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Final Kyoto analysis shows 100% compliance (Science Daily)

Date:
June 10, 2016
Source:
Taylor & Francis
Summary:
All 36 countries that committed to the Kyoto Protocol on climate change complied with their emission targets, according to a new scientific study.

Global warming is a real threat for our civilization. All 36 countries that committed to the Kyoto Protocol on climate change complied with their emission targets, according to a recent report in Climate Policy. Credit: © sergei_fish13 / Fotolia

All 36 countries that committed to the Kyoto Protocol on climate change complied with their emission targets, according to a scientific study released today. In addition, the Kyoto process and climate-related policies, represented a low cost for the countries involved — up to 0.1% of GDP for the European Union and an even lower fraction of Japan’s GDP. This is around one quarter to one tenth of what experts had estimated after the agreement was reached in 1997, for delivering the targets set 15 years ahead. The US never ratified the Treaty and Canada withdrew, but all the rest continued and Kyoto came into force in 2005.

The results, reported in the Climate Policy journal, are the first published results to use the final data for national GHG emissions and exchanges in carbon units which only became available at the end of 2015. They show that overall, the countries who signed up to the Kyoto Protocol surpassed their commitment by 2.4 GtCO2e yr -1 (giga-tonnes of CO2 equivalent per year).

“There is often skepticism about the importance of international law, and many critics claim that the Kyoto Protocol failed. The fact that countries have fully complied is highly significant, and it helps to raise expectations for full adherence to the Paris Agreement,” said Prof. Michael Grubb, Editor-in-Chief of the Climate Policy journal and co-founder of research network Climate Strategies.

The researchers found that most of these countries reduced their GHG emissions to the levels required by the Kyoto Protocol, with only nine (Austria, Denmark, Iceland, Japan, Lichtenstein, Luxembourg, Norway, Spain and Switzerland) emitting higher levels. The nine countries only just overshot their targets — in total by around 1% of the average annual emissions capped under Kyoto — and were able to comply with the Protocol using the “flexibility” mechanisms. The researchers also found that overall compliance would have also been achieved even without the so-called ‘hot-air,’ (windfall emission reductions from Eastern Bloc countries).


Journal Reference:

  1. Igor Shishlov, Romain Morel, Valentin Bellassen. Compliance of the Parties to the Kyoto Protocol in the first commitment periodClimate Policy, 2016; 1 DOI: 10.1080/14693062.2016.1164658
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Protocolo de Kyoto completa 10 anos em vigor (Envolverde)

02/3/2015 – 09h27

por Fundação Grupo Boticário

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Maior acordo ambiental internacional sobre clima já estabelecido no mundo deve ser substituído por novo compromisso que será firmado neste ano  

Há exatamente uma década, no início de 2005, entrava em vigor o Protocolo de Kyoto. Na ocasião, o documento que havia sido aprovado oito anos antes, durante uma conferência internacional da ONU, adquiria valor jurídico para os 141 países que o ratificaram.

André Ferretti, gerente de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, instituição ambientalista que apoia projetos relacionados às mudanças climáticas, explica que o principal objetivo do acordo era reduzir as emissões de Gases de Efeitos Estufa (GEEs) no planeta. “O Protocolo de Kyoto foi um grande avanço para o combate às mudanças climáticas. O documento estabelecia metas específicas e obrigatórias de redução de GEEs para os países industrializados, considerados os principais responsáveis pelas mudanças no clima global.” De modo geral, a maior parte das nações industrializadas deveriam reduzir as emissões, até 2012, a níveis 5% menores daqueles registrados em 1990.

A isenção de metas para os países não industrializados, comentada por Ferretti, acabou tornando-se um dos pontos polêmicos que envolveram o Protocolo. O principal emissor mundial de emissões na época, os Estados Unidos (hoje na 2ª posição, atrás da China), não ratificaram Kyoto. “A falta de exigência de redução de emissões para as nações em desenvolvimento e possíveis prejuízos para a economia do país foram os principais motivos que levaram os norte-americanos a se retirarem das negociações do Protocolo”, relembra.

Na COP 18, no Qatar, o Protocolo de Kyoto teve seu prazo prorrogado até 2020, porém sem contar com a assinatura de países como Japão, Rússia, Canadá, Nova Zelândia e novamente os EUA.

E o Brasil como fica?

Com a maior potência comercial do mundo de fora, o tratado perdeu força. Embora tenha havido reduções significativas em algumas nações industrializadas signatárias, muitas nações industrializadas e economias emergentes aumentaram significativamente suas emissões de GEEs em relação ao que emitiam em 1990. Entre elas, China, Índia e o próprio Brasil.

De acordo com dados divulgados em novembro de 2014 pelo Observatório do Clima, rede de ONGs que atuam na agenda climática nacional, as emissões brasileiras atingiram 1,57 bilhão de t CO2e [tonelada de gás carbônico equivalente] em 2013. O valor é o maior desde 2008 e 7,8% maior do que o registrado em 2012, representando a reversão de uma tendência observada desde 2005 no país, quando as emissões vinham caindo ano a ano, devido a sucessivas quedas no desmatamento.

“O perfil brasileiro de emissões tem mudado ao longo dos últimos anos e o país tem se aproximado do modelo de nações industrializadas, nas quais setores como energia e indústria representam a maior parte das emissões. No Brasil, a emissão dessas áreas tem aumentado ano após ano, embora a maior parcela ainda seja proveniente de mudanças no uso do solo, especialmente em virtude de desmatamentos na Amazônia e no Cerrado”, detalha Ferretti.

Próximos passos para Kyoto

A 20ª edição da Conferência das Partes da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima, a COP 20, foi realizada em dezembro de 2014, em Lima, no Peru. Durante o evento, foi elaborado o “Chamamento de Lima para a Ação sobre o Clima”, um documento com os elementos básicos para o novo acordo global que substituirá Kyoto, previsto para ser aprovado durante a COP 21, que será realizada no final deste ano, em Paris.

Nesta semana, adiantando-se ao prazo informal estipulado pela ONU, a União Europeia (UE) divulgou sua proposta de redução de GEEs para o novo tratado global. Os 27 países do bloco indicaram que a Contribuição Nacionalmente Determinada Pretendida (INDC) da UE é reduzir as emissões “em pelo menos 40%”, até 2030, em relação aos níveis de 1990. O novo acordo passará a valer a partir de 2021.

Para conferir o documento na íntegra, clique aqui. Confira também a avaliação de especialistas brasileiros sobre a proposta da União Europeia, neste link.

Quebra de protocolo (Folha de S.Paulo)

19/02/2015

O Protocolo de Kyoto –controverso tratado de 1997 para conter a mudança do clima– teve escasso sucesso. A melhor evidência disso está no fato de as negociações internacionais sobre o tema tomarem hoje rumo muito diferente.

Nada assegura, no entanto, que uma trilha bem-sucedida se iniciará na decisiva conferência de Paris, a ser realizada em dezembro.

Neste fevereiro faz dez anos que o protocolo entrou em vigor, após a ratificação por 189 países. O acordo estabelecia que 37 nações industrializadas reduziriam suas emissões de gases do efeito estufa em 5% no período de 2008 a 2012, tomando por base o ano de 1990.

A meta foi alcançada com folga. Os países comprometidos cortaram em 22,6% a poluição que aprisiona radiação solar na atmosfera, aquecendo-a além da conta. Assim, falar em fracasso parece mesquinho.

Ocorre que as emissões globais subiram 16,2% até 2012. O clima mundial seguiu firme na rota do aquecimento porque não participavam do tratado os dois maiores poluidores, China e Estados Unidos.

O primeiro, por ser um país em desenvolvimento –e que desenvolvimento: sua economia cresceu a taxas próximas de 10% ao ano. O segundo, por força da política doméstica, uma vez que a eleição do presidente democrata Barack Obama foi incapaz de reverter o veto congressual a qualquer acordo que excluísse a China.

Ao final do primeiro período de Kyoto, em 2012, tentou-se em Doha (Qatar) um novo e mais ambicioso objetivo: reduzir em 18% as emissões até 2020. Apenas 23 nações aderiram à meta até agora.

O fracasso da via aberta em 1997 e pavimentada em 2005 foi sobretudo político. Obter consenso entre diversos países em torno de objetivos que possam ser monitorados e cobrados por uma instância internacional parece cada vez mais inviável, assim como a transferência de recursos e tecnologia, anátema entre potências desenvolvidas.

A alternativa surgida na tortuosa negociação diplomática sobre mudança do clima, após o fiasco da Cúpula de Copenhague (2009), foi afrouxar compromissos. Eles podem agora ser voluntários, e cada nação propõe quando planeja alcançá-lo e com base em qual ano.

Há amplo ceticismo, porém, quanto à chance de que a estratégia desvinculante produza o resultado esperado, a saber, impedir que o aquecimento ultrapasse 2°C neste século. Além desse limite, a ciência indica risco acentuado de desastres como secas duradouras e enchentes avantajadas.

Todas as atenções se voltam para o fim do outono em Paris.

*   *   *

Kyoto, 10, engatinha

16/02/2015

Protocolo, que entrou em vigor em 2005, fracassou em reduzir emissões mundiais de gases-estufa; para piorar, novas metas, traçadas em 2012, só tiveram 23 adesões

MAURÍCIO TUFFANI

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Dez anos após ter entrado em vigor, o Protocolo de Kyoto tem um diagnóstico claro: o acordo fracassou em reduzir as emissões mundiais de gases-estufa, que cresceram 16,2% de 2005 a 2012.

O pacto internacional, porém, não foi de todo inócuo e teve certo sucesso em conscientizar a sociedade e implantar projetos ambientais, tecnológicos e de desenvolvimento econômico para prevenir o agravamento do aquecimento global.

Concluído em 1997 em Kyoto, no Japão, o protocolo estabelecia metas de redução das emissões de gases-estufa. Só em 2005 ele adquiriu força para entrar em vigor, com a ratificação pela Rússia.

O protocolo teve 189 ratificações, entre elas a do Brasil, em 2002. Mas suas novas metas de redução de emissões de 2013 a 2020, estabelecidas em 2012 no Qatar, só tiveram até agora 23 adesões.

Em um balanço, a secretaria da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) destacou que 37 países, a maioria da União Europeia, superaram sua meta de reduzir em 5% suas emissões até 2012.

A agência, contudo, deixou de lado os números do aumento global das emissões e o alerta enfático feito em 2014 por seu braço científico, o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática): não há mais tempo para reduzir a concentração de gases-estufa para que o aumento médio da temperatura da superfície terrestre até 2100 seja inferior a 2º C.

Essa elevação traria como consequência mais secas, derretimento de geleiras e inundações de zonas costeiras pela elevação dos oceanos.

Para evitar esse cenário, seria preciso reduzir as emissões em 80% até 2050.

PERDAS E GANHOS

“Estou convencida de que sem o protocolo de Kyoto não estaríamos avançados como hoje na crescente penetração das energias renováveis”, disse Christiana Figueres, secretária-executiva da UNFCCC.

Figueres também destacou cerca de 7.800 projetos de apoio a países em desenvolvimento, envolvendo benefícios de até US$ 13,5 bilhões para reduzir emissões por desmate e para “sequestro de carbono” da atmosfera por meio de recuperação e ampliação de florestas.

“Se olharmos quantitativamente para as emissões, o protocolo falhou. Mas sem ele a União Europeia não teria atingido grandes avanços nas reduções”, diz Carlos Nobre, que acaba de assumir o cargo de diretor do Cemaden (Centro de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais).

Nobre ressalta que a Alemanha mostrou que é possível reduzir os gases-estufa sem diminuir seu PIB. “Vejo com otimismo esse efeito pedagógico”, disse Nobre.

Já para o físico da USP e membro do IPCC Paulo Artaxo, ainda que o tratado tenha aumentado a adesão de novas tecnologias e a conscientização para o que ele chama de “problema mais sério já enfrentado pela humanidade”, houve, além do aumento da concentração de carbono na atmosfera, acúmulo de CO2 nos oceanos, o que pode causar desequilíbrios para a vida marinha.

PERSPECTIVAS

Segundo Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, a próxima conferência do clima, em dezembro, em Paris, poderá ter avanços graças ao recente acordo entre EUA (que assinaram mas não ratificaram o Protocolo de Kyoto) e China.

Para ele, um dos grandes desafios para os governos, inclusive o do Brasil, é o planejamento econômico e energético. Ele afirma que isso ainda é feito sem assimilar as mudanças climáticas, e a atual crise energética e hídrica do país é prova disso.

Fabio Feldmann, secretário-executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas e de Biodiversidade e ex-secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, afirma ainda que a redução de desmatamentos no Brasil criou uma “falsa impressão” de que o país pode continuar com os mesmos níveis de emissões em outros setores.

De fato, enquanto as emissões por desmates no país diminuíram 64% de 2005 a 2013, as das atividades agropecuárias e do consumo de energia cresceram, respectivamente, 6% e 42%, segundo o Observatório do Clima.

“Há tecnologia para redução de emissões”, diz pesquisador Paulo Artaxo (Zero Hora)

Considerado uma das principais autoridades em mudanças climáticas, físico afirma que o Protocolo de Kyoto “já é letra morta”

por Bruno Felin

24/01/2015 | 11h23

"Há tecnologia para redução de emissões", diz pesquisador Paulo Artaxo Anxo Lamela/Anxo Lamela

Camadas de gelo da Groelândia perdem aproximadamente 258 bilhões de toneladas ao anoFoto: Anxo Lamela / Anxo Lamela

Paulo Artaxo é uma das principais autoridades em mudanças climáticas a representar o Brasil nas conferências da ONU. O físico da Universidade de São Paulo tem mais de 300 trabalhos publicados, parte deles nas grandes revistas científicas do mundo. É uma das pessoas a colocar o país como referência em estudos sobre o clima.

Como o mundo saiu da conferência em Lima, no Peru? Há um rascunho de acordo?
Paulo Artaxo: 
Não há um rascunho. Há, no máximo, uma tentativa de se fazer um acordo para redução de emissões, mas não há nenhum compromisso concreto com uma possivel verificação (de quem cumpre ou não). Isso, infelizmente, ainda não existe. O Protocolo de Kyoto foi uma ferramenta importante, mas já é letra morta, não foi cumprido pela falta de penalidade para quem não cumpre.

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O que emperrou para que esse encontro tivesse mais resultados concretos?
Paulo Artaxo: 
Obviamente, o que emperra são as velhas questões de sempre: quem paga a conta e como é que são divididas as responsabilidades do ponto de vista das reduções de emissões. Alguns países, como os Estados Unidos, não aceitam fazer nenhum tipo de redução se a China, por exemplo, que é o seu grande competidor, também não fizer uma redução. Essa é a questão.

Quanto ao proximo acordo, temos de ficar otimistas ou pessimistas?
Paulo Artaxo: Não é questão de ficar otimista, ou jogo de sim ou não. É fundamental que se façam políticas de redução de emissão de gases do efeito estufa, principalmente no setor de energia. Isso é fundamental, a estabilidade do clima no planeta no futuro depende disso. Agora, isso não é a única coisa relevante no nosso planeta, você tem questões econômicas, tecnológicas e políticas para tratar com isso. Então, não podemos simplesmente imaginar que vamos chegar em Paris, vamos sentar e redigir o novo acordo, e todo mundo vai ficar feliz. Não funciona desse jeito. É um longo processo, que esperamos que tenha sucesso, mas não se espera que saia um acordo para reduzir 80% das emissões. Talvez fique em 20% até 2050.

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Temos tecnologia para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis. O desafio é barateá-la?
Paulo Artaxo: Na verdade não é uma questão tecnológica. Há tecnologia para redução de emissões em todos os setores. Por exemplo, o setor mais óbvio é a indústria automotiva. Existe tecnologia para reduzir as emissões dos automóveis em pelo menos 50%. A questão é ter políticas públicas que ponham essas tecnologias em uso. Tem que obrigar as fábricas a fazer carros mais eficientes no menor prazo possível. Se isso não acontece, as fábricas vão continuar colocando no mercado carros extremamente ineficientes e totalmente inapropriados para a questão climática como a gente tem hoje.

Nos gráficos abaixo, as evidências demonstram a urgência por ações:

Níveis de CO2Os níveis de CO2 sempre variaram durante a história da Terra. Ao respirar, as plantas retiram o CO2 da atmosfera, ficam com o carbono e soltam oxigênio. Os animais puxam o oxigênio e soltam CO2. Um balanço perfeito. Durante centenas de milhares de anos, os seres vivos foram morrendo e esse material indo cada vez mais para o fundo da Terra. Ao ser exposto a calor e pressão, se transformou nos combustíveis fósseis: petróleo, gás e carvão. E aí mora o nosso problema: todo esse carbono que demorou centenas de milhares de anos para se formar está voltando para a atmosfera em apenas algumas centenas de anos.

Veja animação com o aumento do CO2 ao longo dos anos:

http://www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh_grafico_aquecimentoglobal/co2.html

Aumento da temperatura

A temperatura oscilou durante toda a história do planeta acompanhando os níveis de CO2 na atmosfera. Cientistas estimam que os gases do efeito estufa emitidos pelo homem demorem 50 anos para começar a alterar os níveis de CO2 medidos. Por isso é perceptível que, após a revolução industrial, a temperatura tenha aumentado tanto.

http://www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh_arte_infograficos_imagem_estatica/index.html?img=http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/17179158.jpg


Em animação, veja onde a temperatura aumentou nos últimos anos:

http://www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh_grafico_aquecimentoglobal/temperature.html

Aumento do nível dos oceanos

O aumento do nível do mar se dá por dois fatores relacionados ao aquecimento global: a água que vem do derretimento do gelo da terra e a expansão natural da água quando esquenta. Em média, o nível do mar está subindo 3.17 milímetros por ano. No último século, foram 17 centímetros.

Em gráfico, acompanhe o aumento do nível do mar:

http://www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh_arte_infograficos_imagem_estatica/index.html?img=http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/17179157.jpg

Desmatamento

Manter as florestas de pé é fundamental para combater o aquecimento, pois as plantas absorvem o CO2 e liberam oxigênio. O Brasil tem a segunda maior área de florestas do mundo, atrás apenas da Rússia, e já desmatou muito a Amazônia. Porém, os números vêm reduzindo, somos exemplo para outros países.

Em gráfico, veja o desmatamento da Amazônia nos últimos anos:

http://www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh_arte_infograficos_imagem_estatica/index.html?img=http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/17179343.jpg

Massa de gelo

As camadas de gelo da Antartica reduziram cerca de 147 bilhões de toneladas por ano enquanto as da Groelândia perderam aproximadamente 258 bilhões de toneladas ao ano. No Ártico, a média de declínio da camada de gelo é de 13,3% por década (relativo às médias de 1981 a 2010).

Veja como ficaram alguns pontos do globo antes e depois dos efeitos das mudanças climáticas:

http://www.clicrbs.com.br/sites/swf/zh_grafico_aquecimentoglobal/antesdepois/index.html