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Why are consumers willing to spend more money on ethical products? (Science Daily)

Date: September 16, 2014

Source: Journal of Consumer Research, Inc.

Summary: What motivates consumers to make ethical choices such as buying clothing not made in a sweat shop, spending more money on fair-trade coffee, and bringing their own bags when they go shopping? According to a new study, ethical consumption is motivated by a need for consumers to turn their emotions about unethical practices into action.


What motivates consumers to make ethical choices such as buying clothing not made in a sweat shop, spending more money on fair-trade coffee, and bringing their own bags when they go shopping? According to a new study in the Journal of Consumer Research, ethical consumption is motivated by a need for consumers to turn their emotions about unethical practices into action.

“Advocates of ethical consumerism suggest that consumers should consider the environmental and human costs of the products they choose, but unfortunately only a small number of people in North America consume ethically on a regular basis while most consumers just look for good deals and ignore the social impact of the products they buy. Why are some consumers willing to spend time, money, and energy on making more responsible choices?” writes author Ahir Gopaldas (Fordham University).

After analyzing dozens of websites of advocacy groups and companies driven by ethical mission statements, and conducting at-home interviews with people who identify as ethical consumers, the author identified three common emotions driving ethical behavior — contempt, concern, and celebration.

Contempt happens when ethical consumers feel anger and disgust toward the corporations and governments they consider responsible for environmental pollution and labor exploitation. Concern stems from a concern for the victims of rampant consumerism, including workers, animals, ecosystems, and future generations.Celebration occurs when ethical consumers experience joy from making responsible choices and hope from thinking about the collective impact of their individual choices.

Advocates of ethical consumerism should consider the role of emotions in motivating consumers to make more responsible decisions. For example, anger can motivate consumers to reject unethical products and concern can encourage consumers to increase charitable donations, while joy and hope can lead consumers to cultivate ethical habits such as participating in recycling programs.

“This research has critical implications for advocacy groups, ethical brand managers, and anyone else trying to encourage mainstream consumers to make more ethical choices. It is simply not enough to change people’s minds. To change society, one must also change people’s hearts. Sentiments ignite passion, fuel commitment, and literally move people to action,” the author concludes.

Journal Reference:

  1. Ahir Gopaldas. Marketplace Sentiments. Journal of Consumer Research, 2014; 000 DOI: 10.1086/678034
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Norte-americanos estão conscientes do impacto dos seus hábitos de consumo no meio ambiente (Akatu)

22/8/2014 – 03h51

por Redação do Akatu

sonhosite Norte americanos estão conscientes do impacto dos seus hábitos de consumo no meio ambientePesquisa revela que 70% dos norte-americanos assumem que são responsáveis por muitos dos problemas ambientais causados pelo consumo excessivo.

“Os norte-americanos são responsáveis por muitos dos problemas ambientais porque consomem mais recursos e produzem mais resíduos na comparação com outros países.” Com essa afirmação, concordaram 70% dos cidadãos norte-americanos entrevistados para o estudo “Novo Sonho Americano”. A pesquisa foi realizada pela PolicyInteractive para o Centro para um Novo Sonho Americano entre março e abril deste ano com 1.821 norte-americanos com mais de 18 anos de idade.

O estudo identificou que 85% dos norte-americanos estão conscientes de que mudanças substanciais no modo de vida são necessárias para proteger o meio ambiente. Eles também estão cientes da produção excessiva de resíduos no país: 91% concordaram que o seu modo de vida produz muitos resíduos.

A pesquisa, que investiga os anseios dos norte-americanos, abordou assuntos como economia, meio ambiente, publicidade e saúde, com as mesmas perguntas feitas para o estudo anterior, há 10 anos. As conclusões do levantamento indicam que o “sonho americano” segue mais o caminho da sustentabilidade do que o do consumismo: valorizam mais a liberdade pessoal, a oportunidade de explorar o seu potencial individual e a integração com a natureza. Além disso, 38% dos entrevistados tomou providências nos últimos cinco anos para diminuir a carga horária de trabalho, mesmo que isso acarretasse uma remuneração financeira mais baixa.

No Brasil, o Instituto Akatu identificou um crescimento da compreensão sobre sustentabilidade e do interesse por informações. O contingente de brasileiros que “ouviram falar” do termo sustentabilidade aumentou de 44% para 60% em dois anos, bem como o interesse de buscar informações sobre o tema (de 14% para 24%), revelou a pesquisa Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar. Quando comparado a diversos outros, os dois únicos temas que tiveram expressivo crescimento no nível de interesse do consumidor foram justamente o da Responsabilidade Social Empresarial e o da Sustentabilidade: em 2010, ambos estavam em um patamar inferior a todos os demais e, em 2012, 24% apontaram seu interesse no tema Sustentabilidade e 25% em Responsabilidade Social Empresarial, praticamente ao mesmo nível de temas tradicionais, como Empresas/Negócios (26%) e Política (30%).

O levantamento conclui também que houve crescimento na adesão a práticas de consumo consciente no Brasil, ainda que, nesse momento, apenas de maneira eventual e não contínua. De 11 comportamentos considerados indicativos de consumo consciente, quando se adiciona aos consumidores que aderem “sempre” a esses comportamentos aqueles que aderem “às vezes”, oito comportamentos apresentaram aumento em relação a 2010, entre eles: planejar a compra de alimentos e roupas, desligar lâmpadas, fechar torneiras, usar o verso do papel, e ler rótulos dos produtos.

Esta tendência é reforçada por outro importante resultado da pesquisa feita pelo Akatu: solicitados a priorizar seus desejos, os entrevistados optaram, em uma significativa maioria, por soluções mais sustentáveis. Em cinco dos oito temas propostos (afetividade, alimentos, água, mobilidade, durabilidade, energia, resíduos e saúde), eles deram preferência a alternativas mais ligadas ao “caminho da sustentabilidade” do que as relacionadas ao “do consumismo”. Um exemplo é o tema da afetividade, que possui a maior diferença entre os consumidores que preferem o cenário mais sustentável (passar tempo com amigos e família – com índice de prioridade de 8,3 em uma escala de 0 a 10) ao invés do consumista (comprar presentes – com índice de 2,6). Vale destacar que a preferência pelo “caminho da sustentabilidade” ocorre em todas as classes sociais, faixas etárias e em todos os segmentos socioeconômicos e geográficos.

* Publicado originalmente no site Akatu.

Eduardo Viveiros de Castro: El consumo no evita la queja (Clarín)

16/06/14

Tensión. Para el pueblo brasileño, “el gobierno se vendió a la FIFA”, sostiene el antropólogo Viveiros de Castro.

El antropólogo carioca Eduardo Viveiros de Castro estuvo recientemente –y por primera vez– en Buenos Aires. Participó del seminario “La bolsa o la vida. Modelos de desarrollo, nuevas conflictividades sociales y derechos humanos”, organizado por la Biblioteca Nacional y presentó el libro La mirada del jaguar. Una introducción al perspectivismo amerindio (Tinta Limón), que compila una serie de entrevistas donde cuenta su trayectoria como investigador. O mejor dicho, su experiencia fugitiva: cómo se conectó con los indios para huir de Brasil. “Fui a estudiar a los indios porque los indios justamente no eran brasileños. Me interesaba su total incompetencia ciudadana. La pregunta era ¿cómo salir de Brasil?, en el sentido de evitar esa problemática teórica de la nacionalidad, el destino de Brasil como nación, el carácter nacional”. La incorrección política que planteaba esa posición en los años 70 no deja de ser actual y sigue generando polémica. En esta conversación Viveiros de Castro cuenta cómo se vivieron las recientes movilizaciones callejeras y lo que se espera para este 2014 que luego del Mundial, afronta las elecciones presidenciales.

–La consigna que circuló en estos meses era sintética pero directa “No habrá copa” ¿Qué concentra esa frase?
–Para el pueblo la imagen es que el gobierno se vendió a la FIFA. La sensación es que la FIFA ha logrado que se instale un micro-estado de excepción que entrará en vigor incluso antes del campeonato. Hay una indignación patriótica por el modo en que Brasil se ha sometido a esa mega máquina de explotación capitalista que es la FIFA en tanto reduce el fútbol a un puro negocio. En Río, muchas favelas fueron removidas para hacer obras para el mundial, también por cuestiones de “seguridad”. Todo eso sucede al mismo tiempo de la propaganda de que Brasil es la nueva potencia económica mundial, con obras de infraestructura enormes, que incluye el desmonte de la Amazonía, hechas por las cinco constructoras más grandes del país que son las que contribuyen históricamente a financiar las campañas de todos los partidos, sean de derecha o de izquierda.

–¿Cómo caracterizaría esas manifestaciones?
–Son bastante inéditas. Hubo partidos de izquierda pero sin ningún control sobre la movilización. Los partidos de derecha no van. Y toda vez que un periodista de la red O Globo se acerca es expulsado, por eso estas manifestaciones son fuertemente atacadas por la prensa. Han producido su propia prensa, que se llama Midia Ninja. No hay además un solo tema. Aunque podría decirse que existen dos cuestiones fundamentales. El problema de la movilidad urbana de la población obrera de San Pablo que vive en las periferias de la ciudad y tiene que viajar horas, lo cual supone un reclamo por el tiempo que lleva ir de las casas al trabajo, una reivindicación del tiempo libre. La segunda es contra la reacción represiva de la policía frente a las marchas, ante lo cual muchos jóvenes se indignaron.

–¿Esto está en el origen de la formación de los black bloc (grupos de protesta)?
–La práctica del black bloc, especialmente en Río, tiene que ver con la respuesta al accionar de la policía militar con la que cuenta cada Estado provincial, que es como un ejército privado y una herencia del imperio. Es una policía que usa armas pesadas y entrenada para la guerra. El gobierno es acusado de complicidad con esta violencia de los Estados provinciales. Dilma ha dicho por tv que está en contra de toda manifestación que ponga en peligro el orden público. Estas palabras, viniendo de una mujer que estuvo en la guerrilla, que dijo haber sido revolucionaria, orientan el discurso del PT hacia una retórica de orden propia de una derecha más clásica.

–Las movilizaciones en Brasil, a diferencia de las últimas en Europa o EE.UU., no se dan en un momento de crisis o ajuste. Más bien lo contrario: es claramente un momento de desarrollo en términos de inclusión masiva al consumo. ¿Cómo lo interpreta?
–Hay algo muy complejo vinculado al llamado crecimiento. Una gran parte de este aumento de los ingresos por medio de beneficios sociales como el de “Bolsa Familia” ha sido utilizado como método de endeudamiento para los jóvenes pobres. El prototipo podríamos describirlo como un joven de 22 años, sin educación formal, que trabaja de cadete, cuya familia recibe ahora estos subsidios, además de las posibilidades de acceso al microcrédito que el gobierno implementó. ¿Y qué es lo primero que hace este joven? Compra una moto y se endeuda por muchísimos años de su vida con un préstamo muy oneroso con los bancos. Parte fundamental del crecimiento es por este endeudamiento general de las clases populares, especialmente con electrodomésticos. Y no está mal que alguien que no tenía heladera pase a tenerla, todo lo contrario. El problema es que no pasan a tener la heladera sino a ser tenidos por ella, es decir, por la deuda a la que quedan obligados, casi siempre por medio de tarjetas de crédito. En la medida en que ciertos gobiernos de la región se diferencian de las políticas neoliberales tal como se dieron durante los años 90 y promueven un aumento general del consumo, se genera un consenso sobre la legitimidad de estos modelos y cualquier crítica se la clasifica como proveniente de la derecha. En Brasil los que argumentan así son los que llamamos “gobernistas”, es decir, la gente de la antigua izquierda que apoya al gobierno más allá de la medida que se trate porque siempre dicen “otro gobierno sería mucho peor”. Comparado con la Argentina, en Brasil resulta más complicado porque la dictadura no terminó, los militares no han sido juzgados y siguen diciendo públicamente que salvaron al país del comunismo. Y esto, me parece, funciona en acuerdo con el PT: los militares “toleran” que el actual gobierno “de izquierda” gobierne y el gobierno “tolera” que los militares sigan diciendo lo que dicen y no se los juzgue.

–Volviendo a la cuestión del consumo, ¿no cree que cierta crítica al consumo debería plantearse el desafío de deshacerse de toda carga moral?
–Me parece que la democratización en América Latina no llega por el consumo sino por la ampliación de servicios del Estado: salud, transporte, educación. Lo que pasa en Brasil es que el consumo ha sustituido esa provisión de servicios para las clases populares. Entonces, las clases populares en vez de tener más y mejores servicios tienen su crédito para comprar bienes producidos por el gran capital, sea su motocicleta o su heladera. La cuestión es qué resulta más importante: ¿que el gobierno invierta en cloacas, puestos de salud y escuelas o que invierta en liberar de impuestos la compra de autos baratos para que los pobres puedan tener un auto? Se podría responder “las dos cosas” y es una buena cuestión. El hecho a subrayar es que el gobierno brasileño ha invertido masivamente en el consumo mediante el crédito. Y el pedido de mejoramiento de servicios públicos es justamente uno de los reclamos del Movimiento de Passe Livre que inició la ola de manifestaciones. La verdadera inclusión pasa por la inclusión en el acceso a servicios que el Estado tiene la obligación de proveer a todos. Además creo que hay dos tipos diferentes de consumo que hay que distinguir.

–¿Cuáles?
–Por un lado, el consumo de quienes no tenían nada y ahora pueden comprar su tv o su heladera. Nadie puede oponerse. De todas maneras, eso no los convierte en clase media, como dice el gobierno. Pasan de ser pobres a un poco menos pobres. Y después está el consumo inmenso de una clase media-media que pasa a ser una clase media-alta y protagoniza un ascenso de clase verdaderamente consumista: es la gente que va a Miami o a Buenos Aires para llenar valijas con productos importados de marcas de lujo. Esta gente se multiplicó tanto o más que los pobres que acceden a un crédito.