>Ministros anunciam novo sistema de monitoramento e alerta de desastres (G1)

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JC e-mail 4179, de 17 de Janeiro de 2011

Presidente Dilma se reuniu com quatro ministros nesta segunda (17/1), entre eles Aloizio Mercandante, da C&T, e definiu estruturação do Sistema Nacional de Alerta e Prevenção de Desastres Naturais

Depois de uma reunião com a presidente da República, Dilma Rousseff, ministros do governo anunciaram nesta segunda-feira (17) uma reformulação no sistema de monitoramento, alerta e resposta a desastres, como o registrado na região serrana do Rio de Janeiro nos últimos dias.

Participaram do encontro os ministros da Defesa, Nelson Jobim; da Integração Nacional, Fernando Bezerra; da Justiça, José Eduardo Cardozo; e da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.

O Ministério da Ciência e Tecnologia começará a trabalhar na estruturação do Sistema Nacional de Alerta e Prevenção de Desastres Naturais.

Segundo o ministro Mercadante, 58% dos desastres naturais no Brasil são inundações e 11% deslizamentos.

“O peso dos desastres naturais decorrentes de fortes chuvas está se acentuando, e nós precisamos recorrer aos sistemas de prevenção”, disse Mercadante.

Ele afirmou ainda que a capacidade de previsão do sistema de monitoramento do clima será ampliada por meio de um supercomputador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “Queremos já implantar parte desse sistema nas áreas mais críticas para o próximo verão”, disse o ministro.

Ainda de acordo com o Ministério da Ciência e Tecnologia, o Brasil tem cerca de 500 áreas de risco de deslizamento de encostas, onde vivem cerca de 5 milhões de pessoas. O número de locais com alerta para inundações chega a 300 em todo o país.

A intenção é gerar informações geoespecializadas dessas áreas de risco para aprimorar a capacidade de previsão. Segundo Mercadante, é preciso adquirir novos equipamentos e conectá-los em um sistema único. A previsão do governo para concluir o trabalho de montagem do sistema é de quatro anos.

A estrutura, segundo o ministro, deve contar com uma sede central de coordenação e escritórios espalhados pelas cinco regiões do país. O sistema será comandado pelo pesquisador Carlos Afonso Nobre, coordenador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Inpe entre 1991 e 2003.
(Informações do G1, 17/1)

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