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Prefeito de São Paulo firma parceria com a Fundação Cacique Cobra Coral (O Globo)

POR CLEO GUIMARÃES

05/02/2017 13:05

Osmar Santos e João Dória

Osmar Santos e João Dória | Divulgação

João Doria, prefeito de São Paulo, fechou parceria com a Fundação Cacique Cobra Coral, a entidade esotérica que teria o poder de controlar o clima. O contrato com a prefeitura paulista havia sido firmado na gestão José Serra e finalizado com Gilberto Kassab. A fundação estava de mudanças para a China, mas desistiu porque quer dar uma atenção especial a SP. No entanto, negociou com os chineses de trabalhar à distância.

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Pangolim aparece em Nkobe: pode anunciar chuvas na província de Maputo (TVM)

Domingo, 17 Janeiro 2016 14:27
Escrito por  Redacção

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Um Pangolim foi encontrado na manhã deste sábado no bairro Nkobe na Cidade da Matola Província de Maputo.

Segundo as autoridades tradicionais, o animal anuncia muita chuva e produtividade nos próximos tempos neste ponto do país.

O mamífero foi encontrado no bairro Nkobe na Província de Maputo, o mesmo foi transportado para a residência da Rainha, onde os régulos realizaram uma cerimónia tradicional com vista interpretação da mensagem que o animal trazia para a população da Cidade da Matola.

Realizada a cerimónia tradicional, a Rainha disse tratar-se de um animal cujo aparecimento tem explicação entre as quais se destaca a queda da chuva e cultivo de comida em abundância.

Dirigentes da Cidade da Matola estiveram no local para testemunhar o acto e estes consideram que o cenário da seca que se vive na Província de Maputo poderá ser ultrapassado.

Segundo as autoridades tradicionais esta é a segunda vez que um Pangolim é encontrado na urbe, o primeiro apareceu em dois mil e catorze.

Eunice Nodari, doutora em história ambiental:‘Não podemos controlar a chuva. Os desastres, sim’ (O Globo)

Professora gaúcha foi uma das palestrantes do encontro que reuniu, no mês passado, pesquisadores dos cinco países que compõem o Brics

POR FÁTIMA FREITAS


Eunice Nodari atesta que erros ambientais do passado continuam a acontecer, aponta caminhos para mudança e fala sobre a história ambiental de diferentes países
Foto: Fabio Seixo / Agência O Globo
Eunice Nodari atesta que erros ambientais do passado continuam a acontecer, aponta caminhos para mudança e fala sobre a história ambiental de diferentes países – Fabio Seixo / Agência O Globo

“Nasci em Sarandi, Rio Grande do Sul. Meu pai era pequeno comerciante e queria que eu fosse ‘alguém na vida’. Bom, consegui ser a primeira a ter curso superior na família… Nos anos 1980, me mudei para Santa Catarina. Tenho 60 anos, 3 filhos e 2 netos e sou casada com um professor de genética vegetal”

Conte algo que não sei.

A história ambiental no Brasil é um campo novo. Começou a ganhar força na década de 1990, com forte influência dos Estados Unidos. Com isso, em 2001, enveredei minha carreira para pesquisas nessa área. Iniciamos com projetos sobre a história do desmatamento das florestas do Sul do Brasil, e avançamos para outros temas prementes relacionados ao meio ambiente. Logo conseguimos criar uma linha de pesquisa em Migrações e História Ambiental, no Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi um trabalho pioneiro que vem dando ótimos resultados e, ainda, é um estímulo para outras universidades.

Além da UFSC, quais são as grandes referências em história ambiental no Brasil?

O destaque deve ser dado ao Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRJ, da UNB e a UFMG. Juntas, essas universidades têm 64 teses de doutorado. É importante ressaltar que os meus ex-orientandos, hoje doutores, já são professores de universidades em diferentes estados. Nelas, eles também estão criando os seus grupos desta disciplina, aumentando, assim, a rede.

A senhora foi palestrante do Simpósio Diálogo em História Ambiental: Brics. O que os países que integram o grupo têm em comum nas questões ambientais?

O Brics reuniu pesquisadores ambientais dos países que o compõem com o objetivo de discutir formas de serem realizadas pesquisas em conjunto. Foi um evento muito importante, inédito na área de história. Foram debatidas similaridades e diferenças. Sem dúvida, as enchentes são eventos recorrentes na maioria dos cinco países. No caso do Brasil, o Rio de Janeiro e Blumenau, por exemplo, sofrem com as cheias. Uma das deficiências observadas nas pesquisas realizadas por mim e por Lise Sedrez deixa claro que as políticas públicas investem muito pouco na prevenção dos problemas que surgem com os temporais anualmente. Uma coisa é certa: não podemos controlar a chuva, mas os desastres, sim.

E, neste caso, qual o papel do historiador ambiental?

É analisar como os desastres ambientais, que são os que têm a intervenção do homem, estão diretamente relacionados com as problemáticas sociais, econômicas, culturais e, mesmo, políticas, apontando os caminhos para evitar que esses processos se repitam.

Erros ambientais do passado ainda são frequentes?

Infelizmente, as lições herdadas do passado não estão sendo devidamente observadas, pois os mesmos erros continuam sendo praticados. Cometer infrações básicas, como não respeitar as áreas de matas ciliares, importantes para a contenção das cheias e a qualidade da água, significa falta de respeito não somente ao meio ambiente, mas também à vida humana e dos demais habitantes do planeta.

A violência ambiental é resultado da falta de legislação?

No meu entender, as violências socioambientais mais preocupantes são as silenciosas, aquelas que acontecem cotidianamente e que não são resolvidas. Por exemplo, a falta de saneamento básico para parte da população. Não podemos atribuir à falta de legislação o descontrole na degradação, pois a própria Constituição de 1988 inclui os direitos relacionados ao meio ambiente.

 

El chamán que ‘detuvo’ la lluvia, Jorge Elías González (El Espectador)

17 ENE 2012 – 3:33 PM

Clausura Mundial Sub 20

Recibió $3’931.082 de pesos por evitar la lluvia en la clausura del Mundial Sub 20.

Por: Elespectador.com
El chamán que detuvo la lluvia

Jorge Elías Gonzalez fue contratado para evitar la lluvia en la clausura del Mundial Sub 20 de fútbol en Bogotá en 2011.

El chamán recibió cerca de 4 millones de pesos por la labor para la que fue contratado, en el partido por el tercer y cuarto puesto entre México y Francia, el clima era lluvia y cielo nublado, por lo que las directivas del teatro Nacional estaban preocupadas, ya que si la lluvia se extendía hasta el momento de la clausura, esta no se podría llevar a cabo como estaba planeada.

Ana Martha de Pizarro, gerente del Teatro Nacional se escuda de la críticas dejando claro que la lluvia desapareció y el evento se pudo llevar a cabo como estaba programado.

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JUDICIAL 17 ENE 2012 – 3:53 PM

Clausura Mundial Sub 20

Chamán podría ser llamado a declarar por contrato del Mundial Sub 20

Las personas involucradas en las irregularidades en la ceremonia de clausura del evento podrían haber incurrido en los delitos de peculado por apropiación y celebración indebida de contratos.

Por: Elespectador.com
 El chamán que detuvo la lluvia

La Fiscalía General podría llamar en los próximos días al ahora conocido chamán Jorge Elías González para que explique la forma en cómo lo contrató el Instituto de Recreación y Deporte (Idrd) para la ceremonia del clausura del Mundial Sub 20 celebrada en agosto pasado en Bogotá.

“En el caso del señor Chamán será citado a la Fiscalía para que nos explique la circunstancia de tiempo, modo y lugar en que se puede evitar que ocurra el fenómeno de la lluvia”, precisó el vicefiscal General, Juan Carlos Forero.

Sobre este caso, que ha llamado la atención de todo el país, el Vicefiscal General precisó que los funcionarios que realizaron la contratación para la ceremonia podrían haber incurrido en los delitos de peculado por apropiación y celebración indebida de contratos, puesto que existe un detrimento 1.900 millones de pesos.

Igualmente aclaró que se tiene que revisar como el Idrd realizó todo el proceso de contratación, con el fin de verificar si se realizó licitación pública o “los contratos fueron adjudicados a dedo”.  

El chamán contratado para el cierre del Mundial sub’20 Colombia 2011 evitó que la lluvia empañara el espectáculo montado para la clausura de este campeonato en Bogotá, aseguraron los responsables de la presentación artística.

El campesino Jorge González Vásquez fue vinculado para que “no lloviera durante el espectáculo”, dijo la directora del Festival Iberoamericano de Teatro de Bogotá (Fitb), Ana Martha de Pizarro, en una entrevista con Caracol Radio.

“La realidad es que no llovió durante el espectáculo”, agregó De Pizarro, cuya institución creó y montó la presentación con la cual se dio cierre, el pasado 20 de agosto, al Mundial sub’20 en el Estadio Nemesio Camacho ‘El Campín’, de Bogotá, y del que Brasil se coronó campeón al vencer a Portugal.

La directora del Fitb habló de la presencia de González un día después de que el titular de la Contraloría (tribunal de cuentas) de Bogotá, Mario Solano Calderón, denunciara cuantiosos sobrecostes en la contratación de la clausura y presentara el caso del chamán como el más llamativo.

El Fitb fue contratado para la clausura del Mundial sub’20 por el Instituto Distrital de Recreación y deporte de Bogotá (Idrd), entidad de la Alcaldía de la ciudad que invirtió poco más de 4.400,13 millones de pesos para las actividades de cierre del evento.

Sin embargo, Solano advirtió de que la contratación tuvo un sobrecoste de casi la mitad de esa suma, por mayores cobros en frentes como los de vinculación de personal extranjero, pasajes aéreos y viáticos, entre otros.

En el caso de González, el funcionario dijo que este chamán recibió casi cinco millones de pesos, la mayor parte como sueldo y la otra como viáticos.

La directora del Fitb sostuvo que en el contrato con el Idrd se puso como una de las condiciones para la realización del espectáculo la vinculación del campesino.

“Aunque a ustedes les pueda parecer un poco exótico, es parte de la producción de presentaciones masivas y públicas, y es la manera habitual en la que nosotros lo hacemos”, expresó De Pizarro.

La gestora cultural observó que el Fitb contrata al chamán para la misma función desde la segunda o tercera versión del festival, creado y dirigido hasta su muerte en agosto de 2008 por la actriz colombiano argentina Fanny Mikey, quien fue sucedida por De Pizarro.

El FITB se realiza cada dos años, por la misma época de la Semana Santa, y en 2012 celebrará su edición trece.

De Pizarro defendió que la presentación de cierre del Mundial sub’20 “fue absolutamente impactante” y que, para ellos, “parte esencial del espectáculo era contratar a este señor (el chamán)”

Asimismo, aseguró que el Fitb entregó “cuentas absolutamente exhaustivas y claras” sobre los contratos que celebró y los pagos que hizo para cumplir con la parte de las actividades que le fueron encomendadas.

El polémico chamán que paró la lluvia (Kienyke)

Por: KienyKe

Este es el tolimense a quien le pagaron cuatro millones de pesos para que no se …

Se califica como un radiestesista. Un hombre capaz de manipular las fuerzas de la naturaleza y de encontrar, por medio de energías, agua y tesoros escondidos. Este campesino de 61 años nacido en Dolores (Tolima), un pueblo con 3.700 habitantes,  es hoy un personaje conocido en todo el país.

Los colombianos presenciaron la clausura del Mundial Sub-20 de fútbol y, aunque era época invernal, esa noche no llovió. Nadie sabía que detrás de ese verano artificial estaba Jorge Elías González, el hombre que por medio de ritos asegura que puede desaparecer las nubes grises.

Nació en una familia de campesinos. Dice no ser indígena, ni chamán, ni brujo, sino es un sacerdote radiestesista. Aprendió de la naturaleza por su padre, Jorge Enrique González. Él recorría el campo buscando minerales, mezclando las plantas y tratando de dominar la naturaleza. Siempre le enseñó a su hijo que hay que conocer para jugar y gobernar. En la adolescencia, guiado por el mensaje de su padre, caminaba ensimismado por el pueblo o se internaba en los bosques. Los habitantes pensaban que se había vuelto loco.

Jorge Elías González trabaja con las energías para manipular la naturaleza.

En 1997, la Primera Dama de la Nación lo invitó a Dinamarca para que ahuyentara las nubes danesas durante una festividad. Poco a poco los personajes influyentes del país fueron hablando de él. La fe le ganó al escepticismo y después González confirmó su dominio. Ha participado en las cinco últimas versiones del Festival de Teatro de Bogotá. Su trabajo ha sido efectivo y los participantes han logrado salir a los eventos callejeros sin mojarse.

Su nombre empezó a sonar a raíz del escándalo por el detrimento patrimonial de 1.900 millones de pesos durante la ceremonia de clausura del Mundial Sub-20 de Fútbol en el estadio El Campín de Bogotá. Según denunció la Contraloría, el Instituto Distrital de Recreación y Deporte (IDRD) invirtió 4.700 millones de pesos. Cuando analizaron los gastos encontraron imprecisiones en alimentación, tiquetes y hospedaje. La inversión más curiosa fue la contratación de Jorge Elías, por cerca de cuatro millones de pesos.

El hombre de la lluvia cumplió. Aunque los funcionarios de la contraloría cataloguen el gasto como injustificado, la directora del Teatro Nacional, Ana Martha de Pizarro, –quien se encargó de la ceremonia de clausura del evento– defiende a González y asegura que el radiestesista hizo su labor y, por tanto, merecía el pago. El hombre seguirá participando en los eventos, para que a los colombianos no se les agüen las fiestas.

Chamán asegura que le pagaron $3 millones por posesión de Santos (El Tiempo)

La Presidencia aclaró que fue un subcontratista de la campaña quien pagó a Jorge Elías González.

17 de enero de 2012

El chamán Jorge González confirmó en diálogo con La W Radio que fue contratado para que no lloviera durante la clausura del Munidal Sub-20 y dijo que siempre ha sido contratado para este fin durante el Festival Iberoamericano de Teatro. Según él, controló un 80 por ciento de lluvias durante el cierre del Mundial, mientras que aseguró haber sido contactado también para el acto de posesión del presidente Juan Manuel Santos, donde, según comenta, recibió un pago de tres millones de pesos.

“El invierno estaba golpeando muy duro y trate de controlarlo en un 90 por ciento”, dijo González, quien afirma ser un ‘sacerdotista’.

“Puedo demostrarle al mundo que lo que digo es verdad (su capacidad de evitar la lluvia) (…) lo mío es controlar la lluvia pero tampoco soy un dios”, agregó.

Tormenta desata contratación del chamán

El 10 de agosto del año pasado, faltando diez días para la final del Mundial Sub-20 de Fútbol en Bogotá, la Fundación Teatro Nacional se puso en contacto con un viejo conocido de esa corporación: Jorge Elías González Vásquez, un famoso chamán que vive en una vereda de Dolores (Tolima).

¿La razón? Ana Martha de Pizarro y Daniel Álvarez Mikey, encargados de la clausura del torneo, querían que González Vásquez usara toda su ‘artillería’ -incluidos rezos- para que en la noche del 20 de agosto no lloviera sobre El Campín. En una ciudad lluviosa, querían que la presentación no se aguara.

Entonces, Álvarez Mikey y González Vásquez firmaron un contrato de “servicios técnicos de asesoría”, con derechos de propiedad intelectual incluidos y pólizas de amparo de salud y riesgos profesionales, con un solo objetivo: que el chamán frenara cualquier lluvia. Y en los 20 minutos de la presentación de clausura -elogiada por muchos- no llovió. (vea el contrato suscrito por el Distrito con el chamán).

Sin embargo, el lunes, el contralor de Bogotá, Mario Solano, destapó el contrato del chamán, en medio de presuntas irregularidades en la contratación del Mundial Sub-20, y se desató la tormenta, que ha copado las redes sociales.

Incluso, el caso ya llegó a la Fiscalía. “Vamos a determinar la posible celebración indebida de contratos o la conducta de peculado. En el caso del señor chamán será llamado a la Fiscalía para que nos explique las circunstancias de tiempo, modo y lugar en que puede evitar el fenómeno de la lluvia“, anunció este martes el vicefiscal, Juan Carlos Forero. (lea también: Indagan pago a chamán para evitar lluvia en cierre de Mundial Sub-20).

En el contrato, de “carácter civil” y de cuatro páginas, quedó pactado que González Vásquez recibió 3’931.082 pesos por la “asesoría del evento” y 1’000.000 de pesos de viáticos por 20 días, cancelados con dineros públicos entre el 2 y el 21 de agosto del 2011. En este campo se habla de 50.000 pesos por día. “Queda entendido que el presente contrato se ha perfeccionado en atención a las calidades del profesional”, señala el documento.

Este martes, el contralor Solano dijo que el Teatro Nacional está en todo su derecho de contratar chamanes para sus eventos privados, pero cuestionó duramente que lo haya hecho con dineros públicos para la clausura del Mundial. “La ley de contratación habla de eficacia y profesionalismo. En ninguna parte se habla de permitir contratos de brujos, chamanes o hechiceros”, añadió.

El funcionario también criticó al Instituto Distrital de Recreación y Deporte, IDRD por no haber vigilado y frenado ese contrato.

Sin embargo, Álvarez Mikey, hijo de la reconocida y fallecida actriz Fanny Mikey, salió en defensa del contrato. Sostuvo que buscan aclarar el episodio ante la opinión pública, pues manifestó que el contrato fue avalado por el IDRD y el comité organizador del torneo.

Manifestó que no es la primera vez que usan los servicios del chamán y que lo hacen desde hace varios años para el Festival Iberoamericano de Teatro, debido a las lluvias constantes de abril.

“Para todos los grandes eventos al aire libre en Bogotá, los empresarios suelen recurrir a estas estrategias, pues se sufre mucho por el clima de la ciudad”, añadió Álvarez.

Aseguró que González Vásquez fue apenas una persona más de todo el equipo técnico que se empleó para la clausura del Mundial Sub-20.

“Él no es un chamán. Es un radiestesista que, con péndulos, hace su trabajo. Para lo de El Campín, trabajó con días de anticipación desde el parque Simón Bolívar”.

Frente al uso de dineros públicos para este tipo de contratos, señaló que van a responder ante cualquier instancia. “Hicimos un evento de calidad y no ocultamos nada. Acá no se trata de pelear con la opinión pública sino de aclarar todo”, puntualizó Álvarez Mikey.

Lo que trinaron varios usuarios de Twitter

@NATALIASPRINGER: “Dejémonos de bobadas,
el #chamán fue de los pocos contratistas que le cumplieron
a la anterior administración”.

@bobadaliteraria: “¿Los antitaurinos ya probaron a contratar el chamán para que llueva durante las corridas?”

@FEISAR_SANDOVAL: “Que lo contraten como asistente de Pékerman, para ver si así logra llevarnos a Brasil 2014”.

@JuanLeTrina: “Me volví chamánager. Alquilo chamanes para asados, bodas al aire libre, integraciones empresariales, eventos en general”.

Jorge Elías González fue llamado siempre el ‘Señor de la lluvia’

Un campesino. Un radiestesista, al que no le gusta que le digan chamán aunque en el mundo del Iberoamericano de Teatro lo llaman el ‘Señor de la lluvia’. Así es Jorge Elías González Vásquez, el hombre en medio de la tormenta por su contratación para ahuyentar el aguacero en el Mundial Sub-20.

González, de 66 años, vive campo adentro en una vereda de Dolores (Tolima), en el mismo lugar donde Fanny Mikey y su equipo lo ubicaron hace ya más de una década para que las presentaciones al aire libre no se aguaran.

“No es un desconocido en el mundo de los espectáculos de la ciudad, pero sigue siendo un campesino”, dice Jorge Vargas, director del Teatro Taller de Colombia, quien ayudó a Fanny a ubicarlo.

El descubrimiento de este hombre, al que aún le dejan mensajes en una escuela del pueblo para localizarlo, se dio a comienzos de los 90 gracias al Crea, antiguo programa del Ministerio de Cultura.

Desde ese momento, cuenta Vargas, Mikey comenzó a buscarlo por cielo y tierra, pues el Iberoamericano se hace en una época usualmente lluviosa.

“Lo buscamos a través de una emisora en Ibagué, pero como estaba en su finca muy adentro echando azadón fue un compadre suyo quien oyó que lo estaban necesitando en Bogotá y le contó”, dice Vargas, para quien “andan buscando corrupción donde no es”.

La fama de González como el ‘Señor de la lluvia’ siguió creciendo y, en 1997, viajó al Festival Internacional de Copenhague (Dinamarca), donde la prensa danesa lo destacó por su trabajo.

Mientras tanto, en el Iberoamericano se acostumbraron a su péndulo y a otros objetos para el ritual que hace en el parque Simón Bolívar y en los lugares donde tienen espectáculos.

Y es que, como lo afirmó Ana Marta de Pizarro, la directora del Festival, a ‘La W’, había sido contratado desde el segundo o tercer evento (es decir, desde 1992).

De él se cuenta que es creyente y aprendió la radiestesia gracias a su padre, pero tuvo que luchar en su pueblo contra quienes pensaban que estaba loco.

“Es un señor que mediante el manejo de elementos de la naturaleza y observación de las nubes puede desviarlas momentáneamente“, dijo una persona del Festival que lo conoce desde hace años.

A pesar del aguacero de controversia, en el Festival ya se dice que a González lo volverán a traer para que ahuyente la lluvia en la edición de este año.

REDACCIÓN CULTURA y ENTRETENIMIENTO

Son comunes en eventos privados

La firma de conciertos Evenpro también contrata chamanes para sus eventos musicales. Lo hizo el año pasado para el concierto de Red Hot Chili Peppers y el Shakira Pop Festival, y en ambos le funcionó.

Lo habían hecho antes para espantar el aguacero durante el festival Nem-Catacoa, en el 2010. En esa oportunidad, el ritual de varios chamanes muiscas se hizo en pleno escenario, en medio del público.

Y hace unos meses, en Casa Ensamble, también contaron con “apoyo espiritual” para evitar que lloviera durante el Festival Me Gusta, de Teusaquillo.

‘Hay visión sesgada de la Contraloría’

En la noche de este martes, Ana Edurne Camacho, ex directora del Instituto Distrital de Recreación y Deporte (IDRD), expidió un comunicado, en respuesta a la auditoría del contralor de Bogotá, Mario Solano, y a las presuntas irregularidades en la contratación del Mundial Sub-20 de Fútbol.

La funcionaria dijo que no comparte las apreciaciones de Solano, ya que “no reflejan las actuaciones transparentes adelantadas por mi administración”.

Dijo que sólo se enteró de la presencia del chamán por los medios de comunicación, pues manifestó que no se habló de ese tema durante la auditoría.

“Es por los medios por los que me entero de nuevos hallazgos, que no fueron producto del ejercicio auditor, como la contratación de un chamán, impidiendo en su momento que la Administración ejerciera el derecho de defensa y contradicción”, señaló Camacho.

También sostuvo que el IDRD “no realizó una serie de contrataciones, como lo señaló la Contraloría de Bogotá, sino que contrató un único espectáculo con un proveedor exclusivo (el Teatro Nacional)”, por 4.700 millones de pesos. Camacho habló de una “visión sesgada de la Contraloría” en todo este tema.

REDACCIÓN BOGOTÁ

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Indagan pago a chamán para evitar lluvia en cierre de Mundial Sub-20

Según la Contraloría, habría un supuesto detrimento patrimonial por 1.919 millones de pesos.

16 de enero de 2012

La Contraloría de Bogotá le abrió un proceso de responsabilidad fiscal a la ex directora del Instituto Distrital de Recreación y Deporte (IDRD) Ana Edurne Camacho, por presunto detrimento patrimonial de 1.919 millones de pesos.

Lo anterior, por haber incurrido la ex funcionaria en supuestas contrataciones irregulares y sin la debida justificación, para el acto de clausura de la Copa Mundial de Fútbol Sub-20.

Según el organismo, en el contrato que el IDRD suscribió con la Fundación Teatro Nacional -por 4.400 millones de pesos- para que se encargara de los actos culturales de esa ceremonia, se pagaron cerca de 4 millones de pesos a un chamán para que este evitara que lloviera en Bogotá el día de la ceremonia.

El contralor, Mario Solano, no encontró justificado este contrato ni otros pagos que asumió el IDRD, que eran responsabilidad del contratista. “No se cuestiona la calidad del acto, sino la improvisación y los pagos no justificados”, afirmó el contralor.

Entre tales pagos cuestionados están tiquetes y pasajes internacionales, por 61 millones de pesos; impuestos como el IVA; y doble contratación “por curaduría artística”, con la Fundación Teatro y, a la vez, con la Fundación Horizonte Joven.

Por el contrario, la ex directora del IDRD Ana Edurne Camacho dijo que “no se hicieron pagos por fuera del contrato ni faltó planeación.

Si hubiera sido así, la ceremonia no hubiera tenido el éxito mundial logrado”.