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>Women more likely than men to accept global warming

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Published: Sept. 14, 2010 E-mail Editor ShareThis

Aaron M. McCright, associate professor of sociology
Michigan State University – News

EAST LANSING, Mich. — Women tend to believe the scientific consensus on global warming more than men, according to a study by a Michigan State University researcher.

The findings, published in the September issue of the journal Population and Environment, challenge common perceptions that men are more scientifically literate, said sociologist Aaron M. McCright.

“Men still claim they have a better understanding of global warming than women, even though women’s beliefs align much more closely with the scientific consensus,” said McCright, an associate professor with appointments in MSU’s Department of Sociology, Lyman Briggs College and Environmental Science and Policy Program.

The study is one of the first to focus in-depth on how the genders think about climate change. The findings also reinforce past research that suggests women lack confidence in their science comprehension.

“Here is yet another study finding that women underestimate their scientific knowledge – a troubling pattern that inhibits many young women from pursuing scientific careers,” McCright said.

Understanding how the genders think about the environment is important on several fronts, said McCright, who calls climate change “the most expansive environmental problem facing humanity.”

“Does this mean women are more likely to buy energy-efficient appliances and hybrid vehicles than men?” he said. “Do they vote for different political candidates? Do they talk to their children differently about global warming?”

McCright analyzed eight years of data from Gallup’s annual environment poll that asked fairly basic questions about climate change knowledge and concern. He said the gender divide on concern about climate change was not explained by the roles that men and women perform such as whether they were homemakers, parents or employed full time.

Instead, he said the gender divide likely is explained by “gender socialization.” According to this theory, boys in the United States learn that masculinity emphasizes detachment, control and mastery. A feminine identity, on the other hand, stresses attachment, empathy and care – traits that may make it easier to feel concern about the potential dire consequences of global warming, McCright said.

“Women and men think about climate change differently,” he said. “And when scientists or policymakers are communicating about climate change with the general public, they should consider this rather than treating the public as one big monolithic audience.”

>Austrália reconhece pessoa sem sexo pela 1ª vez (BBC Brasil)

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BBC Brasil – 15 de março de 2010

Foto: Norrie foi registrado homem ao nascer mas tentou trocar de sexo.

Uma pessoa que mora na Austrália pode ser a primeira no mundo reconhecida oficialmente como não pertencendo a nenhum dos sexos, segundo a imprensa australiana.

O governo do Estado de New South Wales emitiu uma certidão de “Gênero Não-Específico” a Norrie May-Welby. Isso significa que o governo não reconhece Norrie como homem ou mulher.

Norrie se considera andrógino e é ativista do grupo Sex and Gender Education (Sage, na sigla em inglês), que faz campanha por direitos de pessoas com diferentes identidades sexuais.

Norrie, de 48 anos, nasceu na Escócia e foi registrado como homem. Aos 23 anos, ele passou por um tratamento hormonal e cirurgias para mudar de sexo, e foi registrado na Austrália como mulher.

No entanto, Norrie ficou insatisfeito com a mudança e interrompeu seu tratamento, preferindo denominar-se “neutro”.

‘Gaiola’ dos gêneros

“Esses conceitos de homem e mulher simplesmente não se encaixam no meu caso, eles não são a realidade e, se aplicados a mim, são fictícios”, afirma Norrie em um artigo publicado no site The Scavenger na semana passada.

Norrie assina seu nome como “norrie mAy-Welby”, um trocadilho com “may well be”, que em inglês significa “pode ser”.

Em e-mail à BBC Brasil, Norrie comemorou a decisão do governo australiano. “Liberdade da gaiola do gênero!”, escreveu.

Segundo a notícia publicada no The Scavenger, os médicos declararam em janeiro deste ano que não conseguiram determinar o sexo de Norrie – nem fisicamente nem em função do seu comportamento.

A certidão de gênero não-específico foi dada de acordo com uma recomendação de 2009 de um relatório da Comissão de Direitos Humanos da Austrália, segundo o portal. A certidão foi publicada na capa do jornal australiano Sydney Morning Herald.

Uma porta-voz da Procuradoria do governo da Austrália disse ao jornal que esta foi a primeira certidão do tipo.

A porta-voz do Sage, Tracie O’Keefe, disse ao Scavenger que a decisão tem impacto importante na vida de pessoas que não se identificam nem como homens ou mulheres.

Em entrevista ao jornal britânico Daily Telegraph, o porta-voz do grupo britânico Gender Trust, que ajuda pessoas com problemas de identidade sexual, saudou a decisão do governo de New South Wales.