “irreparáveis perdas” após a invasão de ativistas que retiraram de lá 178 beagles. A decisão traz o impasse: onde serão feitas as etapas mais avançadas das pesquisas com animais para desenvolver remédios a partir de agora? Segundo a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), não há outro instituto com capacitação para fazer os mesmos testes. Por isso, a professora Helena Nader, presidente da entidade, articula uma reunião de emergência com pesquisadores e representantes dos ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia para estudar a criação de uma nova instituição nos moldes do Royal.

O Royal afirma ter sido peça fundamental para o desenvolvimento da ciência por ser o único instituto do País com o certificado de Boas Práticas de Laboratório (BPL), concedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Há outros laboratórios, como o Tecam, também em São Roque, que possuem a mesma certificação. Mas, segundo a SBPC, nenhum outro biotério realiza pesquisas com cães como fazia o Royal. Os cachorros são a última etapa da aplicação das substâncias antes dos humanos. Diante da situação, a única opção no momento é fazer os experimentos no Exterior, uma vez que o Brasil está atrás de outros países em relação às pesquisas. Mas a ideia não agrada à comunidade científica. “Descobertas de moléculas e quebra de patente são interesses nacionais. São informações que precisam ficar aqui”, diz Marcelo Morales, secretário da SBPC e secretário-geral da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe).

Enquanto isso, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), principal órgão de regulamentação de pesquisas com animais, tenta colocar ordem na casa. Das 375 instituições credenciadas na entidade, 178 estão irregulares por não entregarem os relatórios anuais – algumas nem sequer enviaram a documentação de 2011 – e 14 por motivos específicos.

(Camila Brandalise/Isto É)

http://www.istoe.com.br/reportagens/333840_IMPASSE+NAS+PESQUISAS

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A ciência em perigo

É duro ouvir pessoas sem conhecimento científico opinando e, com base nisso, sermos acusados de maus-tratos que nunca existiram, informa Folha de domingo

As últimas três semanas legaram uma grave lição ao país: a de que a pesquisa científica está sujeita aos humores de grupos que, caso entendam que assim devem agir, invadem e depredam laboratórios sob os olhares complacentes do poder público.

Não é possível enxergar de outra maneira a cadeia de eventos que levou ao encerramento das atividades do Instituto Royal em São Roque, única instituição brasileira preparada para desenvolver uma atividade-chave para a sociedade, a pesquisa de segurança de medicamentos.

É o caso clássico em que a vítima se torna réu. Por outro lado, seu agressor, apoiado em acusações vazias, posa de herói. É como se acusassem você, leitor, de maus-tratos com seus animais domésticos, invadissem e depredassem sua casa e os levassem embora, sem nenhuma prova concreta ou amparo legal. Como você se sentiria a respeito?

Todos os responsáveis na esfera pública –do prefeito de São Roque (SP) ao ministro da Ciência e Tecnologia, passando pelo coordenador do Conselho Nacional de Experimentação Animal– atestaram a lisura e a correção do Royal, bem como a importância do nosso trabalho. Todas as sociedades científicas relevantes manifestaram seu apoio.

Enquanto isso, assistimos a um desfile de políticos e futuros candidatos em busca de fama, sem se preocupar com a verdade. Também pudemos observar autoridades que têm a obrigação de proteger a sociedade assistirem placidamente à atuação criminosa de um grupo de indivíduos, sem esboçar reação.

Se pensarmos friamente, podemos encontrar as raízes desse mal em nossos próprios corações. Quem aceita passivamente que vândalos agridam um coronel da polícia, por exemplo, também não vê nada de errado em uma ação como a que foi perpetrada contra o Royal. O distanciamento acaba gerando aceitação. Novamente, cabe uma pergunta ao leitor: e se isso ocorresse na empresa em que você trabalha?

Nossa equipe era formada por 85 profissionais que investiram anos em estudo e pesquisa. São biólogos, biomédicos e médicos veterinários cuja capacidade é resultado de seus esforços pessoais.

Para todos nós, é muito duro ouvir pessoas sem um mínimo de conhecimento científico e capacidade técnica opinando sobre pesquisas e teses de mestrado que um leigo não conseguiria entender completamente e, com base nisso, sermos acusados de maus-tratos que nunca existiram.

Além disso, precisamos conviver com nossos dados pessoais sendo divulgados na internet, além de ameaças, públicas e anônimas, à nossa integridade física.

Ainda pior do que isso, porém, é saber que todos esses 85 profissionais estão agora na rua e que não haverá nenhum grupo de “ativistas” para defender suas famílias.

A dúvida que ronda a comunidade científica é sobre aonde isso vai parar. Recentemente, um reconhecido instituto brasileiro iniciou testes em macacos para uma vacina anti-HIV, que pode salvar milhões de vidas ao redor do mundo. Haverá uma invasão à entidade?

Em algum momento, um novo laboratório deverá ser criado ou certificado para dar conta da pesquisa de segurança de medicamentos no Brasil –e certamente utilizará animais. É possível fazer isso sem riscos?

São dúvidas incômodas que demonstram o completo absurdo da situação. A única certeza por enquanto é que hoje, no Brasil, é preciso ter coragem para ser cientista.

Aberto, o Royal era alvo de invasões e palco de interesses políticos. Fechado, é um dos muitos sinais aparentes de que algo, definitivamente, não vai bem neste país.

Silvia Ortiz, 51, doutora em ciência de animais de laboratório pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelo Instituto Pasteur de Paris, é gerente-geral do Instituto Royal

João Antonio Pêgas Henriques, 67, doutor em ciências naturais pela Université Paris SUD e membro titular da Academia Brasileira de Ciências, é diretor-científico do Instituto Royal

(Folha de S.Paulo)

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/138315-a-ciencia-em-perigo.shtml

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A ética animal

Alfaces realmente não choram. Humanos e porcos, sim. Tirar uma cenoura da terra e sangrar uma galinha não são a mesma coisa, publica Folha de domingo

Eventualmente, quando lemos um artigo, podemos ficar em dúvida se o autor realmente acredita naquilo que escreveu ou se é despreocupadamente panfletário. No segundo caso, podemos concluir que consiste em pilhéria, afronta desrespeitosa que causa polêmica, mas não pela razão devida.

Em “A ética das baratas” (“Ilustrada, 16/9), o senhor Luiz Felipe Pondé se refere à corrente filosófica denominada ética animal como “seita verde”, “mania adolescente”.

Qualificou aqueles que a defendem como “pragas”, “ridículos”, “adoradores de barata”, “hippies velhos que fazem bijuteria vagabunda em praças vazias” e “pessoas com problemas psicológicos”. Nunca tínhamos lido nada assim. Objeções sim, claro, mas nada nesses termos.

Segundo Pondé, Peter Singer, da Universidade Princeton, Tom Regan, da Universidade da Carolina do Norte, Laurence Tribe, de Harvard, CassSunstein, da Universidade de Chicago, Andrew Linzey, de Oxford, além de tantos outros, inclusive dos autores deste arrazoado, são “ridículos”, “hippies velhos”, “pragas”…

Singer, ao contrário do afirmado por Pondé, nunca sustentou, sem qualquer mais, que “bicho é gente”. O que Singer afirma é que pelo menos alguns animais são suficientemente semelhantes a nós a ponto de merecer uma consideração moral também semelhante, adotando o critério da senciência ou consciência, com ênfase na capacidade de sofrer.

Pondé, que não leu e/ou entendeu Singer, faz, então, uma leitura da natureza para dizer que ela “mata sem pena fracos pobres e oprimidos”. O que isso tem que ver? Concluímos que devemos agir assim com animais e seres humanos? Embora a natureza não possa ser reduzida a isso, qual moralidade se pode extrair de fatos naturais?

Ora, milhões de seres humanos são fracos, pobres e oprimidos. Os juízos de valor sobre a correção ou o erro de determinadas condutas são pertinentes somente aos agentes morais. Por isso, carece de qualquer sentido avaliar eticamente a conduta do leão de atacar a zebra. Essa interdição, porém, não nos impede de analisar a nossa conduta diante de outros humanos e animais.

Pondé pergunta: “Como assim não se deve matar nenhuma forma de vida’?” Quem proclama isso, senhor Pondé? Certamente não é a ética animal. Nem a ética da vida. O que se afirma é que não se deve matar sempre que se possa evitar isso. O que significa que não é irrelevante matar uma barata ou que se está autorizado a matar uma vaca para satisfazer o paladar.

A ciência nos informa que alfaces não sofrem –este é um estado atrelado a fisiologia que elas não têm. Alfaces realmente não choram, senhor Pondé. Humanos e porcos, sim. Tirar uma cenoura da terra e sangrar uma galinha não são a mesma coisa. Podar um galho de árvore ou cortar a pata de um cão também não. É o senso comum mais elementar.

Ridicularizar é recurso para desqualificar: como muitas vezes feito, desprestigia a serenidade da argumentação acadêmica para angariar os risos da plateia por meio de artifícios sofistas. Todavia, como alertou santo Agostinho, uma coisa é rir de um problema, outra é resolvê-lo. E nós, senhor Pondé, não estamos sorrindo.

Fábio Corrêa Souza de Oliveira, 38, é professor de direito dos animais na Universidade Federal do RJ

Daniel Braga Lourenço, 38, é professor de ética ecológica na Universidade Federal Rural do RJ

Carlos Naconecy, 51, é pesquisador do Centro de Ética Animal da Universidade Oxford (Inglaterra)

(Folha de S.Paulo)

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/138308-a-etica-animal.shtml

Eduardo Kohn’s How Forests Think: Toward an Anthropology Beyond the Human (somatosphere)

September 23, 2013

By Frédéric Keck

This article is part of the series: 

Editor’s note: As part of our new series, Second Opinion (not to be confused with the SMA’s similarly titled newsletter) we ask two contributors to review the same book, respond to the same question, or comment on the same set of issues.  For our first pair of Second Opinion posts, we invited two reviews of Eduardo Kohn’s new book, How Forests Think. The second review will appear within the next few weeks.

How Forests Think: Toward an Anthropology Beyond the Human

 By Eduardo Kohn

University of California Press, 2013

$29.95, £19.95; Paperback, 228 pages.

There is a long genealogy of anthropologists who have borrowed their titles from the translation of Lucien Lévy-Bruhl’s La mentalité primitive — How Natives Think.  Running from Marshall Sahlins’ How “Natives” Think to Maurice Bloch’s How We Think They Think, these transformations run parallel to those of the discipline itself. By entitling his book How Forests Think, Eduardo Kohn indicates that he doesn’t study the way the people he worked with in Ecuador thought about forests, but the way forests actually think. By making a claim about the relation between life and thought, this book takes part in the ontological turn (Candea 2010) that decenters anthropologists’ longstanding focus on cultural representations to ask how representations emerge within forms of life. Following Philippe Descola and Eduardo Viveiros de Castro, Eduardo Kohn shows that Amazonian ethnography challenges our conceptions of life and thought in a way that raises the ontological question of what there is. As the ecological crisis leads to a proliferation of new entities that both blur the opposition between nature and culture and ask for political recognition – “pets, weeds, pests, commensals, new pathogens, ‘wild’ animals, or technoscientific ‘mutants,’” (9) this kind of ethnography cautiously scrutinizes the continuities and discontinuities between humans and nonhumans. The book is ethnographic in a classical sense, and yet its chapters follow a theoretical progression, while powerful images plunge into an “enchanted” world – a term Kohn takes up deliberately – entangling humans and nonhumans in puzzling ways.

The main thesis of the book is about semiosis, the life of signs. If we are troubled by the idea that forests think, it is because we conceive thinking as a conventional relation to the world. Following 19th century American philosopher Charles Saunders Peirce, Kohn argues that all signs are not conventional symbols, and that there are other ways to learn the meaning of signs than to relate them to each other in a cultural context. When a hunter describes the fall of a palm tree under the weight of a monkey as pu’oh, the meaning of this sign is felt with evidence, without knowledge of Quichua (the language spoken by Kohn’s informants), because it relates hunters, monkeys and trees in a complex ecosystem. Kohn asks for “decolonizing thought” and “provincializing language” by looking at relations between signs that are not symbolic. Hence the program of an “anthropology beyond the human” that places human symbols in the forms of life from which they emerge. Without romanticizing tropical nature, Kohn argues that most of our problems are ill-shaped, or filled with anxiety – as in a wonderful description of the bus trip that led him to Avila – if we don’t place them in a larger semiotic field.

Following Terrence Deacon’s interpretation of Peirce (2012), Kohn is less interested in the classifications of signs into indices, icons and symbols than in the process through which they emerge one from the other. A sign refers to something absent that exists in futuro, just as the crashing of the palm tree under the weight of a monkey refers to a coming danger for the monkey, and a possible catch for the hunter. Habits fix the meaning of signs by producing similarity, and are considered as “interpretants” of signs. Using the example of the walking-stick insect, Kohn argues that what appears to look similar is actually the product of a selection from beings that looked different. Signs thus refer to the past as a memory of beings who have disappeared. Since this relation to the past and future is what, for Peirce, constitutes selves, all living beings, and not only humans, can be considered as selves.

The strangeness of Kohn’s text come from the way it interlaces these theoretical analyses of signs with an account of the life of the Runa people, considered not as a cultural context but as “amplifying” certain ontological properties of life itself. “Living beings are loci of selfhood,” Kohn writes. “I make this claim empirically. It grows out of my attention to Runa relations with nonhuman beings as these reveal themselves ethnographically. These relations amplify certain properties of the world, and this amplification can infect and affect our thinking about the world,” (94). This is an original intervention in the ontological reappraisal of animism. Kohn neither contrasts animism to naturalism as two inverse ontologies in the mode of Descola, nor does he engage in the paradoxes of perspectivism like Viveiros.  Instead, he considers living beings as selves in relation to past and future relations, and social life as an amplification of this process of self-formation.

Thus, puma designates both predators like jaguars and shamans who can see the way that jaguars see. Runa people need to learn how jaguars see in order not to be eaten by them. The soul, as what exceeds the limits of the body, is “an effect of intersubjective semiotic interpretance,” (107). What Kohn calls “soul blindness” is an inattention to the effects of the souls of other living beings. The problem is how to live with runa puma: jaguars who act like humans, and kill to revenge other killings, who are dreaded but also considered to be mature selves.

Dreams, analyzed in Chapter 4, are common ways of communication with souls and remediating “soul blindness.” Runa people give hallucinatory drugs to dogs so that they will dream, and their barks during dreaming are interpreted literally—in the same way as their daytime barks–while human dreams of hunting are interpreted metaphorically. Rather than doing a symbolic analysis of dreams, Kohn places them in the semiotic life they express, between humans, dogs and jaguars. Dreams are ways of communicating between species without abolishing them, constituting a “trans-species pidgin.”

In Chapter 5, Kohn makes an important distinction between form and sign. “Whereas semiosis is in and of the living world beyond the human, form emerges from and is part and parcel of the nonliving one as well,” (174). The question he asks is that of the efficacy of form, the constraint it exerts on living beings. Taking the example of the distribution of rubber trees in the Amazonian forest, which depends on the ecology of parasites as well as on the network of rivers, he argues that shamanistic hunting and the colonial extraction of rubber were both constrained by the same form. Forms have a causality that is not moral but that can be called hierarchical: signs emerge from forms, and symbols from signs, in a hierarchy between levels of emergence that cannot be inversed. This is a powerful interpretation of the insertion of colonial extraction in forms that historically precede it: if power brings with it moral categories, this insertion cannot be thought of as an imposition from above, but rather as a fall-out or an incidental movement.

Kohn links this morphodynamic analysis of colonialism to Lévi-Strauss’s analysis of “la pensée sauvage” – a form of thought emerging from relations between signs rather than being imposed upon them. Through forms and signs, Runa people have “frozen” history in such a way that they can interpret events through their dreams. The dream of Oswaldo, who saw a policeman with hair on his shirt, is ambivalent: does it mean he will be caught by the white man, or that he will be successful in hunting peccaries? The final chapter of the book analyses the reversals in relation between the Runa and White missionaries or policemen, as well as the pronouns by which Runa people refer to themselves as subjects, such as amu. “Amu is a particular colonially inflected way of being a self in an ecology of selves filled with a growing array of future-making habits, many of which are not human. In the process, amu renders visible how a living future gives life some of its special properties and how this involves a dynamic that implicates (but is not reducible to) the past. In doing so, amu, and the spirit realm upon which it draws its power, amplifies something general about life—namely, life’s quality of being in futuro,” (208). The question for Runa people is how they can access the realm of the White masters, that is also the heaven of saints: what is generally called the “super-natural.”  To live is to survive, Kohn argues, that is to live beyond life, in the many absences that constitute life as a semiotic process.

The strength of this book is to propose a rigorous demonstration while never leaving empirical analysis. Starting on the level of signs in their triadic mode of existence, Kohn finds form on one side and history on the other, and describes their constraints and ambivalent relationships. This is not a dualism between nature and culture that would be solved through the concept of life – and Kohn tries to avoid an all-encompassing anthropology of life – but a logical tension that is amplified by humans, almost in the way that genetic material is amplified inside and outside the laboratory (Rabinow 1996). Kohn’s anthropology “beyond the human” – but not of the “post-human” – grounds itself in the life of signs where humans emerge to amplify them. The ambition of this ontological claim, its clarity and its theoretical productivity will not doubt be amplified by other ethnographic inquiries on life.

Frédéric Keck is a researcher at the Laboratoire d’anthropologie sociale (CNRS) in Paris. He has published works on the history of philosophy and social anthropology in France (Comte, Lévy-Bruhl, Lévi-Strauss) and translated Paul Rabinow’s French DNA into French. He now works on the management of animal diseases transmitted to humans, or zoonoses (Un monde grippé, Flammarion, 2010, Des hommes malades des animaux, L’Herne, 2012)

References:

Candea, Matei
 (2010) Debate: Ontology Is Just Another Word for Culture.Critique of Anthropology 30 (2): 172-179

Deacon, Terrence (2012) Incomplete Nature: How Mind Emerged from Matter. New York: Norton.

Descola, Philippe (2005) Par-delà nature et culture. Paris: Gallimard.

Viveiros de Castro, Eduardo (1998) Cosmological Deixis and Amerindian Perspectivism. Journal of the Royal Anthropological Institute, n.s., 4, 469-488.

Rabinow, Paul (1996) Making PCR, A Story of Biotechnology. Chicago: University of Chicago Press.

Linha do tempo – Caso Instituto Royal

Por Fabio Chaves (Vista-se) – 1/11/2013

01/11 – Sexta-feira

17h10: A revista Galileu publicou agora há pouco, através de seu site, uma entrevista com o especialista em cardiologia nuclear e diretor do Comitê Médico Pela Medicina Responsável, John Pipp. Segundo o médico, deveríamos parar com o uso de animais em testes científicos e pesquisas acadêmicas imediatamente. Para John, o modelo atual que obriga novas drogas serem testadas em animais só existe ainda porque é muito lucrativo. Ele comentou também sobre o caso recente do Instituto Royal (leia aqui).

15h37: Um pesquisador favorável aos testes com animais e o Veterinário Wilson Grassi defenderão pontos de vista contrários em relação ao caso do Instituto Royal. Não perca, hoje, às 21h, ao vivo no Jornal da Record News, com apresentação de Herodoto Barbeiro.16h48: Na tarde de ontem, mais uma fêmea da raça beagle foi encontrada abandonada nas ruas da cidade de São Roque. Segundo informações do G1, o animal não tem chip de identificação e, por isso, ainda não foi possível confirmar se ela faz parte do grupo de animais que foi resgatado do Instituto Royal. A cadelinha está com protetores da cidade, coque foram autorizados pela polícia a ficar com ela até que o caso seja esclarecido (leia aqui).

15h10: Baixe gratuitamente o livro “Entendendo a experimentação animal – a crítica científica ao uso de animais como modelos de pesquisa para a saúde humana.”, de Thales Tréz, no
formato PDF (baixe aqui).

15h04: Baixe gratuitamente o livro “A verdadeira face da experimentação animal – sua saúde em perigo”, de Sérgio Greif e Thales Tréz, no formato PDF (baixe aqui).

14h33: O professor do Departamento de Economia da FEA-USP, Renato Perim Colistete, publicou um interessante artigo em seu blog: “O que é científico nos testes com animais?”
(leia aqui).

13h16: No Facebook, surgiu recentemente uma página chamada “Fatos Royais”. Segundo sua descrição, é administrada por profissionais de comunicação que explicam como são feitas as manobras midiáticas do Instituto Royal (veja aqui).

13h00: Neste dia 1º de novembro comemora-se o Dia Mundial Vegano. Talvez você esteja nesta página apenas para acompanhar o caso do Instituto Royal, mas convidamos você a conhecer um pouco mais sobre o veganismo, porque tem tudo a ver com você que respeita os animais. Preparamos uma imagem bem bonita e um texto rápido para explicar o que é ser vegana(o). Não ser a favor de experimentos feitos em animais é uma das lutas dos veganos contra as injustiças cometidas contra os animais (veja aqui).

11h12: O deputado federal Ricardo Izar Jr pediu ao TCU (Tribunal de Contas da União) que investigue repasses federais feitos ao Instituto Royal para averiguar possível mau uso do
dinheiro público (leia aqui).

10h42: Neste sábado (2), às 14 horas, heverá em São Paulo o Seminário Enfoque Científico e Jurídico sobre a abolição da Vivissecção (experimentos em animais em laboratórios). O evento tem entrada gratuita (Matilha Cultural – R. Rego Freitas, 542, República, São Paulo-SP) e será transmistido também pela internet neste link.

10h23: Fizemos uma imagem que destaca dois importantes diálogos do programa
Conexão Repórter exibido ontem, onde Silvia Ortiz afirma que não gosta de cães da raça beagle e quando o repórter Roberto Cabrini pergunta se os animais têm direitos dentro do Instituto Royal. Se você quiser, pode compartilhar em seu Facebook (veja a imagem).

09h35: Se você perdeu a reportagem do Conexão Repórter, assista aqui.

01h35: Mais uma vez, o programa Conexão Repórter, comandado pelo jornalista Roberto Cabrini, trouxe uma discussão intensa e imparcial, colocando questões delicadas e provocativas para os dois lados. Silvia Ortiz, diretora geral do Instituto Royal, disse que a apresentadora Luisa Mell representa a causa animal de forma “muito emotiva”. Silvia, por sua vez, demonstra zero emoção e esquivou-se de diversas perguntas importantes levantadas por Luisa. Fica a frase de Silvia, que pode explicar muita coisa: “Eu não gosto da raça Beagle. Mas eu adotaria um cão [de outra raça] se fosse preciso.” Assim que tivermos o link com o programa, publicaremos aqui.

01h08: O programa Conexão Repórter, no ar agora pelo SBT, está mostrando a crueldade contra animais muito além do caso Royal. As cenas são duras, mas é muito importante que todas as pessoas que ficaram chocadas ao ver beagles maltratados saibam o que acontece a todos os outros animais. É por tudo isso que desde 2007 o portal Vista-se incentiva as pessoas a se tornarem veganas. Pesquise mais sobre veganismo e você vai entender que a luta vai muito além dos cães e dos testes em animais.

00h41: “Eu não gosto da raça Beagle. Mas eu adotaria um cão [de outra raça] se fosse preciso.” – diz Silvia Ortiz, representante do Instituto Royal, em matéria do Conexão Repórter sendo exibida agora,
no SBT.

31/10 – Quinta-feira

21h18: Vale lembrar: Nesta quinta-feira, às 23h59, o programa “Conexão Repórter”, do SBT, será todo voltado ao caso do Instituto Royal e à experimentação em animais.
Começa daqui a pouco (leia aqui).

19h55: Em artigo no site da Revista Fórum, professor aposentado da UNICAMP levanta algumas questões sobre o que é e o que faz o Instituto Royal (leia aqui).

18h27: O trabalho jurídico continua. Adriana Khouri, uma das ativistas que se acorrentou ao portão do Instituto Royal em 12/10, evento que deu início a toda a movimentação deste caso, publicou há pouco que estava em reunião no Ministério Público do Estado de São Paulo com várias autoridades (veja aqui). Confiante, chegou a publicar um “Tchau Royal!!!” há alguns minutos. Ainda não sabemos bem por quê.

13h55: Mais de 660.000 pessoas já assinaram a petição contra o Instituto Royal. Você já assinou e já divulgou a petição? Petição (assine)

12h46: Daqui a pouco, às 13h30, o Dr. Stelio Pacca Loureiro Luna, médico veterinário especilista em anestesia e estudos relacionados a dor (currículo), estará no programa
“JC Debate”, da TV Cultura, falando sobre o caso do Instituto Royal. É possível assistir
pela internet (assista aqui).

11h12: Em entrevista ao portal R7, o Deputado Federal Ricardo Izar Jr. disse que quer uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar casos de maus-tratos a animais no Brasil todo, incluindo o caso do Instituto Royal. Ele lembra que a causa animal e os projetos de lei que ele criou em prol dos animais eram vistos como piada na Câmara dos Deputados até pouco tempo (leia aqui).

11h05: Matéria publicada ontem no portal R7 diz que o advogado do Instituto Royal foi vaiado várias vezes durante a audiência pública realizada no Congresso Nacional na terça-feira (29). O texto traz ainda repostas às afirmações do representante do Royal sobre não haver
maus-tratos nas atividades do instituto (leia aqui).

10h46: Hoje, às 23h59, o programa “Conexão Repórter”, do SBT, será todo voltado ao caso do Instituto Royal e à experimentação em animais (leia aqui).

09h59: Através do Facebook, 11 cidades já estão confirmadas para receber a manifestação“1º Grande Ato Pela Vida”, que propõe às pessoas que saiam de suas casas para se manifestar contra os maus-tratos e, claro, os testes em animais. A manifestação acontecerá simultaneamente em todas as cidades no dia 20/11, feriado da Consciência Negra, às 10 horas da manhã (evento no Facebook).

09h54: Na noite de ontem, o programa “Saia Justa”, do canal GNT, exibiu uma matéria sobre os testes em animais (assista aqui).

30/10 – Quarta-feira

19h09: Mais e mais manifestações de acadêmicos chegam em apoio aos ativistas. Desta vez, o professor do Departamento de Economia da FEA-USP, Renato Perim Colistete, questiona a posição da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em defender o
Instituto Royal como se eles, o SBPC, representassem toda a comunidade científica (leia aqui).

18h45: Às 17h30 de hoje, a Comissão Especial de Investigação (CEI) da Câmara dos Vereadores de São Roque iniciou sua reunião pública para discutir próximos passos sobre o caso do Instituto Royal. Cerca de 20 pessoas acompanham o evento até o presente momento.

18h00: Veja fotos da audiência pública sobre alternativas ao uso de animais em experiências que aconteceu ontem na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (veja as fotos).

17h14: O programa Domingo Espetacular, da Record, voltará ao caso do Instituto Royal na noite deste domingo (3). Fique atenta(o).

17h11: Neste sábado (2), haverá em São Paulo um seminário sobre a abolição da vivessecção. A organização é da ONG VEDDAS (veja aqui). A ONG prepara ainda diversas outras atividades para os próximos dias em várias cidades brasileiras (veja aqui). Tudo é gratuito e aberto
ao público.

11h52: Daqui a pouco, às 14 horas, Fabio Chaves (Vista-se) estará nos estúdios da Rede CNT para uma entrevista ao vivo sobre o caso do Instituto Royal. Como sintonizar e outras informações no site da emissora (acesse aqui).

10h14: Em Brasília, ontem, o Deputado Federal Ricardo Tripoli afirmou em entrevista que os animais sofriam dentro do Instituto Royal. Ele levantou uma série de questões, entre elas, o fato de o instituto solicitar a incineração de 2,5 toneladas de cadáveres por ano (assista aqui).

10h07: Um grupo de acadêmicos, professores e pesquisadores contrários à experimentação animal elaborou uma carta aberta sobre o caso do Instituto Royal e sobre o futuro das pesquisas com animais no Brasil (leia a carta).

09h30: A UFRJ discute na próxima terça-feira (5) direito, ética e experimentação animal. O evento começa às 18 horas e é aberto ao público (veja aqui).

09h28: No próximo domingo (3), haverá uma manifestação contra o Instituto Royal na Região dos Lagos, Rio de Janeiro (veja aqui).

00h25: O Deputado Federal Ricardo Izar Jr., presidente da Frente Parlamentar Defesa dos Animais no Congresso Nacional (FPDA), falou em entrevista ao programa “Palavra Aberta”, da TV Câmara, que quer aprovar a proibição dos testes em animais para produtos cosméticos
(assista aqui).

00h06: Reportagem da TV Câmara resume o que foi a audiência pública no Congresso Nacional sobre o caso do Instituto Royal (assista aqui).

29/10 – Terça-feira

23h48: Terminou agora há pouco a audiência pública sobre experimentação animal na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, a ALESP. Um dos expositores, o biólogo Sérgio Greif, anunciou que o presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) demonstrou total apoio ao término dos testes em animais para produtos cosméticos em uma reunião na tarde desta terça-feira.

18h08: Segundo colunista do UOL, âncora do SBT que defendeu o uso de animais para testes cosméticos cometeu uma gafe grave, já que a Jequiti, empresa de cosméticos do dono do SBT, não testa seus produtos em animais. A opinião de Rachel Sharazade desagradou aos defensores dos animais e também à direção do SBT (leia aqui).

17h34: Um biólogo brasileiro doutorando no Centro de Alternativas aos Testes em Animais na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, concedeu uma entrevista muito interessante ao portal IG. Sobre o caso do Instituto Royal, ele diz: “Essa invasão do prédio e resgate dos beagles representa uma demanda social. São os pesquisadores que devem responder às necessidades da sociedade e não o contrário.” (leia toda a entrevista).

17h17: O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) recebeu agora há pouco uma comissao para discutir métodos substitutivos ao modelo animal na indústria de cosméticos. Entre os membros da comissão estão George Guimarães (VEDDAS), o biólogo Sérgio Greif, a médica Odete Miranda, a ativista Nina Rosa (Instituto Nina Rosa) e o Deputado Estadual Feliciano Filho.

17h07: Fim da audiência pública sobre o caso do Instituto Royal em Brasília. Agora o foco é a audiência pública que acontece daqui a pouco, às 19 horas, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, a ALESP. Excelentes palestrantes falarão no evento, que será transmitido ao vivo aqui e no site da ALESP.

15h31: Silvia Ortiz, representante do Instituto Royal, não compareceu à audiência. Apenas o advogado da instituição foi à Brasília.

15h10: A audiência pública no Congresso Nacional sobre o caso do instituto Royal está sendo transmitida ao vivo. Nos desculpem a demora pelo link, estávamos sem energia elétrica (assista ao vivo).

12h47: A lei brasileira obriga que institutos como o Royal mantenham uma “comissão de ética” para o uso de animais em experimentos. Entre os membros obrigatórios desta comissão, é preciso que haja um representante de uma entidade protetora dos animais legalmente estabelecida no país. Assim, o Instituto Royal era obrigado a ter alguém que teoricamente seria um protetor de animais fiscalizando as atividades da instituição. Na manhã de hoje, a Folha de S. Paulo publicou uma entrevista com Deise Mara do Nascimento, uma senhora de 50 anos que representa o Instituto Árvore da Vida. Deise é a pessoa que deveria ser os olhos da sociedade dentro do Instituto Royal e, segundo ela, não havia maus-tratos no local (leia a entrevista). O Instituto Árvore da Vida fica em Barão Geraldo, distrito de Campinas, onde também fica a UNICAMP, universidade onde Silvia Ortiz (do Royal) estudou. No início, o Instituto Árvore da Vida era voltado exclusivamente aos cuidados com o meio ambiente. Após 2 anos de existência, já em 2007, o Instituto Árvore da Vida incluiu em suas atividades o“Acompanhamento e monitoração de atividades científicas e de estudo, pesquisa e testes com seres vivos, com objetivo de manutenção da ética e respeito pela vida”. Está claro que Deise não tinha a menor ideia do que se passava realmente nos testes com animais ou ela não tem a menor ideia do que é proteção animal.

11h05: Hoje, às 14 horas, acontece em Brasília, no Congresso Nacional, uma audiência pública sobre o caso do Instituto Royal (veja a pauta). O evento será transmitido em tempo real pela TV Câmara. Assim que tivermos o link, publicaremos aqui. Fique ligado, é daqui a pouco.

09h51: Ontem, a apresentadora Luisa Mell publicou em seu Facebook que a representante do Instituto Royal, Silvia Ortiz, negou um debate com ela no SBT (veja aqui).

09h35: Assista agora a matéria exibida ontem no porgrama CQC (assista aqui). Logo após a reportagem, o programa lançou uma enquete para ser votada em seu site. A pergunta era 
“Você é a favor do uso de cachorros como cobais para tratamento de doenças?”
. A enquete registrou um recorde de participação e 82% das pessoas que votaram se mostraram contra o uso de cachorros como cobaias (assista aqui aos resultados da enquete).

00h46: Depois que o empresário que adotou o Beagle na cidade de Valinhos deu uma entrevista provando com fotos que o animal tomado dele não era o mesmo que estava supostamente à venda no Mercado Livre, o Instituto Royal emitiu uma nota admitindo que cometeu um erro quando disse à equipe do Fantástico que o cão recuperado era o mesmo que estava à venda. Fica claro que o Fantástico publicaria qualquer coisa que o Instituto Royal quisesse sem ao menos averiguar se era verdade (veja aqui).

00h39: A esquete feita pelo programa CQC mostrou que 82% dos telespectadores são contra o uso de cachorros em testes para a fabricação de medicamentos.

28/10 – Segunda-feira

23h27: Uma matéria relativamente curta mas muito positiva. O CQC ouviu os dois lados, um dos poucos programas que fez isso. Até o final do programa, você pode votar no site do programa se é a favor ou contra o uso de animais em pesquisas (vote aqui).

23h13: Agora no programa CQC, na BAND, matéria sobre o caso do Instituto Royal.

20h23: Daqui a pouco, na BAND, o programa CQC levará ao ar uma matéria sobre o caso do Instituto Royal. Começa às 22h30.

16h27: O portal de notícias da Rede Globo, o G1, publicou uma matéria agora há pouco que desmente a informação enviada pelo Instituto Royal e veiculada ontem à noite no Fantástico, do mesmo grupo de comunicação. A nota, lida pelo apresentador do programa, dizia que o cão que foi recuperado pela justiça em Valinhos era o mesmo que supostamente estava à venda no Mercado Livre. A equipe do G1 entrevistou o empresário que adotou o cachorro e ele garante que jamais colocou o Beagle à venda. Sua família, inclusive sua filha de 6 anos, já estava acostumando com o novo morador da casa. O empresário mostrou fotos do cãozinho que estava em sua casa e comparou com as fotos do anúncio do Mercado Livre. São completamente diferentes (veja aqui).

14h53: Segundo pesquisa Datafolha que estampa a capa do site da Folha de S. Paulo neste momento, a maioria da população (56%) considera que a invasão do Instituto Royal foi uma ação correta. Apenas 33% reprovaram o que os ativistas fizeram e 11% dos entrevistados não souberam ou não quiseram opinar. A pesquisa revelou também uma preferência pelos animais mais próximos do homem, como os cães. A maioria dos que são a favor dos testes em animais preferiam que estes não envolvessem cães ou coelhos (veja aqui).

13h52: Na próxima quarta-feira (30), a Comissão Especial de Investigação da Câmara dos Vereadores de São Roque vai se reunir em plenário às 17h30. Esta comissão foi formada para investigar o caso do Instituto Royal. A reunião é aberta ao público (veja aqui).

13h40: Nesta terça-feira (29), às 19 horas, haverá uma Audiência Pública na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) sobre o caso Royal e alternativas aos testes feitos em animais. Confira a lista de técnicos que falarão no evento e outros detalhes (veja aqui).

12h03: Através de seu Twitter, deputado federal Protógenes Queiroz criticou a repostagem exibida na noite de ontem pelo programa Fantástico, da Rede Globo (veja aqui).

27/10 – Domingo

22h55: Lembramos mais uma vez que o chat à direita é um espaço onde podem estar pessoas com todo tipo de intenção. Usem o bom senso.

22h45: O programa “Sem Fronteiras”, da Globo News, está mostrando agora mais uma entrevista com o coordenador do CONCEA, que é vivesseccionista.

22h42: A página “Adote um animal resgatado do Instituto Royal”, que já está com mais de
388 mil “curtidas”, publicou uma mensagem logo após a matéria do Fantástico. Segundo o texto, o rapaz que estava com o beagle em Valinhos contou que está transtornado com o que está acontecendo. Ele garante que é mentira que este cão estava à venda no Mercado Livre e diz que vai processar o jornal Estadão, que publicou esta notícia replicando uma nota mentirosa que veio dos representantes do Instituto Royal. O Fantástico reproduziu a mesma nota que, segundo o texto a seguir, não é verdadeira (veja aqui).

22h27: A Rede Record liberou em seu site a matéria que o programa Domingo Espetacular levou ao ar agora há pouco. Nela, são mostrados alguns dos cães resgatados do
Instituto Royal por ativistas. Veterinários que estão cuidando destes animais afirmam que eles estão doentes e que têm todos os indícios de que sofriam maus-tratos, como o caso do cão que está com os caninos superiores colados nos inferiores. Alguns animais estão com câncer, anemia ou outras patologias (assista ao vídeo).

21h52: Neste domingo está circulando nas redes sociais uma suposta foto de funcionários do Instituto Royal manipulando um cão. Preferimos esconder o rosto das pessoas da foto para preservar a identidade dos funcionários (veja a foto).

21h33: Embora tenha levado ao ar uma matéria um pocuo mais completa do que a do último domingo, o programa Fantástico, rede Rede Globo, deixou de mostrar um documento que está online no site do INMETRO que prova que o Instituto Royal utilizava animais também para testes de agrotóxicos, cosméticos e outros produtos químicos (veja o documento). Este documento chegou à equipe do programa, mas não foi citado. No final da matéria, foi informado que o Instituto Royal enviou uma nota dizendo que o cão que eles recuperaram na cidade de Valinhos, interior de São Paulo, era o mesmo que supostamente estava sendo vendido no Mercado Livre. O anúncio do Mercado Livre foi criado e finalizado no mesmo dia e, em seu texto, ficava absolutamente claro que se tratava de um trote, uma brincadeira de mau gosto. Será que o Fantástico levantou informações sobre este animal ou apenas reproduziu a milhões de brasileiros uma possível mentira criada pelo Instituto Royal?

21h15: Agora no programa Fantástico, matéria sobre o caso do Instituto Royal.

20h54: O programa Fantástico, da Rede Globo, anunciou agora mais uma reportagem especial sobre o caso para os próximos minutos.

20h46: A frase final da matéria do Domingo Espetacular, da Rede Record, deixa a dúvida do ar sobre se o Instituto Royal poderá ser reaberto. Assim que conseguirmos o vídeo publicaremos aqui nesta página.

20h43: Record agora falando sobre o assunto.

19h52: Em uma matéria produzida pelo Estadão Conteúdo e veiculada no Yahoo Notícias, há informações de que a Comissão Externa da Câmara teve acesso a uma lista de fornecedores do Instituto Royal. Nela, está a Fazenda Angolana, muito citada pela mídia nos últimos dias. Na mesma relação de fornecedores, há indícios de que os cães da raça beagle que sobreviviam aos testes era vendidos, e não doados, como Silvia Ortiz, representante do Royal, vinha afirmando na imprensa (leia aqui).

16h13: “Seu filho vale menos que um rato?” O biólogo Sérgio Greif explica porque esta e outras perguntas usadas pela mídia e por cientistas para legitimar os testes em animais é uma forma de argumentação baixa e vazia (leia aqui).

16h03: O site Carta Capital quer saber a opinião de seus leitores sobre o caso do
Instituto Royal, especialmente sobre a invasão para o resgate dos animais (vote aqui).

15h00: Ainda estamos no assunto, mas não temos nenhuma informação nova. Vamos neste caso até o fim.

11h03: Representantes do Instituto Royal falaram em entrevista ao Estadão que ficaram mais de 500 animais em suas instalações após a invasão. Eles disseram ainda que estes animais não servem mais para pesquisas científicas. Por que então foi negado aos ativistas o pedido de tutela destes animais? Por favor, leia isto.

26/10 – Sábado

20h45: Há pouco estava rodando nas redes sociais a informação de que estão saindo cães do Instituto Royal. Conseguimos falar com um ativista que esteve no local das 18 às 19h30 e o que ele viu foram 4 kombis todas fechadas, inclusive com vidros escuros e refrigeração. As kombis entraram em diferentes momentos. Demoravam um pouco e saiam com escolta fortemente armada, bem diferente dos seguranças particulares que estavam por lá nos últimos dias. Não havia polícia no local, segundo o ativista, que não quis se identificar. O fato de os veículos serem refrigerados pode dizer muita coisa. Na quinta-feira (24), quando o prefeito Daniel de Oliveira Costa saiu das instalações do Royal, ele falou na coletiva de imprensa que os ratos e hamsters estavam muito bem cuidados, sob a temperatura de 21,6 graus. O prefeito disse ainda que se esses animais fossem tirados dessa temperatura poderiam morrer. Questionado ontem sobre o número aproximado de animais no local, ele não soube nem fazer uma estimativa. Não podemos provar nada mas, analisando as informações, o que podemos supor é que pode sim estar acontecendo neste momento a retirada de animais do local.

20h12: Se as revistas Época e Veja desta semana fossem às bancas há 126 anos, quando a justiça ainda admitia que pessoas fossem escravizadas, como seriam as capas? (veja aqui).

19h58: Por telefone, o deputado estadual Feliciano Filho confirmou que um dos cães foi localizado e apreendido pela polícia na cidade de Valinhos, interior de São Paulo. Porém, a informação de que ele deve ficar sob os cuidados da justiça foi um mal entendido já que o assessor do deputado era quem escrevia enquanto falavam ao telefone. A verdade é que ainda não se sabe para onde foi levado o cãozinho. Outra informações que circulou agora há pocuo é que havia 14 cães no CCZ de São Roque. A pedido do deputado, o vereador Guto Issa foi ao CZZ de São Roque e disse que não há nenhum cão lá.

17h08: O deputado estadual Feliciano Filho publicou ainda há pouco em seu Facebook que o cachorro recuperado pela polícia em uma residência em Valinhos-SP deve ficar sob os cuidados da justiça, assim como os outros cães. Portanto, pelo menos por enquanto, não deve voltar ao
Instituto Royal (veja aqui).

16h58: Agora há pouco, centenas de pessoas fizeram uma passeata pacífica na Av. Paulista contra o Instituto Royal. A via chegou a ficar interditada por alguns minutos. Uma das ativistas que esteve no local nos enviou um pequeno vídeo (assista ao vídeo).

15h29: O verador José Franson, da cidade de Tatuí, também publicou em seu Facebook um aviso para que não coloquem informações sobre os beagles nas redes sociais (veja aqui).

15h21: Segundo o deputado estadual Feliciano Filho, em uma publicação há alguns minutos em seu Facebook, um dos cães beagle foi apreendido pela polícia na cidade de Valinhos, interior de São Paulo (veja aqui). Segundo a publicação, é o começo dos processos de busca e apreensão.

15h12: NOTA SOBRE A SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DAS ATIVIDADES DO INSTITUTO ROYAL.
Impressões e alguns detalhes ainda não revelados sobre os testes realizados pela instituição.
LEIA AQUI.

11h47: Mais de 3.000 pessoas estão confirmadas no evento marcado pelo Facebook no Rio de Janeiro contra o Instituto Royal. O evento do Rio é neste sábado, às 15 horas
(evento no Facebook RIO). O evento de São Paulo, que deve acontecer às 14 horas de hoje na Av. Paulista, tem pouco mais de 900 pessoas confirmadas até o momento
(evento no Facebook SP)

11h33: Um dos neurocientistas mais respeitados do mundo, o canadense Philip Low, se manifestou sobre o caso do Instituto Royal. Low afirma que é o momento certo para a sociedade brasileira pressionar seus representantes em Brasília para criar leis que façam com que os cientistas sejam mais criativos e não usem animais nos testes (leia aqui).

11h18: Existe um site que grava boa parte de toda a internet em um arquivo, para consultas futuras, chama-se Web Archive. Nele, é possível pesquisar versões antigas de sites. Pesquisando o endereço virtual da Fazenda Angolana, acusada de fornecer animais para as pesquisas do Instituto Royal, podemos observar que, em 2007, eles admitiam e publicavam que forneciam animais como coelhos para a produção de carne e peles, além de fornecer também para testes em laboratórios (veja aqui). Embora tenham negado fornecer animais para o Instituto Royal ou qualquer outro centro de pesquisa, documentos apresentados à prefeitura pela Comissão Externa da Câmara mostraram que sim, a Fazenda Angolana forncia animais para o Instituto Royal. A notícia foi publicada em uma matéria do Estadão (leia aqui).

11h00: Nos campos de concentração nazistas, o trabalho dos médicos e cientistas era intenso. Milhares de priosioneiros de todas as idades, inclusive crianças, eram submetidos aos mais cruéis experimentos em nome da ciência. De fato, até hoje há conhecimento científico baseado nestes estudos, embora boa parte da comunidade científica contemporânea reconheça que os meios para se chegar a estes resultados não foram éticos. Prisioneiros eram congelados vivos para estudos sobre o comportamento do corpo humano em situações de frio extremo. Crianças eram queimada com produtos químicos e depois “sacrificadas” para autópsias que pretendiam reunir informações sobre as reações do organismo. As descrições dos testes que aconteceram nos campos nazistas e que, na época, tinham apoio da comunidade científica e de parte da população, parecem coisa de filme de terror, mas são reais. São descrições muito próximas dos testes que aconteciam no Instituto Royal, mudando apenas a espécie da vítima (leia aqui).

10h40: Entrevistado enquanto ainda não havia respostas sobre a suspensão do alvará do Instituto Royal, Fabio Chaves (Vista-se) falou ao portal de notícias da Record, o R7, sobre o momento que estamos vivendo e sobre como é importante aproveitar toda essa comoção e cobertura da mídia para discutir a vivessecção (leia aqui).

10h27: Segundo matéria do O Globo, cães que foram resgatados do Instituto Royal estão doentes e com claros sinais de que sofriam maus-tratos (leia aqui).

04h32: Leia o documento que suspendeu as atividades do Instituto Royal por 60 dias
(veja foto).

04h24: No topo desta página agora há um contador para nos ajudar a lembrar até quando o Instituto Royal está proibido de exercer suas atividades.

04h04: O R7 publicou ainda uma outra matéria agora há pouco, onde um biólogo afirma em laudo que os “beagles do Instituto Royal eram condicionados a receber experimentos
(leia aqui).

03h58: Nas primeiras horas deste sábado, o portal R7 publicou na capa de seu site um laudo que confirma que os cães utilizados em experiências no Instituto Royal dormiam sobre suas próprias fezes (leia aqui).

03h17: Segundo matéria do portal G1, a decisão sobre a suspensão do alvará de funcionamento do Instituto Royal por 60 dias foi tomada pelo prefeito municipal depois de orintações da Comissão Externa da Câmara

02h42: No Facebook, um evento chamado “Marcha da Defesa Animal”, contra os testes em animais do Instituto Royal, está com pouco mais de 900 pessoas confirmadas (veja aqui).

25/10 – Sexta-feira

22h40: Segundo documentos apresentados hoje pela Comissão Externa da Câmara, a Fazenda Angolana é um dos locais que fornecia cães da raça Beagle ao Instituto Royal. A informação foi publicada há pouco no site do Estadão (leia aqui).

19h59: Foram suspensas temporariamente neste momento as atividades do Instituto Royal.

19h29: Instituto Royal sendo interditado pela prefeitura e a Comissão Externa da Câmara. A notícia é que vale por 60 dias.

18h40: Informações que ainda não foram confirmadas dizem que o Instituto Royal, frente à pressão, decidiu encerrar suas atividades por 60 dias. Estamos ainda aguardando na prefeitura e confirmaremos mais tarde.

18h18: Ainda aguardando.

17h46: Estamos ainda na prefeitura. Aguardando.

17h27: Estamos agora na prefeitura. A Comissão Externa da Câmara veio trazer documentos. Ativistas e imprensa apenas acompanhando. Só podemos aguardar.

16h28: Ainda no Fórum. Por enquanto não sabemos quais serão os próximos passos.

16h05: Tivemos que sair da porta do Royal. Estamos agora no Fórum de São Roque. A Comissão Externa da Câmara, que acreditávamos que iria direto para o Royal ao sair da prefeitura, veio ao Fórum e está em reunião fechada com o juiz.

15h07: Estamos aguardando a chegada da Comissão Externa da Câmara.

14h55: Estamos em frente do Royal.

14h46: Rumo ao Royal.

13h57: Ainda estamos aguardando a saída da Comissão Externa da Câmara. O ativista George Guimarães (VEDDAS) se juntou a nós e também vai acompanhar tudo. Mantenham o assunto nas redes sociais hoje. Precisamos de cada compartilhamento. Isso faz muita diferença.

13h10: Sem a presença de ativistas ou da imprensa, o prefeito e os deputados federais estão em reunião fechada.

12h42: Estamos na prefeitura de São Roque. A Comissão Externa da Câmara está se preparando para ir ao Royal.

11h24: Recebemos informações que o cãozinho resgatado com os dentes colados está sendo acompanhado por veterinários e recebendo alimentação correta.

10h21: A Comissão Externa da Câmara dos Deputados vem do Congresso Nacional e vai entrar hoje no Instituto Royal. Sabemos que o instituto teve 7 dias sem lacre oficial para fazer todas as limpezas necessárias e preparar o local, como vimos ontem quando o prefeito da cidade entrou. Mas, ainda assim, estamos indo para São Roque para acompanhar de perto a impressão dos deputados federais sobre o caso. A comissão é formada pelos deputados Protógenes, Ricardo Izar Jr., Ricardo Tripoli, Roberto Lucena, Antônio Roberto e Alexandre Leite. Estamos em contato com veículos da mídia novamente.

09h53: Em entrevista publicada na noite de ontem pelo Estadão, Silvia Ortiz, gerente geral do Instituto Royal, diz que os ativistas é que causaram maus-tratos aos animais (!) e chama o cachorro que apareceu na mídia com os dentes colados de “Ricardinho”. Ela deu a entrevista no prédio comercial onde fica a assessoria de imprensa contratada às pressas para gerenciar a crise com a opinião pública (leia aqui).

24/10 – Quinta-feira

23h28: Em seu Twitter (veja aqui), o Deputado Federal Protógenes Queiroz informou que nesta sexta-feira (24) estará às 11 horas da manhã na Prefeitura da cidade de São Roque para começar os trabalhos da Comissão Externa da Câmara (entenda o objetivo). Protógenes, que já entrou no Instituto Royal no domingo e disse que“Aquilo ali tem de fechar!” (fonte) vem acompanhado de outros deputados federais de Brasília para investigar o caso.

22h16: Pelo Facebook, mais de 600 pessoas já confirmaram presença na “Marcha da Defesa Animal”, na Av. Paulista, sábado, 14 horas (veja aqui).

21h58: Matéria no Jornal do SBT destacou novamente o caso por volta das 19 horas de hoje.
(assista aqui).

21h44: Agora há pouco, uma matéria no site do jornal Estadão comentou as últimas notícias sobre o caso Royal (leia aqui).

21h35: Fim do curtíssimo debate da TV Brasil sobre testes em animais.

21h32: Ao vivo agora na TV Brasil, debate sobre o caso do Instituto Royal (assista online).

21h30: Segundo a página no Facebook “Ajude os Beagles do Instituto Royal”, há uma manifestação marcada para esta sexta-feira (25) às 17 horas uma manifestação em frente ao
Instituto Royal (veja aqui).

21h14: Em instantes na TV Brasil, matéria e debate ao vivo sobre o caso do Instituto Royal. Veja aqui como sintonizar o canal em todo o Brasil e no exterior.

19h12: Agora no SBT sobre o assunto.

19h00: Há informações ainda não oficiais de que uma manifestação pacífica acontecerá na
Av. Paulista contra o Instituto Royal neste sábado (26). Segundo a informação que ainda estamos tentando confirmar, seria às 14h30 no vão do MASP.

18h54: O presidente da ONG VEDDAS, George Guimarães, participará hoje de um debate ao vivo em rede nacional pelo telejornal da TV Brasil debatendo com Silvana Gorniak, representante do Conselho Federal de Medicina Veterinária e professora de farmacologia e toxicologia veterinária da USP. O telejornal vai ao ar às 21h. Veja aqui como sintonizar o canal em todo o Brasil e no exterior: pela rede aberta ou canais a cabo (para quem não conseguir acompanhar ao vivo, o vídeo deverá estar disponível online amanhã).

18h09: Com a notícia de que ainda há muitos animais dentro do Instituto Royal (talvez centenas) confirmada hoje pelo prefeito da cidade de São Roque, que entrou no local, muitas pessoas estão perguntando “Por que os ativistas não retiraram os roedores?”. Não foi por falta de compaixão. A Polícia Permitiu a retirada de cães e coelhos (existem vídeos que mostram a polícia parada), mas, na hora dos ativistas chegarem aos ratinhos, eles impidiram. Outra coisa: o prédio do Instituto Royal é complexo e poucas pessoas conseguiram ver onde estavam os ratinhos.

17h49: A CBN, um dos veículos de comunicação que acompanhou hoje a saída do prefeito, que estava no Instituto Royal, publicou uma matéria em ádio sobre a atual situação (ouça aqui).

17h46: O Deputado Estadual Fernando Capez publicou um vídeo muito importante para entender várias irregularidades do Instituto Royal. No vídeo, intitulado “Capez desmascara Instituto Royal”, Capez legitima a ação dos ativistas que entraram no Instituto Royal para salvar os animais (assista aqui).

17h09: Em mais uma matéria sobre o caso, o G1 ouviu os argumentos dos ativistas George Guimarães (VEDDAS) e Silvana Andrade (ANDA) e do coordenador do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) (leia aqui).

16h31: A Rede TV exibiu um programa Super Pop especial sobre o caso (vídeo 1 / vídeo 2).

16h20: Um dos efeitos do caso Royal fora de São Roque: em Campinas, ativistas invadem aula que utilizava porcos vivos para técnicas de incisão na PUC. Há outros métodos que não usam animais para ensinar as mesmas técnicas. A invasão foi documentada e divulgada no portal G1
(assista aqui).

16h15: Segundo o site Congresso em Foco, a Câmara dos Deputados, em Brasília, mudou completamente seu posicionamento sobre os Direitos dos Animais após o caso do Instituto Royal. Propostas que antes eram engavetadas ou adiadas agora fazem parte das prioridades da casa (leia aqui).

16h11: Ontem, a Folha de S. Paulo foi um dos diversos veículos que acompanharam a ida do infoativista Fabio Chaves (Vista-se) à prefeitura de São Roque (leia aqui).

12h27: O prefeito acabou de sair do Instituto Royal e deu uma coletiva afirmando que há animais ainda lá dentro, porém, que não foi constatado maus-tratos e que o prédio tem todos os requesitos para continuar praticando suas atividades. Nenhum ativista ou especialista em animais acompanhou a visita. Estamos agora voltando para São Paulo.

11h41: Mesma situação ainda. Prefeito e fiscais dentro do Instituto Royal. Imprensa e ativistas, fora.

11h00: O prefeito entrou com a comissão de fiscais. Ativistas ainda não foram autorizados.

10h27: Acaba de chegar o prefeito e uma comissão da prefeitura e muitos jornalistas.

10h15: Segundo conversa entre o chefe da segurança e a polícia militar agora no portão do Instituto Royal, uma equipe da prefeitura deve chegar a qualquer momento ao local. Alguns seguranças particulares saíram apressados para, segundo eles, trazer o advogado da empresa.

10h09: Até agora, apenas uma espera extremamente cansativa e nenhuma resposta. Continuamos aguardando.

09h16: Do portão 2 do Instituto Royal, é possível notar movimentação de funcionários (provavelmente de limpeza) dentro do local.

07h48: A Polícia Militar veio para perguntar os objetivos de quem está aqui. Uma fiorino branca entrou no Instituto Royal alegando ser da limpeza

05h54: Continuamos na frente do instituto Royal. Começa a amanhecer o dia.

01h54: No momento são cerca de 25 ativistas nos portões do Instituto Royal. Clima tranquilo.

00h05: Muitos ativistas neste momento nos dois portões. Clima tranquilo. A GM continua patrulhando e garantindo a segurança dos ativistas.

23/10 – Quarta-feira

21h48: Chegaram algums ativistas. Temos muitos mantimentos. Ativistas pacíficos que queiram passar a noite aqui são bem vindos. Não precisamos de mais mantimentos. Clima bem calmo. Não vimos PM. A Guarda Municipal está aqui para garantir a segurança dos ativistas.

20h00: O prefeito Daniel fez revelações importantes (e positivas para os animai) hoje à tarde na coletiva de imprensa. Não estamos conseguindo acompanhar daqui, mas o caso deve ser bem comentado hoje e amanhã na mídia. Conseguimos com o prefeito a garantia que a Guarda Municipal fará rondas constantes para garantir a integridade física dos ativistas pacíficks que ficarem em vigília. Clima tranquilo e garoa um pouco.

19h56: Estamos agora em frente ao Instituto Royal. O clima é calmo. Ativistas pacíficos que queiram passar a noite aqui em vigília são bem-vindos. Tragam água e mantimentos veganos, por favor. É muito importante neste momento que os ânimos estejam calmos. Uma imvasão ou manifestação hostil atrapalhariam as possíveis boas notícias que devem surgir amanhã. Hoje, Fabio Chaves (Vista-se) e George Guimarães (VEDDAS) estiveram em reuniões jurídicas em São Roque com o acompanhamento da grande mídia. Nosso agradecimento especial à equipe do programa CQC que tem sido solícita. O clima é de confiança e calma neste momento.

15h30: Agora estamos na prefeitura. O prefeito Daniel vai nos receber mais tarde. Tudo tranquilo.

14h41: Pessoal, estamos em uma movimentação jurídica. Não é uma manifestação. Por favor aguardem. Está tudo tranquilo.

12h36: Estamos na Câmara Municipal. Equipes da BAND e Folha vindo à cidade. Outras emissoras estão sem confirmação ainda, mas devem vir. Passamos há uma hora no portão do Instituto Royal e não havia nem ativistas, nem PM por lá. Apenas seguranças particulares.

10h00: Vamos novamente à cidade de São Roque hoje tentar uma reunião com o prefeito Daniel de Oliveira Costa. Queremos ouvir dele porque o Instituto Royal não foi lacrado se está sob investigação, porque existe um entra e sai de carros (provavelmente retirando possíveis provas) e, principalmente, porque não houve ainda uma forma judicial e emergencial de colocar uma comissão de ativistas para averiguar se há ainda animais no local. Amigos da imprensa, solicitamos a presença de equipes para nos acompanhar nesta pressão. Chega. Não dá mais para ficar assistindo isso. Estaremos com um número de celular que é apenas para a imprensa: (11) 98427-1079. Não ligue para outros assuntos para não atrapalhar, por favor. Amigos ativistas e manifestantespacíficos, dirijam-se para a cidade de São Roque, vamos aumentar a pressão política.

03h28: Vamos dar uma pausa para recarregar as baterias. Caso ocorra algum evento importante, nossos contatos no local nos informarão e voltaremos aqui a qualquer momento. Boa noite para você que acompanha esta transmissão. Durma o sono dos justos.

03h11: Uma das ativistas disse agora por e-mail que os policiais falaram diretamente com ela que investigaram ela através das redes sociais e que sabem que ela apoia o grupo Black Bloc e que logo ela será indiciada. Para evitar maiores problemas neste momento, ela resolveu deixar o local. Muitos outros ativistas permanecerão lá.

03h03: Segundo os ativistas que estão lá, agora são 3 viaturas da Polícia Militar e, segundo os policiais informaram aos ativistas, virão mais viaturas de Sorocaba e de Itu.

02h59: O portal de notícias IG está com uma enquete sobre o uso de animais em pesquisas cientícias em sua home(veja aqui).

02h56: A Polícia Militar está neste momento com todos os documentos dos carros dos ativistas, claramente procurando motivos para dar multas e mandar as pessoas embora de lá. Isso segundo relato de ativistas que estão lá.

02h43: Neste momento os policiais estão revistando todos os carros dos ativistas que estão no portão do Instituto Royal, segundo relato de um manifestante que está lá, em vigília.

02h39: De quem é a culpa por existirem testes em animais no Brasil? Assista à opinião do biólogo do IBAMA Anderson Valle sobre o caso do Instituto Royal (assista aqui). Anderson Valle é militante pelas causas ambientais, biólogo, mestre em comportamento animal, vegetariano e agente federal no IBAMA.

02h10: Segundo relato de ativistas que estão no local, o prédio do Instituto Royal está todo aceso, neste momento.

02h06: Segundo informações de ativistas que estão no local, chegaram mais 4 manifestantes para a vigília da madrugada. Ao todo, são mais de 20 pessoas por lá neste momento. Chegaram também duas viaturas da Polícia Militar e bloquearam a rua. Policiais e manifestantes conversam.

01h22: Ronald Rios, um dos repórteres do programa CQC, publicou há 3 horas em seu Twitter que a matéria sobre o Instituto Royal foi uma das que mais geraram elogios a ele em sua carreira dentro do CQC. De fato, a matéria foi extremamente positiva. Parabéns e muito obrigado pelo empenho, Ronald (assista aqui).

01h15: Mais 3 ativistas chegaram ao portão do Instituto Royal. São 20 pessoas que poderiam estar no conforto de seu lar depois de um dia cansativo no trabalho mas escolheram ajudar neste caso, vigiando os portões do instituto para tentar evitar a saída de possíveis provas de maus-tratos aos animais.

01h13: Mais uma vez, agradecemos a todos os jornalistas sérios que estão nos apoiando nesta transmissão, com incentivo e constante acompanhamento. Estas linhas são, principalmente, para vocês. Obrigado por ouvirem o lado daqueles que falam pelos que não têm voz.

00h57: Não houve ainda no Brasil um momento mais oportuno para você assistir ao documentário “Não Matarás”, do Instituto Nina Rosa, que é especializado em educação para a preservação da vida. Produzido no Brasil, o filme explica o que são, como são e para que servem os testes em animais (assista agora).

00h52: Já são 17 os ativistas em vigília no portão do Instituto Royal neste momento, segundo informações que recebemos por telefone.

00h30: Na tarde desta terça-feira, a apresentadora Luisa Mell soube que poderá ser intimada a depor por ter participado do resgate dos animais no Instituto Royal. Em uma longa e inteligente entrevista ao portal de notícias IG, ela explicou toda a ordem clonológica dos fatos (assista aqui).

00h27: Ativistas que estão no local informaram que chegarão em instantes mais 10 pessoas para somar ao grupo que está em vigília nesta madrugada no Instituto Royal.

22/10 – Terça-feira

23h13: São cerca de 10 os ativistas que estão vigiando os portões do Instituto Royal.

23h09: Por telefone, ativistas que estão em vigília nos portões do Instituto Royal informaram que o clima é calmo por lá. Eles ficarão até amanhecer. Ainda não temos informações sobre se algum ativista estará lá pela manhã. O que se viu nos últimos dias é que o período em que há menos ativistas por lá é justamente o diurno.

23h02: Em uma matéria exibida hoje no Jornal Nacional, da Rede Globo, o coordenador do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), que vem defendendo o Instituto Royal na mídia, admitiu que os testes em animais são desnecessários ao avanço da ciência. Na entrevista, ele afirmou: “Assim como precisamos dos animais para alimentação, nós precisamos dos animais para pesquisa científica.” (assista aqui). Assim como já foi afirmado até pelo Conselho Regional de Nutrição (CRN3) (leia aqui), a carne ou outros derivados de animais não são obrigatoriedades na alimentação humana. Ter animais em pesquisas científicas, portanto, também não é.

22h43: Apesar de ser claramente favorável ao Instituto Royal, a matéria sobre o caso exibida hoje pelo Jornal da Band revelou um detalhe importante: parte dos testes realizados pela instituição eram para a indústria cosmética, ao contrário do que os representantes do Royal afirmaram diversas vezes em entrevistas. A matéria revelou também que, em alguns casos, os animais eram mortos propositalmente (asissta aqui).

22h18: Por telefone, alguns ativistas que estão em frente ao Instituto Royal informaram que o clima é calmo neste momento e que há a presença da Polícia Militar.

22h15: O portal de notícias G1 destacou a criação da Comissão Especial de Inquérito (CEI) realizada hoje na Câmara Municipal de São Roque (veja aqui). Nós estávamos presentes em reunião com os vereadores na ocasião.

21h59: Recebemos a informação agora de que há ativistas nas imediações do Instituto Royal há algum tempo para a vigília desta noite.

21h11: Assim como alertamos ontem, esse chat aqui na direita é um espaço onde qualquer um, com qualquer intenção, pode estar infiltrado. Use o bom senso antes de combinar coisas ou passar dados pessoais. Ele é importante porque nos ajuda a saber se está acontecendo algo urgente, mas não confie em todos que escrevem ali.

21h06: Na volta à São Paulo, passamos em frente aos portões do Instituto Royal para ver a movimentação e tentar entrevistar alguém, mas não havia nada na entrada. Nem polícia,
nem ativistas.

21h03: Estivemos no final da tarde de hoje na cidade de São Roque para uma reunião na Câmara Municipal e acompanhamos a criação de comissão especial para investigação sobre o caso Instituto Royal. Tínhamos esperança que algo fosse realizado judicialmente hoje para permitir a entrada de ativistas e parlamentares no prédio para averiguação. A dúvida é se ainda há animais sofrendo por lá. Infelizmente, não conseguimos nada.

15h22: Biólogo que é uma das maiores autoridades no combate à vivessecção no Brasil, Sérgio Greif, chegou a entrar no Instituto Royal antes de tudo isso acontecer. Em entrevista à rádio EBC publicada há uma hora, ele explica o que viu e o que é o instituto (ouça aqui).

14h26: Fiquem atentos a esta página mais do que nunca. E, se possível, ajudem nas vigílias em frente ao Instituto Royal (Localização do Instituto Royal).

14h06: Do local, ativistas pedem mais pessoas por lá, se possível.

13h50: O Deputado Protógenes também pediu a criação de uma comissão especial para acompanhar as investigações ao Instituto Royal que, segundo o site da Câmara, já foi aceita pelo presidente da casa (veja aqui).

13h48: De Brasília, o Deputado Federal Ricardo Izar Jr fez um requerimento para que seja criada uma Comissão Externa Temporária da Câmara dos Deputados no Congresso Nacional para acompanhar as investigações de possíveis maus-tratos aos animais no Instituto Royal. Quando criada, essa comissão terá livre acesso às dependências do instituto (veja aqui).

13h34: No início da noite de hoje, às 19 horas, na cidade de Taubaté-SP, manifestantes farão um ato pacífico contra o Instituto Royal (veja aqui).

11h43: Na manhã de hoje, uma excelente matéria sobre o caso do Instituto Royal foi exibida pelo programa “Hoje em Dia”, da Record. A reportagem do programa localizou um dos cães que foram resgatados do instituto que precisará ser submetido a uma cirguria. Os dentes caninos do animal foram colados, talvez para que ele só se alimentasse através de algum cano ou coisa parecida. Vale assistir. (assista aqui).

11h29: Matéria do programa Balanço Geral destacou manifestações contra o Instituto Royal na cidade de Porto Alegre (assista aqui).

11h22: Segundo reportagem da rádio Jovem Pan, levada ao ar na noite de ontem, um cemitério clandestino de animais foi encontrado na cidade de São Roque, cidade que abriga o Instituto Royal. Até agora, não há indícios de que haja ligação entre o cemitério e a instituição, mas a polícia ainda investiga (ouça aqui).

11h16: Fim do detabe na Globo News, não conseguimos acompanhar o que foi dito.

11h13: A Globo News está exibindo um debate sobre os testes em animais neste momento.

10h06: Em outros momentos na imprensa e também em uma matéria publicada hoje na
Folha de S. Paulo, defensores do Instituto Royal afirmam que os manifestantes que entraram no local na madrugada de sexta-feira “deixaram” todos os ratos lá (leia aqui). Segundo alguns manifestantes que foram ouvidos pelo Vista-se, eles não deixaram, simplesmente não puderam pegar os pequenos animais porque eram centenas e a polícia não deixou. Independentemente disto, se os ratos foram deixados lá, como o próprio Royal admite, o que aconteceu com eles? Nós queremos saber. Por que o Instituto Royal barrou até o prefeito da cidade de fazer uma visita ao local?

10h01: O coordenador do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) e os representantes do Instituto Royal estão tentando ganhar a opinião pública dizendo que o local só realizava testes em animais para o avanço da medicina e que um suposto “tratamento para o câncer” foi perdido por causa da invasão dos manifestantes. (leia aqui).

09h55: Temos informações de que há ativistas nas imediações do Instituto Royal mas ainda não temos contato com eles. Caso você esteja no local, entre em contato conosco através do e-mail royal@vista-se.com.br. Por favor, não use este e-mail para outros assuntos que não sejam de imprensa ou sobre o nosso pedido.

09h53: Veja as duas cadelinhas Beagle resgatadas do Instituto Royal que estão com o Deputado Federal Ricardo Tripoli. Ele deu o nome de suas filhas à elas (veja aqui).

09h09: Todos os dias temos recebido links com opiniões como a do ex-jogador de futebol “Neto”, que é também apresentador de televisão. São comentários tão rasos sobre o caso, que não vamos responder. Precisamos focar no que realmente interessa e não em haters. Não dêem “Ibope” para este tipo de manifesto em relação ao caso.

08h20: Ainda há pouco, o jornal Bom dia Brasil, da Rede Globo, exibiu mais uma matéria de um lado só. Citaram apenas que as pesquisas no Instituto Royal estão paradas, que os ativistas vão pretar depoimento por causa da invasão… A Rede Globo parece mesmo ter escolhido um lado neste caso, coisa que o jornalismo sério não deveria fazer.

01h57: O pessoal da página “Ajude os Beagles do Instituto Royal” (veja aqui) está na frente do Instituto Royal neste momento e, por telefone, informaram que o clima é relativamente tranquilo, exceto pela ação da Polícia Militar que continua procurando qualquer problema nos carros dos ativistas para multar. Eles multaram um ativista há alguns minutos. Ainda assim, o grupo de 9 pessoas continuará lá até de manhã, em vigília. Se alguém estiver disposto a pegar o “turno da manhã” para não deixar o local sozinho depois que eles forem embora, já comece a se organizar.

01h48: Uma ativista que esteve no dia da invasão do Instituto Royal nos informou que esteve em São Roque novamente no domingo e foi até a tão falada Fazenda Angolana. Depois de muita conversa, deixaram ela entrar e ela viu que realmente há Beagles no local, mas são os que eles criam para venda. Ela os desafiou a deixar passar o aparelho que detecta chip em todos os cães de lá para ver se tem algum que saiu do Instituto Royal, como há a suspeita. Segundo a ativista, o representante da Fazenda Angolana disse que poderia sim fazer isso, para provar que os Beagles de lá não têm a ver com os Beagles do Instituto Royal.

01h11: Assista à excelente matéria exibida agora há pouco no CQC sobre o caso do
Instituto Royal (assista aqui).

01h09: Após publicarmos há cerca de uma hora (23h23) sobre os relatos dos ativistas que afirmaram ter ouvido latidos saídos do Instituto Royal, algumas pessoas que não quiseram se identificar nos escreveram dizendo que também ouviram ontem e hoje, em outros momentos do dia.

00h38: A matéria do Jornal do SBT não ouviu nenhum ativista. O jornalista José Nêumanne Pinto deu sua opinião sobre o caso, completamente tendenciosa. Ele questionou o porquê os ativistas não explicam porque comem carne. Talvez José não tenha percebido, mas toda a organização que começou o movimento é vegana, ou seja, além de carne, não consome ovos, laticínios ou qualquer outro produto de origem animal. E agora, José?

00h34: Matéria neste momento sobre o caso no Jornal do SBT.

00h31: Quase meio milhão de pessoas já assinaram a petição contra o Instituto Royal. Este número é importantíssimo para entrar nas pautas das reuniões políticas que acontecerão em breve. A pressão popular, através das assinaturas, pode fazer a diferença. (assine aqui).

21/10 – Segunda-feira

23h52: Pedimos atenção para o que vocês dizem no chat à direita. Notem que é um espaço onde qualquer pessoa, com qualquer intenção, pode comentar. Ao combinar caronas ou outras coisas importantes, usem o bom senso.

23h40: Os ativistas que estão nas imediações do Instituto Royal pedem mais pessoas que possam passar a noite lá para reforçar a vigília.

23h23: Ativistas que estão no Instituto Royal neste momento fizeram uma afirmação importante: “Nós temos certeza que há cães dentro do Instituto Royal.” Por telefone, pedimos maiores explicações. Os ativistas explicaram que estavam a aproximadamente 15 metros do portão principal do instituto, onde haviam 2 seguranças particulares. De repente, ouviram latidos de muitos cachorros de uma vez e, então, um dos seguranças disse: “Vou descer lá embaixo pra ver lá.” Depois que ele desceu, não se ouviu mais latidos. Eles nos mandaram um áudio de tudo isso, que você ouve aqui. Não é o Vista-se que está afirmando, mas pessoas que estão lá foram categóricas.

23h15: A matéria exibida agora no programa CQC, da BAND, mostrou uma cobertura espetacular sobre o caso. Nossos cumprimentos à toda a redação.

23h00: Matéria do CQC sobre o caso agora na BAND.

22h43: Os ativistas que estão no local relataram que saíram neste momento 2 viaturas da polícia de dentro do Instituto Royal e tiraram fotos deles.

22h41: Há ativistas no local, mas os que disseram que iam para passar a noite ainda não chegaram.

21h36: Os ativistas relataram de novo que ouviram latidos que aparentemente vieram de dentro do Instituto Royal, mas não é possível precisar.

21h35: Ativistas que estão no portão de trás informaram que o Instituto Royal está com todas as luzes acesas neste momento.

21h28: Até o momento, nenhum dos ativistas que disseram que iriam para passar a noite no local chegou.

21h12: Ativistas que não puderam ficar no local compareceram para dar apoio e levar alimentos (frutas) e água para os outros ativistas que estão lá. O clima no momento é calmo.

21h10: Há alguns minutos, ocorreu a troca de turno dos seguranças particulares que foram contratados pelo Instituto Royal para ficar 24 horas vigiando as entradas.

20h56: Ainda segundo os ativistas que estão no local, eles ouviram latidos que possivelmente vieram de dentro do Instituto Royal. Eles estão lá desde às 14 horas e relataram que durante o dia todo observaram muitos urubus voando ao redor do prédio.

20h52: Por telefone, conversamos com uma ativista que está neste momento no local. Não há caminhões retirando animais. Este boato tem surgido de tempos em tempos e tem atrapalhado muito. A situação real é que existem 3 ativistas no portão principal e outros 2 no portão secundário. A todo tempo entram e saem viaturas da polícia e um carro particular. Cerca de 20 pessoas estão indo para o local para fazer vigília durante toda a noite.

19h39: Segundo informações que obtivemos neste momento por telefone com o Deputado Federal Ricardo Izar Jr, o prefeito da cidade de São Roque, Daniel de Oliveira Costa, onde fica o Instituto Royal, foi até o local hoje durante a tarde e – pasmem! – foi impedido de entrar.

19h26: O que houve com os animais que não foram salvos na madrugada de sexta-feira? Por que os representantes do Instituto Royal não aceitam que nenhuma comissão de ativistas entrem no local? São perguntas ainda sem resposta. Ainda. Uma imagem que ilustra bem o atual sentimento dos verdadeiros ativistas (veja a imagem | outra imagem).

19h09: A ativista que está no local publicou uma foto da PM abordando e pedindo documentos de todos que se aproximam do Instituto Royal (veja a foto).

19h03: Uma ativista que chegou ao Instituto Royal neste momento afirma que a polícia está avordando todos os ativistas que chegam (são cerca de 5 neste momento). Assim como a Polícia Militar fez pela manhã, eles estão tentando achar erros na documentação do carro ou qualquer coisa que tire os ativistas de lá e leve à delegacia.

18h04: A imagem de um cão com o olho costurado que comentamos às 17h33 foi usada bem antes da invasão que libertou os animais do Instituto Royal (veja aqui), assim, provavelmente trata-se de uma imagem feita em algum instituto estrangeiro e que corre a internet. Porém, é muito provável que existia situações semelhantes no Instituto Royal,

17h55: O diretor científico do Instituto Royal, João Antônio Pêgas Henriques, vem afirmando em entrevistas que sua instituição realiza apenas testes para a indústria farmacêutica. Desta forma, ele tenta colocar a ideia de que é necessário o trabalho feito por ele e seus colegas de instituto. Ele nega que o Instituto Royal faça testes para a indústria cosmética e sempre enfatiza que é apenas para remédios. No entanto, em uma rápida busca pela internet, é possível ler que seu trbalho “é pioneiro na prestação de serviço na área de avaliação do potencial genotóxico de agrotóxicos fármacos e amostras ambientais.” Agrotóxicos?!
(leia aqui, no site do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

17h33: A imagem de um cão que supostamente foi resgatado de dentro do Instituto Royal reforça e ilustra as acusações de que há maus-tratos na experimentação animal (veja a foto).

17h21: Durante o programa “A Tarde é Sua”, exibido ainda pouco pela RedeTV, uma das ativistas entrevistadas que entrou no local na sexta-feira afirmou que viu dentro do Instituto Royal caixas com coelhos mortos, pedaços de cães e outras coisas horríveis. Talvez ainda não tenha dado tempo de o Instituto Royal se livrar das provas de maus-tratos aos animais, daí o medo de que ativistas entrem lá para averiguar a situação.

17h04: Ativistas planejam fazer uam manifestação nesta sexta-feira em frente à UNISA (Universidade de Santo Amaro), em São Paulo, contra o uso de animais em aulas de laboratório (evento no Facebook).

16h54: Em entrevista ao G1, representante do instituto Royal confirmou que os chips colocados nos animais não têm GPS, ou seja, não servem como localizador. Ele confirmou ainda que os animais não oferecem risco à população, portanto, se você está com algum dos animais resgatados, fique tranquilo e nem pense em devolver ao Insituto Royal (leia aqui).

16h25: O programa da apresentadora Sonia Abrão, da RedeTV, continua falando ao vivo sobre o caso do Instituto Royal.

15h47: O programa “A Tarde é Sua”, da RedeTV vai abordar o caso do Instituo Royal em alguns minutos, ao vivo.

15h17: Desde o início da manhã de hoje não há ativistas na frente do Instituto Royal. Se havia animais lá dentro, o que era a grande suspeita dos ativistas, é possível que eles já tenham sido retirados.

15h09: Duas cadelinhas resgatadas no Instituto Royal estão com o Deputado Federal Ricardo Trípoli. O parlamentar assinou um termo de fiel depositário na delegacia da polícia civil de São Roque que garante que ele pode ficar com os animais até que o juiz decida se eles voltam ou não para o laboratório. Silvia Ortiz, diretora geral da instituição, mostrou-se surpresa com a atitude do deputado e declarou que “Os cães devem retornar ao instituto.” 
(leia aqui).

14h45: Em outubro de 2012, depois de mais um dos diversos protestos que já aconteceram no Instituto Royal, o ativista George Guimarães foi convidado a falar sobre o assunto ao vivo na Record News. Foram cerca de 15 minutos esclarecedores (assista aqui).

14h37: Uma das ativistas que foi entrevistada pela reportagem do portal UOL, Jane Santos, contesta conteúdo publicado sobre suas declarações (veja aqui).

14h31: Em uma declaração publicada através da página da Frente Parlamentar Defesa dos Animais no Congresso Nacional (FPDA), o Deputado Federal Ricardo Izar Jr, que preside a FPDA, se posicionou a favor do fechamento do Intituto Royal: “Queremos o Instituto Royal fora de São Roque, fora do Brasil.”, disse. (veja aqui).

14h27: Após visitar o Instituto Royal no domingo, o Deputado Federal Protógenes diz que “Aquilo ali tem de fechar!”, em matéria do portal de notícias da Record, o R7 (leia a matéria).

13h50: Com mais de 380 mil “curtidas” no Facebook, a página “Estopinha”, nome da cadelinha do apresentador e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, publicou uma foto contra os testes animais com a seguinte frase: “Um dia os pesquisadores descobrirão que os animais é que eram o remédio.” (veja a foto).

13h41: Sobre possíveis atrasos para quem utiliza a Loja Vista-se, emitimos um comunicado (leia aqui).

13h18: Artigos interessantes sobre o tema da vivessecção podem ser encontrados no site da ONG paulistana VEDDAS (leia aqui).

13h16: Além da manifestação que anunciamos há pouco que ocorreu em Porto Alegre, outro grupo de ativistas gaúchos foi neste final de semana até uma unidade do Instituto Royal que fica dentro do campus do Vale da UFRGS (veja aqui).

12h45: Infelizmente, não há notícias de ativistas em vigília na prota do Instituto Royal desde às 8h15 da manhã. A grande suspeita é de que há ainda animais lá dentro. Se realmente havia, pode ser que eles já tenham sido retirados e levados para outro lugar, para evitar o flagrante de maus-tratos.

11h56: Na manhã desta segunda-feira, o Facebook está com uma instabilidade que impede atualizações de status e outras atividades. Isso será muito ruim para disseminar informações importantes sobre o caso do Instituto Royal (veja aqui).

11h49: No sábado (19), ativistas da cidade de Passo Fundo-RS, fizeram uma manifestação contra a realização de testes em animais (veja aqui).

11h45: No final de semana, ativistas de Porto Alegre fizeram um ato público repudiando testes em animais e apoiando as ações ocntra o Instituto Royal (veja aqui).

11h10: Assim como foi afirmado em uma matéria do SBT (assista aqui), um vídeo amador publicado na manhã de hoje mostra o momento em que a Polícia Militar começou a jogar bombas nos manifestantes antes que qualquer confronto tivesse começado. As imagens do início do caos que aconteceu na Rodovia Raposo Tavares começam depois dos 20 minutos do vídeo a seguir (assista aqui).

11h02: O representante do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) foi convidado a estar ao vivo nos estúdios da Rede Globo explicando o potno de vista dos vivisseccionistas. Para o contra-ponto, atores da Globo?! Por que o programa não convidou ativistas a estarem lá para responder pessoalmente?

10h59: Por telefone, no programa “Encontros”, agora na Rede Globo, o ativista Luiz Scalea falando ao vivo algumas verdades. Se o Instituto Royal não tem nada a esconder, porque não abrem a porta para autoridades e comissão de ativistas?

10h55: Agradecemos profundamente o apoio de todos os jornalistas que entraram em contato nestes dias dizendo que estão acompanhando esta página 24 horas por dia. Precisamos de vocês e todos os veículos que queiram mostrar os dois lados. Essa história está longe
de acabar.

10h52: Mais mentiras. A comissão de “ética” citada agora no programa é formada basicamente por vivisseccionistas. O representante que está falando em favor do Instituto Royal afirmou que o animal encontrado morto morreu de morte natural. Antes, ele havia falado que o cadáver seria ainda verificado por uma médica veterinária patologista para descobrir a causa da morte.

10h49: O programa “Encontros”, da Rede Globo, está comentando o caso do Instituto Royal neste momento.

10h46: O perfil pessoal no Facebook da pessoa que atualiza esta página não está funcionando na manhã de hoje para publicações na linha do tempo. Esperamos sinceramente que não seja censura digital.

10h01: Equipe do CQC à caminho de São Roque neste momento.

09h12: Se algum ativista estiver no local ou indo para lá, por favor nos informe no e-mail royal@vista-se.com.br. Não use este e-mail para outro assunto.

08h58: Agora há pouco, os ativistas que passaram a noite em frente ao instituto foram embora. Se realmente ainda há animais lá dentro, devem estar sendo retirados neste exato momento. Se houver algum ativista da região que puder ir para lá, seria ótimo.

08h50: Ativistas que passaram a noite no local disseram que viram a polícia militar por lá o tempo todo. Um dos policiais multou uma das ativistas por algum “motivo-pretexto” de trânsito. Às 8h11 uma van com um homem identificado apenas como “prestador” entrou no Instituto Royal. Embora as informações oficiais sejam que ninguém pode entrar lá. Às 8h15, ainda segundo uma ativista que está no local, um policial confirmou informalmente que há ainda animais dentro do instituto.

03h20: Vamos encerrar a transmissão e certamente teremos novidades durante o dia. Aos que estão neste momento no Instituto Royal, passando a noite em condições desconfortáveis, nosso profundo respeito. A presença de ativistas lá evita que animais sejam retirados (se é que ainda há animais lá) pelo Instituto Royal e levados para outro lugar.

03h09: Nos primeiros minutos desta segunda-feira (21), o portal de notícias da Record (R7) publicou uma matéria onde o presidente da Comissão de Defesa e Direito Animal da OAB-SP questiona as investigações do Ministério Público sobre o caso em que dizem não ter encontrado evidências de maus-tratos. Para ele, há sim evidências de maus-tratos (leia aqui).

02h59: Adriana Greco, uma das organizadoras da ação contra o Instituto Royal, reclamou há cerca de 2 horas sobre a edição que a matéria exibida no Fantástico fez em relação ao
seu depoimento (leia aqui).

02h56: Na noite deste domingo, o programa Pânico na Band exibiu uma matéria sobre o caso do Instituto Royal (assista aqui).

02h30: Assista à matéria que o programa Fantástico, da Rede Globo, exibiu há algumas horas (assista aqui). A cobertura mais tendenciosa até o momento.

02h22: Ainda segundo relatos de ativistas que estão no local, há viaturas da Polícia Militar do lado de dentro do Instituto Royal.

02h16: Recebemos informações de ativistas que estão no local. São 6 pessoas que pretendem passar a noite em vigília por lá. Algumas delas chegaram lá por volta das 18 horas de ontem.

02h02: Assista à matéria que o programa Domingo Espetacular, da Record, levou ao ar sobre o caso do Instituto Royal (assista aqui).

01h59: Apenas para ficar registrado, a equipe da Folha de S. Paulo foi solícita e foi até a delegacia da Polícia Civil de São Roque à espera de uma possível visita ao Instituto Royal agora há pouco. Mas deixou o local assim que soube que não haveria a visita hoje.

01h37: Em fotos e vídeos publicados há cerca de 3 horas na página oficial no Facebook do Deputado Protógenes, fica claro que ele visitou na tarde deste domingo apenas o andar onde os animais foram resgatados (veja aqui). O prédio tem mais andares que não foram visitados depois de tudo que aconteceu. A suspeita é de que há ainda animais por lá.

01h30: Não sabemos quem são os ativistas que estão no local neste momento. Gostaríamos de conversar com eles. Se você está no local, escreva para royal@vista-se.com.br. Por favor, não use este e-mail para outro assunto.

01h12: Há informações de que ativistas estão se dirigindo ao local para passar a noite por lá.

01h08: Estamos de volta à São Paulo. Não fomos ao portão do Instituto Royal porque, infelizmente, não conseguimos autorização ou algum documento que permitisse nossa entrada hoje no local. A todo momento recebemos informações não oficiais de que existem ainda animais dentro do instituto, provavelmente nos pisos superiores. Se, de fato, houver animais lá, certamente eles serão retirados assim que o local ficar sem ativistas por perto.

00h25: Nosso pedido para que os ativistas permanecessem nos portões até amanhã, se devia ao fato de que tentaríamos fazer uma visita ao Instituto pela manhã. Assim, os ativistas poderiam evitar alguma tentativa de saída de animais do local (caso haja animais). Mas não obtivemos sucesso, infelizmente, já que Silvia Ortiz não autorizou nossa entrada e não conseguimos acompanhamento da polícia.

00h03: Conseguimos falar por telefone com Silvia Ortiz, representante do Instituto Royal para tentar esta autorização de entrada. Ela “contornou” dizendo que o jurídico não permitiu e que amanhã pode dar uma nova resposta.

20/10 – Domingo

23h57: Últimas informações: Fabio Chaves (Vista-se), juntamente com o Deputado Federal Ricardo Izar Jr foram até a Delegacia da Polícia Civil para tentar um acompanhamento da polícia até o instituto, para averiguar se ainda existem animais nos dois andares superiores. Sem sucesso, pois não havia delegado de plantão e nem investigador. Por outras fontes foi confirmado que existe mesmo um subsolo no Instituto Royal. Esta informação é segura.

22h29: Atenção: é importante que os ativistas se mantenham presentes durante toda a noite nos dois portões do Instituto Royal. Não podemos passar agora mais informações. Mas pedimos que não saiam dos 2 portões durante toda a noite.

22h35: Apesar de algumas informações desencontradas, a matéria do Domingo Espetacular, da Record, conseguiu mostrar que existem maus-tratos e também não desqualificou a atitude dos ativistas.

22h18: Matéria agora na Record, sobre o caso do Instituto Royal.

22h07: Matéria do Programa Pânico não desqualificou as ações dos ativistas. Parabéns à emissora que agiu com imparcialidade e que parece acreditar na causa animal.

21h49: Agora, no Programa Pânico na Band, matéria sobre o caso do Instituto Royal.

21h36: Segundo relatos de ativistas presentes no local, seguranças informaram sobre a presença de funcionários trabalhando no Instituto. Mas, tempos depois, os mesmos informaram que já não havia mais ninguém. Os ativistam presentes afirmam que ainda há luzes acesas no primeiro andar.

21h03: A matéria exibida agora pelo Fantástico, da Rede Globo, foi a cobertura mais tendenciosa que pudemos ver até agora. Lamentável.

20h55: Matéria agora no programa Fantástico, da Rede Globo, sobre o caso do Instituto Royal.

20h47: Notícias importantes ainda hoje, aguardem.

20h44: Notícia que está na capa do G1 agora: “Ativistas protestam contra testes com animais na Espanha” (leia aqui).

20h35: Dois ativistas que estão na frente do Instituo Royal informaram agora há pouco que entrou um carro particular na instituição, mesmo com a polícia informando que estava proibida a entrada de qualquer pessoa.

17h16: Se você resgatou um animal no Instituto Royal na última sexta-feira, não fique assustado com os comentários de que quem fez isso poderá ser preso. Além de ser praticamente impossível a polícia achar estes animais, o máximo que poderia ocorrer é um processo que provavelmente não daria em nada. Nem pense em abandonar estes animais.

16h59: Localização do Instituto Royal: Altura do KM 56 da Rodovia Raposo Tavares (entrada do Hotel e Restaurante Stefano) | MAPA – Indo de São Paulo para lá, ao avistar a placa do KM 56, a entrada é logo à direita (visão da entrada, saindo da Raposo tavares). – GPS: Coloque Estrada do Pinheirinho, 666 – São Roque-SP | MAPA (Este é o local aproximado, não é o endereço do Instituto Royal).

16h38: A petição que pede o fim do uso de animais pelos Instituto Royal passou das 400 mil assinaturas. Este número é importante para aumentar a pressão popular sobre o caso e poderá ser usado em possíveis reuniões judiciais (assine).

16h35: Também por telefone, ativistas que estão no local comentaram que, no momento em que o Deputado Federal Protógenes Queiroz entrou no Instituto Royal, havia ativistas por lá mas não foi permitido que eles entrassem junto.

16h31: Segundo informações passadas por telefone por uma ativista que está no local, há neste momento cerca de 5 ativistas no portão do Instituto Royal. A equipe da TV TEM, afiliada local da Rede Globo, está no local. A equipe do Jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, também está no local.

16h20: Ativista publica foto e relato do deputado que entrou hoje no Instituto Royal. Segundo ele, o local está muito sujo de fezes mas não foi encontrado nenhum animal lá (veja aqui).

16h17: O veterinário Wilson Grassi, que é vegano e de nossa confiança, publicou há pouco em seu Facebook que ele e sua equipe estão à disposição para um check up gratuito nos animais que foram resgatados no Instituto Royal (veja aqui).

16h12: Ativista publica 4 fotos de um cão que supostamente foi resgatado no Instituto Royal na madrugada da última sexta-feira (18), veja como ele está hoje (veja fotos).

16:03: No Facebook, internautas enviam imagens de seus animais de estimação com plaquinhas de apelo contra o Instituto Royal. Envie também (informações no link). (veja fotos).

15h22: Por telefone, confirmamos com a repórter Elaine Freires, da Rádio CBN, que está no local, que o Deputado Federal Protógenes Queiroz já deixou o Instituto Royal. Ela disse ainda que conversou com ele e que ele afirmou que não há mais animais dentro da instituição. Ele disse ainda que vai pedir investigações sobre o caso esta semana. A equipe da CBN não pretende ficar por muito mais tempo no local.

15h05: Por telefone, o Deputado Federal Ricardo Izar Jr nos informou o número pessoal do Deputado Federal Protógenes Queiroz, mas ainda não conseguimos contato com ele.

14h59: Segundo informações não oficiais da imprensa local, o Deputado Federal Protógenes Queiroz já teria saído do Instituto Royal.

14h46: O número que nos passaram do deputado não é correto. Se você tem o número correto, escreva pararoyal@vista-se.com.br. Não use este e-mail para outros assuntos.

14h39: Uma equipe jornalística de Sorocaba, região da cidade de São Roque, também está indo para o local para tentar falar com o deputado que está dentro do Instituto Royal. É importante que hajam ativistas também no local. Por enquanto, não temos notícias de que tenham manifestantes por lá.

14h38: Conseguimos o celular pessoal do Deputado Protógenes Queiroz e estamos tentando contato. Obrigado a todos que ajudaram. Continuem acompanhando.

14h23: Se alguém tiver o telefone do Deputado Federal Protógenes Queiroz escreva para royal@vista-se.com.br. Se houver possibilidade, gostaríamos de entrar no Instituto Royal. Não use este e-mail publicado para outros assuntos.

14h18: Todos os ativistas que estavam se manifestando em frente ao MASP decidiram ir para o Instituto Royal, na cidade de São Roque, assim que souberam que há um deputado dentro do local averiguando se há animais. Informações de como chegar ao local neste link.

14h08: Assim como nos contou por telefone, a repórter Elaine Freires está neste momento em frente do Instituto Royal aguardando a saída do deputado. Ainda não há notícias de que existam ativistas no local.

14h04: Agora ao vivo na rádio CBN sobre o caso, repórter está na frente do Instituto Royal.
(ouça a CBN ao vivo).

13h56: É muito importante que ativistas que estão na região do Instituto Royal se dirijam para lá para acompanhar de perto. Informações de como chegar ao local neste link.

13h53: Ainda segundo informações da repórter da Rádio CBN, o deputado entrou sozinho no Instituto Royal. Não há nenhum ativista no local, apenas a equipe da CBN.

13h46: Na Av. Paulista, em frente ao MASP, alguns ativistas iniciaram uma manifestação contra o Instituto Royal (veja uma foto | link alternativo).

13h41: Confirmamos por telefone com a repórter Elaine Freires, da CBN, que o Deputado Federal Protógenes Queiroz conseguiu um mandado e entrou neste momento no Instituto Royal com o auxílio da Polícia Militar. A jornalista entrará no ar a qualquer momento com notícias. Acompanhe pelo rádio ou no site da CBN (acesse o site da CBN | ouça a CBN ao vivo).

13h29: Precisamos falar urgente com alguém da Rádio CBN. Se você tem algum contato, por favor escreva pararoyal@vista-se.com.br. Só escreva se for uma informação sobre isso.

13h17: Segundo informações ainda não oficiais, um deputado federal conseguiu um mandato na justiça para entrar ainda hoje no Instituto Royal com uma comissão de ativistas e averiguar se há ou não animais lá dentro. Neste exato momento há cerca de 5 ativistas na frente do portão do Instituto Royal, em São Roque-SP, e novamente há a confirmação de que o local não está lacrado pela justiça, embora os portões etejam fechados.

13h09: Neste momento há cerca de 20 pessoas no vão do MASP, Av. Paulista, organizando uma manifestação. A organização pede para que outros ativistas dirijam-se para lá com faixas e cartazes.

13h05: Estampa a capa do portal de notícias da Rede Globo, o G1, uma espécie de infográfico com argumentos contra e a favor de testes em animais. Tire suas conclusões. (veja aqui).

12h25: Segundo informações desta página no Facebook, a organização da manifestação da Av. Paulista acaba de chegar ao vão do MASP e alguns outros ativistas começam a chegar.

12h15: Alguns ativistas continuam afirmando nas redes sociais que ainda há animais no Instituto Royal. De fato, é bem estranho que a direção do instituto não tenha deixado nenhuma comissão entrar no prédio para averiguar. Ontem, no calor das manifestações, antes do estouro da violência, a PM seleciou 5 ativistas para entrar no Instituto Royal, mas o advogado da instituição não permitiu. Nem mesmo deputados que estavam no local conseguiram entrar para confirmar a existência ou não se animais. O prédio do Instituo Royal tem 3 andares mas, pelo que consta, apenas o primeiro andar foi invadido na madrugada de quinta para sexta-feira. A partir destas informações, é possível presumir que pode mesmo haver animais nos outros 2 andares.

12h05: Em reportagem exibida ontem à noite pelo SBT, é afirmado categoricamente que a Polícia Militar foi quem começou todo o tumulto que quase terminou em tragédia. A matéria traz imagens de um PM atacando um manifestante que estava com máscara e arrancando a máscara dele. Em seguida, o grupo Black Bloc começou uma reação violenta (assista aqui).

11h51: Ativista que foi à manifestação marcada no vão do MASP, na Av. Paulista, publicou uma foto agora há pouco informando que não há ninguém ainda no local para o protetso marcado para as 11 horas (veja a foto | link alternativo).

11h47: A petição contra o Instituto Royal já passou de 390 mil assinaturas. Este número grande de pessoas que se declaram contra o Instituto Royal servirá para pressionar autoridades durante possíveis reuniões que acontecerão esta semana (assine).

11h38: A organizadora da manifestação de hoje na Av. Paulista contra o Instituto Royal informou por telefone que ainda não consguiu chegar ao local, embora estivesse marcado para às 11 horas o protesto. Segundo ela, a manifestação vai acontecer e pede para que as pessoas se dirijam para lá. (veja aqui a página do evento no Facebook).

11h33: Pelo celular, ativista que foi à Av. Paulista informa que não há nenhuma movimentação no vão do MASP além das feirinhas que acontecem por lá de domingo (leia aqui). É possível que o protesto não tenha começado ainda porque muitos ativistas que disseram que estavam indo para lá ainda não chegaram.

11h23: Uma jornalista da Rádio CBN informou agora há pouco que não há ativistas nas imediações do Instituto Royal neste momento. A jornalista informou também que a seurança no local está reforçada com polícia e seguranças particulares. Segundo o comandante da Polícia Militar informou à CBN, não há prazo para a PM deixar o local
(ouça aqui).

11h19: Adriana Khouri, uma das ativistas da organização que começou todo esse movimento contra o Instituto Royal, informou agora há pouco que não foi agendada por ela ou alguém da organização nenhuma manifestação para hoje (leia aqui). De fato, a manifestação marcada para hoje às 11 horas da manhã na Av. Paulista foi marcada por outras pessoas.

11h11: O grupo Black Bloc SP publicou uma foto em sua página no Facebook de algumas cápsulas de gás lacrimogêneo usadas pela polícia no confronto com os manifestantes na Rodovia Raposo Tavares (veja a foto).

11h09: Segundo informações da página “Ajude os Beagles do Instituto Royal”, já há uma movimentação pequena na Av. Paulista para um protetso contra o Instituto Royal (veja aqui).

11h03: Publicamos na noite de ontem uma imagem em nossa página oficial no Facebook convidando as pessoas que estão acompanhando o caso do Instituto Royal a repensarem sua visão sobre todos os animais (veja a imagem).

10h59: O jornalista André Trigueiro, da rádio CBN, deu ontem sua opinião a respeito do caso do Instituto Royal, vela ouvir (ouça aqui).

10h53: Veja foto de um dos cães resgatados no Instituto Royal e como ele está hoje
(veja a foto aqui).

10h43: Ativista que fomentou o protesto de hoje na Av. Paulista publicou agora há pouco em seu Facebook que estava indo para o vão do MASP e convidou a todos que queiram se juntar a ela. A manifestação está marcada para esta manhã, às 11 horas (veja aqui).

10h35: O documentário brasileiro “Não Matarás” explica o que são os testes em animais. O filme foi produzido pelo Instituto Nina Rosa, que é uma ONG especializada na defesa dos animais que também produziu o documentário “A Carne é Fraca”.
(Assista aqui ao documentário “Não Matarás”)

10h25: Ainda não temos informações se há algum ativista neste momento em frente ao Instituto Royal. Estamos tentando levantar isso.

10h23: Um dos maiores jornais da Europa, o espanhol El País, também destacou a ação dos ativistas brasileiros no Instituto Royal. Na foto em destaque, ativista cola adesivo escrito
“Diga não à vivissecção” no escudo de um policial militar (leia aqui).

10h21: Quase 400 pessoas confirmaram presença na manifestação marcada apenas há algumas horas pelo Facebook. O protesto está marcado para às 11 horas da manhã no vão do MASP, Av. Paulista, São Paulo-SP (veja aqui).

10h06: Ativista que passou a noite em frente ao portão do Instituto Royal diz que a informação que circulou nas redes sociais ontem de que o instituto havia sido lacrado não é verdadeira. Além de muitos policiais o tempo todo entrando e saindo do local, há seguranças particulares. Às 6 horas da manhã de hoje, ouve a troca de turno desses seguranças, 8 pessoas. Ainda segundo a ativista, não são seguranças armados (veja aqui).

01h33: Vamos dar uma pausa na transmissão para recarregar as baterias. O chat aqui na direita continua, informem-se e ajudem a informar. Se você está sem sono e respeita os animais, assista agora ao documentárioTerráqueos.org.

01h17: Às pressas, ativistas de São Paulo que não puderam ir ao Instituto Royal organizam um protesto contra a instituição neste domingo (20), às 11 horas da manhã no vão do MASP, Av. Paulista (informações aqui).

01h12: Grupo paulistano “NãoMate” fez uma projeção no centro da capital paulista em homenagem aos cães resgatados no Instituto Royal (assista aqui).

01h08: Ativista publica vídeo do momento em que a Tropa de Choque ataca com bombas manifestantes que estavam sentados e sem oferecer nenhuma reação (assista aqui).

19/10 – Sábado

23h31: O UOL está fazendo uma enquete sobre o caso: “Você é a favor do uso de animais
em pesquisas?” (Responda aqui).

23h17: Durante a manifestação desta tarde na cidade de São Roque-SP, conversamos com uma senhora que é moradora do mesmo bairro onde fica o Instituto Royal. Uma senhora bem simples, apareceu no local para vender água. Perguntamos a ela se já sabia da existência do intituto naquele bairro. Ela disse que sim mas que não sabia o que era feito lá dentro e ficou horrorizada. Ela disse que o Instituto Royal está instalado ali há dois anos, aproximadamente. Ainda segundo ela, antes, o prédio abrigava um hospício.

23h07: Os ativistas que estão neste momento em frente ao portão do Instituto Royal pretendem passar a noite por lá.

22h44: Uma ativista que está no local nos informou que são 26 os manifestantes que estão em frente ao portão do Instituto Royal neste momento.

22h35: Ativistas de Florianópolis farão um ato de protesto contra a vivissecção no
dia 25/10, sábado, na Concha Acústica da UFSC (evento no Facebook).

22h20: Médica veterinária desabafa no Facebook sobre o número de pessoas que querem adotar os Beagles que saíram do Instituto Royal (leia aqui). E ela tem razão: se você realmente quer ajudar um animal, adote um sem raça definida em qualquer clínica veterinária de sua cidade. Não faltarão adotantes para os Beagles, podem ficar tranquilos.

22h10: Khouri também pede para que não sejam criadas páginas de adoção dos Beagles e para que não sejam divulgadas informações que possam levar a polícia aos animais resgatados do Instituto Royal (veja aqui).

22h06: Adriana Khouri, uma das manifestantes que começou todo esse movimento no
sábado (12), acabou de publicar em seu perfil no Facebook que houve uma reunião com o Deputado Federal Ricardo Tripoli para traçar estratégias para os próximos dias. Durante a reunião, receberam a notícia de que o caso será conduzido por uma promotora da Comissão Antivivesseccionista do Estado de São Paulo, o que é uma excelente notícia (veja aqui).

22h00: Segundo ativistas que estão no local neste momento, a Polícia Militar não está agressiva e está conversando com os manifestantes, bem diferente do que se viu hoje durante o dia.

21h39: Uma fonte de nossa confiança está neste momento em frente ao portão do Instituto Royal e diz que o local não está lacrado. São pouco mais de 15 ativistas neste momento e a todo momento chegam mais.

21h25: Existem 17 ativistas perto do Instituto Royal agora.

21h24: Recebemos a confirmação agora de que há ativistas nas proximidades do Instituto Royal neste momento. A polícia também está no local fazendo rondas em alta velocidade. Apesar disso, ativistas relatam clima tranquilo no local.

21h20: Foto publicada no UOL mostra repórter do programa CQC Ronald Rios, da Bandeirantes, sendo atingido no rosto por spray de pimenta (veja a foto).

20h56: Notícia ainda não oficial garante que o Instituto Royal acaba de ser lacrado! Está sob intervenção judicial.

20h52: Um documento enviado para nós por uma pessoa que não quis se identificar traz detalhes sobre os testes realizados no Instituto Royal e confirma que há tortura e morte de cães, ratos e coelhos no local. O texto também explica como são feitos os testes e refere-se aos animais como “sistemas-teste”. No final do documento, uma série de nomes de funcionários e suas funções dentro do instituto (leia o documento aqui).

20h35: Segundo matéria exibida agora no Jornal Nacional, havia apenas 700 manifestantes no local. São dados da Polícia Militar. No entanto, este número certamente é muito maior.

20h31: O Jornal Nacional, da Rede Globo, exibirá agora uma matéria sobre as manifestações de você no Instituto Royal.

20h28: Recebemos informação não oficial de quem até às 18 horas havia cerca de 60 manifestantes no local, sem saber ao certo se continuavam lá ou não.

20h18: Estamos tentando saber se há manifestantes no local. Aparentemente, não há.

19h57: Manifestante afirma que não houve tentativa de ataque por conta do grupo Black Boc e diz que foi a Tropa de Choque que avançou sobre as pessoas primeiro. Ele fez um vídeo do momento do início da confusão (assista aqui).

19h49: SBT neste momento falando sobre o caso.

19h48: Matéria neste momento no Jornal da Record.

19h35: A petição contra a atuação do Instituto Royal já tem quase 370 mil assinaturas. Ainda é importante assinar, pois este número servirá como apoio durante as possíveis reuniões entre ativistas e administradores do município de São Roque esta semana (assine).

19h28: Assista a um pequeno vídeo que mostra o estado em que ficou o carro da Rede Globo e da Polícia Militar, publicado por um manifestante que estava no local (assista aqui).

19h25: O grupo de ativismo vegano “269 Life”, de Israel, publicou homenagens e incentivos às ações que estão ocorrendo no Brasil em relação ao caso do Instituto Royal (veja aqui).

19h22: Não conseguimos confirmar a informação de que há confronto no local neste momento.

19h18: Com mais de 200 mil likes no Facebook, Midia NINJA também esteve presente na manifestação de hoje e publicou sobre a ação da polícia (veja aqui).

19h06: Há informações de que há confronto no local neste momento.

19h00: Uma audiência pública sobre o caso do Instituto Royal deve acontecer na próxima semana no Congresso Nacional.

18h59: Na tarde de hoje, dois Beagles foram encontrados pela população nas ruas de São Roque e levadas até a delegacia. Havia rumores de que eles voltariam para o Instituto Royal. No entanto, eles saíram nos braços do Deputado Federal Ricardo Tripoli (veja aqui).

18h50: Outro fato importante: o que foi possível observar na cobertura da grande mídia, é que a Rede Globo foi a emissora que menos apoiou as manifestações. Na linha editorial da emissora, era clara a tendência de dizer que o Instituto Royal está dentro da lei e que não cometia maus-tratos aos animais. A emissora foi, inclusive, alvo de toda a massa de manifestantes que gritava ofensas em coro citando o nome Rede Globo.

18h46: É também importante que fique claro que os manifestantes Black Blocs que foram ao Instituto Royal na madrugada de quinta para sexta-feira foram fundamentais para o resgate dos animais que estavam sendo torturados no interior da instituição. Sem o ato destes mascarados anônimos, talvez o movimento dos Direitos Animais não teria conseguido tirar os animais de lá.

18h37: O Vista-se, enquanto um veículo de comunicação segmentado em Direitos Animais, não é contra desobediência civil. Temos clara noção (e já falamos isso aqui nesta página), que nunca houve uma revolução sem desobediência civil e o que chamam de “vandalismo”. No entando, não podemos omitir a informação de que manifestações de Direitos Animais são quase sempre pacíficas, portanto, respeitamos os atos promovidos hoje por mascarados por entender que tinham seus motivos, mas incendiar carros da imprensa não é o tipo de coisa que ativistas dos Direitos Animais fazem.

18h36: É importante ficar claro que nós, do Vista-se, não vimos quem começou toda a confusão. O que temos são relatos não oficiais.

18h31: Após o início da confusão, a polícia teve uma reação de claro despreparo. A violência policial não distinguiu mulheres, crianças, idosos, jornalistas… Foi uma ação desproporcional.

18h28: Segundo relato de vários ativistas que estavam no local, a confusão toda começou porque um grupo de mascarados que usam táticas Black Bloc forçou a barreira policial. Os soldados, então, revidaram violentamente contra todos os manifestantes, inclusive contra os que eram contra o uso da força.

18h27: O que aconteceu hoje na Rodovia Instituto Royal não é o que costuma acontecer em manifestações de ativistas de Direitos Animais. Nunca uma manifestação deste tipo havia terminado assim no Brasil. Ativistas pelos Direitos Animais são contra qualquer tipo de violência. O grupo de pessoas que usa táticas Black Blocs ajudou bastante na quinta-feira, mas o que ocorreu hoje divide opiniões entre as pessoas que foram até o local protestar pacificamente. Conversamos com um dos mascarados nesta tarde e ele disse que muitos dos mascarados que estavam lá não eram do mesmo grupo Black Bloc que foi ao local na
quinta-feira e ajudou na invasão e libertação de alguns cães e coelhos.

18h13: Neste momento, o programa Cidade Alerta, da Record, volta a falar sobre o caso, com muitos vídeos.

18h07: Também na manhã de hoje, cerca de 80 ativistas protestaram contra o Instituto Royal em Porto Alegre. O instituto tem uma unidade na capital gaúcha (veja aqui).

18h00: Matéria na capa do site da Folha de S. Paulo também cita (com link) esta página de cobertura do caso do Instituto Royal (leia aqui).

17h55: Matéria que está neste momento na capa do UOL cita a cobertura do Vista-se sobre as manifestações do caso Instituto Royal (leia aqui).

17h40: Agora na Record, no programa Cidade Alerta, matéria sobre o que foi o ato hoje.

15h28: Alguns ativistas foram à Prefeitura para iniciar uma manifestação. Com o local fechado, os ativistas voltaram à Rodovia Raposo Tavares.

14h31: Deixamos o local, é impossível acompanhar de perto. Continuaremos a transmissão de São Paulo.

14h19: Rodovia Raposo Avares liberada nos dois sentidos.

14h18: Ônibus do Choque volta ao local.

14h16: Tropa de Choque ou parte dela deixou o local em um ônibus. Polícia Rodoviária tenta tirar carros dos manifestantes do acostamento da Rodovia Raposo Tavares, km 56.

13h56: Infelizmente, a polícia também parece estar sem comando. Mulheres, idosos e até crianças estão sofrendo as consequências.

13h55: Clima de guerra. Ação desproporcional da Tropa de Choque.

13h44: Muitos ativistas deixam o local. Os que resistem estão dispersos. A ação do Choque de São Paulo está truculenta. Ambulâncias entram e saem do local.

13h30: Polícia de choque massacra manifestantes. Agora é clima de guerra. Infelizmente.

13h25: Chegou um ônibus com mais Tropa de Choque. Chegaram muito truculentos.

13h24: Ativistas de vários estados estão em São Roque-SP: Curitiba, Rio…

13h21: A todo momento, a polícia lança bombas para afastar os manifestantes. O clima aqui varia entre correria e apreensão.

13h12: Nenhum ativista conseguiu entrar no local, como disse a polícia. Não foi possível constatar se há ainda animais no instituto.

13h09: Muitos ativistas reclamam das ações de vandalismo. Outros, elogiam.

13h06: Mais um carro da Rede Globo é incendiado.

13h02: Manifestantes estão espalhados entre o km 55 e 56 da Rodovia Raposo Tavares.

12h48: Infelizmente, a situação perdeu completamente o controle. Não há mais clima de manifestação.

12h47: Helicópteros sobrevoando o local. Chegaram viaturas do Corpo de Bombeiros.

12h41: Segundo rumores, Deputado Estadual Feliciano Filho foi atingido por bala de borracha.

12h35: Correria de novo. Algumas pessoas sangrando e passando mal.

12h15: Colocaram fogo no carro da Rede Globo de televisão.

11h54: EXPLODE O CLIMA. POLÍCIA ATIRA BOMBAS DE GÁS LACRIMOGÊNEO E DE EFEITO MORAL. TAMBÉM FOMOS ATINGIDOS.

11h47: Várias emissoras no local. Rede Globo hostilizada verbalmente pelos manifestantes. A repórter precisou se refugir atrás das viaturas.

11h45: Rodovia Raposo Tavares continua bloqueada pelos manifestantes. Compartilhe esta página.

11h36: Ativistas relatam que há pouco a Tropa de Choque utilizou gás de pimenta.

11h35: Cinco ativistas foram selecionados para entrar no Instituto Royal para averiguar se há animais.

11h28: Rodovia Raposo Tavares bloqueada nos dois sentidos na altura do km 56.

11h25: Manifestantes tentam bloquear a Rodovia Raposo Tavares neste momento. Polícia Rodoviária no local.

11h15: Comandante tenta acalmar os ânimos. Ativistas gritam em coro “Testa na Silvia!”, referindo-se à representante do Instituto Royal.

10h57: Fotos em http://www.facebook.com/fachaves.

10h54: Mídia no local. Todas as emissoras, CQC e outros programas. Tropa de choque também no local. Clima tenso.

10h48: Centenas de carros na rodovia estacionados. Certamente são milhares de pessoas já no local.

08h19: Hoje o Brasil vai parar para ver a maior manifestão em prol dos Direitos Animais da história.

08h08: Preparados? Esta página será atualizada através de um celular e na medida do possível. Vamos dar um jeito de continuar a transmissão.

02h30: Ainda trabalhando por aqui. Testando uma forma de atualização rápida pelo celular.

01h58: Atualizamos novamente os dados de localização para facilitar ainda mais. Para quem vai usando GPS, decore este endereço macabro: Estrada do Pinheirinho, 666 – São Roque-SP.
Informações básicas/CONVOCAÇÃO.

01h24: Vamos diminuir agora o volume de publicações. Voltamos amanhã por volta das 8 horas com alguma notícia. Descansem, daqui a pouco todos precisaremos de energia. 
Esteja lá
!

01h23: Por telefone, nossa fonte confirmou que chegaram agora cerca de 5 pessoas que se identificaram como do grupo Black Bloc. Porém, diante da situação, todos os ativistas decidiram deixar o local e voltar às 10hs. Policiais estão com lançadores de bomba de efeito moral e armas em punho para intimidar os ativistas.

01h07: É quase certo que haverá tropa de choque amanhã em frente ao Instituto Royal. Segundo informações de uma matéria que estampa a capa do portal G1 neste momento, a polícia de São Roque pediu reforço do Batalhão de Choque.

01h02: Ainda há pouco, o Jornal da Globo e o Jornal das Dez (Globo News) noticiaram o caso, praticamente repetindo matérias que já haviam ido ao ar durante o dia.

01h00: Mesmo com muitos policiais por lá, não há (nem houve) conflito direto. Os ativistas ainda estão no local e estudam continuar até o horário do protesto ou deixar o lugar
e voltar depois.

00h45: Faltam menos de 10 horas para a maior manifestação pelos Direitos Animais que o Brasil já viu. Você vai fazer parte da história ou ficar no sofá?
Acesse Informações básicas/CONVOCAÇÃO.

00h39: Não há ninguém da imprensa no local e os ativistas estão cogitando ir embora para voltar com a “massa” daqui a pouco, às 10hs. No momento existem apenas 30 ou menos ativistas por lá, que pretendiam ficar até o amanhecer.

00h38: Segundo fonte de nossa confiança, a polícia tática está subindo a rua que dá acesso ao Instituto Royal empunhando escudos. Os policiais estão pedindo de maneira bem rude para que os ativistas retirem todos os carros estacionados na rua porque eles vão fechar tudo nas proximidades do local.

00h34: A maioria das viaturas entrou no Instituto Royal, enquanto outras circulam nas ruas que dão acesso ao lugar. Dezenas de homens da polícia isolam o lugar e não permite nem que os ativistas se aproximem do portão.

00h33: Por telefone, uma fonte confiável nos informou que acaba de sair um ônibus com o logo da UNESP pelo portão dos fundos. Ativistas tentaram interceptar o veículo mas não conseguiram. Não se sabe o que ou quem estava no ônibus.

00h26: Adriana Khouri, uma das organizadoras da manifestação, reforça a convocação para o grande ato e pede para que não haja vandalismo (veja aqui).

00h23: Enquanto algumas viaturas se posicionam nas ruas que dão acesso ao Instituto Royal, outras entram no local. São dezenas de policiais militares.

00h19: Mais viaturas chegando ao Instituto Royal, provavelmente preparando-se para o grande volume de pessoas que deve chegar ao local daqui a pouco, às 10hs.

00h17: O Programa Pânico publicou na manhã de sexta-feira (18) sobre esta página para quase 8 milhões de seguidores no Twitter (veja aqui). Muito obrigado.

00h10: Mais uma vez por telefone, nossa fonte confirmou que acabaram de chegar mais 6 viaturas ao local. São cerca de 12 carros da polícia fechando as ruas que dão acesso ao Instituto Royal. Ainda segundo nossa fonte, os policiais estão impondo pressão nos cerca de 30 ativistas que ainda estão no local. Os policiais que chegaram por último já desceram com armas de fogo em punho.

18/10 – Sexta-feira

23h56: Uma fonte de nossa confiança acaba de ligar da frente do Instituto Royal dizendo que a polícia mandou reforços para o local. São agora cerca de 6 viaturas da Polícia Militar e dezenas de homens. A polícia está em discussão neste momento com os ativistas pedindo para que todos saiam de lá e que cancelem o protesto de amanhã. O protesto está confirmadíssimo, saiba como participar: Informações básicas/CONVOCAÇÃO.

23h40: Lugares como o Instituto Royal só existem porque algumas empresas encomendam testes em animais com eles. Saiba quais são as empresas que testam seus produtos em animais no link www.vista-se.com.br/testes.

23h23: Muitas pessoas têm relatado que estão com dificuldade para conseguir carona para o local. Criamos um grupo no Facebook (peça ou ofereça carona).

23h17: O apresentador PC Siqueira se manifestou há alguns minutos sobre o caso do Instituto Royal através de sua página no Facebook, que tem quase 1 milhão de likes
(veja aqui).

23h07: Mais uma vez: os Beagles realmente têm chips, mas são apenas informações de prontoário, não são GPS, não há como localizar um cão através desse chip. Usem o CTRL+F nesta página para pesquisar dúvidas, como “chip“, por exemplo.

23h04: Por telefone, conversamos com um ativista e veterinário que está no local. Há cerca de 30 ativistas por lá, mas a polícia bloqueou a passagem para o Instituto Royal muito antes do primeiro portão. Segundo os policiais, hoje ninguém entra. O lugar está fechado para perícia. Nossa fonte confirmou que houve movimentação de vans e caminhões por lá hoje mas não é certeza que retiraram animais vivos de lá. Não há o menor clima de invasão nesta noite.

22h48: Há cerca de uma hora, uma ativista que está no local publicou em seu Facebook um pedido de ajuda, para que mais ativistas fossem para o Instituto Royal ainda hoje (leia aqui).

22h43: Passam de 300 mil as assinaturas na petição contra o Instituto Royal! Para se ter uma ideia, toda a população da cidade de São Roque-SP, onde fica a instituição, não chega a 80 mil pessoas. Assine a petição.

22h39: Você sabe quem são e o que pensam os ativistas da Animal Liberation Front (ALF), que está presente no mundo todo? Assista gratuitamente ao documentário “Behind The Mask” (Atrás da Máscara), que traz a história de pessoas que arriscam duas vidas para salvar
os animais (assista aqui).

22h35: Pessoas de preto e encapuzadas publicaram agora há pouco uma imagem em que seguram alguns cães salvos do Instituto Royal (veja a foto). Ao fundo, uma bandeira a Animal Liberation Front (ALF).

22h32: Atualizamos as informações sobre como chegar ao local, com mais detalhes e imagens.
Informações básicas/CONVOCAÇÃO.

22h07: Ativista que está no local publicou em seu Facebook que saíram caminhões levando os animais (vivos e mortos) que restavam (veja aqui). Não é uma informação oficial.

22h03: Ativistas de diversas partes do estado de São Paulo e até de outros estados como Rio de Janeiro e Santa Catarina já estão se dirigindo à cidade de São Roque para o grande protesto que aocntecerá amanhã às 10 horas da manhã. Você vai fazer parte da história ou vai ficar em casa? Saiba como participar em Informações básicas/CONVOCAÇÃO.

22h00: Dica: se você tem dúvida sobre se determinado assunto relacionado a este caso já foi publicado nesta página, aperte CTRL+F e digite o que procura, por xemplo: “microchips”.

21h57: O BOL Notícias também publicou uma matéria falando sobre a liminar que proíbe nova invasão do local, sob pena de multa para organizadoras do protesto (veja aqui).

21h52: Em nota, Prefeitura da Estância Turística de São Roque diz que estuda “Editar Lei para restringir a instalação de empresas que tenham como objeto social, atividades que impendem ou dificultem à fiscalização municipal”, ou seja, até a prefeitura está pensando em fechar o Instituto Royal que tanto mal fez à imagem da belíssima cidade de São Roque.
(Leia a nota na íntegra).

21h47: Em agosto de 2012 o Vista-se publicou um artigo que está mais atual que nunca:
3 motivos para ser contra testes em animais.

21h45: A revista Caras (pois é!) também citou o caso em seu site (veja aqui).

21h43: Estamos com quase 2 mil pessoas online neste momento acompanhando esta página. Se cada um de vocês publicar algo relacionado ao caso no Twitter usando a hashtag #institutoroyal será de grande ajuda a manter o assunto nos Trending Topics do Brasil.

21h41: O jornal mais importante do Distrito Federal, o Correio Braziliense, também citou
o caso (veja aqui).

21h34: Do local, ativista afirma que pessoas (não sabemos quem) entraram no Instituto Royal para fotografar as condições e que o local está completamente limpo. A ativista afirmou também que há ativistas presos neste momento e que membros de um motoclube que foram para dar apoio também foram levados para a delegacia (veja aqui).

21h28: Ativista que está neste momento na porta do Instituto Royal publicou fotos de dois homens vestidos de preto e com capuz e legendou como “blackblocks” (veja aqui).

21h23: O Instituto Royal conseguiu uma liminar na justiça que prevê multa de R$ 10 mil reais para membros da organização das manifestações caso a instituição seja invadida de novo.
A informação é de uma matéria do portal Terra (leia aqui).

21h20: A hashtag #institutoroyal volta a ocupar a 1ª posição nos Trending Topics Brasil.

21h13: Em matéria que está na capa do site do jornal Estadão neste momento, delegado afirma que adotar cães retirados do Instituto Royal é crime, por serem fruto de “roubo”
(leia aqui). Se a polícia encontrar alguém com um destes cães e provar que ele é do
Instituto Royal, é provável que o adotante seja acusado de “receptação”. Por isso, não publiquem fotos ou falem sua localização.

21h11: Segundo relatos anônimos (não conseguimos confirmar a fonte), houve muita movimentação de vans e caminhões hoje no Instituto Royal e ativistas teriam avistado cães mutilados que ainda estão na instituição. Há ativistas no local nos 2 portões e a polícia também está lá neste momento. Não é uma informação oficial.

21h07: A hashtag Instituto Royal continua nso Trending Topics do Brasil no Twitter. Há aproximadamente 24 horas o assunto está em evidência.

21h04: Recebemos uma mensagem de uma das organizadoras dizendo que precisava falar urgente “antes de ser presa” (segundo palavras dela), mas ainda não conseguimos contato.

21h01: Muito cuidado com pessoas pedindo dinheiro para ajudar os animais. Ninguém da organização da manifestação falou ainda em ajuda financeira.
Se for o caso, publicaremos com fontes.

21h00: Por favor, não mandem e-mails pedindo informações sobre como adotar os cães. Ainda não temos estas informações e, quando tivermos, será publicado aqui.

20h59: Diversas pessoas estão afirmando nas redes sociais que há ainda cães no
Instituto Royal e que há caminhões por lá para retiradas destes animais. Não é uma informação oficial, estamos tentando levantar as fontes.

20h53: A petição contra o Instituto Royal está quase chegando a 300 mil assinaturas!
Se você ainda nao assinou, assine e ajude a mostrar aos administradores da cidade de
São Roque-SP que o assunto é realmente sério (assine aqui).

20h48: Mais um deputado do estado de São Paulo demonstra apoio às ações ocorridas no Instituto Royal. Fernando Capez falou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo: “Invadiram com toda razão!” (assista aqui).

20h42: No Jornal Nacional, a matéria confirmou o que se viu durante o dia: representantes do Instituto Royal classifcando a ação de “vandalismo” e muitas imagens de cães
sendo resgatados.

20h40: Começou a matéria! Jornal Nacional agora!

20h30: Jornal Nacional, da Rede Globo, vai exibir agora uma matéria sobre o caso.

19h38: O portal de notícias da Rede Record (R7) atualizou a sessão de fotos da manifestação (veja aqui).

19h35: O Jornal da Band acabou de exibir uma matéria sobre o caso. A reportagem afirmou que a polícia vai tentar recuperar os animais resgatados.

19h25: Estamos recebendo muitos e-mails de apoio, mas, por favor, só envie e-mails se você for da imprensa. Nós ainda não temos notícias sobre como adotar os animais. Temos apenas uma pessoa para fazer tudo que vocês estão vendo. Um e-mail enviado sem necessidade pode atrapalhar o trabalho. Desculpem o mal jeito. Agradecemos muito por todo apoio a esta transmissão.

19h21: O Jornal SPTV 2ª Edição, da Rede Globo de São Paulo, também abordou o tema.

19h18: Assim que acabou a matéria sobre o Instituto Royal, começou uma matéria tratando o assunto de um urso que está no zoológico do Rio. Zoológicos exploram animais também, uma pena que a matéria da BAND não está abordando isso.

19h17: Programa Brasil Urgente, agora na BAND, trata o tema como “A guerra dos Beagles”. Datena repete várias vezes: “Pode ser legal, mas não é justo testar em bichos.”

19h16: Matéria da BAND mostra imagens dos resgates em rede nacional neste momento.

19h15: Ao vivo, Datena se diz contra os testes em animais. Matéria está passando agora.

19h13: Agora na BAND, Datena diz: “Pode ser legal, mas é justo usar os bichinhos para testes?”.

19h11: Agora, no SBT, criadores de Beagle falando sobre o caso. Não podemos esquecer que criadores de animais são “gigolôs” que lucram com os animais.

19h10: Por telefone, médica veterinária desmente Silvia Ortiz e diz que o Brasil está atrasado por ainda fazer testes em animais. Segundo ela, testes em animais são imorais. Agora no SBT.

19h09: Silvia Ortiz afirma que quem fez maus-tratos aos animais foram os ativistas que tiraram os animais do Instituto Royal. Ela disse que os animais eram bem tratados. Agora no SBT.

19h08: Silvia Ortiz, representante do Instituto Royal, está neste momento ao vivo no SBT falando sobre o caso. Ela garante que o Instituto tem todos os documentos que regulamentam o local.

19h07: Agora no SBT: O Jornal SBT Notícias comenta o caso.

19h00: Página “Adote um animal resgatado do Instituto Royal” atinge mais de 225 mil “curtidas” no Facebook em apenas algumas horas. Por favor, entrem em contato conosco, gostaríamos de saber quem são vocês. Escrevam para royal@vista-se.com.br.

18h58: Ativista publica em seu Facebook que ainda é possível ouvir cães chorando dentro do
Instituto Royal (veja aqui). A organização das manifestações ainda não comentou a respeito.

18h56: Uma das principais ONGs de Direitos Animais da Itália, a Animal Equality Italia, publicou um incentivo aos ativistas brasieliros em sua página oficial do Facebook (veja aqui).

18h45: Um dos principais jornais da Irlanda, o The Journal.ie também comentou o caso
(leia aqui).

18h38: Na manhã deste sábado o Brasil terá a maior manifestação pelos Direitos Animais que este país já viu. Está tudo confirmado, esteja lá! Saiba como participar em
Informações básicas.

18h27: Em 26 de abril de 2012, uma notícia marcou os Direitos Animais no mundo inteiro. Foi o dia em que mais de mil italianos entraram no laboratório Green Hill e salvaram os animais que seriam utilizados para testes farmacêuticos (relembre). Hoje, 18 de outubro de 2013, eles estão comemorando conosco através da página oficial do grupo (veja aqui). Irmãos da Itália, nós, os brasileiros, agradecemos o apoio de vocês. O que aconteceu em Green Hill certamente influenciou todo este movimento.

18h15: Fotos da Folha de S. Paulo (Avener Prado/Folhapress) feitas nesta madrugada dentro do Instituto Royal (veja as fotos).

18h02: A Aljazeera, uma das maiores emissoras do mundo árabe, publicou matéria sobre o caso (leia aqui).

17h57: Há pouco, o Deputado Federal Ricardo Tripoli informou que, segundo sua equipe jurídica, não há nenhum mandado de busca e apreensão para reaver os animais. As informações são de dentro da Promotoria de Justiça de São Roque-SP. O deputado colocou ainda sua equipe juríca à disposição dos ativistas que precisarem de defesa judicial (leia aqui).

17h52: O programa Hoje em Dia, da Rede Record, levou ao ar na manhã de hoje uma matéria de mais de 20 minutos sobre o caso (assista aqui).

17h31: Alguns filhotes foram resgatados nesta madrugada. Havia também cães idosos, com muitas marcas de uma vida de tortura, e também cadelinhas grávidas, que dariam à luz bebês condenados. Agora, eles bebezinhos vão nascer livres.

17h18: Pesquisadora do Instituto Royal publica em seu Facebook que está revoltada com a ação dos ativistas e que os “animais de laboratório salvam vidas”. Em 22 de setembro, ela havia publicado “Partiu… misssa! Se sentindo abençoada.” (leia aqui).

17h02: Para mais de 200 mil seguidores em seu Instagram, o apresentador Gugu Liberato demonstrou apoio aos eventos ocorridos nesta madrugada no Instituto Royal (veja aqui).

16h58: Ivete Sangalo, Isabella Fiorentino, Bruno Gagliasso, Luma Costa e Yasmin Brunet são apenas alguns dos famosos que declararam apoio aos resgates no instituto Royal (leia aqui).

16h55: Foto de Beagle sem parte de seu pelo em matéria no G1 (leia aqui).

16h47: Quem diria? Até no site EGO, da Rede Globo, o caso repercutiu. Atriz Dani Moreno concede entrevista em apoio aos resgates ocorridos no Instituto Royal (leia aqui).

16h41: Agora há pouco, uam ativista que está no local publicou que é possível ouvir cachorros latindo dentro do Instituto Royal e que precisam de mais gente por lá (veja aqui).

16h27: O Instituto Royal disse em reportagens que vai processar os ativistas por furto. Sim, eles enxergam os animais como mercadoria apenas. Nunca aconteceu uma revolução sem desobediência civil. Estejam firmes e atentos, mas nunca com medo.

16h24: Pessoas supostamente de dentro da Polícia Federal dão a dica: ao filmarem ou fotografarem os resgates no Instituto Royal, desativem a internet do celular. Com a internet desativada, é mais difícil rastrear a localização das informações e, portanto, mais seguro. Não é uma informação oficial.

16h20: As cartas estão na mesa. Você pode fingir que nada está acontecendo e ignorar o sofrimento de animais inocentes ou fazer parte da história amanhã na cidade de São Roque-SP. Informações sobre como chegar e outros detalhes em Informações básicas.

16h14: Reiteramos que não resgatamos animais no Instituto Royal. Fomos até lá apenas para cobrir o ato, como veículo de comunicação. As organizadoras da manifestação que começou no sábado (12) também não estão com animais, segundo informaram há pouco. Os cães e outros animais foram levados por populares, manifestantes não identificados que participaram da ação.

16h09: A petição para aumentar a pressão sobre o Instituto Royal já passa das 240 mil assinaturas. Você pode ajudar de qualquer lugar do mundo, colocando seu nome e dizendo que é contra a tortura de animais inocentes. Faça parte desta história, assine!

16h07: Com mais de 1 milhão de seguidores no Facebook, AnonymousBr4sil continua apoiando os resgates do Instituto Royal (veja aqui).

16h03: Através de sua página oficial no Facebook, o grupo Black Bloc SP fez uma nova convocação para que o Instituto Royal seja ocupado na manhã deste sábado (leia aqui).

16h00: A ANVISA emitiu uma nota oficial afirmando que não tem qualquer ligação com o Instituto Royal, ao contrário do que afirma Silvia Ortiz, representante da instituição. No texto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária afirma que não exige testes em animais e que apoia métodos substituitivos ao uso de animais. Isto é histórico!
(leia a nota na íntegra, no site da ANVISA).

15h50: Sem se identificar (o que é correto!), ativista mostra dois cães regatados em São Roque e que estão agora em seu apartamento na cidade de São Paulo. A matéria é do G1 e traz também um relato da ativista sobre o que viu dentro do Instituto Royal (leia aqui).

15h47: Matéria exibida há pouco pelo Jornal Hoje, da Rede Globo, revela que o Ministério Público insvestiga o Instituto Royal desde o ano passado. Silvia Ortiz, representante da entidade, classificou o ato acontecido nesta madrugada como “terrorista” e alegou que o laboratório é inspecionado e está de acordo com a ANVISA. A ANVISA, por sua vez, desmentiu Silvia e disse que não é sua função fazer este tipo de fiscalização (assista à matéria).

15h41: A Band News, canal especializado em notícias do Grupo Bandeirantes de Televisão, acaba de publciar uma matéria na TV sobre o caso do Instituto Royal. Uma matéria em texto estampa neste momento a capa do site da emissora (veja aqui).

15h25: Não há notícias oficiais sobre truculência da polícia durante o ato no Instituto Royal. Embora algumas pessoas tenham reclamado nas redes sociais, aparentemente a polícia apenas cumpriu ordens mas não usou de violência. Pelo menos foi isso que podemos constatar quando estivemos lá, cobrindo o caso.

15h22: Muitos rumores de que os cães estavam sendo rastreados através de microchip implantados neles chegaram até nós. Não é oficial, mas o que podemos averiguar é que é pouco provável que o microchip tenha papel de GPS. Esses microchips servem apenas para controle interno das cobaias. Mas, se você está com um Beagle resgatado, não publique fotos, não seja um alvo fácil da polícia.

15h18: Matéria no G1 traz relato do Diretor do Instituto Royal alegando que não é possível calcular os prejuízos ainda. Veja fotos do laboratório destruído e dos animais sendo retirados (veja aqui).

15h14: A manifestação deste sábado será o maior ato (em número de participantes) já realizado no Brasil pelos Direitos dos Animais. participe da história, esteja lá!
Informações básicas/convocação.

15h09: Muitas pessoas perguntando como fazer para adotar um dos animais resgatados no Instituto Royal. Há uma página no Facebook chamada “Adote um animal resgatado no Instituto Royal” (veja aqui). Nós não sabemos quem criou a página mas aproveitamos para pedir cautela. É preciso doar estes animais para quem realmente pdoerá cuidar bem deles. Se você criou esta página e quer manter contato conosco, escreva para royal@vista-se.com.br.

15h05: Empresa pretende vender carne de Beagles no Brasil: www.beaglesteak.com
Você comeria?

15h02: A hashtag #institutoroyal já está nos Trending Topics mundiais do Twitter.

15h00: Neste momento, a hashtag #institutoroyal está em 2º lugar nos Trending Topics do Twitter brasileiro. Ajude a colcoar novamente em primeiro lugar. O momento é histórico.

14h51: Informações para a imprensa sobre a cobertura do caso: royal@vista-se.com.br. Só escreva se você for da imprensa, por favor, nos ajude com isso. Não somos os organizadores, somos ativistas da causa animal que estão acompanhando o caso. Telefones: George Guimarães – ONG VEDDAS (11) 99135-2116 / Fabio Chaves – portal Vista-se (11) 98427-1079.

14h48: Estivemos no local nesta madrugada e é impossível imaginar como uma pessoa tem coragem de praticar testes cruéis com animais. Os cãezinhos que iam saindo estavam assustados, mas abanando o rabinho, querendo brincar. Muita gente chorando, uma energia incrível. Diga não aos testes em animais. Diga não a toda forma de opressão à vida animal, humana ou não. www.sejavegano.com.br

14h43: Não é o momento para julgamentos, mas foi possível observar muitos ativistas fumando durante os resgates nesta madrugada. A indústria do cigarro é uma das que mais paga para torturarem e matarem aqueles mesmos Beagles que estavam sendo salvos. Por favor, se você fuma, leia este texto e repense sua postura em relação a isso:
Cigarro, se não por você, por eles.

14h39: Em off, alguns profissionais do jornalismo da Record e da Rede Globo estão nos escrevendo parabenizando pela ação. Lembramos que o Vista-se está apenas cobrindo o caso. Somos um portal de notícias e não uma ONG. Todo o mérito para as ativistas que começaram esse movimento todo com muita coragem e determinação: Adriana Greco e Adriana Khouri.

14h35: Foto – Ativista vegano saindo do Instituto Royal com um cão nos braços (veja aqui).

14h28: O caso do Instituto Royal mudou completamente a questão dos Direitos Animais deste país. Nossa população não suporta mais ver tanta barbaridade. Hoje é um instituto com Beagles, amanhã serão os matadouros. Por favor, conheça mais sobre o veganismo e aplique esta filosofia de vida no seu dia a dia. Quem respeita os animais precisa dar esse passo. Saiba como começar em www.sejavegano.com.br.

14h13: Capa do site da Revista Veja neste momento traz uma matéria onde o Instituto Royal acusa ativistas de furto. O instituto registrou boletim de ocorrência e há boatos de que a Polícia Militar está percorrendo clínicas veterinárias da região de São Roque e de São Paulo à procura dos cães, tidos como propriedade da instituição que os tortura (leia aqui).

14h10: A informação é que o protesto de amanhã está confirmadíssimo. A organização pede que as pessoas compareçam e mostrem quão importante esse assunto é. As informações sobre localização e como participar desta manifestação estão no link http://vsta.se/royal. Convide todos, a hora é agora. Faça parte da história.

14h04: Capa do portal de notícias da Rede Record (R7) neste momento traz matéria onde advogado do Instituto Royal compara ativistas pelos Direitos dos Animais à “Manada”. Empresa ainda não tem noção dos prejuízos, mas diz que 178 cães da raça Beagle foram levados (Leia aqui | a matéria traz um vídeo da Record também).

14h00: Não foram apenas Beagles que foram salvos nesta madrugada. Muitos coelhos também foram resgatados. Ainda não temos informação se os camundongos foram resgatados. (Veja foto).

13h54: News in english about this case (here).

13h50: Em algumas horas, página para adoção de Beagles resgatados chega a 118 mil likes no Facebook (veja aqui).

13h48: Informações ainda não oficiais dão conta d eque há mandados de apreensão dos animais resgatados. A Polícia Militar, que está só cumprindo ordens, está verificando carros nas imediações de São Roque. Fiquem atentos.

13h45: Veículos nacionais e internacionais têm nos procurado. O Vista-se não é o organizador da ação, estamos apenas cobrindo. Tudo que soubermos estará nesta página.

13h41: Capa do UOL sobre o caso neste momento falando sobre adoção dos animais resgatados (leia aqui).

13h38: Advogados e pessoas ligadas ao Direito estão alertando a todos que resgataram animais nessa madrugada que evitem ao máximo publicar fotos, mostrar os rostos e, principalmente, localização.

08h40: Quer saber que empresas patrocinam testes em animais e boicotá-las?
Dê uma olhada neste link: www.vista-se.com.br/testes.

08h38: Pelo Facebook, ativistas já organizam as doações dos Beagles resgatados (veja aqui).

08h35: Hashtag #São Roque em 6º lugar nos TrendingTopics Brasil do Twitter.

08h33: Hashtag #institutoroyal em 1º lugar há mais de 7 horas nos TrendingTopics Brasil do Twitter.

08h31: O caso do Instituto Royal é capa também do site do Estadão. A matéria traz a opinião dos representantes da instituição, que classificam o resgate como um “ato de terrorismo” (Leia aqui).

08h28: Capa dos sites UOL e da Folha de S. Paulo neste momento. Leia aqui uma matéria com fotos do resgate.

08h18: Ação foi destaque no jornal da Rede Globo nesta manhã (assista ao vídeo).

08h16: Assista ao vídeo da saída dos primeiros cães do Inferno Instituto Royal (assista aqui).

08h13: O primeiro animal a ser resgatado nesta madrugada foi uma cachorrinha da raça Beagle que foi prontamente batizada de “Liberdade” pelos ativistas.

08h05: De volta a São Paulo. O que vimos em São Roque hoje foi pura história acontecendo. Ainda há animais no Instituto Royal, mas ficou claro que o lugar não vai continuar a funcionar, a pressão popular foi absolutamente inédita no país para um caso deste tipo. Vimos muitos Beagles saindo no colo dos ativistas. Os números não são oficiais, mas estima-se que cerca de 300 cães foram resgatados. Mas não são só cães, o Instituto Royal tortura(va) também coelhos e camundongos. Estamos há quase 27 horas sem descanso e vamos dar uma pausa nas atualizações. Voltaremos em breve. Havia lá praticamente todas as equipes de TV. Acompanhem o caso também na grande mídia e preparem-se para o grande ato deste sábado. Todo o mérito para as ativistas Adriana Greco e Adriana Khouri que começaram tudo isso.

03h05: Infelizmente precisaremos interromper a transmissão. Estamos indo para o local! Seja vegana(o) e ninguém sairá ferido: www.sejavegano.com.br.

03h04: Ativistas encontram Beagle congelado em nitrogênio líquido! (foto).

03h00: Recebemos a informação de que a PM está parando os carros na rodovia Raposo Tavares e prendendo quem está com cachorro. Não temos outra solução mas parece que o ideal seria ficar na cidade de São Roque após resgatar algum animal.

02h55: Polícia Militar prendeu alguns ativistas! (veja aqui).

02h54: Mais uma foto, uma cãozinha velhinha (veja foto).

02h50: Ativistas que estão no local pedem carros, coleiras e mais gente para ajudar no resgate, são muitos animais! (veja aqui).

02h49: No Facebook, pessoas oferecem lar temporário para os cães resgatados (veja aqui).

02h47: Comoção geral no resgate dos animais! (veja foto).

02h42: Ativista chora ao resgatar um cãozinho no Instituto Royal! (veja foto)

02h39: Ativista que está no local afirma que já foram resgatados mais de 200 cães! É preciso mais pessoas com carro no local para ajudar nos resgates. (veja aqui)

02h34: Amigos, estamos diante de uma noite histórica!

02h33: Mais fotos! Os cães estão sendo resgatados! (veja a foto).

02h30: Nova foto! Os animais saíram pela primeira vez do inferno! (veja a foto).

02h27: Mais um ativista saindo com um cão resgatado (veja aqui a foto).

02h25: Organização comemora o resgate dos animais que está aocntecendo agora! (veja aqui)

02h24: Mais uma foto (veja aqui). Momento histórico em nosso país.

02h20: Mais uma foto de ativista com um cão nos braços! (veja aqui)

02h19: PRIMEIRA FOTO DE UM CÃO RESGATADO DO INSTITUTO ROYAL!
(VEJA AQUI | Link alternativo)

02h14: O deputado estadual Feliciano Filho acaba de publicar e confirmar que os ativistas estão saindo com alguns cães resgatados! (leia aqui).

02h13: Ativista que está no local publica o que pode ser o primeiro relato de resgate dos cães (leia aqui).

02h11: Foto: Black Bloc SP publicou agora uma foto com dezenas de ativistas dentro do Instituto Royal
(veja aqui) e convocou mais ativistas para ocupar o local.

02h08: Cerca de 30 ativistas estão dentro do Instituto Royal. A Polícia Militar tenta negociar a saída. Não há informações de confronto.

02h03: A ativista Natália Lopes, que acabou de entrar no Instituto Royal, comentou em seu Facebook: “Tem cachorro aqui sem pata!” (veja aqui)

02h01: A apresentadora Luisa Mell acaba de confirmar que também entrou no Instituto Royal (leia aqui):“Entramos! Ocupa São Roque! Libertação animal já!”

01h58: Foto: Ativista postou uma foto já do lado de dentro do Instituto Royal! Mais pessoas estão entrando na instituição (veja aqui).

01h57: Ativista que está no local diz que é preciso mais gente e convoca mais pessoas!
(veja aqui) | Como chegar ao local

01h50: Mesmo quem está na entrada do Instituto Royal não sabe dizer o que está acontecendo lá dentro neste momento.

01h41: Segundo uma ativista que está no local, parte dos manifestantes realmente invadiu o local e foi direto para os canis. A polícia foi atrás (veja aqui). Não há ainda informações de confronto.

01h37: Está no Instituto Royal ou tem informações atualizadas? Comente aqui e nos ajude a espalhar essas informações importantes.

01h35: A petição passou de 127.000 assinaturas. Assine para aumentar a pressão sobre o Instituto Royal. Isso ajuda a convencer o prefeito e outras autoridades do município de que o caso é realmente importante.

01h24: A atriz Thayla Ayala gravou um vídeo de repúdio ao Instituto Royal agora há pouco (veja aqui).

01h20: Ativistas de diversas partes do estado de São Paulo confirmaram presença na manifestação de sábado. Neste momento tem pessoas de cidades de mais de 100km de distância indo para o Instituto Royal (sim, de madrugada!). Certamente essa sexta-feira será um dia histórico no Brasil.

01h09: Segundo a ativista Antilia Reis, que está no local, chegaram as equipes do SBT e da Rede TV ao Instituto Royal (veja aqui).

01h05: Hashtag #institutoroyal em 1º lugar nos TrendingTopics Brasil do Twitter.

01h01: Segundo Fátima Valle, da organização, um grupo Black Bloc chegou neste momento no local e já indaviu o Instituto Royal com violência.

00h59: Hashtag #institutoroyal em 2º lugar nos TrendingTopics Brasil do Twitter. Só está atrás do programa que está no ar na Rede Globo.

00h48: Como chegar ao Instituto Royal | Para chegar ao Instituto Royal, como o mesmo é bem escondido, por motivos óbvios, sigam o mapa do restaurante Stefano, que é a 2 minutos do Instituto Royal. Quando chegarem no restaurante Stefano, sigam em frente na rua, verão uma pequena praça, um terreno baldio, virem a direita e desçam a rua até o fim. No fim da rua é o portão do Instituto. O segundo portão fica em uma entrada ANTES do restaurante Stéfano, na rodovia (para quem vem de SP- entrada a direita) desçam nesta entrada e virem a esquerda e chegaram no 2º portão.” (Google Maps | Localização exata na seta verde)

00h44: Outra ativista que está no local, Antilia Reis, informou neste momento que mais carros de polícia chegam ao local (veja aqui).

00h41: Foto: Policias da PM fizeram cinturão em frente ao portão destruído do Instituto Royal agora há pouco (veja aqui).

00h38: Foto: Uma das ativistas que está no local, Adriana Greco, publicou fotos do portão do Instituto Royal destruído (veja aqui).

00h37: Matéria que saiu agora há pouco no Portal de Notícias da Record, o R7, sobre o caso (leia aqui).

00h33: Em ligação gravada, representante do Instituto Royal confirma que há cães, camundongos e coelhos no local (veja aqui).

00h30: Segundo Adriana Khouri, que está no local, um ativista entrou e confirmou que há animais mortos (veja aqui).

00h22: Segundo informações não oficiais, o vereador Guto Issa e o Deputado Estadual Feliciano Filho estão neste momento no Instituto Royal tentando entrar com uma comissão.

00h15: Hashtag #institutoroyal em terceiro lugar nos TrendingTopics Brasil do Twitter.

00h12: AnonymousBrasil assume autoria por ataque ao site do Instituto Royal (veja aqui).

00h05: A petição já passou de 115 mil assinaturas. Se você ainda não assinou, assine! O número de assinaturas é importante porque mostra para os adminsitradores do município de São Roque-SP que o caso é sério e está repercutindo nacionalmente.

00h03: Palavras da organização: “Não há provas que estejam matando os animais…. no entanto é lógico que matem os mais debilitados pelos testes para eliminar provas… é o protocolo de qualquer ser humano que não tenha problemas mentais, e acredito que eles lá sejam bem espertos…” (veja aqui)

17/10 – Quinta-feira

17/10 – 23h55: Com 1,1 milhões de seguidores no Facebook, o Grupo AnonymousBrasil está acompanhando o caso do Instituto Royal. (veja aqui).

17/10 – 23h38: O grupo Black Bloc SP publicou agora há pouco em sua página oficial: “Só um aviso: essas mortes no Instituto Royal não vão ficar em vão!” (veja aqui)

17/10 – 23h34: Segundo a ativista Adriana Khouri, estão neste momento dentro do Instituto Royal 3 vigilantes, 8 funcionários (incluisve membros da diretoria) e 2 políticos. A ativista está indo para a delegacia prestar depoimento. Muitos outros ativistas estão no local.

17/10 – 23h37: As assinaturas contra o Instituto Royal já estão na casa dos 110 mil. É importante para aumentar a pressão e fechar esse lugar de uma vez por todas. Assine!

17/10 – 23h23: Palavras da organização: “Pessoal, quem está passando as informações de dentro do Royal é um funcionário que está ajudando escondido, no total 12 cães já foram mortos, e os gritos que elas estavam ouvindo eram de beagles sendo tirados pra serem escondidos. Como estavam todos estrupiados e cortados e rasgados, dói muito quando tocam neles!”

17/10 – 23h20: Palavras da organização: “A Adriana Khouri acabou de passar a informação por celular que realmente todos os celulares dos funcionários do royal foram confiscados, e estão todos dentro do royal agora, com 2 politicos, precisamos de reforço da policia de São Paulo, porque a policia de São Roque nada faz… Ajudem, divulguem, precisamos urgente de pessoas!”.

17/10 – 23h17: Matéria que saiu esta noite no G1, clique aqui.

17/10 – 23h11: A informação é de que os funcionários não puderam sair do instituto Royal e que tiveram seus celulares confiscados. Se isso for verdade, a instituição precisará lidar com a acusação de cárcere privado.

17/10 – 22h41: A ativista Adriana Khouri acabou de publicar: “Os animais mortos estao no porão.”

17/10 – 22h34: Segundo Fatima Valle, da organização: “Adriana khouri está implorando pela ajuda de alguém, os animais estão gritando de dor!”. A ajuda de promotores ou autoridades é necessária nesse momento.

17/10 – 22h08: A apresentadora Luisa Mell, que também está no local, relatou que a situação está terrível nesse momento. Muitos gritos dos animais. Leia: http://vsta.se/2cys

17/10 – 22h04: Há mais de meia hora ativistas que estão lá relatam que ouvem os cães gritando. A suspeita é de que estão mesmo sendo mortos, infelizmente.

17/10 – 21h58: ATENÇÃO: A ativista Adriana Greco afirmou que os cães estão sendo mortos! LEIA:http://vsta.se/oitb

17/10 – 21h02: Vídeo da organização dando entrevista à equipe da Rede Bandeirantes, gravado agora há pouco:http://youtu.be/ktCSkzltytc

17/10 – 20h58: Há rumores de que animais debilitados estão sendo sacrificados dentro do Instituto Royal, mas ninguém da organização publicou nada a respeito. Por enquanto, são rumores.

17/10 – 19h49: Neste momento, vários carros de ativistas estão no local. São dezenas de pessoas vigiando o Instituto Royal. Fotos tiradas agora: http://vsta.se/acq6

17/10 – 19h46: Segundo a organização, é importante que fique claro que o protesto de sábado precisa ser pacífico. Os animais precisam ser retirados de lá por veterinários e com o auxílio da Lei. Não é um chamado para invasão do local.

17/10 – 19h36: Segundo Fatima Couto Valle, uma das organizadoras da ação, a situação agora é calma e já chegaram muitos ativistas ao local.
(Fonte: http://vsta.se/qtrj)

17/10 – 19h23: A ativista Adriana Khouri acaba de postar várias fotos do local pelo celular. Veja as fotos: http://vsta.se/gekq

17/10 – 19h20: A ativista Adriana Khouri, que está no local desde sábado (12), declarou: “Obrigada. Revertemos com a presença em massa. Beagles não sairam, estão presos nos canis. Situação dominada por nós nos 2 portões.”

17/10 – 19h18: Segundo informações não oficiais, a TV TEM, afiliada local da Rede Globo, está neste momento se digirindo ao Instituto Royal.

17/10 – 19h10: Aos que pretendem se dirigir ao local, não se esqueçam de levar mantimentos, guarda-chuva etc. Chove neste momento no local.

17/10 – 19h07: Segundo informações não oficiais, equipes do SBT e da Record estão no local.

17/10 – 19h06: A médica veterinária Fernanda Beda, do CRMV, está no local.

17/10 – 18h58: De volta à São Roque, vindo de Brasília, o vereador Guto Issa está também na porta do Instituto Royal acompanhando a movimentação.

17/10 – 18h53: Na tarde de hoje, o Movimento Não Mate, grupo de São Paulo, declarou apoio aos protestos em São Roque e disponibilizou um cartaz especial sobre o caso. Baixe em http://www.naomate.org/#!vivisseccao/c21f2

17/10 – 18h47: Informações úteis para quem quiser ir hoje ao Instituto Royal (leia aqui http://vsta.se/kuio). Como são 2 portões, é necessária a presença de mais pessoas para manter o local vigiado e evitar que eles retirem os animais.

17/10 – 18h44: Ativistas estão bloqueando o portão 2 do Instituto Royal para que não saia nenhum carro. Este é o portão onde fica o canil do local.

17/10 – 18h41: Mais de 100 mil pessoas já assinaram a petição para aumentar a pressão sobre o caso! Assine também: http://vsta.se/m96z

17/10 – 18h40: A apresentadora Luisa Mell chegou ao local (Foto: http://vsta.se/od6l). A negociação é para que o Instituto Royal informe se tirou algum animal do local hoje.

17/10 – 18h33: Um carro de reportagem chegou ao local.

17/10 – 18h27: A ativista Adriana Greco, que está no local desde sábado (12), publicou fotos dos veículos que entraram e saíram hoje do Instituto Royal. Esta é a foto de uma das vans: http://vsta.se/aybj

17/10 – 18h23: Na manhã desta quinta-feira o vereador da cidade de São Roque-SP Guto Issa publicou o apoio que recebeu do Dep. Federal Ricardo Izar Jr. Assista ao vídeo, gravado no Congresso Nacional: http://youtu.be/y4G1solP9LQ

17/10 – 18h18: Não há informações de que animais foram retirados do local. O plano inicial da organização era sair hoje do portal do Instituto Royal para recarregar as baterias e voltar com todos os manifestantes no sábado. Porém, agora há um receio geral de que os animais sejam retirados nessa madrugada.

17/10 – 18h12: A petição oficial já passou das 99.000 assinaturas. É importante a pressão também através dessa petição, para que os administradores do município de São Roque saibam a repercussão do caso. Você já assinou? http://vsta.se/m96z

17/10 – 18h07: Durante a tarde de hoje, uma movimentação estranha nos portões do Instituto Royal fizeram a organização dos protestos pedirem ajuda. Vários carros e até um caminhão entraram e saíram do local. A suspeita é que eles tenham tentado retirar os animais para não serem flagrados por maus-tratos.

17/10 – 18h06: O site do Instituto Royal está fora do ar.

Manifesto da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular

JC e-mail 4846, de 31 de outubro de 2013

Texto assinado pelo presidente da SBBq, Moacir Wajner, manifesta repúdio à invasão do Instituto Royal

A Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular vem a público manifestar seu repúdio aos atos terroristas/vandalismo de depredação de mais uma unidade dedicada à investigação científica, desta vez o Instituto Royal em São Roque, São Paulo. O Instituto Royal é instituição dedicada à investigação para confirmação da ausência de efeitos adversos tanto de medicamentos como também de substâncias cujo alto potencial de uso como novo medicamento já tenha sido avaliado por estudos prévios.

Este tipo de ação prejudica, mais do que a instituição atingida diretamente, a toda Sociedade Brasileira que fica debilitada em sua capacidade de fazer avançar a ciência e de desenvolver medicamentos próprios e também impedida de explorar o pleno potencial de sua biodiversidade para elevar o nível da sáude humana e dos animais. Fica também comprometida em sua independência e autonomia para controlar plenamente a pertinência e qualidade de medicamentos trazidos de outros países, ficando o país a mercê de exploradores internacionais e segurança da saúda da população fragilizada. Atitudes como esta contribuem para levar o Brasil a uma posição subalterna perante empresas internacionais e facilitar a exploração do povo brasileiro.

A Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular também alerta a Sociedade Brasileira para não se deixar iludir pelos interesses dos vendedores da ilusão de que a pesquisa biomédica e o desenvolvimento e controle de medicamentos possa ser feito sem a utilização de ferramentas que requerem o emprego de animais de laboratório. Embora o grande avanço no estabelecimento de metodologias que substituem o uso desses animais, essas tecnologias são ainda aplicáveis a apenas um número ainda restrito de situações.

No atual estágio do desenvolvimento científico, não há conhecimento que permita prever que, sequer que a médio prazo, estudos empregando animais de laboratório possam ser totalmente eliminados. Inclusive, até mesmo o desenvolvimento desses métodos substitutivos requer o emprego de animais de laboratório. Atualmente, no Brasil, da mesma maneira que nos países mais desenvolvidos do mundo, o emprego de animais em qualquer tipo de experimento científico ou de controle da qualidade de medicamentos é regulado por lei específica, rigidamente observada, que exige o exame rigoroso e aprovação por parte de Comissões de Ética no Uso de Animais dos protocolos a que cada animal, individualmente, será submetido e também da comprovação de que não há método alternativo ou possibilidade de diminuir o número de animais necessários.

(Moacir Wajner, presidente da SBBq)